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Deltan Dallagnol diz o que você precisa fazer para ser um profissional acima da média

25 abril, 2017 às 16:00  |  por Escola Conquer

Deltan Dallagnol, procurador do Ministério Público Federal e reconhecido por ser um dos protagonistas da Operação Lava-Jato –, além de ser uma das pessoas que faz com que ainda tenhamos esperanças no país -, fez uma palestra em Curitiba falando sobre quais, na sua opinião, são os requisitos para um profissional ser acima da média em qualquer área de atuação.

Segundo o Procurador, para um profissional se destacar é necessário, em primeiro lugar, ter auto–conhecimento, para você saber o que realmente gosta de fazer. Uma vez identificado isso, então é necessário trabalhar duro e buscar a excelência – todos os dias.

É necessário buscar se desenvolver, se aperfeiçoar, buscar ser melhor todos os dias. Sem isso, é impossível chegar mais longe”, disse Deltan.

Deltan comentou, ainda, sobre a importância de saber aproveitar os recursos à sua disposição – sejam eles muitos ou poucos – para fazer a diferença agora, com aquilo que você tem.

Outro fator importantíssimo é a resiliência:

As adversidades virão e são inevitáveis; cabe a você decidir se elas vão fazer você desistir ou te tornarão mais fortes”.

Deltan encerrou sua palestra deixando a todos os participantes um recado: é responsabilidade de cada um de nós construirmos um futuro melhor para nosso país, não apenas das instituições ou do governo. “Em todas as nossas ações – ou omissões -, estamos contribuindo para construir o futuro do país. Cabe a cada um de nós escolher qual futuro que desejamos construir para o Brasil. Eu escolhi lutar para construir o melhor, e você?”

Em resumo, de acordo com Deltan Dallagnol, para você ser um profissional acima da média é necessário:

  • Auto-conhecimento: você deve buscar saber o que gosta ou não gosta de fazer;
  • Trabalhar duro: só é possível chegar mais longe com muita dedicação;
  • Resiliência: fundamental para você seguir firme diante das adversidades;
  • Protagonismo: você deve assumir como sua – e apenas sua – a responsabilidade de alcançar os seus objetivos, bem como a de construir um país melhor.

E você, também deseja fazer a diferença?

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Você conhece a Matriz da Marca Pessoal?

13 abril, 2017 às 16:36  |  por Escola Conquer

Falamos neste post sobre a importância da visibilidade e da reputação para a construção da nossa Marca Pessoal e da importância de cultivarmos uma Marca Pessoal forte se quisermos ter um bom networking que possa abrir portas e alavancar nossa carreira.

Jeff Buzos, fundador da Amazon.com, define marca pessoal como “o que as pessoas dizem sobre você quando você não está na sala”.

Já os autores David McNally e Karl Speak falam de “uma percepção ou emoção que as outras pessoas têm e que descreve a experiência total de se ter um relacionamento com você”.

Ambas as definições têm um ponto em comum: nossa marca pessoal não é simplesmente criada por nós mesmos: ela é validada pela percepção que os outros possuem de nós.

E o que podemos fazer com essa informação?

Melhorar nossa Marca Pessoal. Como?

Primeiramente, é preciso analisar. A análise da nossa Marca Pessoal pode ser feita através de uma ferramenta simples: a Matriz da Marca Pessoal.

De forma visual, a matriz cruza dois aspectos essenciais da nossa marca – nossa visibilidade e nossa reputação. Utilizando ela, fica mais fácil compreendermos o que exatamente devemos trabalhar para fortalecer nossa marca.

Eis a Matriz da Marca Pesoal:

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Vamos agora à análise de cada um desses quadrantes para identificarmos que ações podem ser feitas para melhorarmos nossa Marca:

Quadrante 01: Boa Reputação x Alta Visibilidade

Profissionais de sucesso estão comumente localizados no quadrante 01: possuem ótimas reputações – tanto por seus resultados quanto pelo seu comportamento – e têm alta visibilidade, ou seja, são conhecidos por uma grande quantidade de pessoas.

Pense em alguém que é reconhecidamente um ótimo profissional. Alguns nomes devem ter vindo rapidamente à sua mente. São esses profissionais que se encontram nesse quadrante, pois a alta visibilidade garantiu que eles fossem lembrados rapidamente, e suas boas reputações os fizeram ser identificados como experts.

Isso resulta em uma fortíssima Marca pessoal – se você é conhecido pelo seu trabalho e as pessoas confiam em você, oportunidades de crescimento de carreira não faltarão. É este posicionamento que você deve buscar se deseja ser grande em sua área de atuação.

O que fazer?

