A imprensa antecipou retorno do Dunga.

22 julho, 2014 às 09:38  |  por Capitão Hidalgo

Quando se coloca qualquer que seja um comentário, é claro, nem sempre cai de agrado para alguns leitores. Posso confirmar que não tenho outro próposito a não ser conviver com os amigos os problemas sôbre o futebol da nosa capital e até o brasileiro. Nesse momento entendo que os torcedores das equipes da capital estão muito mais preocupados com suas agremiações do que o assunto que se tornou chato a respeito da Seleção Brasileira de Futebol. Hoje virá a confirmação da volta do técnico Dunga. Engraçado que a imprensa já noticiou, com antecedência, que na verdade vem na manhã de hoje. Portanto, vamos nos ater ao Coritiba, Paraná Clube e Atlético Paranaense.

Analisando a última rodada, alguns contornos nos mostram o controle desigual das atuações dos clubes da capital, onde vemos um Coritiba sofrendo com constantes maus resultados, como também, sem possibiliddes de progresso o Paraná Clube. Quem vai se saindo muito bem é o Furacão. Seria surpreendente? Não, absolutamente não. O que está acontecendo é que a diretoria do Atlético acompanhou um projeto mesmo que alguns resultados não fossem satisfátorios no meio do caminho. Sem aceitar qualquer protesto dos torcedores e dos sócios, já demonstrava o clube a segurança de uma boa gestão esportiva, com números conquistados, principalmente, em campo na temporada passada. O aproveitamento das categorias de base, que tem sido o grande trunfo dessa orientação diretiva, desde a temporada passada tem sido um sucesso.

Com o lado promissor desta gestão, que tem no comando o Presidente Mário Celso Petráglia, mesmo que tenha havido alguns problemas no comando da comissão técnica, inclusive, obrigado a mudar o encaminhamento do time  no ínicio deste ano, mexeu com acerto com novos profissionais. Só para refrescar a memória, nessas últimas vitórias neste Brasileirão/2014, o time titular vem jogando com 7 a 8 jogadores da base. O Furacão encontrou o caminho moderno.

Nas ruas por andamos é comum torcedores do Coritiba perguntarem essa situação de insegurança que vive o clube no Campeonato Brasileiro/2014. Para não deixar de responder, pelo meu conceito esportivo, as coisas estão se arrastando desde as temporadas passadas. Erros dentro do projeto esportivo vem sendo notado por conta da fragilidade do elenco. Com mudanças constantes dentro de uma filosofia sem progresso, e sem a noção exata do que se deve fazer agora, a verdade é que desde  a pré-história do futebol não se deve gastar mais do que receber. Com conta alta para pagar e sem a possibilidade de trazer jogadores melhores, duro mesmo é precisar de empresários que começam a lotar de profissionais sem condições.

Com naturalidade e leveza para não machucar o atual presidente do clube, em críticas, a maturidade dos conselheiros do Coritiba é que poderia colaborar no contrôle da situação e projetar um “novo planejamento” mesmo dentro do ano letivo. Com 11 jogos realizados, ganhando somente 7 pontos, e tendo a necessidade de chegar no final do turno com 23 pontos, a matemática explica que dos 8 jogos serão necessários 16 pontos. Será que chega?

Lembre-se: Que o melhor da vida é a sua história.  

 

Retorno do Brasileirão/2014.

17 julho, 2014 às 09:49  |  por Capitão Hidalgo

A bola voltou a rolar no Campeonato Brasileiro. Na rodada acontecida, na noite de ontem, alías parte dela, vimos alguns desses jogos. Parece que algumas equipes não aproveitaram o tempo para melhorarem seus rendimentos técnicos no campo. A proposta que poderia mexer com alguns elencos poderia ser um início de recuperação coletiva. Convenhamos, os resultados do Fluminense, Botafogo, Coritiba e Flamengo, mostraram que nesse retorno ainda precisarão melhorar a taxa de qualidade. Com moleza e jogando mais pelas beiradas,nenhum time irá se sustentar com falta de qualidade no gramado. O sufoco pela falta de pontos, nessa que ainda é uma fase embrionária, será com certeza a péssima tendência futura.

Na importância dos fatos, sugiro olhar com mais atenção e trocarmos figurinhas sôbre os resultados das equipes paranaenses neste Brasileirão/2014. Falar do Paraná Clube, é na verdade uma missão muito difícil, pois, as constantes duvidas no relacionamento elenco/diretoria, sempre pela falta de dinheiro, vem produzindo maus momentos e, consequentemente, péssimos resultados. Mesmo que tenha jogado para se defender, principalmene no 2º tempo contra o América Mineiro, a demonstração geral foi a ausência de jogadores no ataque, e o desastre em Belo Horizonte veio quando tomou o gol no final do jogo. Com 9 pontos ganhos, até agora, precisará para o virar o turno ganhar em torno de 14  pontos. Quer dizer, vencer 5 partidas em 8 jogos. Missão improvável.

