Atletibas de outros tempos. Saudades.

27 abril, 2016 às 09:46  |  por Capitão Hidalgo

Por mais que a mídia esportiva curitibana, alías faz seu papel, esgoele garganta abaixo sôbre a cada, ATLETIBA, que chega pelo calendário, a diferença é muito grande de outras épocas. Vou tentar esmiuçar, principalmente, aos mais jovens que não vivenciaram  clássicos dessa natureza, até pela diferença de comportamento do passado com  êsse presente. Lá pelos idos de 1970, quando a briga era acirrada por uma conquista estadual, as coisas eram bem diferentes, pois, só iria disputar um Campeonato Nacional a equipe que ganhasse o título em seu estado, onde vivia-se intensamente uma rivalidade, mas um rivalidade de bons propósitos. Foi assim por muitos anos, mesmo quando a CBD abriu um vaga para um vice-campeão estadual. Como fiz parte de muitos jogos desse naipe, na verdade fui um privilégiado por estar no campo como jogador, o interesse das duas torcidas era simplesmente espetacular ao longo da semana.

Havia, sim, um respeito do jogador com a sua torcida, seu adversário e até ao árbitro. Era uma alegria contagiante para o desportista que ia ao Estádio Belfort Duarte, lotando todas às suas dependências, pois, não havia um favoritismo de véspera. Mesmo que o time do Coritiba estivesse naquela fase esplendorosa de 71 a 73, no Atlético os elencos sempre foram bem formados de bons jogadores. Claro, tendo bons jogadores em campo quem ganhava era o espetáculo. O time atleticano concentrava numa chácara em Colombo, e já o Coritiba, ficava na famosa casa da “Júlia”, lá no bairro das Mercês, nome da própria rua Júlia da Costa. Domingo, pela manhã, carros circundavam essa região, com buzinaço, foguetório, e bandeiras de todos os tamanhos. Que saudades.

Tanto nas sociais como nas arquibancadas havia uma divisão. Para vocês que hoje vão aos estadios com reduzidos ingressos à venda, dizem que pelo problema de segurança, imaginem, claro que não é para acreditar, que as torcidas eram divididas por uma corda esticada e uns poucos guardas na atenção. Famílias inteiras iam ao jogo e na saída sem atropelos. A diferença que se vê nos dias de hoje é a desorientação do povo torcedor que vai ao jogo preocupado com enfrentamento das facções. Na verdade perdeu a graça, mesmo que alguns gritem pela continuidade dessa rivalidade  considerada como  maior clássico paranaense.

Se no passado o sentimento clubístico fervia, de certa forma não se vê no presente. Para mim um dos motivos da perda de interesse vêm dos próprios clubes, que de uns tempos a esta parte, deixaram de lado o certame estadual por entenderem que o mais importante mesmo é estar relacionado entre as 16 cadeiras das Série A do Brasileirão. Como a televisão passou a ditar normas de conduta aos clubes, afinal, é de onde sai o dinheiro, o negócio mesmo é concentrar esforços para um disputa digna de um brasileirão.

Outra diferença que exponho aos senhores era a facilidade que o torcedor tinha de escalar o time principal da sua equipe. Como os elencos eram práticamente os mesmos por anos, claro que era uma tarefa fácil, inclusive, para a imprensa esportiva. Quem vivenciou como ouvinte de rádio às locuções de Airton Cordeiro, Carneiro Neto, Luis Augusto Xavier, Aloar Ribeiro, Fuad Kalli, Durval Leal, Durval Monteiro, José Domingos, Silvio Ronald , Rosilto Portela, Rinoldo Cunha, devem também ter muitas boas lembranças. Tempos que não voltam mais. Gostaria de afirmar que tudo isso não é saudosismo é ,simplesmente, uma verdade nua e crua.

Lembe-se: Que o melhor da vida é sua história.   

 

 

Finalmente um ATLETIBA.