Continue fazendo um bom trabalho e mantenha-se atualizando. Seus resultados já falam – e continuarão falando – por você.

Quadrante 02: Má Reputação x Alta Visibilidade

No outro extremo encontra-se o quadrante 02, que deve ser evitado ao máximo. Ser conhecido por muita gente pode ser excelente, mas apenas se sua reputação for positiva. Caso contrário, os resultados são extremamente prejudiciais. Ao invés de se abrirem portas, grandes oportunidades podem ser perdidas simplesmente pelo que as pessoas sabem e comentam sobre você, sem que você ao menos tenha a chance de se apresentar e eventualmente provar que é bom.

Uma reputação manchada é difícil de ser recuperada. Você provavelmente já conheceu alguém que as pessoas dificilmente indicariam para uma vaga de emprego. É deste profissional que estamos falando.

O que fazer?

Empresas contam com um departamento de Relações Públicas responsável exclusivamente pela manutenção da sua reputação perante a sociedade. No caso da Marca Pessoal, seu Relações Públicas é você mesmo.

Há uma frase de Orlando A. Battista que diz: Um erro não se torna uma falha até que você se recuse a corrigi-lo.

E quando falamos de correção, tempo é tudo. Quanto antes um erro for corrigido, esclarecido ou compensado, menor serão os impactos causados e mais fácil será a recuperação.

De modo geral, evite ao máximo deixar com que sua marca pessoal chegue neste ponto. Trabalhe duro e com integridade, busque feedbacks constantes de pessoas próximas sobre seus resultados e comportamentos e ajuste-os conforme necessário.

Entretanto, caso já esteja aqui, você terá que se esforçar em dobro para conseguir se provar. Tenha paciência e seja consistente. O trabalho será grande, mas nem tudo está perdido.

Quadrante 03: Boa Reputação x Baixa Visibilidade

Vamos ao quadrante 03. Seu trabalho é bom e as pessoas confiam em você, mas ainda poucas pessoas sabem quem você é. Este é o quadrante mais comum de se estar. A maioria dos profissionais faz um trabalho relativamente bom, mas não “sabe se vender bem”.

O que fazer?

Se este também for o seu caso, o negócio aqui é investir em marketing pessoal.

Você possui um perfil completo e detalhado no LinkedIn? Participa de eventos na sua área de atuação? Conhece pessoas de diversas áreas e empresas, e elas sabem exatamente o que você faz e onde deseja chegar? Você produz algum tipo de conteúdo que demonstra seu conhecimento em sua área? Procura se manter atualizado com cursos, workshops, treinamentos e outras formas de desenvolvimento?

Trabalhar estes aspectos ajudará sua marca pessoal a ser mais conhecida pelo mercado.

Quadrante 04: Má Reputação x Baixa Visibilidade

Finalmente, o quadrante 04. Uma má reputação aqui não é tão danosa quanto a do quadrante 02 – e é muito mais fácil de ser recuperada. Pode ser que você tenha cometido algum deslize em um momento de sua carreira que te custou certa confiabilidade, mas se sua visibilidade ainda é baixa, ainda há tempo para que isso seja corrigido.

O que fazer?

O ideal aqui é que você desempenhe seu trabalho com qualidade, cumprindo com seus compromissos e vá, aos poucos, conquistando a confiança das pessoas e do mercado novamente. Com sua reputação recuperada, aí sim invista no seu marketing pessoal e busque ser conhecido por mais pessoas na sua área.

Dizem que existem dois grandes motivos pelos quais falhamos profissionalmente: ou porque não sabemos o que deve ser feito, ou porque sabemos, mas não fazemos.

Em relação à Marca Pessoal, reputação e visibilidade, agora você sabe.

Cabe a você decidir trabalhar esses aspectos em busca do quadrante 01, alavancando sua carreira e – por que não – tornando-se o próximo expert da sua área de atuação.

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Sobre a Escola Conquer: Desenvolvida no Vale do Silício, a Conquer ensina habilidades que as instituições tradicionais não ensinam, mas que são fundamentais para todos que querem performar em alto nível e chegar mais longe. www.EscolaConquer.com.br

Como obter confiança antes mesmo de as pessoas te conhecerem

4 abril, 2017 às 18:00  |  por Escola Conquer

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Muitas vezes, enxergamos o networking como simplesmente a aquisição de novos contatos. Conhecendo mais pessoas, temos mais visibilidade no mercado de trabalho e, portanto, maiores chances de receber uma indicação, um convite ou fechar uma parceria, certo?

Mais ou menos!