O Atlético Parananese foi à Macaé, interior do Rio, é ganhou do Mengão (2×1). Não só conseguiu um bom resultado como jogou bem e de forma inteligente. Com isso, a estréia do técnico, Doriva, consideramos importante, afinal, deu mostras que os treinamentos nos dias de Copa do Mundo, foram bem proveitosos. O Furacão, ficou no aguardo da impulsividade do Mengão, coisa que não veio, e logo fez seu gol numa boa estocada do atacante, Douglas Coutinho, com toque sutil enganou o goleiro Felipe, fazendo o 1º gol da partida. Quando precisou se fechar no 2ª tempo, mesmo com a posse de bola do Flamengo, foi  o mais prático com jogadas rápidas. Veio a vitória com o gol de Cleberson quando o resultado era de empate. No registro fica então a soma de mais 3 pontos levando o Furacão a 16 pontos. Agora, depois de pagar uma conta alta por jogar 5 partidas em seu mando de jogo, fora de casa, voltará  no próximo domingo para sua Arena.

Confesso que esperava mais do Coritiba nesse jogo contra o Figueirense. Se estrepou todo ao tomar um gol em menos de 5 minutos e não se achou mais. Isso pode ser uma prova incontestável de fragilidade no seu elenco. Continuo defendendo o técnico, afinal, experiente na profissão, Celso Roth, de repente vai pedir o boné. Hoje, minha gente, se o elenco for fraco nem o técnico, Guardiola, arrumaria o time em campo. Situação crítica, estando nos últimos lugares, a hora é  buscar  recuperação, sobretudo, porque o 1º turno já está comprometido. 

Com a derrocada da equipe brasileira, a verdade é que o custo tem sido enorme para alguns profissionais, a começar pelo técnico, Felipão, que andou perdendo faturamento na publicidade. Enquanto não vem a definição da filosofia que ira trilhar a CBF, alguns intelectuais, aqueles que escrevem maravilhosamente bem, estão se intrometendo num assunto que não sabem, vamos dizer como bater um escanteio. Cada um querendo levar o seu.

Lembre-se: que o melhor da vida é sua história.

  

 

 

  

O orgulhoso povo brasileiro.

15 julho, 2014 às 09:50  |  por Capitão Hidalgo

Passadas as emoções do Mundial de Futebol/2014, por interesse cultural e estatístico, estou compilando informações a respeito dos números positivos que o nosso país conquistou. Por ordem inversa, claro que o mais lógico seria a conquista brasileira nos gramados, o que mexeu com o mundo foram outros aspectos, em especial o envolvimento emocional e esportivo. Tenho ouvido coisas maravilhosas quanto ao nosso povo, principalmente, dos turistas que aqui vieram pela 1ª vez, aproveitando para oportunizarem e estreitarem conhecimento e a alegria da nossa gente. Aquilo que foi uma constante jornalística, onde diariamente jornalistas precionavam com  notícias escandalosas na tentativa de mostrarem dúvidas ao entenderem que o BRASIL PAÍS não teria condições mínimas, achando a falta de uma consistência operacional e competência,  brotaram inverdades sem precedentes. Seria por interesse restrito a política? Os aproveitadores foram as ruas reinvidicando isso e aquilo, como se já não bastassem os problemas de dezenas de anos que são enfrentados por ideologias erradas. Desculpe, aos ignorantes e pretenciosos, pois, não tiveram a capacidade de enxergarem que vivem num país abençoado.

Sou um nacionalista, acreditando que sejam muitos em nosso país, mas, tenho minhas convicções acostumado as minhas andanças pelo mundo, onde aproveitei essas oportunidades a fazer comparativos de forma mais estreita. Podem falar o quiserem, mas, o brasileiro é bem diferente. Se os próprios alemães campeões do mundo, que aqui vieram e que são considerados  um povo frio por natureza, sairam distribuindo elogios pelo tratamento que tiveram nas várias regiões do nosso continente, só com isso não teria mais necessidade  fazer mais relatórios. Agora, os mesmos que foram cegados pela ignorância são os primeiros a bater palmas. Os noticiários afirmam que quase 1 milhão de turistas estiveram por aqui, e que a economia através desse congraçamento dos povos conseguiu chegar a soma  de 30 bilhões aos cofres brasileiros, dando para pagar todas as despesas e sobrar na criação de um patrimônio esportivo e turístico. Portanto, se no campo não fomos o esperado, fico com que disseram os turistas, quem ganhou mesmo foi o PAÍS BRASIL.

