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'Tradições'
Para trazer prosperidade para o casal
Não sei de onde veio a tradição, mas diz-se que se os noivos colocarem uma moeda de prata na sola do sapato no dia do casamento atrairão prosperidade para sua vida conjugal.
A moeda precisa estar no sapato durante a cerimônia, depois os noivos podem tirá-la para curtir a festa!
Por que Santo Antônio é o Santo Casamenteiro?
Hoje é dia de Santo Antônio conhecido como Santo Casamenteiro. São várias versões que explicam o porquê da crença no Santo, dentre elas, achei esta bem interessante:
“Conta-se que uma donzela não dispunha do dote para casar-se e, confiante, recorreu a Santo Antônio. Das mãos da imagem do Santo teria caído um papel com um recado a um prestamista (pessoa que empresta dinheiro a juros) da cidade, pedindo-lhe que entregasse à moça as moedas de prata correspondentes ao peso do papel. O prestamista obedeceu e pôs o papel num dos pratos da balança, colocando no outros as moedas. Os pratos só se equilibraram quando havia moedas suficiente para pagar o dote.”
Na feira CASAR, a Santa Festa criou uma oraçãozinha para Santo Antônio que fez sucesso entre as visitantes do seu stand. Que dizia:
“Ó meu rico Santo Antônio,
meu Santo casamenteiro,
casai todas as minhas amigas,
mas casai-me a mim primeiro!”
Amêndoas
Esta tradição surgiu na Itália e em Portugal, onde é comum os familiares e convidados comerem amêndoas para trazer sorte aos noivos. Segundo o costume, devem ser oferecidas cinco amêndoas, cada uma delas com um significado: saúde, riqueza, vida longa, fertilidade e felicidade.
Cado queira oferecer mais que cinco amêndoas coloque sempre um número ímpar de confeitos para trazer sorte.
Imagem: The Knot
Cravo na lapela
A tradição de usar cravos brancos na lapela surgiu na década de 30 com o duquê de Windsor no seu casamento com Wallis Simpson.
Mais uma vez a família real britânica incorporando novos costumes aos casamentos. Pra quem não se lembra, dias atrás falei sobre a rainha Victoria ter sido a primeira noiva a se casar de branco. (Leia aqui).
A rainha Victoria
Talvez muitos não saibam, mas boa parte das tradições de casamentos atuais foram inspiradas pela rainha Victoria, da Inglaterra. Em sua época, as noivas usavam vestidos coloridos e Victoria foi a primeira a usar branco para se casar. Ousada, ela pediu a mão do príncipe Albert em casamento, pois não era permitido pedir a mão de uma rainha.
Falo hoje da rainha Victria porque aproveitei o feriado para assistir o filme A Jovem Rainha Victoria. Ele retrata a vida dessa rainha que marcou tantas gerações e influenciou o comportamento dos ingleses por muito tempo. Vale à pena!
Você sabe por que há padrinhos no casamento?
Na Idade Média a maioria dos casamentos era arranjado pelas famílias, mesmo assim, os noivos acabavam por conhecer outras pessoas, pelas quais nutriam o verdadeiro amor e muitas noivas, para não se casarem com o prometido, planejavam fugir no dia do casamento com o seu amado. Desta forma, o noivo pedia a alguns amigos que o ajudassem a proteger a noiva de um possível rapto. E a noiva, pedia a algumas amigas que a ajudassem a fugir.
Mesmo após tantos anos, a tradição permaneceu e foi incorporada aos rituais de casamento. Segundo o rito da Igreja Católica são necessárias duas testemunhas para que o Sacramento aconteça. Como há a tradição dos padrinhos, eles assumiram o papel das testemunhas. Há alguns anos a Arquidiocese de Curitiba institituiu algumas normas, dentre elas que cada casal tenha apenas um casal de cada lado. Segundo as normas esse é o número de testemunhas indicado no rito sacramental.
Véu de noiva
O véu é um dos símbolos que mais caracteriza a noiva. Por mais que atualmente nem todas façam uso dele, sempre que se fala em noiva lembra-se de véu e grinalda.
A origem dele é antiga, os gregos acreditavam que o véu protegia a noiva de maus olhados. E para os árabes, a palavra hijab (véu) significa “o que separa duas coisas”. Sendo assim, o véu da noiva significa separar-se da vida de solteira para entrar em uma nova vida, a de casada.
Arroz de confeitos para a chuva de arroz
Uma das tradições mais antigas de casamento é a de jogar arroz nos recém-casados. Porém, não são todas as igrejas que permitem a chuva de arroz. Neste caso, uma alternativa possível é fazer uma chuva de confeitos. Eles são próprios para isso, podem ser coloridos e desmancham-se quando em contato com o chão. Em geral, os encontrados no mercado tem formato de coração.
Esse tipo de confeito você compra em quantidade, em geral 300 g são suficientes. Divida a quantidade em saquinhos e peça para que sua cerimonialista entregue aos convidados que estão no fundo da igreja (ou local da cerimônia).
Se optar pela chuva de arroz, lembre-se de avisar seu fotógrafo para que ele fique atento ao momento.

