Ao considerarmos apenas esse aspecto, podemos acabar esquecendo da importância da nossa reputação para o networking, ou seja, a qualidade daquilo que os outros conhecem sobre nós, e que é formada tanto de fatores objetivos – os resultados que alcançamos – quanto de fatores subjetivos – nossa personalidade, postura, atitudes e comportamentos recorrentes.

Somadas, visibilidade e reputação formam o que chamamos de marca pessoal ou Branding Pessoal.

E é esse Branding pessoal que pode conquistar – ou comprometer – a confiança das pessoas em nós antes mesmo de elas nos conhecerem.

Da mesma forma que grandes empresas e instituições utilizam suas marcas para representar de forma direta a sua essência – suas principais características que as diferenciam dos competidores –  nós, enquanto profissionais, e especialmente enquanto empreendedores ou pequenos empresários, também devemos cultivar a construção de um branding pessoal forte se quisermos aumentar nossas oportunidades de negócios e acelerar o nosso desenvolvimento.

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Por que o Branding Pessoal é tão importante?

O desenvolvimento do seu branding pessoal está diretamente ligado com o seu sucesso profissional.

Primeiro porque você precisa de visibilidade para que outros profissionais na sua área de atuação ouçam falar sobre você. Quem não é visto não é lembrado, certo?

Segundo porque potenciais clientes, parceiros ou contratantes que ainda não te conhecem de perto precisarão buscar indicadores confiáveis da qualidade do seu trabalho, do seu comportamento e da sua postura profissional antes de fazerem negócios com você. E é conhecendo sua reputação que eles conseguirão obter essas “provas” e confiar em você o suficiente para uma nova parceria, um novo contrato ou um novo emprego, por exemplo.

É o branding pessoal, portanto, que fará com que as pessoas confiem em você ou no seu negócio antes mesmo de te conhecerem. É ele que te abrirá portas, e é por isso que ele deve ser cuidadosamente desenvolvido.

 

E como você pode desenvolver seu Branding Pessoal?

É importante ressaltar que a criação de um branding pessoal é um processo contínuo que deve ser explorado todos os dias, e não algo que é feito apenas uma vez e finalizado.

Tudo o que você faz no dia-a-dia contribui para a construção e o fortalecimento da sua marca – para o bem ou para o mal. Coisas simples, desde a forma como você se veste e se apresenta, seu título profissional, sua postura, sua presença nas redes sociais e, claro, seus resultados atingidos.

Explicamos aqui três formas simples e práticas de fortalecer seu branding pessoal no mercado. Aproveite-as para refletir sobre a direção que sua marca pessoal tem tomado e fazer os ajustes necessários, caso julgue necessário.

1. Entenda-se!

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O autoconhecimento é o fator base para a construção da sua marca.

O que te faz diferente dos outros profissionais que realizam atividades semelhantes às suas – dentro da sua empresa ou no mercado de trabalho? Que características as pessoas costumam elogiar em você – e no seu desempenho? Que sugestões de melhoria você já recebeu de colegas, chefes, parceiros ou subordinados?

Considere aspectos objetivos – resultados alcançados até então – e subjetivos – hábitos, postura e comportamentos.

Passe um tempo considerável refletindo sobre estas questões – e discutindo-as com amigos e familiares, pessoas que você sabe que pode confiar. É sempre bom poder contar com a opinião de pessoas que desejam o nosso melhor.

2. Crie e Compartilhe!

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Uma das formas de expressar seu branding pessoal às pessoas é pelo tipo de conteúdo que você cria e compartilha, ou seja, pela forma como você se apresenta na internet e nas redes sociais.

Tudo aquilo que você produz, seja em textos, vídeos, imagens ou qualquer outra forma de comunicação, carrega características suas: pelo conteúdo apresentado, pelo tom da mensagem e pela escolha de palavras.

Similarmente, o compartilhamento de conteúdo de terceiros também representa indiretamente que você concorda com aquele ponto de vista ou que aquela abordagem e postura estão alinhadas com as suas.

Por isso, crie conteúdos que demonstrem seus conhecimentos, pontos de vista e valores, e faça uso das redes sociais para que estes conteúdos sejam vistos por mais pessoas. E, quando for compartilhar algum conteúdo, certifique-se de que você realmente confia na fonte, acredita no que está sendo dito e, principalmente, se aquele conteúdo verídico.

3. Conecte-se!

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Dizem que somos uma média das 5 pessoas com as quais mais convivemos – o que os antigos chamariam de “diga-me com quem andas e te direi quem és”.

Se, por um lado, enquanto pessoas não podemos limitar nosso julgamento apenas às nossas companhias, por outro, não podemos negar que costumamos nos associar e nos aproximar daqueles que compartilham interesses, valores e comportamentos conosco.