Ainda está dando o que falar a performance ruím do selecionado brasileiro. Fôsse em outro país, convenhamos, um 4º lugar estaria muito mais valorizado. Como aqui se respira o país do futebol, não foi nesse mundial que aconteceu a vitória brasileira. Engraçado, nas duas vezes, em 1950 e agora em 2014, não tivemos o sucesso esperado. Com isso foi desfeita mais uma comissão técnica de futebol. Selecionar a culpa do imprevisto é inadequado, como fizeram com o goleiro Barbosa, em 1950, em pleno Maracanã. Vamos classificar que é de todos que militam no atual estágio do futebol brasileiro. Todos, que fique bem claro, inclusive, a imprensa ufanista que muda de ares a cada momento.

Nunca esteve tão a caráter à CBF contratar um estrangeiro para dirigir o selecionado. A iniciativa é geral, principalmente, da imprensa esportiva que não aguenta mais o provincianismo. Se outrora o técnico foi do Rio ou de São Paulo, coisa que últimamente vinha sendo por gaúchos, a lista aumenta a cada dia por Mourinho, Sampaoli,Pekerman e Guardiola. Como os dirigentes são vulneráveis, ainda mais com pressões externas, até possa ser possível.

Na ordem natural das coisas, a primeira providência terá que ser a convocação de um Coordenador Geral. Para não ficar em cima do muro, vem a lembrança de Leonardo, jogador campeão do mundo e que está na Europa há anos, onde foi dirigente e técnico, com uma vasta bagagem esportiva. Outra pressão é quanto a ex-jogadores estarem fazendo parte da próxima lista de funcionários.

\lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

 

Como sair da atual situação.

13 julho, 2014 às 10:00  |  por Capitão Hidalgo

Fôsse de uma outra maneira até que poderia se praticar a frase “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Mas tudo deu errado. Se já não bastasse a “tunda’ que levou o selecionado brasileiro para os alemães, diga-se de passagem, foi a maior derrota acontecida nos 100 anos de competição, por 7 gols a um, ainda restava uma pequena esperança de recuperação em enfrentar o bom time dos holandeses. Mas, em pouco mais de 3 minutos, um penalti e o sonho de um 3º lugar já estava acabado.  Veio o 2º gol e foi-se o que era doce. Cada um no seu canto, pensando, “o que estou fazendo aqui”. Jogadores, Comissão Técnica, dirigentes, enfim, um verdadeiro fim de feira. Buscar culpados, agora é pouco, mas, o próprio ditado diz que  a vida é para seguir. Contudo, para se ter essa direção, será necessário uma tremenda mudança de comportamento de todos que estão infiltrados na bola, principalmente,  a imprensa, pois é culpada, também,  de endeusar jogadores sem totais qualificações técnicas. Portanto, estará escrito para sempre que essa atual, Seleção Brasileira de Futebol, afundou todas as pretensões do seu povo esportivo como um Titanic.

Recuperar desse vexame internacional não será, verdadeiramente, uma tarefa fácil. Nem bem terminou o jogo e já se falava em nova comissão técnica. Pelo amor de Deus, vamos raciocinar mais, afinal todos estão aturdidos com essa decepção. O histórico brasileiro, que não deixava por menos em classificar a derrota para os uruguaios, em 1950, no Maracanã, e que o goleiro Barbosa teria sido o maior culpado, ficará agora deixado de lado, sobretudo, pela desorganização técnica dessa equipe do técnico, Felipe Scolari.

As bobageiras já começaram. Imaginem que já apareceram mágicos para resolverem os problemas do futebol brasileiro. Agora, o assunto será uma melhor gestão esportiva onde os clubes brasileiros deverão ser regidos pela necessidade de melhorias acentuadas. Sei que irei repetir mais à frente comentários de que o futebol brasileiro não conseguirá um bom time nesses próximos 4 anos. A espectativa de recuperação será a tônica de todos, sim, mas a maneira ou forma é que serão outros quinhentos. Afinal, esperar por uma rota sem conflitos e um processo de mais humildade para reconhecer que já não somos os melhores, porque não!

Como planejamento no futebol brasileiro é piada, a dúvida é como será a formatação com outros personagens, se o fortalecimento e coordenação na postura de padrões melhores, será muito demorada com iniciantes na matéria. Volto a dizer que os clubes são a célula-mater da grandiosidade de uma seleção. Para chegar a tanto, os próprios clubes deveriam ter uma situação melhor com a divisão nas cotas de televisão. Não é possível brigar no campo sem  isonomia. Essa questão deveria ser olhada com carinho pelos homensa da CBF.

