Resgate da penhora.

2 março, 2015 às 08:31  |  por Capitão Hidalgo

Disparado na tabela de classificação deste estadual, pelo menos até agora, está a equipe do J.Malucelli que soma 16 pontos em 6 jogos disputados. Isso não é pouco ao notar, principalmente, o Atlético que até agora só somou 7 pontos. A indicação do técnico, Ary Marques, tem sido um sucesso, êle que teve uma vida como jogador e técnico da base do Paraná Clube. Não esquecer, também, da sua excelente passagem pelo futebol matogrossense. O Jotinha, que tem uma estrutura formidável com amplo apoio do grupo Malucelli, vê nas dificuldades das outras equipes uma temporada para conseguir espaços melhores dentro do futebol brasileiro.

Ainda não consigo enxergar qual idéia tem o técnico do Coritiba, Marquinhos Santos, sobretudo, por não ver sua equipe deslanchar nesse paranaense. As constantes mudanças individuais tem nos mostrado que terá uma longa luta pela frente nessa temporada no estadual e nacional. Não entendo porque perder tanto tempo, principalmente, querer descansar jogadores num começo de temporada. Desculpe a franqueza, isso é uma frescura. Mudar o time, constantemente, não fará desse grupo de jogadores, uma força coletiva. Ontem, em Prudentópolis, a aquipe voltou a jogar mal.

Exemplo é conversar com torcedores de outros tempos. Quantas não foram as vezes, ao encontrar desportistas fazendo questão de escalar times de outras décadas, simplesmente, na ponta da lingua. Agora, mudando a escalação toda hora, tendo uma diretoria que tem a necessidade ulrapassar a barreira na questão financeira, é jogar com os titulares. A demonstração nas mudanças contínuas não combina com a definição de titularidade.

Hoje a noite, lá no Restaurante La Ventura, mais uma solenidade da Confraria Amigos da Bola. Antecipo, na reunião acontecida entre os dirigentes desta confraria, foram escalados para receber suas placas, Saulo, Alfredo Gottardi e Aladim. Que bonita história esportiva tem esses craques. Para aqueles que não os viram jogar, que tal, dar um pulo neste jantar. Está convidado.

 Surpreende a notícia sôbre a Federação Paranaense de Futebol. Em momento política, sabe-se que terá uma soma de 22 milhões à favor, claro,  depois de pagas todas as suas dívidas. O  Estádio do Pinheirão, alí no Tarumã, que foi levado a resgate de uma penhora por um empresário da cidade de Cascavel, está no aguardo das providências processuais. Com isso, ferve a disputa política pela conquista do poder na entidade, na eleição que acontecerá nesse mês de Março/2015. 

Lembre: Que o melhor da vida é sua história.       

 

 

 

 

 

O mico atleticano.

27 fevereiro, 2015 às 10:39  |  por Capitão Hidalgo

O feitiço virou contra o feiticeiro. Quem poderia imaginar um time que jogou sua pré-temporada, na Europa, retornando com toda pompa e perder  em casa para um time modesto,  Foz do Iguaçu (1×0), deixando seus torcedores perplexos com a demonstração da baixa qualidade coletiva. Claro, estou falando do Atlético, que cria com esse resultado desastroso um verdadeiro mico de intensões à sua diretoria. No mínimo vergonhoso. Fico a imaginar o vestiário do time da fronteira, logo após a partida, um elenco festivo pela vitória e ao mesmo tempo de satisfação em poder devolver com a mesma moeda, a saída dos 5 jogadores que foram emprestados, anteriormente, pelo diretoria do Furacão. Se havia uma predisposição do técnico, Claudinei Oliveira, jogar algumas partidas com seu time principal ainda neste certame estadual, agora, fica evidenciado a necessidade de jogar todas, sobretudo, por estar nos últimos lugares na tabela classificatória.

Após o jogo, aquele muro de lamentações. Ao declarar que não deveria ter colocado em campo seu time titular, aliás descortinou na entrevista que foi um pedido da diretoria,  o técnico Claudinei Oliveira, falou uma besteira sem tamanho afirmando que seu time estava cansado da viagem. Que eu saiba, o Furacão retornou dessa viagem alguns dias atrás. Papo furado. Portanto, para continuar no certame e passar para o mata-mata, terá a necessidade de somar pontos nos 5 jogos que terá pela frente. O prejuízo da derrota, de ontem, em plena Arena, não tem justificativa, afinal, mesmo que nesse estadual algumas equipes estão jogando muito bem. Ter um excelente estádio, mas,  com uma equipe jogando o que jogou, é deveras preocupante.

