Arbitragem danosa.

23 maio, 2016 às 10:54  |  por Capitão Hidalgo

O jogo entre o Furacão e o Galo Mineiro foi excelente. Dois times que entraram em campo com boas perspectivas de vitória, só que empanados por uma arbitragem, simplesmente, grotesca e estapafúrdia. No final do jogo deu dó de ver o palhaço do árbitro, que é considerado um aspirante à Fifa, brigar com a própria regra do jogo. Para quem não vê ou não sabe, diria ser mais para quem esteve em campo como jogador, que existe a morte lenta na arbitragem. É verdade. O “cara” vai dando um falta aqui, acolá ou um escanteio mal resolvido, até chegar a uma penalidade máxima. Foi o que aconteceu, ontem, na Arena, quando o time do Atlético Paranaense foi prejudicado insistentemente a ponto do tranquilo técnico, Paulo Autuori, quase chegar às vias de fato. No final do jogo, o técnico, em entrevistas às emissoras de rádio, disse que as pessoas deveriam agir com a verdade. Para dar o penalti que originou o gol de empate do galo Mineiro, deveria ter apitado outro á favor do Furacão, quando a bola, também, bateu no braço do jogador adversário na área e uma outra falta no atacante Walter. Dessa vez o ex-presidente Petraglia está com a razão com essas falsas arbitragens.

Após o jogo, ouvindo a entrevista que o goleiro do Furacão, Weverton, dava ao repórter Henrique Giglio, da Rádio Globo de Curitiba, disse que o árbitro, esse tal de Flávio que apitou o jogo, criticava seu “companheiro” de apito, outra coisa feia que apitou o jogo entre Palmeiras x Furacão, ao dizer que o trio de arbitragem naquêle jogo errou de forma demasiada. Vamos lá só para refrescar a memória. Seria no caso a não expulsão do atacante palmeirense, Barrios, com o 2º cartão amarelo?  Quer dizer criticou tanto para fazer a lambança que fêz no gramado. Imagine o caráter desse “cara”. Um infeliz.

Enquanto o presidente do Coritiba, Bacellar, não entender que está indo de mal a pior, não esperem os torcedores alviverdes que a situação será confortável nesse Campeonato Brasileiro. Registro mais uma vez a demonstração de inércia desse dirigente que fica entregue à pessoas que não têm nenhum senso da cidade. Já disse inúmeras vezes que é só querer e terá pessoas de melhores condições dentro do próprio histórico clubístico. Se quiser eu elenco vários que poderiam exercer com tranquilidade a questão do futebol no clube. Chega desses caras que chegam por aqui e se mandam não deixando nenhuma saudade. Bacellar, você sabe que o ambiente ao seu redor é o pior que possa parecer. O pior cego é aquele que não quer ver.

 Por mais que a TV Globo se esforce com chamadas a respeito da presença do selecionado brasileiro em campos nos Estados Unidos, é a Copa América no mês de Junho/2016, o desportista brasileiro não está dando a  mínima. Com jogos escalados para bem tarde da noite, sem um devido valor expressivo, o técnico Dunga sabe que se não der certo vai ser mandado embora. Se passa por esse teste, terá pela frente os jogos valendo Futebol Olimpíco e Eliminatórias da Copa. Aí é que mora o perigo.

Começa capengando o Paraná Clube nessa Série B/2016, afinal, , já perde em Pelotas e empatou no sábado, em casa, contra o time do Bahia. Amanhã, lá em São Luis/ Maranhão, terá pela frente o simpático time do Sampaio Correia, vindo de duas derrotas, uma contra o Vasco da Gama em casa e outra contra o Avaí.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Cavaleiro da Boca Maldita.

21 maio, 2016 às 08:51  |  por Capitão Hidalgo

Depois da vergonhosa desclassificação na Copa do Brasil, o Coritiba voltará a campo para jogar contra o Santos, lá no Estádio Urbano Caldeira, quando voltará suas atenções ao Campeonato Brasileiro/2016. Na 1ª rodada, jogando em casa contra o Cruzeiro das Alterosas, o coxa ganhou seus primeiros tres pontos. Agora, vai enfrentar uma casca de ferida que é o Peixe, que poderá ficar sem seus bons jogadores, Lucas Lima e Ricardo Oliveira, por contusões.  Quanto ao técnico, Gilson Kleina, com todo nosso respeito e consideração por ser um profissional da casa, precisa investir mais na sua postura ao lado do campo, pois, dá entender que não vibra com nada. Tudo está bom para êle. Dizer que vibrar não é para ser um estranho no espetáculo. 