Outra coisa é  ter um conceito de fazer uma adaptação “regenerativa” na parte financeira. Os clubes devem milharese milhares de impostos. Chega de gastança e de dirigentes despreparados em gastar mais do que tem a receber. Fora com eles. Portanto, uma profunda reforma no futebol brasileiro está sendo esperada. Basta saber se o interesse é geral.

Justo será reconhecer que o país Brasil fêz uma grande Copa. Mostrou ao mundo um povo maravilhoso que sabe participar, receber os turistas e demonstrar sua alegria, aliás, estampada pelas imagens . Para quem não acreditava em nosso país viu como somos grandes. Esse legado tem que ser registrado. O jogo que finaliza essa Copa do Mundo/2014, a tarde entre Argentina x Alemanha, no Maracanã, nas vozes bonitas de Ivete Sangalo e Shakira, torcemos que possam por alguns minutos tirarem a tristeza brasileira

Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.  

 

 

 

 

 

A tristeza da “Patria de Chuteiras”.

9 julho, 2014 às 05:05  |  por Capitão Hidalgo

Para simplicar o que foi visto, ontem, jogando por uma semi-final de Copa do Mundo e perder em casa para o time alemão por 7 gols a um, é simplesmente dizer que a Seleção Brasileira de Futebol sofreu a maior goleada de todos os tempos. De forma perplexa e sem exagero, a equipe do técnico Felipe Scolari foi tomando gols em profusão, pois, ao término do 1º tempo o score era de 5xo, assustando ao mais otimista torcedor alemão. Desastre, humilhação e outras palavras levadas ao superlativo, ainda não seriam tão adequadas para encarar esse vexame internacional. Na verdade houve um buraco na zaga e na vida do esportista brasileiro. Se, em 1950, a derrota por 2×1 contra os uruguaios ainda não cicatrizou, quero acreditar que essa geração de desportistas, também, terá muito o que contar  dessa catastrófe acontecido no Mineirão, em Belo Horizonte. Antes foi o Maracanazo e agora?

 O choro da galera nas arquibancadas, onde as pessoas não sabiam entender o porque dessa tragédia, determinou ser essa a maior tristeza esportiva que a ” Pátria de Chuterias” sofreu em todos os seus tempos. Desclassificado, ainda tendo que jogar por um 3º lugar, a missão de fingir em campo ficará por conta dos jogadores e comissão técnica . Essa derrota será inesquecível. Daqui há muitos anos cada um contará da sua forma, como são as histórias da derrota no Rio, que traduziu no famoso “Maracanazzo”.

Hoje saberemos qual seleção chegará para disputar a partida final contra a excelente seleção da Alemanha. Teremos a Argentina e Holanda que farão outra semifinal, e quem perder jogará no próximo sábado, contra os brasileiros, na cidade de Brasilia. Aliás, o que mais bombou nas redes sociais, após o fracasso em campo, foi a demostração de revolta do povo contra o Governo Federal. Muitos já encontraram o ’bode expiatório”. 

  O mundo futebolístico perdeu uma das suas maiores referências com o falecimento do famoso atacante, Alfredo Di Stéfano. Um profissional eficiente que nasceu na Argentina, ídolo do River Plate, com passagem no futebol colombiano onde jogou algumas temporadas pelo Milionários de Bogotá. Mas, sem sombra de dúvida foi mesmo jogando pelo time madrilenho, Real, que conseguiu sua glória. Que time aquele: na ponta o brasileiro Canário, jogador do América do Rio, Del Sol, Di Stéfano, Puskas e Gento. Corria o ano de 1963, o futebol brasileiro já Bi-campeão do mundo (58 e 62), na Suécia e Chile, tinha também no esquadrão do Santos um time bi-campeão mundial em cima do Benfica e Milan. Para que se tirasse qualquer dúvida, envolvendo o Real Madrid e o Santos, criou-se uma grande expectativa quem seria o melhor do mundo. O noticiário esportivo pedia um jogo amistoso, considerado do século,  para tirarem a enorme dúvida a respeito das duas maiores equipes do mundo. Pudera, se o time espanhol tinha um ataque arrazador, do lado de cá não menos, imaginem com Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Essa partida aconteceu com vitória do Real Madrid em 5×3.