O Grupo Pró-Tork, que construiu para o Coritiba, camorotes e cadeiras cativas, sim, aquele do lado da Rua Mauá,  que por sinal ficou excelente pelo modernismo e facilidade de circulação dos sócios pagantes, deverá ter um novo acordo a respeito do pagamento desse custo patrimonial. Sabia-se de antemão, tanto a empresa como o clube, que acordos outros poderiam surgir devido mudanças de diretores e pelo tamanho do tempo ao custeio da obra. Até onde eu sei, o pagamento da dívida será com as vendas desse setor com vendas das cadeiras e camorotes. Agora, um novo acordo deva acontecer. Os pagamentos ficaram distantes pela campanha negativa, do time em campo, na temporada passada.

Sou pela honestidade de próposito. Não acredito que o atual presidente da Federação de Futebol, Hélio Cury, haja de forma contraria a um jogo limpo e de forma democrática,  sobretudo, em dificultar a oposição que precisa saber como andam as coisas nos clube amadores, ligas e profissionais. Seriam aquelas pessoas com direito ao voto por suas agremiações.  A notícia é que há um Oficial de Jústiça, a sua procura, com a premente necessidade de saber quem é quem na ordem do dia, ou seja, assinaturas dos interessados e sem débitos na entidade.

Pode ser que esteja viajando na maionese, mas, essa negociação do jogador, Jadson, que joga pelo Corinthians, deva ter atrapalhado os planos da diretoria do clube. Com contrato até o final do ano, o jogador não quis ser negociado com o futebol chinês, mesmo que o salário fosse dobrado. Olha, o time chinês mostrou, inclusive, interesse até em pagar sua rescisão, mas mesmo assim, prevaleceu a vontade do atleta. Pelo lado, do Timão, que já contava com 4 milhões de euros, pois, no fim do ano vai ficar lambendo sabão, seus dirigentes não expressaram a verdade pela necessidade do dinheiro em caixa. O engraçado é que o jogador estava no banco até dias atrás. Vai entender.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Em campo o time titular do Furacão.

26 fevereiro, 2015 às 10:07  |  por Capitão Hidalgo

Ao analisar a última rodada do futebol paranaense, aproveitei para formatar o que poderia acontecer, ao Furacão, se a diretoria não mudasse sua teimosia pelo não aproveitamento do time titular. Muitos podem estar entendendo que nesse jogo da noite contra o time, do Foz do Iguaçu, seja um motivo a mais pela facilidade com que o Coritiba ganhou(2×0) o clássico. Diria ser um deles. Comentava na 2ª feira, pela Rádio 1060 Am-Grupo Evangelizar, que tentaria buscar qual teria sido o foco ao elencar alguns situações.. Vamos lá. Seria pelo fato dos sócios exigirem o time principal, principalmente, pela fragilidade do atual time considerado sub-23, ou para provocar a Federação Paranaense de Futebol, ou mesmo, uma conversa amistosa com o técnico, Claudinei Oliveira, que deva ter feito uma reinvidicação pela necessidade de fazer jogar o time principal, depois do giro a Europa, prevendo dificuldades nessa Copa do Brasil?  Analisem os senhores. Com isso, o torcedor atleticano irá com satisfação à Arena, pois, com certeza verá seu time ganhar do fraco time da fronteira.

Tenho notado nas boas ações dos atuais dirigentes, do Coritiba, uma maneira de sensibilizar seus torcedores com algumas decisões simpáticas. Mesmo que saiba dos problemas que carrega pela responsabilidade de tirar o clube do cáos financeiro, abriu as portas para uma maior integração de ex-jogadores, aceitou de bom alvítre estar somando aos clubes da capital, no que tange a melhoria de conceito administrativo junto a Federação Paranaense de Futebol, e com acordo publicitário com empresas para estampar suas logos ao lado do Atlético, um conhecido adversário esportivo. Ontem, aproveitando essa fase de bons tratos, homenageou o ex-jogador e técnico do clube, Dirceu Krugger, que completou a marca de 49 anos dentro da agremiação. Atitudes assim é para bater palmas. Afora isso, muitos milhões de reais que deixarão de investir pelos erros do passado.