Por esse motivo, preste bastante atenção aos profissionais e amigos que você escolhe se associar e identifique se eles transmitem valores semelhantes aos seus. O mesmo vale para empresas, fornecedores e empresas parceiras em geral.

Uma boa rede de contatos, com profissionais de habilidades semelhantes ou complementares às suas, nos quais você confia e que também confiam em você, pode amplificar ainda mais a divulgação do seu trabalho para potenciais clientes e parceiros que ainda não te conhecem, abrindo portas e gerando oportunidades de avanço da sua carreira e da sua empresa.

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Sobre a Escola Conquer: Desenvolvida no Vale do Silício, a Conquer ensina habilidades que as instituições tradicionais não ensinam, mas que são fundamentais para todos que querem performar em alto nível e chegar mais longe. www.EscolaConquer.com.br

Visualizar seu sucesso é essencial para conquistá-lo

28 março, 2017 às 12:43  |  por Escola Conquer

Você já parou para pensar que, antes do computador existir, alguém teve que pensar nele? Alguém teve que pensar na existência de uma tela, um teclado e uma interface que possibilitasse o uso por um ser humano. O computador, assim como boa parte das invenções e produtos que utilizamos hoje, não surgiu do nada: foi fruto de ações coordenadas e previamente visualizadas.

O raciocínio por trás é simples:

Antes de alguma coisa se tornar real, ela teve de ser previamente desejada e visualizada.

O mesmo vale para sua vida: se você deseja vencer (cada um possui sua própria definição de vitória), é importante que, previamente, você se visualize como um vencedor.

“Você não será um vencedor se não se visualizar como um vencedor” – Zig Ziglar

Michael Phelps, o maior recordista de medalhas olímpicas da história, credita boa parte do seu sucesso nas piscinas ao hábito de fechar os olhos e se enxergar vencendo cada competição, antes mesmo de entrar na piscina. Ele costuma visualizar em sua mente o “videotape” do que seria um nado perfeito antes de ir para as piscinas e, assim, aumenta suas chances de obter os melhores resultados.

“Se você for capaz de formar um quadro mental forte sobre seus objetivos e como quer alcançá-los, seu cérebro irá procurar maneiras de te ajudar a fazer acontecer”, diz Bob Bowman, treinador do Michael Phelps.

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E era exatamente isso que Phelps fazia durante meses antes de uma competição.

Conhecemos o histórico do atleta. Aparentemente, funciona para ele.

Claro que os resultados alcançados por Phelps não são fruto apenas de visualização. Mas ele destaca que essa prática tem grande influência em seu desempenho profissional.

Alguns outros top performers também costumavam aplicar essa técnica:

– A lenda do boxe, Muhhammad Ali, sempre destacou a importância de se ver vitorioso antes das lutas;

– No início da sua carreira, o comediante Jim Carrey costumava se visualizar como o melhor ator do mundo;

– Michael Jordan sempre visualizava fazendo o último ponto do jogo mesmo antes de o jogo começar.

Estes profissionais de alta performance, dentre muitas outros, dominaram a técnica da visualização positiva e abertamente tem falado sobre ela como tendo sido fundamental para atingirem os seus resultados.

Portanto, repito:

Antes de algo se tornar realidade, esse algo precisa ser visualizado, pré-concebido em sua mente.

Por isso, um bom exercício é você começar também a se visualizar como um vencedor, enxergar-se atingindo os seus objetivos. E deixe essa imagem mais detalhada possível:

– Onde você está?

– Quem está com você?

– Como você se se sente atingindo suas metas?

– Como isso mudou a sua vida?

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Os pequenos detalhes tornam essa imagem mais forte e ajudam a fixá-la melhor em sua mente, te impulsionando a batalhar para torná-la real.

Além dos pontos mencionados anteriormente, ao pensar no seu eu de sucesso, pense também em retrospectiva – como você irá chegar lá:

– O que será necessário fazer para vencer?

– Quais serão os sacrifícios?

– Como você será capaz de contornar os obstáculos?

Você não precisa passar horas fazendo isso.

Aproveite momentos em que normalmente sua mente divagaria, como o banho, enquanto dirige, ou antes de dormir, para praticar esta visão de você bem-sucedido.

Lembre-se, acima de tudo, que tão importante quanto ter essa visão do seu sucesso e do caminho para chegar lá, é colocar a mão na massa e trabalhar por isso dia após dia. Somente visualizar não vai te levar a lugar algum.

Michael Phelps não é um idealizador. É um atleta – um executor.

Visualizar ajuda – e muito. Visualizar te traz clareza, e clareza te dá a confiança necessária para seguir em frente. Mas junto a isso, o que vai transformar sua projeção clara em realidade serão suas atitudes.