Di Stéfano tinha uma cultura política abrangente. Sua origem portenha o fazia respirar uma liderança a tal ponto de criar um Sindicato de Jogadores , mostrando sua contrariedade no abuso das autoridades no país. Foi proposto uma greve aos jogadores, caso esse que foi chamado de “Greve Di Stéfano”,  para estimular melhoras na vida dos jogadores. Essa proposição foi marcante, sobretudo, porque mexeu com os dítames do Presidente Perón. Com essa atitude, Stéfano, teve seus problemas prticulares com o clube, River Plate, pois, a situação ficou muito complicada dentro do próprio clube. Foi “refugiar-se” na Colombia e depois arrebentar no Real Madrid onde ficou por longos anos. 

Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.

Enfrentar a Alemanha estava escrito. E agora?

5 julho, 2014 às 12:26  |  por Capitão Hidalgo

A equipe brasileira passou por mais um obstáculo. Agora, minha gente, depois dessa vitória espremida contra os colombianos, o time do Felipão vai-se encontrar com uma das favoritas, Alemanha, no próximo dia 8  (3ª feira), nesse mundial. Os comentários poderiam chegar a exaustão sôbre a performance brasileira, mas, a contusão do Neymar, atingido nas costas pela igonorância do jogador colombiano, Zuñiga, o assunto passou a ser outro sem a possibilidade do craque brasileiro jogar os jogos decisivos deste mundial.

Sem participar nos anos 2006 e 2010, desclassificado no meio do caminho, o time brasileiro está chegando, novamente, a uma semifinal. Instaura-se, agora, a dúvida de qual maneira jogará o escrete canarinho na partida contra os alemães, na cidade de Belo Horizonte. Sem Neymar e Thiago Silva, esse pelo 2º cartão amarelo, a polêmica será enorme a respeito dos substitutos. Acredito que na zaga tudo leva a crer que o zagueiro, Dante, que está jogando no futebol alemão alguns anos, seja o preferido ao lado do David Luis. Quanto a outra modificação vai da maneira como o Felipão imaginar, se de forma simplista com a entrada dveloz atacane, Bernard, ou mesmo reforçar o meio campo e jogando com 2 atacantes. É o momento do técnico. Que ele tenha sorte.

Dentre instantes vou acompanhar  os jogos entre a Argentina x Bélgica e logo em sequência, Holanda x Costa Rica. Sem mais nada a fazer, entendo que a Costa Rica, a zebra considerada nesse mundial, deva ter ido muito longe. Portanto, é possível que os holandeses estejam, novamente, disputando uma final que andou batendo na trave em 1974, 1978 e 2010. Quanto a Argentina, que foi a exaustão na última partida, afinal, entrou na prorrogação, terá que jogar mais contra os belgas.

Muitos elogios aos goleiros que jogaram e estão jogando esta Copa/2014. Para representar a todos uma indicação óbvia e a do “guapo’ da Alemanha, Manuel Neur, que pega tudo e mais um pouco. Só de lembrança, na partida contra os franceses o atacante Benzema, bem no final do jogo, ao chutar forte com grande possibilidade de empatar, vi de forma simples com o braço direito, Neur, rebater a bola. Foi brincadeira.

Se elogios aos goleiros tem sido o nível melhor da competição, o mesmo não se passa com a arbitragem. O de ontem, Carlos Velasco, foi de doer. Em dois momentos, no penalti acertou ter marcado contra o Brasil, afinal, o goleiro Júlio César derrubou o atacante colombiano, e sendo o último homem, deveria ser expulso de campo. Outro, foi a falta do Zuñiga que acgrediu o Neymar, quando sumáriamente deveria expulsar o jogador. Pipocou nos dois lances. Agora, que aquela crítica do técnico Holandes, Van Graal, dizer que a equipe brasileira seria favorecida na arbitragem, estou esperando para ver.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

  

A psicóloga é que vai jogar?

2 julho, 2014 às 09:49  |  por Capitão Hidalgo

Sem mesmo chegar aos jogos finais, essa Copa do Mundo/2014,  está sendo considerada a melhor de todos os tempos. Porque? Parafraseando o saudoso amigo, Rosilto Portela, que dizia anos atrás que os “Grandes já não são tão grandes e os pequenos também não mais considerados pequenos”. É o que está sendo visto nesses jogos das 8ª de final. Dos 8 jogos realizados,  5 deles foram levadas as prorrogações e sòmente tres pelo tempo normal. Ontem, vimos a dureza com que o time argentino chegou às 4ª de final. Da mesma maneira a Bélgica ao enfrentar os Estados Unidos. Portanto, que eu tenha lembrança nos mundiais passados, jamais vi tanto equilibrio nas partidas, que convenhamos, é muito bom. Em contrapartida, os países que mais investem na bola, Espanha, Itália e Inglaterra, mostraram que só tradição não ganha no mundo moderno da bola.

