Um Atletiba desmotivado.

18 fevereiro, 2017 às 10:31  |  por Capitão Hidalgo

ATLETIBA : “Quem te viu e quem te vê”. Essa é a verdade que deve ser dita nesses tempos em que o futebol paranaense, aliás, desprovido de bons dirigentes, vive sem aquela vibração que existia em outros tempos. Sou daquele tempo, felizmente, em que o Estádio Belfort Duarte se engalanava com as duas torcidas, que divididas nas partes, geral e arquibancada, davam o eco e mostra de um dos grandes clássicos regionais do país. Para aquêles que não sabem, a verdade é que  esse clássico definia qual o time a representar nosso estado no certame nacional, pois,  desde 1967 , com o Ferroviário, nunca mais o futebol paranaense ficou de fora. A regra era simples, ou seja, ser o campeão estadual.

Com a péssima campanha do Ferroviário, que foi o primeiro time a disputar o torneio nacional, o entao presidente da Federação Paranaense de Futebol, José Milani, de forma inteligente, procurou os clubes, Coritiba, Atlético e Ferroviário, para que se fizesse um torneio à parte, envolvendo às 3 equipes, com a exigência da convocação de 2 jogadores dos times que estariam de fora, e com isso, ter uma seleção mais credenciada, sempre no intuíto de melhorar à condição técnica do nosso futebol.

A história nos remete, então, em 1968, quando o Coritiba foi campeão do Estado, mas no torneio à parte, ganhou o Atlético, que acabou escalando jogadores do Coritiba, o goleiro Célio e lateral esquerdo Nilo, e do Ferroviário, o atacante Madureira e o Vilmar. Já em 1969, quem ganhou o estadual e o torneio foi o Coritiba , que levou os jogadores do Atlético, Paulista, Charrão e Nilson Borges. Em 1970, a situação mudou, pois, não havendo mais o torneio à parte, o Atlético o campeão, se utilizou dos jogadores, lateral direito, Hermes, e do meio campo, Hidalgo. Portanto, à partir de 1971, com os vários títulos estaduais conseguidos, foi o Coritiba que passou a representar o Paraná.

Com isso havia na época, o que poderia se dizer, a rivalidade esportiva. Precisava ganhar o estadual para representar o estado. Nos dias de hoje, o processo está modificado, pois, desde o estatuto da CBF, implantado anos atrás, o time que têm uma cadeira garantida por sua classificação entre às 16 equipes brasileiras, e que independe de um título estadual, emerge sua atenção para o brasileirão, sobretudo, porque nesse campeonato é que está o dinheiro do marketing e da televisão.

Portanto, tendo acompanhado os muitos, ATLETIBAS, noto com tristeza que a rivalidade já não é a mesma, e para complicar mais, os atuais dirigentes parecem que fazem questão de desmotivá-lo. Com previsão do Atletiba, de amanhã, vendo um Coritiba estropiado e um Atlé tico jogando com sua categora de base, o público na Arena não será como de antigamente.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história

A nação alviverde perde um gigante.

13 fevereiro, 2017 às 06:37  |  por Capitão Hidalgo

Mesmo com a boa presença do Atletico/Furacão, nessa Pré-Libertadores, e que jogará na próxima quarta feira, na Arena, contra o time paraguaio, Capiatá, não podemos deixar de lado a má campanha que realiza com seus reservas no campeonato estadual. Sem vencer seus jogos onde andou empatando contra o Rio Branco e PSTC, e ontem, lá em Prudentópolis, tropeçando contra o time da casa(2×1). A verdade é que nenhum time do futebol brasileiro tem condições de participar de vários torneios, verdade essa que para torná-la necessária é formar um elenco com mais qualidade. Portanto, o prejuízo não é pouco, quando notamos que o time atleticano vem dando mais valor a outras competições. Já é notório que a direção atleticana não é muito afeita ao estadual, mas, a estratégia não está sendo bem conduzida.