25 abril, 2016 às 15:10  |  por Capitão Hidalgo

Depois de algum tempo reaparece no cenário esportivo uma final envolvendo a dupla, Atlético e Coritiba,  que a partir do próximo domingo, estarão correndo atrás desse título estadual. Restava saber se o Furacão passaria pelo Tricolor da Vila, afinal, uma incerteza pairava no ar, sobretudo, porque o técnico paranista, Claudinei Oliveira, teria que mudar o panorama coletivo da sua equipe. E êle o fêz, principalmente, não expondo os seus meias de criações, Nadson e Valber,  abertos pelos lados como fizera em outra partida. Quando Nadson, o meia tricolor,  numa bonita jogada individual abriu o placar, aí sim, passei a considerar que o jogo iria incendiar, até porque o Atlético que estava muito passivo em campo e voltaria a ser  um time mais operoso. Ledo engano. O time do técnico, Paulo Autuori, não teve forças para mudar o panorama. Perdendo o jogo e a vantagem, o time atleticano se atirou par as penalidades máximas conseguindo sua classificação à final do certame.

Com isso, o Paraná Clube, que obteve um maior número de pontos na fase classificatória ( 27 pontos), saiu da competição na 3ª colocação, lógico, pois, o Coritiba é quem chegou com antecedência na vitória obtida, no sábado, contra o Pstc (2×0). Quanto ao Atlético, que terminou com 23 pontos, fica a observação que perdeu  dois clássicos para o Tricolor da Vila. Portanto, resta ao Paraná Clube nessa sequência, a Copa do Brasil e a Série B.

Em que pese toda a manifestação da imprensa para que o meia atleticano, Walter, jogasse mais recuado, o técnico Paulo Autuori, iniciou o jogo com Walter isolado na frente, entrando com o meia Vinicius no meio. Mas, com a contusão desse meia, fêz entrar o atacante , André Lima. Todos esperavam que essa situação viesse acontecer para tirarem suas conclusões. Pelo que ví, longe do esperado. Nem o Walter foi bem atrás e menos ainda o André Lima sózinho na frente. Ainda mais sem contar em campo com Nikão febril e Marcos Guilherme, uma barata tonta em campo. 

Futebol mesmo é caprichoso. Quem diria que o mais valorizado técnico brasileiro da atualidade, Tite, viesse a ser desclassificado pelo time do Audax. Sim, aquêle time que joga tocando bola o tempo todo. O técnico desse time é o Fernando Diniz, que veio implantar sua filosofia por aqui e não deu certo. No Paraná Clube, especialmente, era um time que ciscava o tempo todo e não fazia gol em  ninguèm. Agora vai disputar o título paulista contra o Santos depois que desclassificou o São Paulo e o Corinthians.

Registro com sentimentos o passamento do radialista esportivo, Edgar Felipe, que atuou por boa parte nas emissoras de Curitiba. Esteve nesses últimos anos pela Rádio CBN. Deixa a nós a certeza da sua grande colaboração por sua entonação e vibração nas transmissões esportivas da cidade. Que Deus o tenha na sua infinita bondade.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Mais um vice.

22 abril, 2016 às 10:28  |  por Capitão Hidalgo

Ainda não foi desta vez que o futebol paranaense voltou a ganhar uma competição nacional.  Em 2011 e 2012, valendo a Copa do Brasil,  o Coritiba desperdiçou chances enormes de ganhar contra um Palmeiras estropiado e um Vasco da Gama cambaleante. Em 2013, o Atlético Paranaense bem superior ao Flamengo, inclusive, ano em que ganhou uma vaga à Libertadores de América, para 2014, perdeu também a condição desse título nacional ao empatar em casa por 1×1 e perder no Maracanã em  2×0. 

Agora, em que o desportista paranaense poderia vibrar com a possibildade de ganhar a Copa Sul-Minas-Rio-Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com a aparição da 1ª Liga Brasileira de Clubes/2016, com a presença do Atlético Paranaense na final,  perdeu em mais uma tentativa de ser campeão, contra o Fluminense (1×0), jogo realizado na cidade mineira de Juiz de Fora.  