E o Paraná Clube! O momento é de espera. Vou dizer porque. Já se sabe que o atual Presidente, Rubens Bohler, deixará o clube por estatuto, em Setembro, dessa temporada. Sua idéia é antecipar à esperar por um novo personagem que entre no clube com antecedência, para ter o devido tempo em conhecer a situação e dos seus bastidores.

Na rodada, valendo Libertadores de America, o São Paulo goleou o Danúbio, enquanto isso o Cruzeiro empatou contra o Sucre e o Galo Mineiro, perdeu em casa, agora, para o Atlas do México. Outro time brasileiro, Internacional dos Pampas, não anda bem. Está sobrando o Timão. Vamos aguardar. Vai ser difícil um time brasileiro ganhar essa Libertadores/2015.

O argumento do povo brasileiro é tão grande que está muito difícil convencê-lo a aceitar os dítames da política estadual e nacional. O Governo Federal tem que movimentar e definir o processo Lava-Jato. Pela manhã só notícias de greve. A Petrobrás já não é mais uma segurança nas ações pelo mundo, e até negando o tamanho da corrupção em seus cofres, pois, não colocou ao público seu último balanço. Muita incompetência. Por aqui, postos sem combustíveisl, e a contínua busca dos professores para um diálogo com o governador. Não há mais bobos na província.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história. 

 

 

Futebol e a política.

24 fevereiro, 2015 às 08:43  |  por Capitão Hidalgo

O resultado deste último ATLETIBA, vitória do Coxa por 2×0, foi totalmente facilitado pela diferença de valores técnicos no tapete verde, pois, enquanto o Furacão colocava em campo jogadores da sua base, do outro lado, sem querer perder tempo junto a sua torcida, lutou com necessidade de ganhar. Bom para essa nova diretoria. Jogando com o que tinha de melhor, a verdade é que o time do Coritiba, em apenas 20 minutos, ganhou o jogo. O duro mesmo foi o torcedor atleticano ver seu time perder novamente. Não sei, mas, acredito que lá frente, a diretoria atleticana vai reverter o quadro de aproveitamento dessa base que está distante daquela formada, em 2013, pois, essa sim foi um sucesso. Já disse o presidente atleticano, Petráglia, que se ganhar o oposicionista à Federação Paranaense de Futebol, Ricardo Gomyde, entrará com seu time principal. Vamos aguardar.

 Ontem, aconteceu em nossa capital, uma reunião com a força dos principais clubes à favor da chapa de oposição, à entidade esportiva do Estado. Muita coisa foi dita, inclusive, apoios irrestritos do Coritiba e Atlético ao Paraná Clube, com empréstimos de jogadores quando da chegada do Campeonato Brasileiro, Série B.  Até a possiblidade de transmissões nas séries menores do nosso futebol (suburbana) pela Tv. E-Paraná, do Governo do Estado, que vem demonstrando seu apoio ao Ricardo Gomyde.

Por outro lado, ouvi do atual Presidente dessa entidade, Cury, dizer da sua contrariedade com a CBF, que jamais estendeu um tapete ao nosso futebol. A entrevista que deu no programa, Nosso Mundo Esportivo, pelo microfone da 1060 Am, Rádio Evangelizar, falou mais ainda, que deveria ser ele o vice, da CBF, da Região Sul do país, e foi sumáriamente afastado. Chegou, também, a pedir um empréstimo a entidade máxima para pagar uma ação contra a Federação, e nada conseguiu. Alegou, por isso, que abandonou a questão. Contudo, sabendo que a briga não será fácil, aceita de forma democrática a eleição.

Por experiência, avaliado por outros carnavais, lembro que as duas maiores autoridades políticas de Curitiba e do Estado, Ney Braga e Anibal Cury, não ganharam com seus candidatos uma eleição dessa entidade esportiva. A última por sinal, com outro político candidato,  Rafael Iatauro, do Tribunal de Contas e Casa Civil, foi derrotado fragorosamente. Não esquecer, que nesta eleição o total de votos válidos serão computados por 6 Ligas, 37 equipes da Suburbana e 20 clubes profissionais.