 “Tudo aquilo que você vividamente imaginar, sinceramente acreditar e agir com entusiasmo para a realização, irá inevitavelmente se tornar realidade”– Paul J. Meyer

3 canais de vídeo imperdíveis para seu desenvolvimento pessoal

21 março, 2017 às 14:35  |  por Escola Conquer

Vídeos são uma excelente forma de entretenimento (Netflix e Hollywood que o digam!). Mas vídeos também são uma excelente forma de aprendermos coisas novas e nos desenvolvermos. Muitas pessoas preferem os vídeos aos livros, por tornar o aprendizado mais dinâmico.

Por isso, nesse post selecionamos três canais de vídeos com conteúdos impactantes e possivelmente transformadores para aqueles momentos que der vontade de aprender algo novo, se inspirar ou simplesmente quando você não souber o que assistir no Netflix. Rs.

Dê o play e aproveite!

FightMediocrity (apenas em inglês)

FightMediocrity é um canal do Youtube dedicado a ‘combater a mediocridade através de grandes ideias’. O autor do canal seleciona livros inspiradores de desenvolvimento pessoal e profissional e explica seus conceitos principais em vídeos animados, de forma bastante simples e didática.

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Hack Life

Criado pelo brasileiro Renato Stefani, o canal Hack Life é uma extensão do site de mesmo nome que traz dicas, entrevistas, artigos e outros conteúdos de desenvolvimento pessoal e profissional. As entrevistas disponíveis no canal tem duração média de uma hora e abordam temas como ciência, empreendedorismo, espiritualidade, propósito de vida, saúde e bem estar com grandes nomes, entre eles Tiago Mattos, da Perestroika, Cesar Curti, fundador do Mahamudra Brasil e Gustavo Tanaka, escritor e empreendedor.

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TED

TED é uma empresa sem fins lucrativos dedicada a espalhar ideias, geralmente na forma de vídeos curtos e poderosos (18 minutos ou menos). O nome surgiu no início da empresa, quando Tecnologia, Entretenimento e Design eram o foco (por isso TED). Atualmente expandido pelo mundo todo, especialistas e personagens inspiradores de diversas áreas são convidados a subir ao palco do TED para compartilhar suas histórias, descobertas, batalhas e inspirações. Os vídeos possuem legendas em diversos idiomas.

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Se você não está fora da sua Zona de Conforto, você não está crescendo

16 março, 2017 às 14:32  |  por Escola Conquer

Você já deve ter ouvido a expressão “a vida começa fora da zona de conforto”. Mas o que ela quer dizer? Que aqueles que vivem em uma grande kingsize do Conforto não estão vivendo?

Não exatamente! O que essa frase quer dizer vai um pouco além da parte fisiológica da vida – do comer, beber e respirar. Ela refere-se ao crescimento pessoal, ao potencial de desenvolvimento humano.

Antes de falar sobre isso, porém, vamos entender um pouco melhor o que é a Zona de Conforto.

 

O que é a Zona de Conforto?

Zona de Conforto é uma área na qual suas atividades e comportamentos se encaixam em uma rotina que minimiza o stress, a ansiedade e o risco. Essa área fornece uma sensação de familiaridade, segurança, estabilidade e controle.

Em termos práticos, imagine algo que você faz todos os dias – como cozinhar pratos simples, ir ao trabalho ou assistir TV. Atividades de rotina que não fazem você se sentir ansioso ou desconfortável, que não te desafiam. Eis aí a sua kingsize do Conforto.  Realizando estas atividades você se sente, como dizemos, “em casa”.

E sim, essa área é confortável. Mas nesse caso o conforto que essa região proporciona não é algo necessariamente bom.

 

Por quê?

Porque na sua zona de conforto você não está crescendo, não está se desenvolvendo, não está aprimorando alguma habilidade, não está amadurecendo nem se tornando uma pessoa melhor (é muito não, não?), pois faz apenas as mesmas coisas de sempre, com a mesma intensidade de sempre.

Por consequência, há pouca ou nenhuma evolução. Você só evolui quando faz coisas novas ou quando eleva um pouco o nível de dificuldade do que está fazendo e tenta ir pelo menos um pouco além do seu limite. Quando, enfim, assume o risco de tentar algo que talvez não dê certo.

E isso gera stress, ansiedade, medo, sentimentos que estamos acostumados a enxergar como terríveis e, consequentemente, muitas vezes evitamos a todo custo, o que faz com que muita gente tenda a permanecer na Zona de Conforto.

Porém, vale dizer uma coisa:

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Um pouco de stress e ansiedade não é algo tão terrível assim.

Pelo contrário, o desconforto que esses sentimentos provocam geralmente indicam situações que estão promovendo o nosso crescimento.