Como o futebol carioca é tido como desorganizado, onde não há praças esportivas a não ser o eterno colaborador estádio do Maracanã, e quando pode o Engenhão, já que São Januário é de propriedade do Vascão da Gama, a equipe do Fluminense foi obrigado a jogar na simpática cidade de Juiz de Fora. Por sorte, existe nessa região da mata, uma aproximação de carinho que envolve os mineiros com os cariocas. Chegando com 2 dias de antecedência, pude pesquisar nos vários locais que estive, que a predominância futebolística desse lugar pertence aos cariocas.  A briga é boa, afinal,  existem torcedores botafoguenses, flamenguistas, vascaínos e do pó de arroz (Fluzão). Se perguntar pelo Galo ou mesmo pelo Cruzeiro, é capaz de você tomar vaia. Um dos principais motivos desse carinho, como disse acima,  é a proximidade dos habitantes dessa região com as praias do Rio de Janeiro ( 180 quilometros) O cidadão de Juiz de Fora é considerado ” o carioca do brejo”.

O verdadeiro público presente ao Estádio Radialista Mário Helênio, há meu ver não foi noticiado, pois, mais de 30 mil torcedores estiveram presentes.  Na verdade o difícil acesso para se chegar ao campo municipal foi um dos motivos. Lá fora, e no páteo, dezenas de ónibus formavam um verdadeiro comboio vindo de várias partes das cidades próximas. Como o estádio fica bem no alto da cidade, práticamente, as pessoas escalam o “pico” chegando bem cansadas. 

Desde 1989 não voltava a cidade de Juiz de Fora. Aquêle desastre em que o Coritiba não apareceu para jogar contra o Santos, entendendo que uma liminar pudesse refrescar essa situação, ainda me amargurava, sobretudo, porque eu estava lá para presenciar esse fato. Erros danosos fizeram esse clube ficar por 6 anos na 2ª Divisão do Brasil. Nessa minha volta pude notar o crescimento dessa região, onde orgulhosos mineiros apontam para o prédio em que o ex-presidente, Itamar Franco morou.  Pessoas cordiais e afáveis, como o famoso radialista Maurício Menezes, que por muitos anos defendeu o prefixo da Rádio Globo do Rio, e que ao lado da sua esposa, Selda, nos ofereceu um lauto jantar em sua residência. Agradecendo, também, pessoas como César de Azevedo, da Secretária de Esportes, do Ricardo Vagner, da Associação dos Cronistas de Minas, do Paulo Gutierrez ,do Governo Municipal de Juiz de Fora, dos profissionais da OI Telefônica, e pela ocupação da boa cabine de transmissão. Quem esteve por lá, também, foram os profissionais da “latinha”, Álvaro de Oliveira Filho, Eraldo Leite, Penido, e os técnicos de transmissão, Edinho (Tupi) e João Carlos da Globo Rio. É só viajar para contar hsitórias.

Atlético em Juiz de Fora.

18 abril, 2016 às 09:47  |  por Capitão Hidalgo

Alertava, vejam a última coluna que escrevi, ao técnico do Paraná Clube, Claudinei Oliveira, que deveria tomar os cuidados necessários, principalmente, na ordenação tática, para não sofrer um revés que pudesse lhe atrapalhar no segundo jogo.  A coisa só não ficou feia porque o experiente goleiro com seus 40 anos, Marcos, fêz por baixo 8 defesas espetaculares. A partida só se equilibrou, ainda no 1º tempo,  quando o Tricolor da Vila, numa jogada do rápido ponta, Robson, foi derrubado dentro da área pelo ala atleticano, Eduardo, convertendo no gol de empate através do Lúcio Flávio. No mais foi uma luta gigantesca da zaga paranista que bravamente suportava o amplo domínio atleticano, e que só veio a perder o jogo na entrada do atacante do Furacão, André Lima,  que acabou fazendo o 2º gol . Foi uma vitória justa do Atlético, mas, é sempre bom infomar que teremos mais 90 minutos para a definição de quem vaí a final contra o Coritiba. Sim, pois, na Vila Capanema, acredito que o técnico paranista tentará jogar com seus meias mais no sentido vertical.