 Agora, como diz uma estrófe do hino português “As armas”. Apostar em quem? Brasil x Colombia; França e Alemanha, Holanda x Costa Rica e Bélgica x Argentina. Divididos, 4 equipes das américas e 4 seleções européias. Começando por França e Alemanha, diria que não tenho nenhuma convicção qual seja o vencedor. Outra grande dúvida percebo que seja Argentina e Bélgica. O mais acentuado de todos é a caracterização do favoritismo da Holanda contra  a Costa Rica. Por final, falaremos de Brasil x Colombia.

Analisando esta partida, na conjectura de que o time colombiano tenha mais técnica do que vi em relação a esquadra do Chile, que atuou de forma combativa e uma marcação implacável, chego acreditar que a missão da equipe brasileira seja melhor pelo espaço que o time da Colombia venha a dar pelo seu modo de atuar. O detalhe é saber o que o técnico, Felipão, pensa em relação a tomada geral do seu meio campo. Sem contar com seu “cão de guarda”, Luis Gustavo, quem irá colocar por ali é que são outros quinhentos. Agora, se o time colombiano querer jogar pensando “agredir” o time brasileiro, aí sim, vai cair do cavalo.

Sem muitas notícias, o próximo jogo será na 6ª feira, a imprensa brasileiroa vem batendo na tecla sôbre o problema emocional dos jogadores, após o resultado conquistado atraves de penalidades máximas. Tenho ouvido pessoas se árvorando ao falar da necessidade de psicólogo. Será tanto para o motivo? Claro, que a responsabilidade é grande, ainda mais jogando em casa. O bom mesmo seria o Felipe Scolari arrumar melhor sua equipe. O lateral , Daniel Alves, tem sido um alvo preferido da imprensa, afinal, todos clamam pela entrada do ala Maicon. Outro perigo eminente, é colocar o Henrique para correr atrás do bom meia colombiano, James Rodrigues. 

Vocês já notaram o meio campo francês, Pogda e Villabueno, o que eles vem jogando. É o que o time brasileiro não tem em seu meio campo. Mesmo que recue o Fernandinho, contando com a volta do Paulinho ou mesmo Hernanes, a coisa não se encaixa, até porque o Benzema faz o vértice do triangulo, coisa que o Oscar não faz. Portanto, não é só a choradeira com a psicóloga para resolver.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

 

Contra a Colombia será melhor de jogar.

1 julho, 2014 às 09:02  |  por Capitão Hidalgo

Comentar de forma antecipada esses jogos de Copa do Mundo não tem sido uma tarefa fácil. Do jeito como as coisas estão andando, é muito fácil cair do cavalo, pois,  quem poderia dizer que já na 1ª etapa equipes tradicionais sairam da maneira como  a Inglaterra, Portugal, Itália e a famosa Espanha, foram desclassificadas.  Por isso, deixei passar mais alguns dias para enfileirar-me aqueles que ousam  discutir a bola que as seleções estão jogando. Se a própria Seleção Brasileira está dando susto atrás de susto, o que pensar daquilo que virá a frente. Ontem mesmo, o time francês suou bastante para tirar os nigerianos. Depois, o que foi aquilo com a favorita de muitos, Alemanha, para ganhar da Argélia. A verdade é que as duas seleções que jogaram muito,  México e Chile, também foram embora.

Classificados às 4ª de final, até o momento, estão Brasil, Holanda, Costa Rica, França, Alemanha e Colombia. Na tarde de hoje conheceremos mais duas seleções. Argentina x Suiça, em São Paulo  e Bélgica  x EUA em Salvador/Bahia. Dá para arriscar? Teóricamente, vamos dizer que as vagas serão dos argentinos e belgas. A tabela marca, então, para o fim de semana os seguintes jogos: Brasil x Colombia; Holanda x Costa Rica e França x Alemanha.

Como o interesse do torcedor brasileiro está voltado para sua seleção, parcas são as notícias dos clubes, mesmo que saibamos de medidas drásticas que os clubes paranaenses estão realizando. Muitos profissionais foram demitidos. Quando voltarmos ao dia a dia do Campeonato Brasileiro, é que saberemos avaliar as condições para a sequência do evento. Melhor será com a equipe brasileira levantar o caneco, contudo, é ficar atento no que a bola pode proporcionar , pois, mudanças necessárias serão feitas nas gestões administrativas.