A guerra está aberta. No caso da diretoria do Foz do Iguaçu, equipe que há bem pouco subiu a 1ª Divisão Paranaense, por não ter aderido a chapa de oposição, sofreu seu percalço com a necessária devolução de 5 jogadores emprestados pelo Atlético. Na verdade, o Presidente do Foz ao declarou seu voto antecipado, mesmo assim, mostrou seu caráter. Assim caminha a humanidade, pois se vier a perder com o atual, Hélio Cury, estará fadado seu time a cair novamente à 2ª Divisão.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.   

 

A união faz a força.

21 fevereiro, 2015 às 10:18  |  por Capitão Hidalgo

Estive presente esta semana na reunião, vamos dizer histórica, nas dependências do Estádio Couto Pereira, quando as diretorias do Coritiba e Atlético, selaram um acordo que poderá trazer muitos frutos ao futebol paranaense. Primeiramente, o que ouvi, foi uma saudação geral envolvendo os presidentes, técnicos, jogadores e a imprensa geral. Não por coincidência dos fatos, claro que foi amplamente falado a respeito, o clássico, de amanhã,  Atlétiba, chamou atenção para ser um pontapé inicial nos acordos positivos que acontecerão no futuro. Com isso, as diretorias jogaram a responsabilidade aos torcedores, aqueles mais bagunceiros, canalhas de plantão, que não há motivo para desordem. É possível que algum foco isolado aconteça, só que os dirigentes avisam que não voltarão mais atrás neste acordo de paz e pela busca do bem ao nosso futebol.

Rivalidade sempre, mas, no campo, afinal as coisas se definem na qualidade exposta pelos jogadores. Outra coisa comentada foi no tocante ao Paraná Clube, na necessidade de um resgate através de um apoio incondicional da dupla Atletiba. Algumas ações já tenho notado, como no caso, o acordo firmado pela empresa de telefonia Vivo, na assinatura de contrato nos mesmos moldes, sobretudo, a visibilidade da marca nas camisas alviverdes e rubro negras. Bonito gesto de aceitação e ao mesmo parabenizar o feito dos dirigentes da empresa telefônica.

Ontem, no Programa Nosso Mundo Esportivo, da Rádio Evangelizar Am-1060,  surgiu uma noticia alvissareira dando conta de que poderemos ter, após o estadual, um acordo envolvendo o J.Malucelli e Paraná Clube. Com isso a ideia de uma formatação de valores técnicos de uma equipe e outra, claro acordando, também,o lado financeiro dos clubes. Com tal atitude pode-se ter uma boa equipe para a Série B, e outra para uma possibilidade de mais força na Série D, no caso do J.Malucelli.

Essa medida faz lembrar, que em priscas eras,  existiu um acordo e que teve apoio da Federação Paranaense de Futebol (era Milani), em formar uma boa seleção de jogadores para a disputa do Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Tudo aconteceu, a hiistória me foi contada, porque o Ferroviário,  que teve a oportunidade de representar o futebol paranaense, (leia-se 1967), foi um fracasso. Baseado nos maus resultados, ano seguinte (1968) , foi com a camisa do Atlético que os resultados foram melhores, no aproveitamento dos jogadores Célio e Nilo, do Coritiba, e Madureira pelo Ferroviário. Em 1969, aí sim, foi a vez do Coritiba, que incluiu Nilson Borges, Paulista e Charrão, jogadores do Furacão. Em 1970, ano que aqui cheguei, novamente o Atlético foi a campo, e a pedido do técnico, Alfredo Ramos, me convocou ao lado do lateral Hermes. Do lado, do Ferroviário, o goleiro Paulista e o zagueiro Gibi.  Já a partir de 1971, a primazia foi, do Coritiba, que se estendeu pelos muitos títulos estaduais conquistados.

Disse, dias atrás, que a nova diretoria do Coritiba com intuito de promover o retorno de profissionais consagrados no clube, tomou a boa iniciativa de abrir um camorote, no Estádio Couto Pereira, com direito a bolos, bebidas e salgados. Agora, como a circunstância está favorável, está sendo constítuida uma diretoria dos ex- atletas, para algumas ações. A primeira será dia 8 de Março, preliminar do jogo principal entre o Verdão Paranaense x Londrina, quando será realizado uma confraternização dos Masters do Coxa e Seleção de Veteranos, em uma partida festiva. Vai valer a pena chegar ao estádio com antecedência.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.        