Sem susto, o Coritiba foi passear na cidade de Cornélio Procópio e sapecou em cima, do PSTC, um excelente resultado (3×0). Agora, para o fim de semana em casa, jogará só pelo  regulamento. Com êsse placar de 3 gols á frente, justifica dizer que o Verdão Paranaense já está na final deste certame. Pouco têm se falado do técnico alviverde, Gilson Kleina, que de certa forma foi tendo o tempo necessário para melhorar o lado individual, técnico e tática do seu elenco. A presença de Juan, originalmente um ala, ao colocá-lo no meio campo, o rendimento desse jogador tem sido tão bom, que passou a ser o destaque alviverde nas últimas partidas.

Nessa próxima 4ª feira, estarei ao lado do locutor explosão do rádio, Edemar Annuseck, pela RÁDIO GLOBO AM670, na cidade de Juiz de Fora(MG), para a transmissão da final dessa Copa Sul- Minas- Rio, quando as equipes do Atlético Paranaense x Fluminense estarão se apresentando para o “enfrentamento”, no Estádio Radialista Mário Helênio, na busca desse título. Na verdade será um jogo valendo taça.

Por falar em Fluzão, que têm um racha entre o atacante Fred e o técnico Levir Culpi, perdeu o título da Taça Guanabara para o Vasco da Gama(1×0). Enquanto isso o Furacão vêm de um expressivo resultado. Vamos ao tira-teima. A última vêz nesses tempos modernos que o Atlético chegou a uma final, foi na Copa do Brasil/2013, quando perdeu para o Flamengo, em pleno Maracanã, por 2×0.

Dos resultados brasileiros, o que mais chamou atenção foi a derrota do São Paulo para o Audax, por 4×1. Parece brincadeira, mas é a pura realidade sãopaulina. O goleiro que vem substituindo o mito, Rogério Ceni, é de dar dó. O tecnico argentino é outro erro da direção. E o que dizer do veterano zagueiro, Lugano, enganando já algum tempo. Só par não passar batido, o técnico desse Audax, é o Fernando Diniz. É aquele que veio introduzir o tal do tic-tac no Paraná Clube e que acabou sendo mandado embora, porque o time só jogava bonitinho e não fazia gols.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história. 

 

Claudinei, cuidado com a tática do Autuori.

15 abril, 2016 às 10:11  |  por Capitão Hidalgo

Nada que foi relatado na conversa do Presidente do Fluminense, Peter Siemens, com o atacante Fred e o técnico Levir Culpi, pode ser considerado como tudo normal. Quem está nesse mundo da bola, sabe muito bem, que ao momento em que o Levir sacar o Fred de campo a chiadeira retornará,  isso é esperado. A verdade é que o Fred viu que ficaria fora por muito tempo dos campo, até porque ninguém têm dinheiro sobrando, e os contatos não foram nada aceitáveis, isso porque envolveriam jogadores na troca. O melhor mesmo foi a conversa que tiveram para “boi dormir” e seguirem em frente. Conhecendo o Levir,  possa adiantar que o Fred terá que jogar muito para ficar na titularidade.

Sem entrar pelo caminho técnico em relação aos jogos do Atlético e Coritiba, pela Copa do Brasil, o importante foram as vitórias conquistadas e agora esperar por outros compromissos nesse torneio. Passando para outra etapa, o valor financeiro será muito bom, afinal, vêm um dinheiro extra. A diferença de elencos mostrou que mesmo sem a totalidade de presença dos titulares tenha prejudicado. Portanto, os olhares agora estarão voltados para a Semifinal do Estadual.

Se o técnico, Paulo Autuori, colocar em campo o mesmo time que iniciou contra o time londrinense, antecipo problemas aos comandados do preparador técnico do Tricolor da Vila, Claudinei Oliveira. Com os dois alas afundando nos cantos, Eduardo e Sidcley, com meia cancha Otávio monitorando o meio campo, largando Vinicius, Jadson e Nikão,  na preparação ofensiva, e fixando André Lima e Marcos Guilherme à frente, o jogo será complicado para os paranistas. Pode alguém dizer que isso é um conto de teoria, mas, vou dizer que fico com esse pensamento, pois,  poderá acontecer na prática.