Ainda buscando uma melhor afirmação no gramado, o Paraná Clube acabou vencendo o J.Malucellli(1×0). De certa maneira esperava que o Jotinha viesse jogando melhor. Entretanto, a partida que não passou do razoável, teria que ter a necessária qualidade, técnicamente dizendo, enquadrando, tambem, às agremiações que ora participam do paranaense. Cada um a seu perfil, e dentro da filosofia imposta por seus dirigentes que tocam seus barcos esbarrando sempre no processo financeiro.

Já, no sábado, o mesmo posso dizer, quanto ao Coritiba que venceu o time do Foz do Iguaçu (2×1). Sem nenhuma perspectiva de melhoras, pelo menos com parte do seu elenco, vemos o alviverde paranaense tropeçando em seus muitos erros. Pela pouca presença de público nessa partida, vê-se o constrangimento que deva ter a atual diretoria não só pela ausência de aficcionados como a bola jogada em campo. Dizem que , Carpegianni, seja um técnico misturador que convence seus jogadores em campo, mas, longe de podermos criticá-lo com o atual elenco..

Tristeza tomou conta em muitos desportistas, quando na tarde desse domingo, veio a informação da morte do Doutor Domingos Moro. Um grande e apaixonado torcedor, do Coritiba, que misturava no sangue suas próprias raízes de família. Depois de muitos anos onde atendeu o clube em várias situações como dirigente, foi na advocacia esportiva que mostrou sua grande competência, tornando-se o melhor dos últimos tempos. Morando no Rio de Janeiro, e pela necessidade de estar sempre na sede da CBF, Moro se estabeleceu por lá atendendo os vários clubes com sua magnitude persuasão de vocabulário e argumentos jurídicos. 

Ainda que tenha tentado ser o presidente do Coritiba, numa concorrida eleição em 2007, notei na época sua tristeza em não poder colaborar com sua maior paixão: o Coritiba F.C. Confesso que a notícia do seu passamento me deixou prostado, sem poder  lhe dizer que não vou esquecer da sua amizade e carinho pela minha pessoa e família. Que Deus o tenha na sua infinita bondade.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

Classificações importantes.

9 fevereiro, 2017 às 08:22  |  por Capitão Hidalgo

Mesmo com todo tipo de dificuldade, o futebol paranaense foi brindado com classificações marcantes dentro da Libertadores de América e Copa do Brasil, onde ficou de fora sòmente a equipe do Londrina, em Tocantins. Contudo, mesmo assim, os resultados conquistados tanto pelo Atlético Paranaense, lá em Bogotá, como  pela Copa do Brasil do Coritiba,  Paraná Clube e PSTC, que enfrentaram, simultâneamente, os times do Vitória da Conquista, São Bento e Ypiranga de Erechim, devem ser considerados significativos pela ampla luta à busca dos ideais.

Falando da partida do Furacão x Milionários/Bogotá, no Estádio El Campin, a emoção tomou conta no 2º tempo do jogo. Isso porque o time local acostumado com a altitude de 2.64o metros, encurralou a equipe atleticana no que pode, até chegar ao seu gol. Como o time colombiano havia perdido o jogo inicial, em Curitiba (1×0),  a torcida que se fêz presente empurrou sua equipe de todas as maneiras para que  chegasse a mais um gol. Claro, por sentir o desgaste atleticano, e que de certa forma aguentou o baque para levar o resultado às penalidades, a luta foi intensa pela grande movimentação da equipe do Milionários. Enfim, a coisa só veio a se desenhar à favor do Atlético, quando pode mais uma vez contar com seu ídolo maior, o goleiro Weverton, já caracterizado como um pegador de penaltis.