Em campo o Tricolor da Vila, vindo de dois resultados ruíns, pois, perdeu a primeira em Pelotas e, em seguida, ficou fora da Copa do Brasil, devido sua derrota contra a Chapecoense (2×0). Jogando em casa, o técnico Claudinei Oliveira precisará incrementar mais força ofensiva à sua equipe contra o bom time do Bahia. Nessa altura do campeonato perder em casa é , simplesmente, ter um prejuízo que será computado como irreversível para sua recuperação.

Amanhã, às 11 horas, o duelo dos atléticos, paranaense e mineiro. Um vindo de uma vitória em cima do time , Dom Bosco (5×0), no caso o Atlético Furacão,  e o mineiro que perdeu sua classificação em casa contra o time sãopaulino, saindo da competição, Libertadores de América. Dá entender o Galo Mineiro, agora sem um técnico definido com a saída do gringo, Diego Aguirre, que não terá os jogadores, Robinho, Pratto, Leonardo Silva e Donizetti. O técnico interino será o paranaense, Carlinhos Neves, hoje o Coordenador Geral do Futebol do Galo.

Como notícias de bastidores, a diretoria do Atlético Paranaense não ficará com o meia Jadson, cujo passe pertence a Udinese,/Itália, e o Coritiba não negociando mais o zagueiro, Juninho, pretendido pelo Flamengo, pois, acabou  renovando seu contrato. Nessa dá a entender que os empresários dos referidos jogadores não ganharam à causa. No caso do meia Jadson, acredito que o “manager” do jogador encrespou com o ex-presidente Mário Petráglia.

Quero agradecer aos ex-juízes do Tribunal de Justiça do Paraná, Dr. Celso Rotoli de Macedo e dr. Tadceu Loyola, assim como o desembargador, Dimas, pela indicação do meu nome a ganhar a Comenda Cavaleiro da Boca Maldita, reduto dos mais conhecidos em Curitiba, que conta com as figuras proeminentes da nossa comunidade. Será nesse Dezembro/2016,  no Hotel Sheraton. Anecipadamente agradeço a todos, assim como os integrantes que organizam essa Confraria.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Dom Bosco pagou o pato.

19 maio, 2016 às 06:15  |  por Capitão Hidalgo

Nenhuma dúvida quanto ao rendimento do time atleticano quando joga em seus estádio. Totalmente desinibido, sabendo de cor e salteado o sistema determinado pelo técnico, em “afundar’ seus adversários de ponta a ponta. Esse ponta a ponta tem outro significado. É fácil dizer. Os alas , Eduardo e Sidcley, jogando com descidas pelos cantos, com cruzamentos constantes para o aproveitamento do atacante, André Lima, se eleva a ponto de fazer gols com maiores facilidades. Foi assim contra o Londrina, Paraná, Coritiba e, anteriormente, contra o Criciúma. Ontem, o time jogou no recinto adversário o tempo todo. A goleada em cima do time , Dom Bosco (5×0) valendo outra etapa dessa Copa do Brasil, mesmo que pese a falta de uma melhor qualidade do oponente, nem assim podemos duvidar que o esquema dentro de casa do técnico, Paulo Autuori, é bastante convincente.

Ainda falando a respeito de Copa do Brasil, o azar do Paraná Clube foi pegar o time da Chapecoense, entendendo que venha sendo essa agremiação uma grata surprêsa desde que chegou a 1ª Divisão Brasileira. Bem treinado pelo técnico, Guto Ferreira, a equipe catarinense ganhou por 2xo, dificultando às pretensões paranistas, principalmente, o lado financeiro, pois, o cachê dessa partida estava valendo 640 mil reais. Agora, o Tricolor da Vila voltará suas atenções ao Campeonato Brasileiro da Série B, afinal,  já perdeu a primeira para o Brasil de Pelotas.

Logo mais à noite, no Couto Pereira, o Coritiba tentará reverter o quadro de derrota contra a equjipe do Juventude/Caxias do Sul, onde andou perdendo a partida inicial por um gol a zero. O técnico, Gilson Kleina, mais tranquilo depois da boa estréia na Sére A, quando venceu o Cruzeiro das Alterosas por 1×0, espera contar com um bom rendimento da sua equipe. O que vem atrapalhado o treinador é essa constante aproximação do Flamengo da Gávea no interesse que vem demonstrando na revelação do clube, o zagueiro Juninho. Como o Mengão perdeu ontem para o Fortaleza, imaginem.