Lembre-se, por exemplo, do seu primeiro dia em um novo trabalho. No início você provavelmente se sentia um pouco desconfortável. “Será que eu vou dar conta? Será que as pessoas vão gostar de mim?”. São preocupações naturais de um momento como esse.

Contudo, você enfrentou a situação e, com o tempo, muito provavelmente essas preocupações deixaram de existir, ou ao menos foram significantemente reduzidas. Você se tornou melhor – cresceu.

Este caso ilustra bem como o stress e ansiedade não são necessariamente ruins. Eles estavam presentes naqueles momentos que proporcionaram crescimento pessoal e fizeram você ser melhor.

 

A ciência também fundamenta esse raciocínio.

Através de pesquisas científicas, os psicólogos Robert M. Yerkes e John Dodson mostraram que um estado de “conforto” gera um desempenho estável em alguma atividade. Para maximizar o desempenho, porém, é necessário um estado de relativa ansiedade – um estado em que nossos níveis de stress estão levemente mais elevados do que o normal – que só é alcançado quando estamos fora da nossa zona de conforto. Isso é chamado de “Ansiedade Optima”, momento em que a ansiedade trabalha a favor do seu desenvolvimento.

Contudo, é preciso ter cuidado: elevar demais a ansiedade ou o stress pode gerar o efeito inverso e te colocar na Zona do Pânico, quando nos afastamos demais da nossa Zona de Conforto e onde nosso desempenho diminui, ao invés de aumentar. Não dá para querer ir do 0 a 100 de uma única vez: é preciso ir do 0 ao 1, depois ao 2, ao 3 e assim por diante, até o 100.

 

Cada um de nós possui uma Zona de Conforto diferente.

É preciso, portanto, entender qual é a sua e buscar formas de, gradativamente, sair dela, caso você esteja buscando crescimento. Só tome cuidado para não sair longe ou rápido demais e entrar na Zona do Pânico.

Por fim, vale dizer que ficar na Zona de Conforto não é de todo mal. Afinal, estar o tempo todo levemente ansioso e estressado seria muito desgastante. Muitas vezes precisamos de um bom e velho conforto que nos acalme e dê uma sensação de estabilidade. Apenas cuide para não se acomodar e ficar tempo demais por lá. O seu crescimento pessoal está em jogo.

“As melhores coisas da vida estão esperando por você logo ali, um pouco adiante da sua Zona de Conforto”- Karen Salmansohn

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Você vai ter que se provar

14 março, 2017 às 20:48  |  por Escola Conquer

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Profissionais em estágios avançados de sua carreira possuem a tranquilidade de já terem ‘se provado’. Alguns alcançam um estágio em que podem trabalhar com pouca ou nenhuma supervisão, gerenciar o próprio tempo e as próprias responsabilidades e entregar resultados com qualidade. E as outras pessoas confiarão nisso.

Entretanto, são necessários muitos anos de consistência e trabalho duro para que se possa chegar a esta posição.

Quando, após algum tempo de carreira, nos vemos mudando de área, subindo de cargo na nossa empresa ou então empreendendo, podemos ter a falsa sensação de que já ‘nos provamos’ também, afinal todos aqueles anos anteriores de trabalho serviram para isso.

Mas isso não é verdade.

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A verdade é que estamos, de certa forma, começando tudo do zero. Do primeiro degrau de uma longa escada na qual ainda não nos conhecem. Ou seja, nesta nova área nós ainda não nos provamos, e precisamos mostrar do que somos capazes. Temos que trabalhar duro, dia após dia, e com consistência, até que as pessoas possam confiar em nós e esperar que isso continue acontecendo.

E não podemos, portanto, achar ruim se as pessoas quiserem observar de perto o nosso trabalho, cobrar nossos prazos ou até controlar nossos horários de entrada e saída.

Por que?

Porque não pudemos nos provar ainda.

Você precisa se provar. Ninguém acha que você é especial ou excepcional – num primeiro momento.

E o mais importante aqui não é como você vai se sentir.

É como você vai responder a isso.

Você pode usar isso como desculpa e fazer o mínimo esforço necessário para ter resultados satisfatórios. Pode até ficar chateado com seus superiores ou clientes por não te enxergarem como um floquinho de neve especial, mesmo que você nem tenha provado seu valor ainda.

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Ou você pode se fortalecer e buscar meios de realizar seu trabalho da melhor forma possível, aprendendo o que outras pessoas acima de você fazem, para estar pronto para subir quando a oportunidade vier.

E isso deve ser feito com consistência.

Não adianta ser excelente apenas uma vez, ou por uma semana, ou por um mês.