A incerteza que o Paraná Clube nos traz para essa semifinal, é que o time caiu muito na produçaõ coletiva, sobretudo, pelo desalento na derrota no último domingo jogando em casa contra o Foz de Iguaçu. Com uma semana cheia para treinamentos, o estudo que o Claudinei terá que fazer,  deverá ser em relação ao comportamento de sua equipe, principalmente, jogar em função do adversário.

Difícilmente o Coritiba tropeçará em Cornélio Procópio. Diria por algumas razões, pois, é natural quando o time entra nos eixo. Se quando necessário ainda  colocar o atacante, Vinícius, mais aberto para facilitar o trabalho do atacante paraguaio, Ortega, sem o Kleber Gladiador que não atuará devido ter tomado 2º cartão amarelo, preconizo  uma vitória e que colocará o alviver paranaense na final. O seu mando de jogo, depois, contra o Atlético ou Paraná Clube, será em casa, no Couto Pereira.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.  

 

Domingo será um dia diferente.

13 abril, 2016 às 09:09  |  por Capitão Hidalgo

As contrariedades entre jogadores, comissões técnicas, dirigentes, imprensa e torcedores, isso nunca faltará, afinal, faz parte do cotidiano esportivo. Exemplos aos montões. Ainda nesse final de semana dois personagens ficaram expostos na berlinda dos fatos. São êles: Walter e Fred. Diria que os dois andam aborrecidos porque seus técnicos não os escalam. Walter, do Atlético Paranaense, aliás ainda não fêz um gol na temporada, andou se rebelando por estar no banco de reservas, entendendo que poderia pelo menos jogar um pouco, ao ver o técnico, Paulo Autuori, fazer as 3 substituições normais na última partida contra os londrinenses, levantou-se do banco, o que é pior, sem a partida terminar e se mandou. Na saída para contemplar seu erro se encrespou com alguns integrantes da torcida “Os Fanáticos”, e deu no que deu.

Quanto ao Fred, a situação é a mesma, mas, é bom que se diga, êste tem sido um personagem importante na história do Fluminense nos últimos 7 anos. Sempre dedicado, onde colocou sempre sua cara, sendo um dos três maiores artilheiros do clube, porém, errando em se dirigir pela imprensa uma escondida desavença com o técnico, Levir Culpi, por não estar sendo utilizado. O paranaense, Levir, até achou engraçado, pois, em nenhum momento comentou o fato com o jogador, e pelo contrário, continua esperando por sua recuperação física e técnica. Explicou bem, Culpi, que está aberto ao diálogo. Agora, a vaidade acima de tudo cegou tanto o atacante, Fred, que chegou afirmar que só ficaria no clube se o tecnico fôsse embora.

A torcida não está a favor das reclamações do Fred, inclusive, desde que o Levir Culpi chegou às Laranjeiras o time está invicto há 11 partidas. Caberá a diretoria do Fluzão saber dominar bem a situação. O melhor mesmo é ficar com o atacante e o técnico, mas, para isso é aparar as arestas. A verdade é que nenhum jogador será dono do clube, muito menos técnicos e dirigentes. Quem fica para sempre é a agremiação. Contudo, se fizerem uma pesquisa nos dois elencos, Atlético e Fluminense, o aborrecimento é grande, sobretudo, porque os dois jogadores, Walter e Fred, tumultuaram os seus ambientes. Ningúem gosta de perder no grito, nem jogador e muito menos o técnico.

Jogam pela Copa do Brasil, a partir da 19.30 horas, Coritiba x Guarany de Sobral e Atlético enfrfentando, no jogo de volta na Arena,  o time do sul onde empatou (1×1)  que é o Brasil de Pelotas. Por presenção entendo que no frigir dos ovos tanto o Furacão como os Coxas, seguirão nesse torneio.

