O nervosismo do Vilson.

31 julho, 2014 às 07:40  |  por Capitão Hidalgo

Conheci o atual Presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro, nos tempos do mais festejado dirigente do futebol paranaense, Evangelino Costa Neves.   Vindo do interior, a cidade de Peabirú, por aqui se estabeleceu onde chegou a ter um cargo de excelência no Banco Bamerindus, claro, por sua qualidade, somado a sua postura e educação. Na negociação do Bamerindus com o HSBC, foi um dos poucos a ficar na nova gestão bancária, atribuído ao seu conhecimento na Pasta de Seguros. Torcedor do Coxa, lembro-me bem que estava sempre no vestiário do então, Estádio Belfort Duarte, principalmente, na década de 70, ao lado do “Chinês”. Acredito que vendo aquela fase gloriosa do clube deva ter-lhe dado uma idéia futura de participar mais ativamene na agremiação. 

Para  encurtar o assunto, e com tempo disponível, após o desastre na queda alviverde a 2ª divisão, em 2009,  juntou-se a um grupo de conselheiros, e  a partir de 2010 , chegou a condição de vice-presidente do clube Aos poucos  passou a ser a principal figura na administração do Jair Cirino. Mas, após o tempo de serviço do Cirino, que foi sendo desbancado naturalmente, após mais uma derrocada do clube, Vilson pegou no bréu e passou a colocar seus conhecimentos administrativos, contando também, com a simpatia da imprensa.

Fazendo esse histórico, a bem da verdade, o atual presidente criou um descontentamento geral nas hostes alviverdes. Praticamente ficou sozinho por sua austeridade na forma de agir. Mudando o curso da sua personalidade, infelizmente, com problemas e mais problemas no curso de sua gestão, vem mudando o foco constantemente, sem usar de muito diálogo. Os erros foram sendo acumulados, penso eu, com o natural desgaste dos anos na cadeira principal da agremiação. Passou, Vilson, a não ter mais paciência nas coisas. Uma pena. Depois de criticar seu grupo de jogadores, aliás recebeu uma carta de contrariedade dos próprios, agora, briga com a imprensa que sempre o elogiou. Perdendo o controle na pergunta de um repórter, sôbre o processo que vem conduzindo do débito dos clubes brasileiros, perdeu as estribeiras dizendo que a imprensa é uma piada e autofágica. É um fim melancólico de gestão.

O bom mesmo é que este clube tem histórias maravilhosas. A data de hoje faz lembrar o grande título conquistado, em pleno Maracanã, o de Campeão Brasileiro de 1985, contra o time do Bangú. O técnico na oportunidade foi Ennio Andrade e o diretor de futebol, Estevam Damiani.  Alguns dos jogadores  campeões: Rafael, André, Gomes, Eraldo, Dida, Almir, Toby, Marco Aurélio, Lela, Edson, Índio, Vavá, Caxias, Marildo, Vicente. E o presidente, o melhor da história, Evangelino Costa Neves. 

Ontem, comentei o absurdo que seria a diretoria do Paraná Clube vender o patrimônio da Kennedy, no intuito de  pagar suas contas. Muito bem. A reunião do Conselho, com a presença do presidente, Rubens Bohler, ficou decidido que não mais está em pauta esse assunto. Melhor assim.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua historia.  

A triste realidade do Paraná Clube.

29 julho, 2014 às 10:31  |  por Capitão Hidalgo

Quantas não foram as vezes conversando com o dinâmico, Orestes Thá, eu notava sua obstinação ao dizer da sua luta no crescimento esportivo do Savóia, Água Verde e tempos depois o Pinheiros E.C. Dizia-se na época a respeito do estádio que levava o seu nome, o considerado e distante Fortim, no bairro Água Verde, que o deixava bastante irritado. Imagine hoje pensar que aquele local tão desvalorizado por críticas e explicar o valor realizável dos tempos atuais.  As questões envolvendo esses clubes, acima mencionados, eram decorrentes, inclusive, entre os proprios familiares, que tiravam dinheiro do bolso. Enfim, tudo mudou, e outros personagens foram passando no histórico das fusões, chegando ao atual Paraná Clube. Para encurtar e chegar na possibilidade inconcebível da venda deste patrimônio super valorizado, a sede da Kennedy, com os muitos investimentos realizados nesses últimos 25 anos, é para pagar débitos.