 

Dionisio, o Sangue Bom.

18 fevereiro, 2015 às 08:51  |  por Capitão Hidalgo

Que pecado foi a frase que mais ouvi no velório, do ex-jogador e comentarista, Dionisio Filho. Na verdade perder uma pessoa de bom astral, um companheiro  sangue bom, aliás, foi ele quem criou, sempre buscando uma palavra de incentivo a qualquer que fôsse o personagem, é triste. Sabia valorizar seu momento. Com linguajar esportivo de fácil interpretação, se preocupava em fazer críticas, por isso, norteava à busca de seus exemplos vividos na dura realidade da vida. Desde a infância, na cidade de Ribeirão Preto, aos mais próximos, dizia-se feliz por aquilo que Deus lhe reservava, pois, foi trabalhar na roça, em firmas de pinturas, e quando chegou ao futebol,  seu caminho ficou iluminado. Galgando espaços ali na lateral esquerda, jogou em Campinas, Goiania, Itumbiara, Belo Horizonte, Porto Alegre. No Galo Mineiro, foi campeão com Reinaldo, Marcelo Oliveira, Cerezzo. No Internacional, então, jogou com Falcão. Imagine a alegria, ainda garoto, por sua dedicação e qualidade chegando a alguns títulos.

Mas, foi aqui em Curitiba, quando negociado ao Atlético Paranaense (1978), que encontrou seu chão de futuro. Com o tempo passando, ainda teve tempo de jogar e ganhar títulos no Coritiba, Pinheiros e Colorado. Ao terminar sua carreira, no Cascavel, mirava uma condição de técnico de futebol, situação que lhe incomodou muito, pois, sentia uma contrariedade com sua cor. Por isso vi discutir muito e com propriedade, sobretudo, na defesa à raça negra como sempre fortalecida no amplo conhecimento da matéria. Fêz algumas incursões no mercado de automóveis e vestuário, prejudicado pelos negócios, aí sim, abraçou a carreira de comentarista. Quem lhe deu a primeira chance foi outro ser humano maravilhoso, Claúdio Marques, onde nunca deixou de agradecê-lo.

Nesses anos seguintes foi compilando prestígio, amizade e reconhecimento por sua simpatia, irradiando alegria por onde andava. Criou o famoso bordão ” Sangue Bom”, afinal, sabia se colocar em qualquer ambiente. Difícil era vê-lo triste, a não ser, por uma contrariedade.

Peo destino das coisas, vim a ter um contato mais estreito com Dionga, seu apelido, quando fomos contratados pelo SBT, para participar-mos do Programa Show de Bola, onde tínhamos, também, outro excelente companheiro, o ex-jogador e hoje vereador, Paulo Rink. Foram quase 3 anos de bela convivência. A nossa estada, em Johanesburgo, cobrindo a Copa do Mundo/2010 foi muito bacana. O que mais êle adorava era quando criávamos um debate com argumentos contrários, e que  muita gente entendia como sério. Ele vibrava.  Todos, no SBT, sabiam quando ele chegava, pois, o alarido no corredor era a consequência de sua presença. Fazia questão de comprimentar a todos. Na gabinete, do presidente da casa, ele abria a porta e dirigia sua saudação para o majoritário, outra expressão que ele usava para os figurões.

Quantas não foram nossos encontros em casa, restaurantes e estádios de futebol. Feliz como sempre, estava ele a colocar seu vocabulário em dia. Algumas? ” É ser farinha para estar no bolo”;  “Quando sai o papá” (salário). ” O que vale é o numerário”. Gostava muito do cantor e seu amigo, Jorge Benjor. Aliás, quando cantava e tocava ( e bem violão), Dionga, homenageava o Benjor. Outra figura que elogiava sempre, o Luis Carlos Martins, proprietário da Rádio Banda B. Contudo, peço-lhe desculpas, Dionisio, por ter contado algumas coisas com o intuito de agradecer-lhe pelo aprendizado que tive ao seu lado. Enfim, peço a Deus que conforte sua esposa, D.Sueli e seus 3 filhos, dando lhes muita força. A nós fica o reconhecimento da excelente pessoa que pela sua simplicidade e sabedoria soube viver seu mundo. Não tenho dimensão para entender sua falta em nosso convívio.