É bom ressaltar que o time do técnico, Paulo Autuori, esteve mais consistente nesse jogo em relação ao apresentado semana passada, mesmo que jogasse na Arena. Com um 1ª tempo equilibrado, ajustado atrás com seus defensores, soube conter o dominio do time da casa, e quando pode contou com o sempre  soberbo goleiro. Agora é esperar por outro adversário. Não posso esquecer que a presença do goleiro,Weverton, tenha sido foi importante, mas, nunca é demais enaltecer os batedores de penaltis,  Jonathan, Grafitte,Carlos Alberto e Gedoz.   

Pela Copa do Brasil, o Tricolor da Vila foi a Sorocaba para enfrentar um time da Série A, do Paulistão, o time do São Bento. É bom explicar que nessa fase inicial, por ser um torneio classificatório, o time da casa necessita ganhar. E o time de Sorocaba que ganhava o jogo até os 46 minutos do 2ª tempo, viu o atacante paranista  empatar a partida. Resultado, que além de colocar o Tricolor da Vila em outra fase, proporcionou um dinheiro a mais no seu caixa. Com isso o técnico, Wagner Lopes, vai conseguindo impor seu trabalho.

E o Coritiba, no interior da Bahia, penou para seguir na competição. Desculpe, não é exigência da minha parte, entendam por favor, mas, a fragilidade do adversário, Vitória da Conquista,  saltava aos olhos. Difícil seria acreditar numa desclassificação, mesmo que jogando muito mal onde  até penalti perdeu na etapa inicial. Na verdade foi uma confusão geral que estabeleceu o time do técnico, Carpegianni, pois, gesticulava o tempo todo para sua equipe. Pior ainda quando tomou um gol do atacante, Toddynho, é mole, que driblou 3 defensores alviverdes. Precisou, Carpegianni, com toda a sua experiência, colocar e terminar a partida com 4 atacantes para chegar ao gol de empate. Quer dizer, passou raspando, agora, jogando assim o caminho será tortuoso.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.   

Um clássico sem muita técnica.

6 fevereiro, 2017 às 06:21  |  por Capitão Hidalgo

Não vou desviar atenção para o aspecto técnico da partida, de ontem, no primeiro clássico, Paratiba, que foi jogado no Estádo Couto Pereira. Diria, simplesmente, ser impossível jogar um bom futebol, individual e coletivo, com as muitas modificações que estão sendo determinadas pelas diretorias, com os muitos jogadores chegando par a temporada, principalmente, no Tricolor da Vila, formando um elenco todo em pouco mais de 30 dias. No Coritiba a mesma coisa. Tá certo que andou contratando alguns jogadores, mas, mesmo que fazendo uma pré-temporada, em Foz do Iguaçu, o rendimento foi baixo no clássico.

Na parte tática, esperava mais do Paraná Clube, até porque começou bem o ano, sobretudo, ganhando as partidas contra o Avaí, Foz do Iguaçu e Cianorte. O técnico, Wagner Lopes, durante toda a semana confirmava sua intenção de modificar a equipe para poder encontrar, num menor espaço de tempo, o melhor para seu grupo. Achei prematuro sua iniciativa no clássico, pois, fixou em sua estratégia marcações aos dois alas do alviverde paranaense,  Werley e Carlinhos. Com isso trouxe para seu campo de defesa o tempo todo, seu adversário. Seus pontas, Feijão e Allison, ficaram só espiando. O jogo foi sofrível, isso é uma verdade, porque ficou uma briga de meia cancha onde apareceram muitos cartões amarelos.

Com pouco espaço para jogar, esperava, e isso aconteceu pelo começo de temporada, o desgaste foi por demais acentuado. Aí no 2º tempo, com os espaços sendo maiores apareceu o dedo do técnico, Carpegianni, que fêz entrar o atacante Neto Berola, saindo do jogo o meia cancha, Thiago Real. O time alviverde ficou mais agressivo, afinal,saindo um jogador do meio campo para entrar mais um atacante as chances ficaram maiores, e foi por muita insistência que o gol salvador tenha acontecido com o Berola colocando a bola na cabeça do experiente atacante, Kleber. Resumo da ópera: o resultado de 1×0 foi justo para o Coritiba. 