Com a choradeira dos jogadores brasileiros após as penalidades máximas, a moçada da imprensa não está deixando por menos, entendendo que esse lado emocional pode prejudicar o andamento das coisas. Por experiência, afinal os jogadores são humanos, eles sabem da grande responsabilidade que carregam as costas ao extravazaram seus sentimentos, afinal, a vaca estava indo para o brejo. A grande dúvida é se até o último jogo o técnico, Felipão, acertará de vez sua meia cancha . Como não poderá contar com o volante, Luis Gustavo, a perspectiva de jogar por ali pode estar com o deslocamento do Davi Luis ou a entrada, simplesmente, do Henrique, jogador contestado desde o dia de sua indicação.

Como o futebol tem suas artimanhas, o Scolari, que contou com o paranaense, Kleberson, em 2002, pode estar pensando no Henrique, outro paranaense, para esse jogo contra a Colombia. É claramente a supertição. Outro que poderá entrar jogando é o Hernane ou mesmo o Paulinho, recuando o Fernandinho para compor a defesa. Como disse acima, antecipar resultado nesse mundial tem sido uma tarefa difícil, mas, vou me arriscar ao afirmar  que essa partida contra os colombianos será mais fácil de jogar, sobretudo, porque o time adversário sabe jogar sem aquela marcação dura que fizeram os chilenos.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.   

 

O bom mesmo são os sulamericanos.

25 junho, 2014 às 09:39  |  por Capitão Hidalgo

Passado mais alguns dias de jogos deste Mundial de Futebol, as surpresas continuam acontecendo, provando que não estava errado quando disse, na coluna passada,  ser essa uma Copa sem a verdadeira demostração da força de tradição, sobretudo, com as equipes mais vencedoras. Espanha, Itália e Inglaterra, 3 campeãs mundiais não conseguiram passar pela primeira prova. E com isso aguardá-se mais surpresas. Tomara que não seja com o nosso selecionado. Por torcida, sim, agora jogando lá no gramado é que são elas. Hoje, novamente em campo, Argentina e França, já classificadas dando condições aos seus técnicos realizarem algumas modificações. Convenhamos que o ténico, Felipão, por ter chegado ao seu 3º jogo com a necessidade de ganhar, claro, perdeu tempo, afinal, as reinvidicações dos torcedores brasileiros é que deveria colocar em campo, Maicon, Fernandinho, Jô e Bernard.  

Quando as equipes brasileiras estavam disputando a Libertadores de América, num total de 6 agremiações, pude constatar a melhor condução das equipes sulamericanas. Portanto, estava acontecendo uma mostragem do crescimento dos “latinos”, com a desclassificações de todos brasileiros. Agora, no evento Copa do Mundo, quem vem brilhando são justamente os selecionados  sulamericanos com a Argentina, Colombia, Equador, Uruguai e Brasil. Até América Central está com tudo com a “témida” Costa Rica.

O povo, a imprensa, enfim, todos estão clamando pela entrada do jogador paranaense, Fernandinho, que arrebentou no último jogo contra Camarões. Dependerá do técnico Felipão, que sempre foi contrário a manifestações deste porte, e teimar não coloca esse jogador. O risco pode ser grande na sua teimosia. Se entrar com o Fernandinho,definitivamente queimará o Paulinho, que não anda bem. É torcer para o Fernandinho entrar e jogar seu futebol. Se recuar, Felipão, perderá o comando.

O comportamento do atacante, Neymar, é impressionante. Com apenas 22 anos, a verdade é que este jogador vem carregando seu time nas costas. Sei que o melhor seria dizer que o coletivo andaria melhor. Fazendo comparativos, o Roben da Holanda, outro excelente jogador, tem atrás de si, uma equipe que joga pra ele. Outro é o Messi, onde o time argentino  briga o tempo todo para dar-lhe a bola para resolver. Outra caso é o do português, Cristiano Ronaldo, com um time muito fraco na sua conjuntura individual e técnica, não tem tido condições de colaborar com um melhor futebol para os portugueses.

O excelente jogador Pirlo, da Azurra,  declarou após o jogo contra o Uruguai, parar com a seleção italiana. Nas entrelinhas, disse que esse mundial teve uma conotação de difculdade pelo distanciamento de uma cidade a outra, considerando o gigantismo geográfico do nosso continente. Disse mais: que este Munidal se definirá pela temperatura. Acho um exagero. Em todo caso o calendário europeu de certa forma atrapalha, pois, quando chega as férias do meio ano, eles são aproveitados para as suas seleções.

Lembre-Se : Que o melhor da vida é sua história.      

 

Essa Copa mostra o lado prático e não tradição.