O assunto esportivo do dia é a convocação de uma Assembleia Extraordinária do Tricolor da Vila, para um devido estudo, se aceito ou não, pelos sócios e conselheiros. Não tem sido outra coisa a não ser ouvir a necessidade da venda de um patrimônio constituído em anos. É uma pena. Meses atrás foi vendido a área no Tarumã para pagamento de muitas contas contraídas. Parece que é um saco sem fundo. O que causa espécie é que a própria torcida, a Fúria Independente, está solidaria a venda de mais esse patrimônio. Outra dúvida é separar o futebol da sua área social. Aí vem a contrariedade, sobretudo, a conta no mesmo CNPJ.

Conversando com o diretor, Júlio Carlos, da Rádio Evangelizar Am 1060, pertencente ao Grupo Evangelizar, pude constatar que o trabalho artístico tanto pelo Rádio como da TV,  vem sendo muito valorizado. O interessante é que em pouco tempo o prefixo 1060-Am está em 2º lugar,  números esses mostrados pelo Ibope. Outro prefixo do Grupo,  é o 90.9 Fm, que está localizado na Lapa, e que retransmite toda programação da Am-1060 de Curitiba. Com isso o sinal é registrado em grande parte nos municípios de Santa CAtarina e Paraná.  

São constantes os reclamos de grande parte da imprensa nacional quanto a volta do técnico, Dunga, aos seus trabalhos junto à CBF. Mesmo que se tenha argumentos quanto a essa contrariedade, a verdade é que o sentimento de muitos jornalistas que estiveram presentes em Johanesburgo, na Àfrica/2010,  é quanto o tratamento dado pelo Comissão Técnica da época. Foi irritante a má vontade do Dunga em mostrar um ranço odiento e  jamais esquecido. Sua mea-culpa à imprensa é motivado por entender, mesmo que tardiamente, seus gravíssimo erro. Por conhecer o lado de cá, vai ser difícil a moçada mudar de opinião quanto ao seu trabalho. Quem vai perder será o próprio futebol brasileiro.

Sussuros a respeito de nomes que estão se articulando à bater chapa na próxima eleição no Cortiba F.C. Pessoas expressivas com trânsito no lado empresarial e político do Estado. Com isso novos projetos sairão do papel, especialmente, o trato com a categoria de base do clube, que deixou de revelar por ter usado essa diretoria um conceito de compra e venda. Vamos aguardar.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

 

A vitória do Coritiba em Porto Alegre.

28 julho, 2014 às 12:14  |  por Capitão Hidalgo

A torcida do Palmeiras saiu de cabeça baixa, na tarde de ontem, quando perdeu o clássico para seu maior rival (2×0), Corinthians, jogo este acontecido no Itaquerão/Arena. O fato triste foi a quebradeira de cadeiras, após a partida, quando alguns desmiolados torcedores palestrinos andaram perdendo a cabeça. A imprensa paulista, tentou falar com o presidente do clube, Paulo Nobre, para saber quem pagará os prejuízos ao Timão, sobretudo, porque se soube que a diretoria palmeirense andou distribuindo 2 mil ingressos. Quanto ao jogo, o técnico argentino, Gareca, vem sentindo a diferença que é ser treinador em seu país, afinal, no Brasil as coisas andam de forma diferente. O que causa espécie é que o time do Palmeiras tem alguns jogadores sulamericanos, e só por superação poderá acontecer melhoras, pois, técnicamente às contratações ainda não estão danco certo.

Que bela vitória conseguiu o Coritiba, mesmo jogando em Porto Alegre, enfrentado o sempre perigoso time gremista. O valor que pode ser considerado neste jogo foi a maneira como o placar foi estabelecido. O verdão paranaense fez o 1º gol ( Zé Love), o Gremio virou o resultado parfa 2×1 (gols do atacante Barcos) , logo em seguida Zé Love empatou(2×2), para no final do jogo, Alex, com categoria marcou o 3º gol alviverde. É inegável que o técnico, Celso Roth, sai dessa partida mais fortalecido. Todos sabem que é um profissional experiente, mas, nem sempre se analisa a condição de conhecimento do técnico, e sim pelo resultado prático de vitória.

O técnico atleticano, Doriva,  sentiu a barra ao tomar uma goleada (3×0) do Fluminense, mesmo jogando em casa. A partida de ontem, em plena Arena, mostrou ao técnico que nem tudo sai a contento. Agora, é rever os lances, afinal, seu time foi muito desequilibrado na meia cancha , contando com uma tarde ruím dos garotos da zaga, Cleberson e Léo Pereira. Depois da derrota, os jogadores do Furacão torcem para chegar o momento de ter a torcida ao seu lado. 