Definido pela Federação os confrontos de início dessa semifinal, onde o Atlético x Paraná Clube, jogarão ,na Arena, no sábado às 16,20 horas, sendo que em  Cornélio Procópio, o PSTC estará recebendo o verdão paranaense, domingo às 16 horas. Muitas partidas foram antecipadas para sábado, principalmente nas capitais, devido a repercussão sôbre o impechment da Presidenta do Brasil , onde as atenções ao assunto estarão sendo divulgados no maior dos interesses.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

A final será ATLETIBA?

11 abril, 2016 às 08:50  |  por Capitão Hidalgo

A dupla ATLETIBA levou a melhor nos confrontos de ida e volta. O Coritiba que já havia ganho do time toledense(2×0), lá em Toledo, na primeira partida, e no sábado goleando a mesma equipe, em casa, por 4×0, está chegando a semifinal do estadual. Agora, pegará no final de semana a equipe bem motivada do PSTC, jogo êsse em Cornélio Procópio,´para depois aguardar por outra partida em casa. Falando nesse time interiorano, e como no futebol o incrível às vezes acontece, depois de ter perdido em casa (3×0) para o Jota Malucelli, eis que um desastre as pretensões do time do Parque Barigui (Jotinha) claro, impensável nos prognósticos que já lhe davam como semifinalista, acabou sofrendo uma goleada( 3×0), complementado depois ao perder nas penalidades máximas. Uma grande derrota. Portanto, com isso, e pela alta motivação do PSTC, o Coritiba vai sentir o caldeirão nessa região paranaense.

Antecipadamente, também, na avaliação que se fazia sôbre a partida, ATLÉTICO x LONDRINA, sobretudo, por que vinham jogando com alternâncias, boas e más partidas, a dúvida partia do pressuposto que precisaria o Furacão jogar mais bola. E isso aconteceu, pelo menos no primeiro tempo, quando a equipe rubro negra fêz os dois gols. O Tubarão, mesmo que tenha melhorado na 2ª etapa, não conseguiu estabelecer um comando no jogo, e foi o Atlético que mais gols andou perdendo,  na etapa complementar. Vitória merecida e que leva a equipe atleticana a semifinal contra o Tricolor da Vila.

Outro que deu vexame, foi o Paraná Clube, tendo 3 gols de vantagem do seu oponente, a fraca equipe do Foz do Iguaçu, e mesmo assim acabou perdendo em casa (2×1). A verdade é que a galera paranista saiu frustrada com essa derrota. Para quem está fora do título estadual há 9 anos, perder da forma como perdeu, o desalento é total para o clássico com seu rival, Atlético, partida essa na Arena.

As atuações dos técnicos de futebol da capital,  Gilson Kleina, Claudinei Oliveira, Ari Marques e Paulo Autuori, nessa rodada, são merecedores de alguns comentários. No sábado, quem diria, o técnico Ari Marques, do Jotinha, pudesse vir a tomar 3 gols do Pstc, no Janguitão. Foi uma lástima. Em que pese o time ja ter conquistado uma das vagas à Série D, alguma coisa de errado aconteceu. Aliás, o Jotinha começa sempre bem,  mas, na parte final deixa a desejar. Dificílmente chegaria ao título estadual, até acredito, porém, não participar das finais deve ter aborrecido muitos seus dirigentes. Já o comandante técnico do Tricolor daVila, Claudinei, andou pisando na bola com algumas inversões na equipe. Sempre muda para pior.

O técnico dos coxas, Gilson Kleina, de forma correta colocou em campo o time que vinha jogando já algumas partidas. Na falta do goleiro, Wilson, está aparecendo bem o Elisson. Na zaga, voltou bem diferente e para melhor, o Lucas Claro. Na meia cancha, depois de algumas críticas da imprensa, entendeu trocar e aí com Alan Santos tudo melhorou. Com Kleber bem inspirado e tranquilo em campo, e Vinicius, já merecendo a titularidade, está chegando para a final do estadual. Quanto ao Paulo Autori, desenhou bem sua equipe ao colocar em campo um time totalmente ofensivo, vamos dizer 8 ou oitenta, acertando na questão ao afogar  time londrinense na sua composição tática. Trabalhou bem na partida.