Lembe-se: Que  melhor da vida é sua história.

O povo exige seriedade dos políticos.

13 fevereiro, 2015 às 10:04  |  por Capitão Hidalgo

O que outrora as coisas aconteciam às portas fechadas, sinto viver um tempo com informações precisas ao povo brasileiro. A vida não está fácil para os políticos. O que as pessoas querem é a certeza que realizem tudo que falaram em campanha. A vergonha que passamos ao ver problemas se acumulando, principalmente, na esfera federal, espalha-se pelo país nos contínuos projetos desviados. Não há como separar essa pauta, sobretudo, pela necessidade de colocar na cadeia os corruptos. É muita provocação. O caso da Petrobrás dá alergia. Só se fala em propina. Qualquer página que se lê, viva as Redes Sociais, que  diáriamente coloca a verdade  para o povo, a certeza que nada passará despercebido.  Por aqui vejo as participações dos curitibanos e paranaenses, reagiando de forma contundente ao pacote lançado pelo Governo do Estado. Aos políticos, de maneira geral, diria que não há mais bobo na província. Com isso, ao final do dia, saiu de pauta tal questão.

Só sonhando para ver melhoras no Paraná Clube. O caminho de recuperação é tortuoso, tanto no campo como na administração. Muito falatório e nada de melhor acontece. Ontem, perdeu em casa para o J.Malucelli (3×1). Como sair dessa é que são outros quinhentos. Como ter um bom time em campo com tantas dívidas. Um impacto, vamos dizer gestão autoritária, pode e deve ser o encaminhamento. Doa a quem doer.

Depois de um longo treinamento, na cidade de Atibaia, não sei de quem foi a idéia, afinal, tendo um bom CT, o Coritiba deu um vexame, no último jogo, ao perder do inexpressível,  Foz do Iguaçu (2×0), time esse que dias atrás tinha um único jogador no banco de reservas. Não é normal. Com isso o técnico, Marquinhos Santos, vai promover mudanças para o clássico ATLETIBA, após o Carnaval.

Ontem, nas dependências do Clube Três Marias Clube de Campo, no bairro São Brás, uma reunião à respeito da próxima eleição na Federação Parananese de Futebol. No comando, o oposionista Ricardo Gomyde, que busca  encontrar um mínimo de 30 assinaturas entre  Ligas, a Suburbana e os Clubes Profissionais. Entre todos, o número final soma  63 com direito ao voto.

Houve uma mudança de endereço, pois, depois de algum tempo, o Desfile de Carnaval em Curitiba  retornará à rua Marechal Deodoro, local bem central na cidade. Aos foliões o desejo que saibam exercer a condição de carnavalescos. Aproveitem.

Lembre-se:  Que o melhor da vida é sua história.

Petráglia em campanha para derrubar Cury.

11 fevereiro, 2015 às 10:14  |  por Capitão Hidalgo

Muitos aguardavam pela demissão do atual Gerente de Futebol, Marcus Vinícius, do Paraná Clube. Chamado a falar  através da imprensa, o Presidente Bohler, foi descrevendo a realidade do clube. De forma pragmática, sem abrir chances de perguntas dos repórteres, foi lendo o improviso mais como obrigação aos seus torcedores é sócios. Se caiu no agrado ou não, a verdade é que colocou à público, os problemas cruciais que vive a agremiação nesses muitos  anos. Quanto ao profissional, Marcus Vinícius, continuará no clube. Me manisfesto dizendo que foi uma atitude correta, afinal, ele não falou nenhma inverdade.

O jogador de maior destaque e que mais aparece nas Redes Sociais, sem nenhuma dúvida, é o atacante brasileiro, Neymar. O tema de hoje é mostrar ao mundo que já está com a marca de 38 gols no time do Barça. O mesmo em comparação  com o ex-jogador do clube, Diego Maradona, que teve uma passagem boa em que pese algumas contusões. Imagine se o Neymar, com 23 anos completados nessa semana, não fará história no clube espanhol. Só de passagem, nesses últimos 3 jogos do time catalão, fêz 4 gols, mais do que o companheiro Messi, nessa temporada.