A dança dos técnicos continua à vapor. Mais dois caíram, na rodada de ontem, o Enderson (Gremio) e Marquinhos Santos Bahia). Agora são 12 os profissionais que perderam seus empregos. È o tal do álibi. Se vai mal em campo, não podendo estourar no Presidente do Clube, o caminho e esse mesmo, saí o técnico. As vezes dá certo, mas, por algumas rodadas. Ainda escuto que o futebol tem que melhorar na gestão esportiva. É dirigentes? O que falar.

Vamos dizer que após essa rodada do brasileirão/2014, os melhores times são:  Cruzeiro, Internacional, Corinthians e Fluminense. Na verdade as quatro equipes ganharam bem. Resta saber se os times que perderam, alguns jogando a Copa do Brasil, tenham tranquilidade para se recuperarem.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

A gestão esportiva do Galo Mineiro.

25 julho, 2014 às 10:36  |  por Capitão Hidalgo

Enquanto não acontecer um critério nas contratações de técnicos de futebol, podem ter a devida certeza, que o fraco trabalho no aspecto de planejamento tirará clubes do seu encaminhamento esportivo. A ciranda de técnicos no futebol brasileiro é uma grandeza. Portanto, sem nenhuma convicção a nao ser contratar por contratar, tendo como pano de fundo a indisciplina dos próprios profissionais que buscam ter um emprego, os dirigientes pintam e bordam. Passa com isso o “treinero” a ser um álibi. A cada rodada, minha gente, é fato consumado a dispensa de um para se buscar outro e assim por diante. Onde fica o julgamento da parte coletiva ? É de dar dó.

Com a falta de compromisso dos dirigentes com seus torcedores a vida segue sem destino para as agremiações que estão inseridas neste contexto. Em todo caso, o momento é este, para quem tiver peito para mudar os conceitos atrasados que vivemos nesse desportoo. Após a derrota brasileira no Mundial de Futebol, entende-se que seja o devido momento para mudanças, a começar pela CBF, que deveria repartir um pouco mais o dinheiro estrondoso que recebe. As cotas da televisão, então, é brincadeira. Enquanto alguns clubes recebem muita grana, muitos concorrentes não recebem o dinheiro devido. Essa falta de isonomia é também algo imperioso para se resolver.

Emocionante foi o jogo do Galo Mineiro que lhe deu mais um título, em cima do futebol argentino, o da Recopa. Ganhou a primeira fora de casa(1×0) e jogava por um empate. Olha que chegou a perdeu o jogo no tempo regulamentar (3×2)para depois virar o placar para 4×3. Mais uma grande performance desse clube,  dentro do Mineirão, hoje muito mais organizado do que outros tempos, tendo a frente o intrépido Presidente, Alexandre Kallil. Como prova do conceito que tem, o técnico paranaense, Levir Culpi, um campeão constante nessa sua carreira, chegou a pouco tempo já dando uma arrumada no time para ganhar mais um título internacional 

Conheci o Clube Atlético Mineiro, no distante ano de 1968, quando contratado por 4 meses a participar do então Campeonato Nacional.Tudo aconteceu num amistoso havido entre o XV de Piracicaba e o Cruzeiro das Alterosas, este convidado para participar de uma solenidade na cidade  por ter sido Campeão do Brasil e numa época em que havia desbancado o poderoso time do Santos de Pelé. O famoso “Nhô Quim”, com um belo esquadrão acabou vencendo o time, de Belo Horizonte, que tinha Dirceu Lopes, Tostão, Evaldo, Piazza, Natal, enfim um celeiro de craques.

Passado alguns meses desse amistoso, para minha surpresa, apareceu um empresário que tinha visto o tal amistoso. Depois das tratativas, acabei sendo emprestado para o Galo Mineiro. Em lá chegando, como havia jogado o Campeonato Paulista, não poderia participar do Mineiro. Com isso participei de alguns amistosos, na verdade, para aos poucos viver aquela adaptação tão necessária. O que me impressionava era ver o torcedor do Galo. Em todas as cidades mineiras era um Deus nos Acuda. A recepão desse clube era fantástica. Lembro-me bem, o time reserva tinha jogadores que depois estouraram na equipe de titulares, como o Mussula, Sabará, Humberto Monteiro, Normandes, Grapette, Ronaldo, Lacy, Bibi, Caldeira, Silvio (Major) e Beto. A cidade de BH convivia com a rivalidade. Dava para notar o domínio do adversário, afinal, constatado anos após como um dos melhores da históira cruzeirense. 