Poucos falam, mas, a verdade de momento é o tme do J.Malucelli, que ganhou a partida, ontem, no Janguitão(2×1) do Cianorte, e está navegando na primeira colocação. Com o Londrina perdendo para o Toledo; o Atlético colocando em campo jogadores reservas, o time da família Malucelli vai dando suas cartas.  Os demais resultados da rodada diria normais.

Parada dura será nessa 4ª feira onde estarão jogando pela Copa do Brasil, o Paraná Clube x  São Bento de Sorocaba; o Coritiba contra Vitória da Conquista. Já  o Atlético, em Bogota, pela Libertadores, contra o Milionários. A CBN 670-AM estará em todas.

Lembre-se que:  O melhor da vida é sua história.

O que vale é ganhar.

2 fevereiro, 2017 às 09:23  |  por Capitão Hidalgo

Não foi uma atuação de gala, diria , longe disso, mas,  importante salientar que numa disputa de Pré-Libertadores, jogando em casa, o que vale é ganhar e não tomar gol. Foi o que aconteceu, ontem, na Arena, quando o time atleticano venceu o bom time do Milionários, de Bogota. Jogando um péssimo primeiro tempo, principalmente, no trabalho de meia cancha onde os jogadores, Lucho Gonzales, Gedoz e Crysan, não se encontravam, vimos o atacante Grafitte isolado na frente e um considerado presa fácil aos defensores adversários. Foi a prova de um time arrastado nos primeiros 45 minutos. O time colombiano é quem dava ás cartas, sobretudo, ao jogar agrupado e em velocidade e com isso sem dar um mínimo de espaço

Na etapa complementar, o técnico Paulo Aututori sacou o meia Crysan, que nada acrescentava,  fêz entrar a tão esperada participação do experiente atacante, Carlos Alberto. De certa forma foi interessante a presença desse jogador,  afinal, tendo um bom toque de bola conseguiu amenizar o problema na zona de inteligêcia, contribuindo, portanto, à uma maior equilibrio. Na verdade o bom momento foi a marcação, aos 9 minutos, de um penalti , aliás, bem assinalado pelo árbitro argentino, gol esse marcado por outro estreante, Grafitte. Agora é esperar pelo jogo da volta, será na próxima 4ª feira, na cidade de Bogotá. Aí, serão outros quinhentos.

Continua o time coritibano se arrastando, Depois da derrota, em Cianorte, não conseguiu ganhar do Cascavel, que vinha de uma sonora goleada. O que impressiona, no Coritiba, é que sempre há uma desculpa. O técnico Carpegianni, depois do jogo, lamentando ausências de alguns jgadores que ainda estão sem condições. Há de se perguntar: “Porque então fazer uma Pré-temporada em Foz do Iguaçu? Lembrando que domingo, no Couto Pereira, teremos o primeiro clássico e será o Paratiba.

Por outro lado, o Tricolor da Vila, vindo de vitórias, uma em cima do Avaí e outra contra o Foz, terá logo mais à noite, jogo contra o Cianorte. Importante dizer que esse jogo será em Vila Capanema. O técnico Vagner Lopes, que em entrevistas vem alegando a necessidade de movimentar o elenco, até para possa ter num mais rápido tempo, conhecer seu elenco. Nesse jogo, então, mudará novamente sua equipe. Por enquanto a coisa anda dando certo. Tomara que o técnico não se estrepe em suas intuições.

Nunca é demais salientar que a Rádio CBN/90.1 e CBN/670 AM, estão ligadas praticamente o tempo todo, a não ser no horário das 17 às 19 horas, onde passa a comunicar o CBN ESPORTES/670 AM, com a equipe de esportes do Capitão Hidalgo. Ainda, ontem,quando do jogo do Atlético e Milionários, notei a excelente audiência mostrado em aplicativos. Com a equipe experiente que têm a emissora é fácil entender essa aproximação com o público ouvinte.