Voltando a falar do Tricolor da Vila, além do pronunciamento do seu presidente, a nota destoante foi a saída do médico, Jonathan Zaze. Não se deve criticar esse profissional por afirmar que o clube não tem tido condições nem de comprar produtos farmáceuticos aos jogadores. Por conta disso, está saindo, e agora, fica a dúvida do acerto daquela grana que acordou quando anos atrás colocou o clube na justiça. Aliás, dos 3 milhões de crédito, facilitou o valor em 1 milhão de reais, divididos em 18 meses. Mais um problemão para o clube.

O ex-árbitro, agora, Deputado Federal, Evandro Roman, colocou seu nome na chapa do atual Presidente, Hélio Cury, a próxima eleição da entidadade no final de Março/2015. Acredito que alguma corrente andou pedindo ao Roman para o apoio, até porque. do outro lado como oposiconista está outro político,  Ricardo Gomyde. Domingo passado, no clássico entre Atlético x Paraná Clube, o mandatário do Furacão, Petráglia, adentrou ao campo para bronquear contra à arbitragem. Claro, que o árbitro registrou o problema na súmula. Hoje, o Petráglia, tá falando um montão contra a Federação, aproveitou para afirmar que o atual presidente perderá a eleição. Falou outras “cositas más”.

Quem esteve na praça, ontem, foi o Rei Pelé, para o lançamento de um Curso sôbre Gestão Esportiva, da Uninter. Levando na boa, falou da sua recuperação física e , principalmente, a respeito da segregação racial. Disse que fôsse para colocar na justiça os contrários, seria um Deus nos Acuda, afinal, em todo lugar que esteve sempre ouvia essas brincadeirinhas de mau gosto. Como tive o privilégio de jogar alguns jogos e treinar contra o Pelé, no campo então era uma grandeza, pois, era um tal de mandar diminuir espaço do “crioulo ou negão”.  Na verdade o que ele não gostava era de levar pontapés.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Abertura simpática a ex-jogadores.

9 fevereiro, 2015 às 05:19  |  por Capitão Hidalgo

Até que ponto deve ser criticado o Coordenador de Futebol do Paraná Clube, Marcos Vinicius, que após o jogo contra o Atlético, fêz apelo aos torcedores da agremiação para colaborarem ou a agremiação acabará. Acredito que sua sinceridade vai lhe prejudicar, pois, ao confirmar que alguns meses o clube não salda o salário dos jogadores, com toda certeza irá mexer com a direção da agremiação. O rapaz que está cuidando do futebol paranista, Coser,  comentou depois do jogo, que essa parte não deveria ser comentado, sobretudo por não estar na área dele. Não entendo assim, afinal tudo se relaciona com direitos e obrigações.O resultado de vitória foi do time atleticano por 1×0, gol de Bruno Pelissari, de penalti.

Está sendo formado no Coritiba uma confraria de ex-jogadores, tendo à frente, Reinaldinho e Sidney Bottini, que jogaram na década de 1970. Não tenho dúvida alguma que essa abertura no clube traz um significado de muita importância, afinal, se considerarmos é a certeza de uma  maior aproximação de  sentimentos dos que tão bem serviram a camisa alviverde. Parabenizo a nova diretoria por esse tratamento justo e honesto. Estou relatando o fato, até porque estive no  último sábado, no Estádio Couto Pereira, na ala nova  Pró-Tork, que está muito bonita. Conversei com o Jairo, Marinho Buchenek, Claúdio Marques, Oromar, Heraldo, Pachequinho, Krugger, além dos atuantes Reinaldinho e Sidney, com direito a bolos e salgadinhos. Quem aproveitou por essa oportunidade foram alguns sócios torcedores que registraram o momento tirando muitas fotos e autógrafos.  Informo aos ex-jogadores que ainda não estão sabendo dessa iniciativa, que a porta do clube está aberta. Certo.  Espaços estão garantidos em um dos camarotes.