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Portanto, não importa qual seja seu novo início – uma nova carreira, uma nova posição em sua carreira atual ou um novo empreendimento – você vai ter que se provar.

Cada vez que quiser dar um passo para cima, cada vez que quiser começar um novo caminho, você vai ter que se provar.

E se você for capaz de fazer isso diariamente, se continuar dando o seu melhor, se questionando ao final de cada dia “fui capaz de me provar um pouco mais hoje?”, e tendo sim como resposta, as oportunidades com certeza irão surgir.

Você se destacará daqueles que fazem o esforço mínimo, pois um trabalho bem feito, e bem feito com consistência, não passa despercebido.

E com seu valor provado, você será recompensado.

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Não à toa, uma das frases ouvidas em grandes empresas é que diretores não são simplesmente recrutados ou promovidos, mas sim identificados, pela excelência do trabalho que já fazem.

Quer que as pessoas vejam que você merece o sucesso que acredita merecer?

Prove a elas.

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3 Séries que impulsionarão seu desenvolvimento pessoal

9 março, 2017 às 21:15  |  por Escola Conquer

Fim de semana chegando e nada como boas séries para aproveitar o tempo.

Nesse post apresentamos 3 sugestões de séries que garantam entretenimento, reflexão e inspiração.

Confira abaixo.

Suits (Netflix)

“A diferença entre você e eu é que você deseja perder pequeno. Eu quero ganhar grande”.
– Harvey Specter, protagonista da série

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Para obter sucesso em sua carreira, Harvey Specter, o advogado protagonista da série, trabalha árdua e incansavelmente. Cada passo dado pelo personagem é estrategicamente calculado. Cada risco é avaliado – e enfrentado, e cada cenário é considerado para que suas ações tragam os resultados desejados.

Com uma temática jurídica, a série é repleta de humor sarcástico, ação e reviravoltas que garantem prender a atenção a cada caso trabalhado pelos personagens. Com uma postura voltada para ação e resultados, Harvey e seu colega Mike ensinam a cada temporada a importância de se ter visão, pensamento crítico, atitude e coragem.

 

Black Mirror (Netflix)

“O futuro é brilhante”

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Num misto de ficção científica, drama e thriller, os episódios de Black Mirror se passam num futuro não muito distante em que a tecnologia alcançou níveis de integração total com a sociedade – não muito diferente do que já vivemos hoje. E é justamente essa semelhança com nossa vida atual que torna a série ainda mais instigante.

Com temáticas profundas (incluindo clonagem humana, pressão popular online, alienação social e invasão de privacidade na internet) e abordagens pouco sutis, os episódios não são nada fáceis de digerir e te deixarão pensando por um bom tempo sobre como nos relacionamos com a tecnologia e como ela tem o poder de transformar e intensificar algumas características das relações humanas – nem sempre para melhor. Cada episódio possui história, elenco e direção independentes, o que significa que você não precisa assisti-los na ordem.

Recomendamos assistir os episódios acompanhado de alguém, pois cada final dá abertura para longas discussões e reflexões.

 

Chefe Secreto (Rede Globo)

“A maioria dos trabalhadores queria ter o dono da empresa ao lado para ele ver o outro lado da moeda” 
– Max Gehringer, consultor de carreiras e apresentador

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Baseada na série inglesa de sucesso Undercover Boss, Chefe Secreto é uma série exibida semanalmente no Fantástico, na Rede Globo, que a cada episódio acompanha durante uma semana o dia-a-dia do chefe de uma empresa disfarçado de funcionário novato, enfrentando as dificuldades e desafios que os profissionais da sua empresa encaram diariamente. A ideia é que essa mudança de papeis permita que os chefes sintam na pele as necessidades de melhoria e conheçam mais de perto os profissionais que trabalham para sua companhia.

Por que estamos mentindo quando dizemos que não temos tempo

6 março, 2017 às 21:32  |  por Escola Conquer

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“Não tive tempo”

Será mesmo?

Todas as pessoas do mundo, desde o maior procrastinador até o maior realizador, possuem as mesmas 24 horas disponíveis todos os dias. Parece óbvio, não?

Porém, esse é o ponto de partida para compreendermos algo talvez não tão óbvio assim: quando dizemos “não tive tempo”, estamos, na verdade, mentindo.

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Mas calma, não é por maldade.

O fato é que provavelmente você tenha tido outras prioridades ao longo do dia.

Pense comigo:
Você decidiu que irá aprender um novo idioma esse ano. Porém, meses se passam sem que você tenha iniciado seus estudos. E quando te perguntam o porquê, a resposta clássica é: Não tive tempo.