Lembe-se que: O melhor da vida é sua história.

Regional e suas peculariedades.

30 janeiro, 2017 às 09:22  |  por Capitão Hidalgo

Desde sábado tivemos, então, o início da temporada regional. Como no futebol a grandeza de informações diárias preenchem os profissionais da mídia esportiva, não sem antes dizer,  consequências nas análises positivas e negativas, mas, que na verdade ninguém é posssuído pela verdade. Da minha parte, diria ser um privilegiado, pois, participo, diáriamente, desse Portal Bem Paraná, com também, pela Rádio CBN 670. Estive presente, ontem, em Paranaguá para a cobertura dessa primeira rodada com o Atlético x Rio Branco, e posso afirmar que muita coisa poderia estar passando para os senhores, antecipando, dizer da alegria de estar convivendo em mais um Estadual, oportunidade de conviver algumas horas com o povo interiorano. É chegar e abraçar amigos. 

Entender os costumes da cidade e suas dificuldades, principalmente, ao tentar permanecer com atividades profissionais, vi e saliento que aquêle estádio antigo, Nelson Medrado Dias, na efusiva Estradinha, deu a conotação maior por entender à luta dos dirigentes do litoral, pela diferença de um projeto louvável de melhorias acentuadas se comparamos com outros tempos. Um gramado impecável, longe das touceiras e areia distribuida no campo de jogo, arquibancadas todas eles remodeladas, pinturas claras, transformaram um ambiente propício para uma participação de um time centenário do nosso futebol. Portanto, parabenizo os esforços dessa rapaziada.

Com um calendário enorme à responder, ao longo da temporada, o Furacão foi ao litoral com muitos garotos de sua base, afinal, nesse meio de semana vai participar da Pré-Libertadores, quando jogará, na Arena, contra o Milionários de Bogota. Deu empate, dividido com boa presença dos atleticanos no primeiro tempo e, consequentemente, com o crescimento do time da casa, muito pela colaboração do técnico Macuglia, ao modificar algumas peças dentro do jogo.

A nota destoante foi o comentário do técnico, Paulo Autuori, que criticou a tudo e a todos. Não deu outra. A galera o vaiou estripitosamente a todo  momento. O técnico atleticano, Paulo Autuori, deve entender que campeonatos regionais têm suas peculariedades, sobretudo, cada região com seu histórico. Reclamar de tudo o faz um cara muito chato. Gostaria de vê-lo em outros tempos jogando, mesmo na estradinha, com tudo adverso, onde o vestiário era pequeno e com um chuveiro meia boca. Gramado, bem, esse tema seria outra contrariedade.

Outros jogos aconteceram com o Tricolor da Vila goelando o Foz (5×0); J.Malucelli fazendo 3 gols no Cascavel, com dois gols do centroavante, Jetterson e o Coritiba, como sempre, pipocando jogando fora. Perder para o Cianorte, só posso entender como vexame. Aí, fico a pensar porque fazer uma pré-temporada distante cidade de Foz do Iguaçu, tendo um bonito CT, em Quatro Barras.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tem gato na tuba.

27 janeiro, 2017 às 08:41  |  por Capitão Hidalgo

O Tricolor da Vila começou bem a temporada com a vitória em cima do Avaí (2×0), resultado esse valendo pela Primeira Liga. A impressão foi favorável, mas é bom que se diga, sem vender ilusão, que precisará  o time de Vila Capanema, para cumprir uma longa jornada, em 2017. Em todo casa, a ideia é avaliar a cada jogo os confrontos , até porque é uma questão de tempo para que o técnico paranista, Vagner Lopes, possa com sua intenção ver o que será melhor com o atual elenco. Básicamente, diria , terá que operar com atuações convincentes. Próximo compromisso, novamente em casa, contra o Foz do Iguaçu, será pelo campeonato Paranaense/2017.