 

A imprensa antecipou retorno do Dunga.

22 julho, 2014 às 09:38  |  por Capitão Hidalgo

Quando se coloca qualquer que seja um comentário, é claro, nem sempre cai de agrado para alguns leitores. Posso confirmar que não tenho outro próposito a não ser conviver com os amigos os problemas sôbre o futebol da nosa capital e até o brasileiro. Nesse momento entendo que os torcedores das equipes da capital estão muito mais preocupados com suas agremiações do que o assunto que se tornou chato a respeito da Seleção Brasileira de Futebol. Hoje virá a confirmação da volta do técnico Dunga. Engraçado que a imprensa já noticiou, com antecedência, que na verdade vem na manhã de hoje. Portanto, vamos nos ater ao Coritiba, Paraná Clube e Atlético Paranaense.

Analisando a última rodada, alguns contornos nos mostram o controle desigual das atuações dos clubes da capital, onde vemos um Coritiba sofrendo com constantes maus resultados, como também, sem possibiliddes de progresso o Paraná Clube. Quem vai se saindo muito bem é o Furacão. Seria surpreendente? Não, absolutamente não. O que está acontecendo é que a diretoria do Atlético acompanhou um projeto mesmo que alguns resultados não fossem satisfátorios no meio do caminho. Sem aceitar qualquer protesto dos torcedores e dos sócios, já demonstrava o clube a segurança de uma boa gestão esportiva, com números conquistados, principalmente, em campo na temporada passada. O aproveitamento das categorias de base, que tem sido o grande trunfo dessa orientação diretiva, desde a temporada passada tem sido um sucesso.

Com o lado promissor desta gestão, que tem no comando o Presidente Mário Celso Petráglia, mesmo que tenha havido alguns problemas no comando da comissão técnica, inclusive, obrigado a mudar o encaminhamento do time  no ínicio deste ano, mexeu com acerto com novos profissionais. Só para refrescar a memória, nessas últimas vitórias neste Brasileirão/2014, o time titular vem jogando com 7 a 8 jogadores da base. O Furacão encontrou o caminho moderno.

Nas ruas por andamos é comum torcedores do Coritiba perguntarem essa situação de insegurança que vive o clube no Campeonato Brasileiro/2014. Para não deixar de responder, pelo meu conceito esportivo, as coisas estão se arrastando desde as temporadas passadas. Erros dentro do projeto esportivo vem sendo notado por conta da fragilidade do elenco. Com mudanças constantes dentro de uma filosofia sem progresso, e sem a noção exata do que se deve fazer agora, a verdade é que desde  a pré-história do futebol não se deve gastar mais do que receber. Com conta alta para pagar e sem a possibilidade de trazer jogadores melhores, duro mesmo é precisar de empresários que começam a lotar de profissionais sem condições.

Com naturalidade e leveza para não machucar o atual presidente do clube, em críticas, a maturidade dos conselheiros do Coritiba é que poderia colaborar no contrôle da situação e projetar um “novo planejamento” mesmo dentro do ano letivo. Com 11 jogos realizados, ganhando somente 7 pontos, e tendo a necessidade de chegar no final do turno com 23 pontos, a matemática explica que dos 8 jogos serão necessários 16 pontos. Será que chega?

Lembre-se: Que o melhor da vida é a sua história.  

 

Retorno do Brasileirão/2014.

17 julho, 2014 às 09:49  |  por Capitão Hidalgo

A bola voltou a rolar no Campeonato Brasileiro. Na rodada acontecida, na noite de ontem, alías parte dela, vimos alguns desses jogos. Parece que algumas equipes não aproveitaram o tempo para melhorarem seus rendimentos técnicos no campo. A proposta que poderia mexer com alguns elencos poderia ser um início de recuperação coletiva. Convenhamos, os resultados do Fluminense, Botafogo, Coritiba e Flamengo, mostraram que nesse retorno ainda precisarão melhorar a taxa de qualidade. Com moleza e jogando mais pelas beiradas,nenhum time irá se sustentar com falta de qualidade no gramado. O sufoco pela falta de pontos, nessa que ainda é uma fase embrionária, será com certeza a péssima tendência futura.