Assistindo ao jogo do Galo Mineiro x São Paulo, principalmente, no 1º tempo, foi uma loucura desenfreada a correria por parte dos jogadores. Como o Tricolor havia ganho a primeira por 1×0, no Morumbi, precisava o time mineiro ganhar por dois gols de diferença. Em 10 minutos o Galo já vencia por 2×0. Acontece que num escanteio, perto dos 20 minutos, tomou o gol de cabeça do zagueiro sãopaulino, Maycon (2×1),  e não mais conseguiu se ajustar, pela performance coletiva colocada como força tarefa da equipe dirigida pelo argentino, Baúza. A consideração a fazer é que o São Paulo gosta de jogar Libertadores de América.

Lance inusitado na partida entre o Vasco da Gama, que perdia para o CRB por 1×0, no Estádio de São januário, quando foi fazer o gol de empate no apagar das luzes. O técnico Jorginho, que vem fazendo um excelente trabalho no VAscão, pois, soma 22 partidas invictas desde ano passado, naquela do desespero para não ter que ir para as penalidades máximas, tirou um atacante e colocou um zagueiro. Não é que o rapaz, Vaz, foi lá e fêz o gol do empate, classificando a mais uma etapa o Vasco da Gama nessa Copa do Brasil. Coisas da bola.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Estádios da era moderna.

16 maio, 2016 às 10:14  |  por Capitão Hidalgo

Desde meus tempos de garoto quando envergava a camisa grená,  do C.A.Juventus, na condição de infantil, juvenil, aspirantes e depois no profissional, isso pelos idos, de 1960, era muito especial jogar no famoso Estádio Parque Antartica, propriedade da S.E.Palmeiras. Depois veio a era do Jardim Suspenso, quando a direção da época elevou o gramado para uma melhor visão ao torcedor. O gramado era bem irregular, e mesmo assim com aquêle timaço de Djalma SAntos, Ademir da Guia, Servilho, Tupã,Vavá, Julinho Botelho, Djalma Dias, a bola rolava com muita facilidade. Ninguém reclamava. O melhor mesmo era do Pacaembú. Pensar no Alfredo Shuring (Fazendinha) do Corinthians, Canindé, Rua Javari, bem isso não passava pela cabeça dos jogadores do passado,  pois todos achavam bons. Na verdade quando cheguei neste sábado passado, na condição de cronista esportivo, ao Palestra Itália, situado à Rua Turiassú, hoje Palmeiras, notei que o tempo havia passado e às mudanças todas de maneira significativas.

Com o advento da Copa do Mundo/2014, em nosso país, sem querer entrar na questão do alto custo nas construções dos estádios, mas, para quem trabalha, principalmente, nas cabines de transmissões, tenho a nítida certeza que não haja um radialista ou mesmo jornalista que não reconheça o desenvolvimento moderno e a alta tecnologia implantada. Os próprios torcedores palestrinos que se acotovelavam nas curvas de entrada e dos fundos, no Estádio do Pacaembú, agora, refastelados e alegres sabendo da comodidade em acompanhar os jogos. Tudo funciona. Desde a chegada deu para notar um atendimento 5 estrêlas à imprensa, com porta exclusiva, balcões de atendimento para o devido credenciamento, elevadores modernos e  placas informando às excelentes cabines de transmissões. Agora são 4 os estádios que conheço da era moderna. São êles: Arenas do Atlético, Maracanã, Recife e agora o Allianz Parque.

Bastou o ponta pé inicial dessa correria que é o Brasileirão para aparecerem às dúvidas. Isso é para uma discussão de torcedores que se árvoram de forma natural já estabelecendo quem vai cair para outra divisão. Incrível, mas é do feitio da galera, porém, para nós, que defendemos o território devemos ser mais comedidos, afinal, perder ou ganhar esta no conteúdo de cada jogo. Contudo, não se pode deixar de lado, o desastre acontecido no jogo em que o Atlético foi abalroado pelo Palmeiras (4×0), e de uma forma assustadora pelo desânimo que a equipe teve a partir do 2º gol que tomou em apenas 30″ da etapa complementar.   Tido e havido como uma boa equipe, dito pelos próprios companheiros da imprensa paulista, é difícil entender como um time pode render tão pouco. O problema é o desprestígio ao nosso futebol, afinal, o Atlético chegou na Paulicéia como campeão do nosso estado.