Quanto ao time atleticano que recepcionou um público até exagerado para um amistoso, quase 30 mil torcedores estiveram acompanhando o jogo amistoso internacional contra o time uruguaio, Penãrol,  mesmo que tenha havido um empate (0×0)  no resultado final, deu ao técnico, Paulo Autuori, uma certeza da boa  apresentação de sua equipe.  Como o Furacão jogará com seus titulares, na proxima quarta feira, e será contra o Milionários de Bogotá, pela Libertadores, o time que estará domingo, em Paranaguá, será dos reservas.

Do lado alviverde, que andou fazendo sua pré-temporada em Foz do Iguaçu, sabe-se que seu técnico, Paulo César Carpegiani, ainda não encontrou um time ideal para esse início de temporada. Sem estar em nenhuma outra competição, pelo menos até agora, sobrando apenas o campeonato paranaense, vai tentar tirar suas dúvidas lá na cidade de Cianorte, pelo paranaense.

Desde meus tempos de infantil e juvenil, isso em 1960, onde iniciei minha vida como jogador de futebol, e foi no JUVENTUS da Moóca, ouvia falar a respeito do registro que teria que ser carimbado, no caso, Federação Paulista de Futebol. Na verdade todos os garotos que entrassem em campo para as disputas dos seus respectivos clubes, tinham uma carteira de identidade confirmando o ano do seu nascimento, como também, uma foto ao lado cravando o número da inscrição. Portanto, muito difícil seria passar, afinal, o representante da partida olhava os cartões com os jogadores perfilados. Com a revolução da mídia em seus aplicativos e outras “cositas mas”, bastou uma informação do erro gravíssimo ( troca de documentos) para que o atleta da equipe do Paulista de Jundiaí, ficasse alijado da competição. Com isso o agravamento foi pior com o sumiço do rapaz.

Estranhamente, esse jogador foi atuando  até que alguém, acredito que tenha sido de um time perdedor, entregou a tramóia para as autoridades. Não tenham dúvidas que a notícia vazou rápidamente. A penalização ao bom time jundiaíense e que chocou à todos em  Jundiaí, trouxe o prejuízo ao time do Paulista que iria jogar à final contra o Corinthians. Portanto, perdeu sua vaga para o Batatais, que dias atrás havia sofrido uma tremenda goleada desse mesmo time jundiaíense. Na verdade esse rapaz muito mal orientado pelo seu empresário, ao querer tirar vantagem da sua idade avançada para jogar nesse torneio, obrigou e o fêz sumir. A pena é  banimento do futebol.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

 

Técnico e caráter dos bons.

21 janeiro, 2017 às 10:20  |  por Capitão Hidalgo

A falta de percepção dos dirigentes do Coritiba, e que vem gerando uma discórida dentro do clube, tem sido uma grandeza Esse caso da possível contratação do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, mal conduzida por vários fatores, principalmente, porque parte dos gestores não querem ver nem pintado de verde o jogador. Pudera, oferecer 300 mil reais, dizem os entendidos que será um marketing necessário, com certeza vai alavancar mais ainda a dificuldade no processo de recuperação financeira do clube. Basta, senhores conselheiros, essa visão do cidadão que comanda o clube, que ao deixar seu mandato vai para casa passando o problema para outro amador. 

Hoje às tarde, direto de Chapecó, mais uma partida endereçada ao apoio aos famíliares enlutados pelo trágico acidente com a delegação da Chapecoense. A equipe campeã brasileira de 2016, S.E.Palmeiras, jogará de forma amistosa e solidaria contra o time da Chape, sob nova direção com o técnico, Vagner Mancini. Espera-se um excelente público que por certo se emocionará com a solenidade que será apresentada.