Lembre-se: Que o melhor da vida ésua história.

Contrariedade.

7 abril, 2016 às 10:44  |  por Capitão Hidalgo

Continua a contrariedade envolvendo a Federação Paranaense de Futebol e os clubes da capital. Ainda,ontem, lendo um relatório sobre custos deu para notar a ampla diferença das arrecadações e o lado líquido da questão. Se for para falar na realidade dos fatos, e hoje o futebol só respira dinheiro, quem leva a melhor é a própria entidade. Estou tomando por base os números mostrados. O prejuízo dos clube é imenso. Baseado nisso é que ouço, por parte dos dirigentes dos clubes, uma idéia da implantação de uma LIGA ESTADUAL. Claro, totalmente contrário a isso, a Federação Paranaense se joga contra tudo e a todos, respondendo que haverá o desfiliamento das equipes contrárias junto a CBF. Tudo poderia se resolvido com diálogo, mas, no momento não há como, até porque existem alguns entraves com processos em andamento na esfera judicial. Portanto, não passa perto qualquer questão de simpatia.

Qualquer que seja a disputa de um torneio nacional,  falei acima sôbre números deficitários de um campeonato estadual, a Copa do Brasil que entra no cenário esportivo contando com a presença de dezenas de equipes espalhadas pelo país, não pode ser desperdiçada. Ontem, lá nos cafundós do judas, desculpe a elucubração, o Tricolor da Vila penou para empatar(1×1) com um time de péssimas condições técnicas. Aliás, é bom que se diga, que o futebol sergipano está muito atrasado. Aqui, quem for à Vila Capanema no jogo de volta verá, então, a classificação dos paranistas. Perder uma cota com um time fraco desse é de doer.

Falando a respeito de Copa do Brasil, o Atlético na próxima 4ª feira, receberá o Brasil de Pelotas, jogo de volta, e com simples empate(0×0) estará classificado. O Coritiba é que iniciará nos sertões, do Ceará, contra a equipe do Sobral. Caro, que tudo isso no meio da agitação do campeonato paranaense. Por falar nisso, o Coritiba jogará nesse sábado, em casa, no jogo de volta contra o Toledo, já classificado pela vantagem de 3 gols e o Furacão pegando o Tubarão, ainda indefinido pelo empate, em Londrina. Dependerá de um vitória simples ou nos penaltis.

Quem está por cima da carne seca, essa é uma expressão popular, é o atacante do Coritiba, Negueba, com o inter~esse do Gremio dos Pampas. O entrave de sua permanência no verdão é que recebe mensalmente 20 mil reais, enquanto o time gremista está lhe oferecendo 100 mil. Aí, meus amigos, só se o “artista da bola, quiser ficar. A verdade é que a galera gosta dêle.

Quem acompanha meus comentários, lá de Osasco,  é o particular amigo, Tony Marquetti, ex-jogador de bola e dos bons na época do grande time da Portuguesa de Desportos. Hoje, infelizmente, para os portugueses essa Lusa anda muito mal das pernas. Aquêle pedido para estar aqui na próxima Confraria Amigos da Bola está de pé. Venha com o Todé e o Jair da Costa (campeão mundial, no Chile, em 1962). Lembrando, também, a todos que no próximo dia 2 de maio a reunião será, em Santa Felicidade, no Restaurante Cascatinha.

Lembe-se: Que o melhor da vida é sua história.  

 

 

A capital na frente.