21 junho, 2014 às 11:24  |  por Capitão Hidalgo

Quando me vi estava ilhado no meio dos torcedores equatorianos e hondurenhos. Enganam-se os senhores, afinal, não foi no estádio e sim dentro de um supermercado. Filas homéricas nos caixas e aquele palavreado hispânico traduzido com alegria espontanêa. Se o trânsito já está complicado em nossa cidade, é só imaginar as ruas próximas ao estádio Arena, com o  motivo, é claro, da representatividade de uma Copa do Mundo, em nossa querida Curitiba. Confesso que nunca poderia imaginar ter um evento deste tamanho perto de casa, ainda mais, tomando por base as tantas viagens que fiz pelo mundo para essas coberturas. Fugir para qualquer lado que fosse para não entrar no engarrafamento seria uma besteira, e o negócio mesmo foi conviver com os turistas fantasiados envergando suas bandeiras nacionalistas fazendo aquele coro tradicional.  Pensar naqueles que lutaram de forma desmedida em não acreditar que o país não estava preparado para tanto, é de dar dó. Tirando os baderneiros, agora é só elogios, onde tudo está correndo dentro da normalidade. Em termos nacionais os estádios estão permanentemente, com excelentes públicos. Portanto, aquela inveja de entrar em estádios majestosos pelo exterior está ficando para trás.

 E os resultados em campo? Alguém, em sã consciência, poderia admitir uma Costa Rica eliminando na 1ª fase seleções tradicionais como a Inglaterra e Itália ou mesmo Uruguai. A graça deste Mundial está na prática e não não teoria. Veja a situação do último campeão do Mundo, a seleção espanhola, em apenas dois jogos disputados já estar eliminada da competição. O certo mesmo era admitir como o melhor jogo escalado para nossa cidade e não ter virado um amistoso. O período é para isso mesmo, contudo quando as equipes entrarem no funil, com certeza veremos os verdadeiros protagonistas. As seleções da França, Holanda e Alemanha, práticamente classificadas, ficarão na espera de uma Bélgica, Argentina e Chile. Porque não o Chile? Pelo que está jogando tem brasileiro torcendo para  encontrar na outra etapa a equipe holandesa e não os chilenos. Não sei até onde irão os selecionados da Colombia e Equador, mas, até agora estão fazendo barulho. Contudo, com as equipes africanas, só decepções. Mais 3 jogos acontecerão no dia de hoje.

Quanto ao selecionado brasileiro vai depender da maneira como o técnico Felipão esteja vendo esta competição. Uma coisa é a necessidade de se classificar sem susto neste Grupo A, sobretudo, que até um empate com o fraquíssimo time dos camaroneses possa acontecer. A grande dúvida passa a ser qual time que colocará em campo para jogar as 8ª de final, e muito mais, se vai acelerar a performance coletiva da sua meia cancha que não anda nada legal. Penso que a grande oportunidade é essa de jogar contra Camarões, afinal seria um bom teste com JÓ, William, Hernane e o Maicon. Para falar a verdade, Fred, Paulinho e Daniel Alves não estão jogando bem. E o medo de errar. Bem aí entra a convicção. Já se diz que para esse jogo  em Brasilia, até os portões da Arena estarão fechados no próximo treino  à imprensa.

A boa notícia vem da Fórmula 1. Depois da última pole, em 2008, o piloto brasileiro Felipe Massa, sairá na frente no Grande Prêmio da Áustria, tendo outro seu companheiro de escuderia, o alemão  Botttas, também na mesma fileira. Deu para notar a alegria contangiante dos profissionais da William. Quem vibrou muito foi o locutor, Sérgio Maurício, acostumado a falar de automobilismo pela Sportv, convocado a transmitir pela Tv.Globo, dividiu essa alegria com os pilotos, Barrichello e Luciano Burti. Vamos ver amanhã, pois, Rosberg e Hamilton estão em fase esplendorosa.

Muitos clubes estão se aproveitando dessa parada no Campeonato Brasileiro para mudar seus “planejamentos”. Dia desses fui informado que o Coritiba destitui sua Comissão Médica e alguns integrantes da parte Técnica. Ontem, foi a vez do Atlético, que liberou o Coordenador Geral do Futebol, Antonio Lopes, de suas fileiras. Acredito que a idéia dos dirigentes é dar uma oxigenação em seus grupos. A própria vindo do técnico, Doriva, deve ter sido uma questão de contrariedade. Quanto ao Petcovik , acredito que esteja , também, com a corda no pescoço, afinal,  não tem trabalho para ele. Em tempo: O Pet foi mal na condução do sub-23 do Furacão.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.