O  futebol brasileiro perdeu, ontem, uma das suas maiores autoridades esportivas com o passamento do técnico, o mineiro Carlos Alberto Silva. Sua trajetória de vitórias foi extensa, iniciando seu desfile de competência ao ganhar o título brasileiro de 1978, quando treinava o Guarani, de Campinas. Daí foi um pulo para chegar ao time sãopaulino, também, ganhando títulos e assim um rosário de bons trabalhos. Algumas oportunidades tive, nesse mundo da bola, de conversar com esse mineiro de voz tranquila, que trabalhou no Japão e muito valorizado no Oporto/Portugal, quando ganhou dois títulos pelo Porto no mundo português.

Oportunidade maior foi, ainda mais, na excursão quando o selecionado brasileiro de futebol fêz  jogos no Torneio Umbro, nas cidades de Londres e Glasgow (Escócia) ganhando aquêle torneio com jogadores por êle lançados, Tafarell, Jorginho e Raí. Lembro-me bem, também, em Estocolmo/Suécia, quando preparava um novo time para a equipe nacional onde estaria disputando às Olimpíadas de 1988, em Seul/Coréia. É bom que se diga, pois, só não chegou a esse título por manobras políticas, principalmente da Fifa.

Outra boa lembrança, quando por coincidência nos encontramos no mesmo hotel, em Paris, quando do Mundial/1998. Já um pouco afastado do futebol, mas com muita saudade, Carlos Alberto sempre me interpelava quando êle iria treinar o Coritiba, principalmente, nos cafés pela manhã. Como eu estava à serviço da cobertura do mundial, contratado na época pela Rádio Record , de São Paulo, muitas foram as entrevistas feitas ao lado dos saudosos companheiros, Barbosa Filho e Fiori Gigliotti. Está aí um grande profissional que deixará muita saudade.   

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

O peso nas convicções erradas.

16 janeiro, 2017 às 06:47  |  por Capitão Hidalgo

Enquanto  algumas agremiações vem mostrando um certo cuidado para não incharem mais suas folhas de pagamentos, justamente os dirigentes do futebol paranaense, que não recebem uma boa quantia financeira, forçam uma barra num conceito trágico para contrarem jogadores ultrapassados. Querem imitar quem? Faça-me um favor. As informações da última semana deram conta que o Atlético Paranaense, lembram-se do erro com o Adriano Imperador, está trazendo o meia, Carlos Alberto, que já andou mundo afora, para ”reforçar” seu elenco que tem uma média baixa dos garotos da base. Diria reforçar o quê, minha gente. Sintonizo mais um absurdo. Hoje torná-se necessário que o jogador atue de forma constante, sério em suas obrigações e sem arrumar nenhuma confusão. A que peso vem esse figura que só trouxe encrenca nos times que jogou? Com certeza problemas à frente.

Para não ficar atrás, como a onda agora é trazer jogadores com quase 40 anos, os fracos dirigentes de futebol do Coritiba não ficaram quietos, e lançaram a0s seus torcedores a possibilidade de uma contratação “bombástica”, dizem que é para melhorar o marketing do clube,  do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho. Onde é que estão com a cabeça, afinal, dinheiro pelo que se sabe é pouco. Jogar, bem isso é outra coisa, pois, esse rapaz  que já foi considerado o melhor do mundo, não dá um chutinho faz tempo. Agora, balada é com êle mesmo. Outra evidência que contraria o mais ajustado torcedor do clube.

Soube dia desses do retorno do diretor, Ernesto Pedroso, às hostes alviverdes, aliás, já presente nos treinamentos do coxa, em Foz do Iguaçu. Depois da controvérsia havida quando fazia parte Comissão Gestora do Clube, o que fêz sair, aogra, de forma surpreendente retorna par auxiliar o combalido setor de contratações. Aí fica a pergunta: o rapaz que chegou na condição de Diretor de Assuntos Internacionais, o ex-jogador Juliano Beletti, que está assumindo a idéia de trazer seu companheiro do Barcelona, terá o privilégio desse erro, ou contará com os apoios do próprio Pedroso, ou mesmo Alex Brasil ou Dr. Macedo?