Quem salvou o futebol paranaense foi o Coritiba que arrumou um jeito de jogar e ganhar do Cruzeiro das Alterosas. Futebol é isso, meus amigos, o que mais atraía problemas antecipados foi quem ganhou. Perdeu o Londrina em casa, isso não é bom, e o Paraná Clube que foi a Pelotas e também não jogou nada. Pelo menos perder fora é um consolo, mas, é bom afirmar que só ficar na dependência de ganhar pontos em casa não será o suficiente.  

Quem errou e muito foi o árbitro que atuou no jogo do Palmeiras x Atlético No final do 1º tempo, aplicou em cartão amarelo no atacante palmeirense, Lucas Barrios,  que seria na verdade o 2º cartão do jogador, e retirou quando viu que deveria colocá-lo na rua. Após, foi tentando consertar e acabou sendo facilitado em decorrência da péssima jornada atleticana.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.       

 

Início do Brasileirão/2016.

12 maio, 2016 às 10:15  |  por Capitão Hidalgo

Bem que fêz o técnico do Paraná Clube, Claudinei Oliveira, ao aproveitar o momento de jogar a Copa do Brasil, em casa,  e colocar em campo um time reforçado e ganhar da boa equipe da Chapecoense por 2×1, diga-se de passagem um clube que está na 1ª Divisão do Brasileirão, com pensamento em Pelotas onde o Tricolor da Vila vai estrear na Série B, do Brasil. Como vinha de uns tempos a essa parte só em treinamentos, afinal, ficou fora da decisão do certame estadual, a comissão técnica do clube além de promover vários treinos ainda teve tempo de buscar mais alguns jogadores para melhorar em qualidade o time em campo nessa temporada. Ontem, inclusive, o técnico Caludinei Oliveira andou testando alguns deles sem prejuízo no marcador. Com isso, mesmo que vá iniciar o certame nacional fora, pois, jogará em Pelotas contra o Brasil, deixou a todos mais confiantes nessa temporada.

Nos casos do Coritiba e Atlético, bem a situação foi bem diferente, sobretudo, quando o Furacão vencia por 2xo e cochilou deixando a equipe adversária, Dom Bosco, empatar o jogo ( 2×2 ) bem no final da partida e com isso proporcionado uma crítica do técnico, Paulo Autuori pelo relachamento nos últimos minutos. Agora, terá que receber em casa essa equipe do Mato Grosso. Quanto ao pensamento da comissão técnica, entendo que o desgaste natural do time que vinha de forma sucessiva jogando para buscar resultados expressivos tanto na disputa da Primeira Liga como no Campeonato Paranaense, ficou na obrigação de dar um descanso ao time titular.

Quanto ao time coxa branca a idéia foi utilizar de vários jogadores que não vinham atuando. sem nenhuma pretensão, afinal coletivamente a coisa esteve estranha o tempo todo perdendo para o time do Juventude, Caxias do Sul (1×0). Com isso terá que virar o placar aqui na próxima semana. Analisando de forma diferente, entendia que o técnico, Gilson Kleina, colocasse em campo um time já pensando no Cruzeiro na largada do Brasileirão. Nada disso aconteceu e a derrota foi mais em função da omissão de pensamento. Perdendo como perdeu o estadual e tentar uma recuperação nesse jogo a verdade é que foi fatal para a derrota o desmanche coletivo. Agora, é pensar no Cruzeiro das Alterosas, que nesse meio de semana ganhou em Londrina, do Tubarão, e seguir procurando seu caminho. Está difícil.

Está mais do que cristalizada a força que a torcida sãopaulina dá nas disputas valendo um título em Libertadores de América. Ontem, com o estádio do MOrumbi recebendo um público recorde brasileiro da temporada, pois, mais de 60 mil torcedores se aglomeraram para incentivar a equipe em cima do Galo Mineiro, vibrou e mesmo que técnicamente a partida tenha sido irregular,  o gol do Michel Bastos bastou para dar a alegria desejada aos seus adeptos. O técnico argentino, Edoardo Bauza, ganhador de títulos sulamericanos, vai repetindo seu curriculum, agora, como técnico do tricolor.

Neste próximo sábado, a Equipe de Esportes da Rádio Globo AM-670, de Curitiba,  estará transmitindo direto da Arena Alliaz Parque, o jogo envolvendo o Palmeiras e o Atlético Paranaense, e mais a noite, no Couto Pereira,  Coritiba e Cruzeiro, com informações do Brasil de Pelotas e Paraná Clube. No domingo, Corinthians x Grêmio, no Itaquerão. O início dos trabalhos será com o radialista, Roberto Hinça, com o Agito Geral, às 14 horas.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Coritiba perdeu mais uma em casa.