Na importância dos fatos, sugiro olhar com mais atenção e trocarmos figurinhas sôbre os resultados das equipes paranaenses neste Brasileirão/2014. Falar do Paraná Clube, é na verdade uma missão muito difícil, pois, as constantes duvidas no relacionamento elenco/diretoria, sempre pela falta de dinheiro, vem produzindo maus momentos e, consequentemente, péssimos resultados. Mesmo que tenha jogado para se defender, principalmene no 2º tempo contra o América Mineiro, a demonstração geral foi a ausência de jogadores no ataque, e o desastre em Belo Horizonte veio quando tomou o gol no final do jogo. Com 9 pontos ganhos, até agora, precisará para o virar o turno ganhar em torno de 14  pontos. Quer dizer, vencer 5 partidas em 8 jogos. Missão improvável.

O Atlético Parananese foi à Macaé, interior do Rio, é ganhou do Mengão (2×1). Não só conseguiu um bom resultado como jogou bem e de forma inteligente. Com isso, a estréia do técnico, Doriva, consideramos importante, afinal, deu mostras que os treinamentos nos dias de Copa do Mundo, foram bem proveitosos. O Furacão, ficou no aguardo da impulsividade do Mengão, coisa que não veio, e logo fez seu gol numa boa estocada do atacante, Douglas Coutinho, com toque sutil enganou o goleiro Felipe, fazendo o 1º gol da partida. Quando precisou se fechar no 2ª tempo, mesmo com a posse de bola do Flamengo, foi  o mais prático com jogadas rápidas. Veio a vitória com o gol de Cleberson quando o resultado era de empate. No registro fica então a soma de mais 3 pontos levando o Furacão a 16 pontos. Agora, depois de pagar uma conta alta por jogar 5 partidas em seu mando de jogo, fora de casa, voltará  no próximo domingo para sua Arena.

Confesso que esperava mais do Coritiba nesse jogo contra o Figueirense. Se estrepou todo ao tomar um gol em menos de 5 minutos e não se achou mais. Isso pode ser uma prova incontestável de fragilidade no seu elenco. Continuo defendendo o técnico, afinal, experiente na profissão, Celso Roth, de repente vai pedir o boné. Hoje, minha gente, se o elenco for fraco nem o técnico, Guardiola, arrumaria o time em campo. Situação crítica, estando nos últimos lugares, a hora é  buscar  recuperação, sobretudo, porque o 1º turno já está comprometido. 

Com a derrocada da equipe brasileira, a verdade é que o custo tem sido enorme para alguns profissionais, a começar pelo técnico, Felipão, que andou perdendo faturamento na publicidade. Enquanto não vem a definição da filosofia que ira trilhar a CBF, alguns intelectuais, aqueles que escrevem maravilhosamente bem, estão se intrometendo num assunto que não sabem, vamos dizer como bater um escanteio. Cada um querendo levar o seu.

Lembre-se: que o melhor da vida é sua história.

  

 

 

  

O orgulhoso povo brasileiro.

15 julho, 2014 às 09:50  |  por Capitão Hidalgo

Passadas as emoções do Mundial de Futebol/2014, por interesse cultural e estatístico, estou compilando informações a respeito dos números positivos que o nosso país conquistou. Por ordem inversa, claro que o mais lógico seria a conquista brasileira nos gramados, o que mexeu com o mundo foram outros aspectos, em especial o envolvimento emocional e esportivo. Tenho ouvido coisas maravilhosas quanto ao nosso povo, principalmente, dos turistas que aqui vieram pela 1ª vez, aproveitando para oportunizarem e estreitarem conhecimento e a alegria da nossa gente. Aquilo que foi uma constante jornalística, onde diariamente jornalistas precionavam com  notícias escandalosas na tentativa de mostrarem dúvidas ao entenderem que o BRASIL PAÍS não teria condições mínimas, achando a falta de uma consistência operacional e competência,  brotaram inverdades sem precedentes. Seria por interesse restrito a política? Os aproveitadores foram as ruas reinvidicando isso e aquilo, como se já não bastassem os problemas de dezenas de anos que são enfrentados por ideologias erradas. Desculpe, aos ignorantes e pretenciosos, pois, não tiveram a capacidade de enxergarem que vivem num país abençoado.