Parece mesmo que a TV.Globo, de Curitiba, com todo seu entusiasmo, não conseguiu demover a dupla Atletiba na questão da cota do televisionamento no Paranaense/2017. Portanto, como sempre, aparece a força do rádio esportivo que não deixará os torcedores apaixonados pelos seus clubes na mão. Como o Paraná Clube, por necessidade não nega nada, terá uns míseros reais. É bom ressaltar que o Tricolor da Vila será o único a disputar a Primeira Liga.

Alguém poderia me dizer, que ao assistir programas esportivos pela televisão brasileira, tenha ouvido de um dos profissionais,  pronunciamentos sôbre o futebol paranaense? Não é por nada não, acho que está na hora de se ter um programa esportivo na tela local, como aquêle que tornou-se uma referência no Brasil,  o Mesa Redonda, com excelentes debatedores da nossa capital. 

Lembre-se que:  Que o melhor da vida é sua historia.

Jogo da simpatia e solidariedade.

11 janeiro, 2017 às 08:42  |  por Capitão Hidalgo

O troca troca de jogadores, o vai e vem nas transações, tem marcado o início da temporada, onde os clubes já realizam seus treinamentos. Não direcionar para o fato de uma análise antecipada, afinal, planejamento é quando a coisa já está firmada, sobretudo,  não só no conceito prático, mas, com a definição de um elenco para a temporada. Sabemos que no futebol brasileiro o que começa não termina. isso é uma grande verdade. Como podemos estabelecer ajuste coletivo se no meio do caminho os dirigentes contratam e mandam jogadores embora. Na verdade, isso tem sido uma tormenta para os técnicos de futebol.

Tenho notado que os grandes clubes do futebol brasileiro estão buscando jogadores de alto rendimento. Estabeleço para que haja essa correria por excelentes jogadores, é necessário ter um caixa forte, pois, a dinheirama que atiram por aí não é coisa pouca. Agora, fica para nós analistas desse processo canino como estabelecer exigências aos clubes com menores condições financeiras para se jogarem   nesse mercado cruel . Portanto, não há isonomia. É um salve-se quem puder.

Ainda que fosse  pelo momento atual de investimentos, diria que seria possível, mas, com dívidas volumosas que se arrastam nas contabilidades das agremiações, não há um gerente no mercado financeiro que acerte os ponteiros nessas administrações. Lembre-se meus amigos, quando o torcedor vai a campo ele quer ver seu time ganhar. Convenhamos esse ano será muito difícil acompanhar os grandes clubes.

Na Copinha/2017, alguns resultados chamam atenção dos desportistas. Sim. Vejam só, a desclassificação do São Paulo para a Chapecoense, e o time palmeirense que nunca venceu esse certame, também, já fora de questão. Anteriormente, o Fluminense e o Gremio, sem esquecer  do Galo Mineiro. Ontem, o Atlético Paranaense perdeu nas penalidades máximas. Quem está muito bem é o time paranista, classificado para outra etapa com a sonora goleada em cima do Marilia (6×1). Hoje o Coritiba vai a campo. Vamos aguardar pelo resultado.

O técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Tite, está consultando alguns clubes para saber das reais condições de alguns atletas que poderão estar servindo nesse amistoso do Brasil x Colombia, cujo jogo tem a finalidade de amparar as famílias dos jogadores da equipe da Chapecoense. Nessa bela atitude de brasileiros e colombianos ficará a marca da SIMPATIA E SOLIDARIEDADE. Com isso, Tite, pretende dar oportunidade para jogadores que estão em nosso país.

Lembre- se que: O melhor da vida é sua história.