9 maio, 2016 às 06:45  |  por Capitão Hidalgo

Sabia o técnico do Coritiba, Gilson Kleina, que teria que correr sérios riscos para colocar um time mais consistente no ataque. E assim o fêz, pois, jogou práticamente 30 minutos na área do adversário. Ganhava corpo em todos os setores e por 3 vezes nesse período deixou de assinalar pelo menos um gol. De cara, como o impossível acontece, o atacante Leandro desperdiçou na frente do gol. Em duas outras oportunidades uma foi com o meia Ruy e outra com o volante Alan Santos. Depois disso, com uma zaga totalmente desprotegida, o que se viu foi um meio campo, João Paulo e Alan Santos, dando totais condições para o Atlético evoluir na partida em contra ataques. Era o caminho preparado pelo técnico atleticano,  Paulo Autuori, pois, havia pedido aos seus jogadores que criassem a jogada mortal. Isso aconteceu, quando numa boa jogada de ataque pela direita encontrou o atacante atleticano, Walter, que assinalou um gol importantíssimo aos 30 minutos. Não demorou muito e logo um seguida, em mais uma boa jogada, Walter, deu de bandeja para o meia Ewandro fazer o 2º gol, e com isso dando a tranquilidade definitiva. Com resultado à favor no 1º jogo (3×0) , contando com mais esses dois, a conta fechou em 5 gols agregados.

Vamos dizer que o Atlético veio mais preparado para a decisão. Na verdade vinha de jogos seguidos com o Londrina, Paraná Clube e o esforço concentrado, na cidade de Juiz de Fora, quando deciciu a taça com o Fluminense. É claro que o resultado da semana passada  influenciou e muito na partida de, ontem, no Couto Pereira. Quem trabalhou bem nesses últimos dias de competição foi o técnico atleticano, Paulo Autuori, com sua experiência de muitas outras conquistas, na evolução do time em campo com algumas aterações táticas.

O público foi abaixo do esperado, claro, muito mais pela diferença de gols que o Furacão vinha de vantagem. Por mais que o torcedor do Coxa esperasse por uma reviravolta, a dúvida foi notória. O mais tradicional clássico das Araucárias não chegou à 30 mil torcedores, o que não deixa de ser decepcionante. Pelo menos a decisão ficou na capital. Ao final do jogo, ouvi declarações de ambas às partes, e tendo na parte dos fundos do estádio uma torcida que valorizou a chegada desse título engasgado a 7 anos.

Agora a sequência de jogos dentro da Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Nesta 4ª feira, o Paraná Clube recepcionará o campeão catarinense, Chapecoense, o Coritiba irá a Caxias do Sul para enfrentar o vice-campeão gaúcho, Juventude e o Atlético indo para o Mato Grosso esperando ganhar do Dom Bosco. Os senhores poderiam estar pensando se as equipes da capital estariam preparadas com a loucura do calendário brasileiro.  Diria que não, pois, reforçar os elencos será primordial para uma boa participação. Só falta encontar bons jogadores e ter o dinheiro em caixa. É fácil?

A torcida do Coritiba saiu mais uma vez prostada com o desenrolar do clube nesses anos. Não é para menos, afinal, ano passado perdeu para o Operário, em Ponta Grossa, por 2xo somados os três gols que tomou em casa. Então, no agregado 5 gols de diferença. Ontem, mais uma vez a decepção, pois nesse tal do agregado tomou mais 5 gols. Na verdade o torcedor passa a não acreditar nessa diretoria. Ver duas voltas olímpicas dos adversários, em casa,  e encarar 10 gols contra não é para qualquer homem sensato aceitar. O presidente do clube, Bacellar, que deve estar assustado com tantos problemas, têm que tomar posição ou será condenado por omissão.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Dá para reverter o quadro?

5 maio, 2016 às 09:37  |  por Capitão Hidalgo

O lenga lenga da semana no aspecto futebolístico, claro, não poderia ser diferente, sobretudo, pelas perguntas constantes dos torcedores se o Coritiba terá chances de reverter o quadro. Afinal, vindo com uma derrota no lombo por 3×0, diria extravagante, mesmo que o time venha atuando de forma irregular. Sei que têm torcedores do Atlético preocupados mesmo com os números a seu favor, mas, sabem êles que jogar no Couto Pereira a missão é sempre mais difícil. Parece que veêm um fantasma em campo quando do lado de lá desfilam as camisetas com as côres verde e branco. De qualquer maneira, o futebol paranaense está resgatado com essa final, até porque em outras praças como no Sul sem o Grenal, no paulista imaginem, Audax x Santos, e no Mineiro quem está cantando de galo é o América Mineiro. Cadê o Cruzeiro. Portanto, fica aí esse registro.