Sou um nacionalista, acreditando que sejam muitos em nosso país, mas, tenho minhas convicções acostumado as minhas andanças pelo mundo, onde aproveitei essas oportunidades a fazer comparativos de forma mais estreita. Podem falar o quiserem, mas, o brasileiro é bem diferente. Se os próprios alemães campeões do mundo, que aqui vieram e que são considerados  um povo frio por natureza, sairam distribuindo elogios pelo tratamento que tiveram nas várias regiões do nosso continente, só com isso não teria mais necessidade  fazer mais relatórios. Agora, os mesmos que foram cegados pela ignorância são os primeiros a bater palmas. Os noticiários afirmam que quase 1 milhão de turistas estiveram por aqui, e que a economia através desse congraçamento dos povos conseguiu chegar a soma  de 30 bilhões aos cofres brasileiros, dando para pagar todas as despesas e sobrar na criação de um patrimônio esportivo e turístico. Portanto, se no campo não fomos o esperado, fico com que disseram os turistas, quem ganhou mesmo foi o PAÍS BRASIL.

Ainda está dando o que falar a performance ruím do selecionado brasileiro. Fôsse em outro país, convenhamos, um 4º lugar estaria muito mais valorizado. Como aqui se respira o país do futebol, não foi nesse mundial que aconteceu a vitória brasileira. Engraçado, nas duas vezes, em 1950 e agora em 2014, não tivemos o sucesso esperado. Com isso foi desfeita mais uma comissão técnica de futebol. Selecionar a culpa do imprevisto é inadequado, como fizeram com o goleiro Barbosa, em 1950, em pleno Maracanã. Vamos classificar que é de todos que militam no atual estágio do futebol brasileiro. Todos, que fique bem claro, inclusive, a imprensa ufanista que muda de ares a cada momento.

Nunca esteve tão a caráter à CBF contratar um estrangeiro para dirigir o selecionado. A iniciativa é geral, principalmente, da imprensa esportiva que não aguenta mais o provincianismo. Se outrora o técnico foi do Rio ou de São Paulo, coisa que últimamente vinha sendo por gaúchos, a lista aumenta a cada dia por Mourinho, Sampaoli,Pekerman e Guardiola. Como os dirigentes são vulneráveis, ainda mais com pressões externas, até possa ser possível.

Na ordem natural das coisas, a primeira providência terá que ser a convocação de um Coordenador Geral. Para não ficar em cima do muro, vem a lembrança de Leonardo, jogador campeão do mundo e que está na Europa há anos, onde foi dirigente e técnico, com uma vasta bagagem esportiva. Outra pressão é quanto a ex-jogadores estarem fazendo parte da próxima lista de funcionários.

\lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

 

Como sair da atual situação.

13 julho, 2014 às 10:00  |  por Capitão Hidalgo

Fôsse de uma outra maneira até que poderia se praticar a frase “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Mas tudo deu errado. Se já não bastasse a “tunda’ que levou o selecionado brasileiro para os alemães, diga-se de passagem, foi a maior derrota acontecida nos 100 anos de competição, por 7 gols a um, ainda restava uma pequena esperança de recuperação em enfrentar o bom time dos holandeses. Mas, em pouco mais de 3 minutos, um penalti e o sonho de um 3º lugar já estava acabado.  Veio o 2º gol e foi-se o que era doce. Cada um no seu canto, pensando, “o que estou fazendo aqui”. Jogadores, Comissão Técnica, dirigentes, enfim, um verdadeiro fim de feira. Buscar culpados, agora é pouco, mas, o próprio ditado diz que  a vida é para seguir. Contudo, para se ter essa direção, será necessário uma tremenda mudança de comportamento de todos que estão infiltrados na bola, principalmente,  a imprensa, pois é culpada, também,  de endeusar jogadores sem totais qualificações técnicas. Portanto, estará escrito para sempre que essa atual, Seleção Brasileira de Futebol, afundou todas as pretensões do seu povo esportivo como um Titanic.

Recuperar desse vexame internacional não será, verdadeiramente, uma tarefa fácil. Nem bem terminou o jogo e já se falava em nova comissão técnica. Pelo amor de Deus, vamos raciocinar mais, afinal todos estão aturdidos com essa decepção. O histórico brasileiro, que não deixava por menos em classificar a derrota para os uruguaios, em 1950, no Maracanã, e que o goleiro Barbosa teria sido o maior culpado, ficará agora deixado de lado, sobretudo, pela desorganização técnica dessa equipe do técnico, Felipe Scolari.