Com os resultados da 3ª rodada do paranaense, continuam invictos, Coritiba e Londrina. Estão começando bem os times do Malucelli, Rio Branco e Cascavel. As piores equipes são:  Prudentópolis e Nacional de Rolandia. Outra mais ou menos é o representante da cidade de Foz de Iguaçu. Regulares por enquanto, Operário, Maringá, Paraná Clube e Atlético. Por enquanto sem convencimento técnico está o campeonato estadual.

Dando provas que terá muitos problemas nesta temporada, o Cruzeiro das Alterosas sòmente empatou contra a Caldense (1×1), e foi em pleno Mineirão. Com certeza, às muitas negociações com seus principais jogadores, trará  muito desconforto a Comissão Técnica e a própria diretoria. Não basta só trazer dinheiro para casa, afinal, o torcedor acostumado a títulos, não aceita essa provocação. Do outro lado, Galo Mineiro, esse vem ganhando.

Perguntar não ofende: Por que não foi entregue, ainda, o talão de pagamento do IPTU/2015 , em Curitiba?

Lembre-se: Que o melhor da vida é a sua história.

Oposição fortalecida.

6 fevereiro, 2015 às 10:44  |  por Capitão Hidalgo

Volto ao assunto da Federação Paranaense de Futebol. De repente, uma articulação forte com a indicação do político paranaense,  Ricardo Gomyde, que  bem jovem  se transformou  num Deputado Federal do Estado do Paraná. Nos últimos anos, vivendo em Brasilia, Gomyde sempre esteve ligado à Pasta do Ministério do Esporte, comandado pelo Ministro José Aldo Rebello, seu amigo inseparável. Foi uma peça importante no quesito político, quanto as obras nos estádios para a Copa do Mundo/2014. Por aqui transitou por várias vezes ao lado do Rebello, que deu apoio incondicional à construção da Arena. Como esteve ligado, permanentemente, com os homens da CBF, criou um vínculo muito forte dentro dessa entidade que é a maior do futebol. Pois bem. Já se sabia que havia uma chapa oposicionista ao atual, Hélio Cury, com o nome do advogado, Juliano França Tetto. Agora, são outros quinhentos.

Ontem, uma notícia bombástica quanto a uma reviravolta no assunto, sobretudo, pela realização de uma reunião extraordinária envolvendo os presidentes dos clubes da capital e pessoas ligadas ao esporte amador, liga e suburbana. O próprio, Juliano, aquiecendo esse propósito de se ter uma chapa mais forte de oposição,  entendendo que a presença do Gomyde na esfera da CBF e Federal, tem um corredor mais facilitado, abriu mão da sua candidatura. Com isso espera-se que a nossa representatividade volte no bem do futebol paranaense. É sem sombra de dúvida uma força necessária no âmbito político esportivo.  Agora, vai do entendimento daqueles que devam votar. São 6 ligas, 2o equipes profissionais e 37 equipes amadoras.

Para quem iniciou um trabalho sustentado pela base, esse é o caso do Atlético, em 2013, era de se esperar por melhores resultados.Não é isso que está acontecendo, afinal,  baseado numa idéia antecipada, hoje hoje fala-se muito da questão de optar por jovens talentos criados nos clubes, o que se esperava fosse um arranque inicial no campeonato e não é o que se tem visto. Entendo que essa missão deveria ser dado a profissionais da nossa terra, sem a necessidade de se buscar lá fora, pessoas que nada sabem do clube. Foi preocupante a derrota atleticana na cidade de Paranaguá (3×1). Um time totalmente perdido em campo.

 Outros tempos? Quem diria ver uma foto, bem para mim é histórica,  envolvendo os presidentes, Bacellar, Petráglia e Bohler, numa mesma idéia de mudança política no contexto futebolística do Estado do Paraná. Dias atrás, a dupla ATLETIBA, fechou contrato com a operadora TIM, com os mesmos números financeiros. Parabenizo esse espírito esportivo.

A reclamação dos ingressos nos jogos é em todo país. O alto custo ofertado pelos clubes é de tirar o entusiasmo. Claro, há um porém, tudo isso tem uma vertente que é a constatação do torcedor se tornar um associado. O caminho que está trilhando o futebol é para esse exemplo atual,  do Palmeiras, que está chegando a casa dos 100 mil sócios. 

Lembre-se:  Que o melhor da vida é sua história