Ontem, acompanhei, primeiramente, o Tricolor do Morumbi, que conseguiu perder para o Toluca por 3×1, e mesmo assim, está classificado para as semifinais da Libertadores de América, pois, havia ganho em casa por 4×0. Outro decepção o Corinthians que ficou na estrada com o empate em 2×2 contra o Nacional do Uruguai. É difícil entender que o time corintiano quando disputa alguma coisa em casa não leva. Parece-me que é pela quinta vêz que isso acontece. É ruím para o técnico, Tite, aifnal, depois da badalação que seria  indicado à técnico da Seleção Brsileira, perde u o estadual e a Libertadores. Quem deve estar contente é o técnico Dunga.

A Equipe de Esportes da Rádio Globo Am 670/Curitiba, estará transmitindo seu 54º jogo desse ano, e será o ATLETIBA, no próximo domingo desde às 13 horas, após o Programa Agito Geral com o radialista, Roberto Hinça. Todos os preparativos para essa cobertura. inclusive, onde contará com as participações de todos os profissionais da emissora, já programados com um debate inicial sôbre quais os melhores jogadores desse campeonato estadual. Contudo, já no meio da próxima semana, a equipe mais experiente do rádio paranaense contará os detalhes dos jogos envolvendo o Coritiba, Atlético e Paraná Clube, na Copa do Brasil. E no fim de semana o Campeonato Brasileiro. Não é brincadeira. Precisa mesmo ter um bom time de rádio.

O Paraná Clube, que de certa forma foi bem no estadual, continua se arrumando para a Série B, independentemente, da Copa do Brasil, quando enfrentará o time da Chapecoense, será na 4ª feira próxima, no Estádio de Vila Capanema,. Jáno final de semana dando o larga na competição brasileira entrando em campo, lá na cidade de Pelotas, contra o Brasil. As contratações dos zagueiros, Pitti e João Paulo, ambos do São Bento, de Sorocaba, a renovação do contrato do seu artilheiro, Lucio Flávio, e vindo mais 2 jogadores ainda não revelados, mostra a sua torcida do interesse de subir nessa temporada à Divisão da Série A. 

O técnico Gilson Kleina, que está intensificando os treinamentos no CT da Graciosa, pediu a diretoria que indicasse um time para um coletivo mais forte visando mexer na sua equipe para o jogo contra os atleticanos. Já se sabe que o lateral Ceará e  o meia Juan jogarão. O importante é procurar ganhar o jogo para depois pensar em fazer os 3 gols.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Vitória clássica.

2 maio, 2016 às 09:44  |  por Capitão Hidalgo

Costuma-se dizer que no futebol sempre aparece o “imponderável”. Desta feita diria que não, pois, o Atlético ao vencer o Coritiba, por 3×0, ontem na Arena, o fêz com merecimento. Foi uma equipe bem aplicada do começo ao fim, e passa ao largo que tenha sido muito mais pela deficiência do adversário, que na verdade mostrou sua meta de levar o jogo, para o próximo domingo no Couto Pereira, sem muitos problemas.  Com um 1º tempo tentando se ajustar, o Furacão que veio a campo com algumas mudanças, já que o técnico Paulo Autuori não poderia incluir o meio campo, Otávio, agiu de forma pensada em dar ao Hernanes, na verdade um jogador mais versátil, a oportunidade de mostrar seu futebol. Diga-se de passagem, também, que o time foi contemplado com as entradas do Ewerton e Pablo, sendo êsse o melhor do jogo.

E o Coritiba, bem, se conseguiu segurar um empate no 1º tempo (0×0), mesmo sofrendo uma barbaridade para conter os alas atleticanos, Léo e Sidcley, não reunia forças ofensivas pela lentidão de sua meia cancha, e claro, assoberbada pelo amplo domínio do adversário onde só chegou a meta do goleiro, Weverton, apenas em uma oportunidade. Pouco, sim, mas a estratégia do técnico, Gilson Kleina era para isso mesmo. Quando surgiu a jogada de bola parada, entre o Nikão e o Léo, aos 7 minutos do 2º tempo, deixando sem pai e mãe a zaga alviverde, no cruzamento apareceu sózinho o zagueiro, Thiago Heleno, de testa abrindo o placar,  aí somada a contusão do zagueiro Lucas Claro, o time coxa se perdeu totalmente, pois, o garoto Wallison Maia entrou muito mal e abriu-se uma avenida na zaga do Coritiba. Isso aos 17 minutos, e depois aos 23′, com chute portentoso do meia Hernanaes,  aí a vaca foi para o brejo com bezerro e tudo.