As bobageiras já começaram. Imaginem que já apareceram mágicos para resolverem os problemas do futebol brasileiro. Agora, o assunto será uma melhor gestão esportiva onde os clubes brasileiros deverão ser regidos pela necessidade de melhorias acentuadas. Sei que irei repetir mais à frente comentários de que o futebol brasileiro não conseguirá um bom time nesses próximos 4 anos. A espectativa de recuperação será a tônica de todos, sim, mas a maneira ou forma é que serão outros quinhentos. Afinal, esperar por uma rota sem conflitos e um processo de mais humildade para reconhecer que já não somos os melhores, porque não!

Como planejamento no futebol brasileiro é piada, a dúvida é como será a formatação com outros personagens, se o fortalecimento e coordenação na postura de padrões melhores, será muito demorada com iniciantes na matéria. Volto a dizer que os clubes são a célula-mater da grandiosidade de uma seleção. Para chegar a tanto, os próprios clubes deveriam ter uma situação melhor com a divisão nas cotas de televisão. Não é possível brigar no campo sem  isonomia. Essa questão deveria ser olhada com carinho pelos homensa da CBF.

Outra coisa é  ter um conceito de fazer uma adaptação “regenerativa” na parte financeira. Os clubes devem milharese milhares de impostos. Chega de gastança e de dirigentes despreparados em gastar mais do que tem a receber. Fora com eles. Portanto, uma profunda reforma no futebol brasileiro está sendo esperada. Basta saber se o interesse é geral.

Justo será reconhecer que o país Brasil fêz uma grande Copa. Mostrou ao mundo um povo maravilhoso que sabe participar, receber os turistas e demonstrar sua alegria, aliás, estampada pelas imagens . Para quem não acreditava em nosso país viu como somos grandes. Esse legado tem que ser registrado. O jogo que finaliza essa Copa do Mundo/2014, a tarde entre Argentina x Alemanha, no Maracanã, nas vozes bonitas de Ivete Sangalo e Shakira, torcemos que possam por alguns minutos tirarem a tristeza brasileira

Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.  

 

 

 

 

 

A tristeza da “Patria de Chuteiras”.

9 julho, 2014 às 05:05  |  por Capitão Hidalgo

Para simplicar o que foi visto, ontem, jogando por uma semi-final de Copa do Mundo e perder em casa para o time alemão por 7 gols a um, é simplesmente dizer que a Seleção Brasileira de Futebol sofreu a maior goleada de todos os tempos. De forma perplexa e sem exagero, a equipe do técnico Felipe Scolari foi tomando gols em profusão, pois, ao término do 1º tempo o score era de 5xo, assustando ao mais otimista torcedor alemão. Desastre, humilhação e outras palavras levadas ao superlativo, ainda não seriam tão adequadas para encarar esse vexame internacional. Na verdade houve um buraco na zaga e na vida do esportista brasileiro. Se, em 1950, a derrota por 2×1 contra os uruguaios ainda não cicatrizou, quero acreditar que essa geração de desportistas, também, terá muito o que contar  dessa catastrófe acontecido no Mineirão, em Belo Horizonte. Antes foi o Maracanazo e agora?

 O choro da galera nas arquibancadas, onde as pessoas não sabiam entender o porque dessa tragédia, determinou ser essa a maior tristeza esportiva que a ” Pátria de Chuterias” sofreu em todos os seus tempos. Desclassificado, ainda tendo que jogar por um 3º lugar, a missão de fingir em campo ficará por conta dos jogadores e comissão técnica . Essa derrota será inesquecível. Daqui há muitos anos cada um contará da sua forma, como são as histórias da derrota no Rio, que traduziu no famoso “Maracanazzo”.

Hoje saberemos qual seleção chegará para disputar a partida final contra a excelente seleção da Alemanha. Teremos a Argentina e Holanda que farão outra semifinal, e quem perder jogará no próximo sábado, contra os brasileiros, na cidade de Brasilia. Aliás, o que mais bombou nas redes sociais, após o fracasso em campo, foi a demostração de revolta do povo contra o Governo Federal. Muitos já encontraram o ’bode expiatório”. 

  O mundo futebolístico perdeu uma das suas maiores referências com o falecimento do famoso atacante, Alfredo Di Stéfano. Um profissional eficiente que nasceu na Argentina, ídolo do River Plate, com passagem no futebol colombiano onde jogou algumas temporadas pelo Milionários de Bogotá. Mas, sem sombra de dúvida foi mesmo jogando pelo time madrilenho, Real, que conseguiu sua glória. Que time aquele: na ponta o brasileiro Canário, jogador do América do Rio, Del Sol, Di Stéfano, Puskas e Gento. Corria o ano de 1963, o futebol brasileiro já Bi-campeão do mundo (58 e 62), na Suécia e Chile, tinha também no esquadrão do Santos um time bi-campeão mundial em cima do Benfica e Milan. Para que se tirasse qualquer dúvida, envolvendo o Real Madrid e o Santos, criou-se uma grande expectativa quem seria o melhor do mundo. O noticiário esportivo pedia um jogo amistoso, considerado do século,  para tirarem a enorme dúvida a respeito das duas maiores equipes do mundo. Pudera, se o time espanhol tinha um ataque arrazador, do lado de cá não menos, imaginem com Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Essa partida aconteceu com vitória do Real Madrid em 5×3.