Contudo, o que ocorreu de fato foi que você teve outras prioridades durante este tempo, ou então não definiu com clareza a importância e, consequentemente, a prioridade que essa nova atividade teria, o que fez com que ela ficasse para trás.

Quando temos nossas prioridades claras, por outro lado, somos capazes de nos gerenciarmos melhor e aumentamos as chances de cumprir aquilo que nos propomos a fazer.

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Portanto, procure ficar atento nas próximas vezes que disser “não tive ou não tenho tempo”. Aproveite a ocasião para refletir sobre suas verdadeiras prioridades, deixando-as claras para si mesmo – e para os outros.

Dessa forma, você não criará expectativas que talvez não possam ser atendidas e ainda será capaz de gerir seu tempo e energia de forma mais eficiente para realizar aquilo a que se propôs.

É tudo uma questão de prioridade, não de tempo.

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Habilidades necessárias para ser um Empreendedor

6 março, 2017 às 21:22  |  por Escola Conquer

Flávio Augusto

Empreendedor. Essa é uma palavra que vem conquistando cada vez mais pessoas.

Mas afinal, o que é empreender e o que faz o empreendedor?

Empreender é tirar as ideias do papel. É realizar. É executar. É sair do mundo das ideias e ir para a ação. É parar de sonhar e começar a trabalhar para que o sonho vire realidade, seja ele qual for.

Rocky

Tem o sonho de viajar o mundo? Realizar esse sonho é um empreendimento. Quer morar sozinho? Tirar isso do papel é um empreendimento. Deseja ter o próprio negócio? Abrir de fato uma empresa será um empreendimento. Empreender é realizar.

Empreendedor, portanto, é alguém que executa as ações necessárias para realizar seus objetivos. É alguém que faz acontecer.

Porém, empreender não é nada fácil, especialmente se o empreendimento desejado é o de ter o próprio negócio. Não é fácil mas também não é impossível. Para tirar esse sonho do papel, é necessário que o empreendedor possua algumas habilidades essenciais para que o negócio possa dar certo.

Confira quais são:

Visão

Visão

A primeira característica que todo empreendedor deve ter é Visão, ou seja, a capacidade de enxergar de forma clara aquilo que ainda não existe aos olhos dos demais. Da mesma forma que artistas precisam conseguir ver o mundo de uma forma diferente para criar suas obras, empreendedores precisam ser capazes de identificar uma solução inovadora, um caminho diferente, melhor ou um nicho de mercado ainda inexplorado para abrirem seus próprios negócios.

Uma das formas de se desenvolver a Visão é desenvolvendo a Criatividade – que não é um dom, mas uma habilidade que pode ser desenvolvida. Não à toa, cada vez mais grandes empresas têm buscado metodologias do universo criativo, como o design thinking, para gerar novas soluções, serviços e produtos inovadores.

Coragem

Coragem

A segunda habilidade fundamental para qualquer empreendedor é a coragem. Tirar uma ideia do papel, seja ela qual for, é um processo que traz uma série de riscos e incertezas.

Talvez você precise abrir mão da segurança do seu atual emprego para dedicar-se integralmente ao seu novo negócio; talvez precise se mudar para uma cidade onde ainda não conheça ninguém. Independente da situação, empreender significa estar aberto a riscos – a estar fora da sua zona de conforto – e empreendedores devem não apenas saber lidar, mas ter gosto pelo frio na barriga que cada risco traz.

Sem a coragem de executar, ideias não se tornam empreendimentos. Elas continuando sendo simplesmente ideias.

Uma das formas de se desenvolver coragem é através do desenvolvimento da inteligência emocional.

Alta Performance

Alta Performance

Você tem a Visão e a Coragem de colocá-la em prática, ótimo! Agora é hora da execução. E é aí que entra a Alta Performance.

Alta Performance é, basicamente, fazer mais com menos. É, nas 24 horas do dia, render mais, ter mais produtividade. Para isso, é necessário saber gerir bem o tempo, organizar projetos e tarefas, definir prazos, ter responsabilidade com compromissos e, principalmente, executar. Enquanto a Visão e a Coragem serão as grandes responsáveis pelos momentos iniciais do seu empreendimento, é a Alta Performance que garantirá a qualidade consistente do desenvolvimento das suas ideias.

Pode parecer muito, mas, como dito acima, não é impossível. A boa notícia é que as três habilidades podem ser desenvolvidas ao longo do tempo – ou então complementadas, através de parcerias e sociedades.

Sobre a Escola Conquer: Desenvolvida no Vale do Silício, a Conquer ensina habilidades que as instituições tradicionais não ensinam, mas que são fundamentais para todos que querem performar em alto nível e chegar mais longe. www.EscolaConquer.com.br