A dimensão dessa derrota  (3×0), será pouco provável que haja uma reversão de valores, sobretudo, porque o Coritiba terá que juntar os cacos. É sempre assim, o time que perde um clássico fica deprimido, ainda mais terá seus jogadores e a comissão técnica, uma semana inteira para explicar a derrocada. Quanto ao técnico, Gilson Kleina, que disse nos vestiários que vai precisar trabalhar muito, aliás, não sei qual será o efeito de tantos treinos, sem poder contar com Lucas Claro, pois, mesmo que volte com o Juan, que fêz falta neste jogo passado, devolver a chachoalhada que teve, aí sim veremos acontecer o tal do imponderável.

Dizem que uma derrota desse tamanho, ainda mais em um clássico, dá para se tirar de forma pedagógica alguma coisa.  Vamos dizer que os reservas que o Coxa têm de momento poderiam reverter o quadro. Quais? Os jogadores que o diretor do clube, Valdir Barbosa, importou do Paraguai? Isso é brincadeira. Será que o Gilson Kleina teve que engolir?  Bem, agora que a Inês é morta, a direção alviverde tem que providenciar melhores profissionais para o Campeonato Brasileiro. A torcida com toda certeza está esperando por boas contratações.

Uma surprêsa agradável foi o árbitro, como também, seus companheiros de apito. Desde o primeiro minuto quando mostrou personalidade, sobretudo porque “sua senhoria”, Rafael Traci, tomou pulso no entrevero inicial e se mostrasse cartões naquele momento estaria prejudicando o próprio espetáculo.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.  

 

Atletibas de outros tempos. Saudades.

27 abril, 2016 às 09:46  |  por Capitão Hidalgo

Por mais que a mídia esportiva curitibana, alías faz seu papel, esgoele garganta abaixo sôbre a cada, ATLETIBA, que chega pelo calendário, a diferença é muito grande de outras épocas. Vou tentar esmiuçar, principalmente, aos mais jovens que não vivenciaram  clássicos dessa natureza, até pela diferença de comportamento do passado com  êsse presente. Lá pelos idos de 1970, quando a briga era acirrada por uma conquista estadual, as coisas eram bem diferentes, pois, só iria disputar um Campeonato Nacional a equipe que ganhasse o título em seu estado, onde vivia-se intensamente uma rivalidade, mas um rivalidade de bons propósitos. Foi assim por muitos anos, mesmo quando a CBD abriu um vaga para um vice-campeão estadual. Como fiz parte de muitos jogos desse naipe, na verdade fui um privilégiado por estar no campo como jogador, o interesse das duas torcidas era simplesmente espetacular ao longo da semana.

Havia, sim, um respeito do jogador com a sua torcida, seu adversário e até ao árbitro. Era uma alegria contagiante para o desportista que ia ao Estádio Belfort Duarte, lotando todas às suas dependências, pois, não havia um favoritismo de véspera. Mesmo que o time do Coritiba estivesse naquela fase esplendorosa de 71 a 73, no Atlético os elencos sempre foram bem formados de bons jogadores. Claro, tendo bons jogadores em campo quem ganhava era o espetáculo. O time atleticano concentrava numa chácara em Colombo, e já o Coritiba, ficava na famosa casa da “Júlia”, lá no bairro das Mercês, nome da própria rua Júlia da Costa. Domingo, pela manhã, carros circundavam essa região, com buzinaço, foguetório, e bandeiras de todos os tamanhos. Que saudades.

Tanto nas sociais como nas arquibancadas havia uma divisão. Para vocês que hoje vão aos estadios com reduzidos ingressos à venda, dizem que pelo problema de segurança, imaginem, claro que não é para acreditar, que as torcidas eram divididas por uma corda esticada e uns poucos guardas na atenção. Famílias inteiras iam ao jogo e na saída sem atropelos. A diferença que se vê nos dias de hoje é a desorientação do povo torcedor que vai ao jogo preocupado com enfrentamento das facções. Na verdade perdeu a graça, mesmo que alguns gritem pela continuidade dessa rivalidade  considerada como  maior clássico paranaense.