Di Stéfano tinha uma cultura política abrangente. Sua origem portenha o fazia respirar uma liderança a tal ponto de criar um Sindicato de Jogadores , mostrando sua contrariedade no abuso das autoridades no país. Foi proposto uma greve aos jogadores, caso esse que foi chamado de “Greve Di Stéfano”,  para estimular melhoras na vida dos jogadores. Essa proposição foi marcante, sobretudo, porque mexeu com os dítames do Presidente Perón. Com essa atitude, Stéfano, teve seus problemas prticulares com o clube, River Plate, pois, a situação ficou muito complicada dentro do próprio clube. Foi “refugiar-se” na Colombia e depois arrebentar no Real Madrid onde ficou por longos anos. 

Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.

Enfrentar a Alemanha estava escrito. E agora?

5 julho, 2014 às 12:26  |  por Capitão Hidalgo

A equipe brasileira passou por mais um obstáculo. Agora, minha gente, depois dessa vitória espremida contra os colombianos, o time do Felipão vai-se encontrar com uma das favoritas, Alemanha, no próximo dia 8  (3ª feira), nesse mundial. Os comentários poderiam chegar a exaustão sôbre a performance brasileira, mas, a contusão do Neymar, atingido nas costas pela igonorância do jogador colombiano, Zuñiga, o assunto passou a ser outro sem a possibilidade do craque brasileiro jogar os jogos decisivos deste mundial.

Sem participar nos anos 2006 e 2010, desclassificado no meio do caminho, o time brasileiro está chegando, novamente, a uma semifinal. Instaura-se, agora, a dúvida de qual maneira jogará o escrete canarinho na partida contra os alemães, na cidade de Belo Horizonte. Sem Neymar e Thiago Silva, esse pelo 2º cartão amarelo, a polêmica será enorme a respeito dos substitutos. Acredito que na zaga tudo leva a crer que o zagueiro, Dante, que está jogando no futebol alemão alguns anos, seja o preferido ao lado do David Luis. Quanto a outra modificação vai da maneira como o Felipão imaginar, se de forma simplista com a entrada dveloz atacane, Bernard, ou mesmo reforçar o meio campo e jogando com 2 atacantes. É o momento do técnico. Que ele tenha sorte.

Dentre instantes vou acompanhar  os jogos entre a Argentina x Bélgica e logo em sequência, Holanda x Costa Rica. Sem mais nada a fazer, entendo que a Costa Rica, a zebra considerada nesse mundial, deva ter ido muito longe. Portanto, é possível que os holandeses estejam, novamente, disputando uma final que andou batendo na trave em 1974, 1978 e 2010. Quanto a Argentina, que foi a exaustão na última partida, afinal, entrou na prorrogação, terá que jogar mais contra os belgas.

Muitos elogios aos goleiros que jogaram e estão jogando esta Copa/2014. Para representar a todos uma indicação óbvia e a do “guapo’ da Alemanha, Manuel Neur, que pega tudo e mais um pouco. Só de lembrança, na partida contra os franceses o atacante Benzema, bem no final do jogo, ao chutar forte com grande possibilidade de empatar, vi de forma simples com o braço direito, Neur, rebater a bola. Foi brincadeira.

Se elogios aos goleiros tem sido o nível melhor da competição, o mesmo não se passa com a arbitragem. O de ontem, Carlos Velasco, foi de doer. Em dois momentos, no penalti acertou ter marcado contra o Brasil, afinal, o goleiro Júlio César derrubou o atacante colombiano, e sendo o último homem, deveria ser expulso de campo. Outro, foi a falta do Zuñiga que acgrediu o Neymar, quando sumáriamente deveria expulsar o jogador. Pipocou nos dois lances. Agora, que aquela crítica do técnico Holandes, Van Graal, dizer que a equipe brasileira seria favorecida na arbitragem, estou esperando para ver.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.