Notas do Pier no JE de hoje
http://www.bemparana.com.br/impresso/2013/03/06/#/18/
Boa leitura!
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Boa leitura!
…que 2013 seja produtivo, feliz e justo com os trabalhadores honestos e descentes e injusto com aqueles que se aproveitam e manipulam o povo, promovem maracutaias em proveito próprio e desviam dinheiro público.
Para eles, que o ano que entra seja “cobrador”, se possível, com todos na cadeia. Chega de aturar esse tipo de gente.
Depois da polêmica sobre o uso de um chicote para coibir a festa de final de ano de alguns alunos do colégio Gabriel de Lara, que é vizinho da Paróquia, episódio que terminou com uma menor ferida nos olhos por chicotada desferida pelo próprio padre, fato que rendeu ao mesmo o apelido de “Padre Beto Carreiro”, Mansueto Pantarol, pároco da Igreja Matriz de São Pedro, no centro da Cidade de Matinhos, litoral do Paraná, resolveu “isolar” sua paróquia do resto da cidade.
Cansado de recorrer ao uso da chibata, conforme depoimento de alguns populares, para afastar os “flanelinhas não autorizados”, que cobravam dos fiéis e de outros frequentadores que usam o estacionamento da Igreja, Mansueto, cujo nome em latim significa “o que amansa”, resolveu cercar todo o pátio da paróquia com um gradil de aproximadamente sessenta centímetros de altura.
Uma placa no local, informa que o pátio só poderá ser usado para fins “religiosos”, e somente pelos fiéis da Igreja. Levantada a possibilidade do Padre vir a cobrar pelo estacionamento, o Blog foi informado que somente o Pároco poderia falar sobre o assunto, mas que no momento, não se encontrava na Paróquia.
Segundo a Prefeitura Municipal de Matinhos, a grade instalada pelo Padre não está em desacordo e nem contraria nenhuma lei ou orientação urbanística local.
Este isolamento da Paróquia pelo Padre Mansueto, além de aparentar represália por conta das manifestações contrárias ao uso frequente de seu chicote, acontece num momento em que, além da época de Natal, busca-se a aproximação de todos os movimentos: sociais, culturais, religiosos e eclesiásticos, no sentido de que a fraternidade possa vencer as dificuldades. Já no sentido pastoral, de cativar o seu rebanho e conquistar, agregar novas ovelhas, o padre, pelo chicote e pelo gradil, é um péssimo marqueteiro, diferentemente de outros padres da Igreja Católica. Vai espantar fiéis para as outras seitas.
Na última sexta-feira, 30 de novembro, por volta das 17 horas, alguns adolescentes, crianças ainda, comemoravam o fim do ano letivo no Colégio Estadual Gabriel de Lara, que fica no centro da cidade de Matinhos, no Litoral do Paraná. A comemoração, tipicamente adolescente, com muitos gritos de Viva!, Oba!, farinha, ovo e água, chegou até a praça da Igreja Matriz de São Pedro, vizinha ao colégio.
A partir daí, o que parecia uma inocente e alegre reunião, virou uma espécie de “revival” da Santa Inquisição (aquela caça aos infiéis da Santa Igreja, acontecida na idade média, que quase sempre terminava em fogueira ou chicote).
Incomodado, o pároco Mansueto Pantarol, conhecido por sua “truculência” canônica, incorporou Tomás Torquemada (o grande chefe da Santa Inquisição), apoderou-se de um chicote, isso mesmo, um chicote, e passou a açoitar os estudantes que faziam a “algazarra” na praça (que é pública, não pertence a cúria).
O resultado da insurreição foi trágico: uma adolescente seriamente ferida, corre o risco de perder a visão.
Na cidade nenhuma autoridade se manifestou sobre o assunto. Aliás, quase ninguém se manifesta, só uns poucos arriscam algumas postagens e compartilhamentos nas redes sociais.
O Padre Mansueto passou pelas paróquias de Ponta Grossa, Castro, Irati – onde também deixou polêmicas, além de Guaratuba, antes de chegar em Matinhos.
O que choca, além é claro da gravidade do ferimento na garota, é que um padre ainda pense assim, ainda comporte-se assim e acredite no julgo da chibata. Claro que é um fato isolado; claro que isso não é uma orientação do clero; é claro que toda obra da igreja não pode ser avaliada por esse evento, nem por outro evento isolado qualquer, mas, a igreja assim como todas as autoridades locais, não podem se calar.
Sempre achei essa história de “recall” meio estranha. me passa a sensação de que estou sendo usado como cobaia. Mas tem alguns desses “recall” que vão além.
Hoje escutei na rádio a BMW chamando para “recall” motos de tais e tais modelos, com mil e duzentas cilindradas, do chassis tal e tal, por motivo de problema que refletia no desempenho do freio da frente, para agendarem a troca da peça nas concessionárias, que vai c0meçar a ser efetuada no dia 12.
Quer dizer: caso você seja proprietário de uma moto dessas e por sorte ainda não tenha morrido devido ao problema “básico” no freiro da frente, ande devagar até o dia 12, porque hoje ainda é dia 05.
Definitivamente eles não se preocupam tanto assim contigo.