Se no passado o sentimento clubístico fervia, de certa forma não se vê no presente. Para mim um dos motivos da perda de interesse vêm dos próprios clubes, que de uns tempos a esta parte, deixaram de lado o certame estadual por entenderem que o mais importante mesmo é estar relacionado entre as 16 cadeiras das Série A do Brasileirão. Como a televisão passou a ditar normas de conduta aos clubes, afinal, é de onde sai o dinheiro, o negócio mesmo é concentrar esforços para um disputa digna de um brasileirão.

Outra diferença que exponho aos senhores era a facilidade que o torcedor tinha de escalar o time principal da sua equipe. Como os elencos eram práticamente os mesmos por anos, claro que era uma tarefa fácil, inclusive, para a imprensa esportiva. Quem vivenciou como ouvinte de rádio às locuções de Airton Cordeiro, Carneiro Neto, Luis Augusto Xavier, Aloar Ribeiro, Fuad Kalli, Durval Leal, Durval Monteiro, José Domingos, Silvio Ronald , Rosilto Portela, Rinoldo Cunha, devem também ter muitas boas lembranças. Tempos que não voltam mais. Gostaria de afirmar que tudo isso não é saudosismo é ,simplesmente, uma verdade nua e crua.

Lembe-se: Que o melhor da vida é sua história.   

 

 

Finalmente um ATLETIBA.

25 abril, 2016 às 15:10  |  por Capitão Hidalgo

Depois de algum tempo reaparece no cenário esportivo uma final envolvendo a dupla, Atlético e Coritiba,  que a partir do próximo domingo, estarão correndo atrás desse título estadual. Restava saber se o Furacão passaria pelo Tricolor da Vila, afinal, uma incerteza pairava no ar, sobretudo, porque o técnico paranista, Claudinei Oliveira, teria que mudar o panorama coletivo da sua equipe. E êle o fêz, principalmente, não expondo os seus meias de criações, Nadson e Valber,  abertos pelos lados como fizera em outra partida. Quando Nadson, o meia tricolor,  numa bonita jogada individual abriu o placar, aí sim, passei a considerar que o jogo iria incendiar, até porque o Atlético que estava muito passivo em campo e voltaria a ser  um time mais operoso. Ledo engano. O time do técnico, Paulo Autuori, não teve forças para mudar o panorama. Perdendo o jogo e a vantagem, o time atleticano se atirou par as penalidades máximas conseguindo sua classificação à final do certame.

Com isso, o Paraná Clube, que obteve um maior número de pontos na fase classificatória ( 27 pontos), saiu da competição na 3ª colocação, lógico, pois, o Coritiba é quem chegou com antecedência na vitória obtida, no sábado, contra o Pstc (2×0). Quanto ao Atlético, que terminou com 23 pontos, fica a observação que perdeu  dois clássicos para o Tricolor da Vila. Portanto, resta ao Paraná Clube nessa sequência, a Copa do Brasil e a Série B.

Em que pese toda a manifestação da imprensa para que o meia atleticano, Walter, jogasse mais recuado, o técnico Paulo Autuori, iniciou o jogo com Walter isolado na frente, entrando com o meia Vinicius no meio. Mas, com a contusão desse meia, fêz entrar o atacante , André Lima. Todos esperavam que essa situação viesse acontecer para tirarem suas conclusões. Pelo que ví, longe do esperado. Nem o Walter foi bem atrás e menos ainda o André Lima sózinho na frente. Ainda mais sem contar em campo com Nikão febril e Marcos Guilherme, uma barata tonta em campo. 

Futebol mesmo é caprichoso. Quem diria que o mais valorizado técnico brasileiro da atualidade, Tite, viesse a ser desclassificado pelo time do Audax. Sim, aquêle time que joga tocando bola o tempo todo. O técnico desse time é o Fernando Diniz, que veio implantar sua filosofia por aqui e não deu certo. No Paraná Clube, especialmente, era um time que ciscava o tempo todo e não fazia gol em  ninguèm. Agora vai disputar o título paulista contra o Santos depois que desclassificou o São Paulo e o Corinthians.

Registro com sentimentos o passamento do radialista esportivo, Edgar Felipe, que atuou por boa parte nas emissoras de Curitiba. Esteve nesses últimos anos pela Rádio CBN. Deixa a nós a certeza da sua grande colaboração por sua entonação e vibração nas transmissões esportivas da cidade. Que Deus o tenha na sua infinita bondade.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.