4 abril, 2016 às 07:29  |  por Capitão Hidalgo

Já dá para apostar, após os confrontos de ontem, que os times da capital estão no páreo para a conquista do título estadual. Dos quatro jogos, somente o Atlético ficou no empate contra o LOndrina, que J.Malucelli, Coritiba e Paraná Clube, além de ganharem seus compromissos,  estabeleceram resultados com goleadas, dificultando qualquer pretensão de recuperação do Psts, Toledo e Foz do Iguaçu. Com isso dou como classificados os tres times da capital, ficando na espreita com o Furacão, que jogará em casa à próxima partida. Portanto, seguindo à risca, as 4 equipes da nossa cidade disputarão o título da temporada. Quanto ao Jota Malucelli, queira ou não, digamos que a suprêsa tenha sido o excelente resultado de 3×0 que lhe abriu, e de forma considerável, sua presença no próximo campeonato da Série D do país.

Pela manhã, com sol escandante, o time coritibano fêz bem o seu serviço ao estabelecer o placar de 2×0. Fazendo um gol de cara, Kleber Gladiador, o time alviverde não permitiu que a única coisa que o adversário pudesse atrapalhar, que seria a motivação em campo, exigiu dos seus jogadoes uma marcação mais forte no campo do adversário. Com isso, o técnico Gilson Kleina acertou em cheio, e quando precisou tirou de campo, Negueba e Dudu, que não estavam bem na partida. Na verdade o Coritiba teve um desequilíbrio nos últimos momentos do primeiro tempo. Após, o gol de Jan (11′ do 2º tempo), o time do interior foi caindo pelas tabelas. Agora, é jogar em casa, com amplas possibilidades de classificação a outra fase, e com certeza pegando pela frente, também, classificado o Jota Malucelli. Atuações boas do Elisson, Lucas Claro, e o melhor do jogo, Juan.

Tendo a oportunidade de jogar com todos os seus titulares, o Paraná Clube mandou ver lá, em Foz do Iguaçu, não deixando nenhuma dúvida quanto sua presença na semifinal do estadual. Placar de 3×0, em pleno campo do adversário, mostrou bem a sua superioridade. Com tarde inspirada do seu artilheiro, Lúcio Flávio, e na boa desenvoltura do seu quadrado de meia cancha, o Tricolor da Vila é outro que vem forte para o jogo das semifinais, contra o Atlético ou Londrina.

Na maior parte do tempo o Furacão foi melhor que o Tubarão, iso é inquestionável. Tomando um gol de cabeça próximo ao fim do jogo, o time atleticano, então, ficou no 1×1. Não esqucendo de dizer que o seu atacante, André Lima, andou perdendo gols, mas, a verdade é que a Arena estará lotada no próximo jogo de volta. Paulo André, Otávio, Jadson e Nikão foram os melhores. Do Tubarão, o goleiro que fêz ótimas defesas.

O convite é para os confrades Amigos da Bola, para não esquecerem que logo mais, à noite, no Restaurante La Ventura, teremos aquela maravilhosa reunião. Um dos homenageados será o Dr. João Carlos Vialle, médico e grande desportista, onde atuou por alguns anos na Federação Paranaense de Futebol e como dirigente no Coritiba. Ressalto a todos para a devida orientação que a partir do dia 2 de Maio, voltaremos ao Restaurante Cascatinha. Ok.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.   

 

O cai não cai do técnico Dunga.

1 abril, 2016 às 10:21  |  por Capitão Hidalgo

A conclusão do processo que estabelecia a dúvida sôbre o time londrinense a respeito da tentativa de ganhar os pontos perdidos pela colocação errada em campo do jogador, Germano, e que nessa temporada deveria ficar de fora por duas rodadas, ficando de fora uma vez, fêz com que a agremiação contasse com a magnitude de conhecimento das leis esportivas do advogado, Domingos Moro. Mas, mesmo com todo a seu grau de argumento, viu cair por terra tal pretensão. Com isso e de forma legal, o campeonato paranaense fugiu do descrédito que poderia  ter não fosse a imediata atitude do STJD, ao negar por 5×0, a adjudicação dos pontos. Portanto, agora estabelecida a ordem natural das coisas, teremos no próximo domingo o início do Quadrangular Final do Estadual.

Na idéia de contemplar as 8 equipes classificadas, a Federação Paranaense de Futebol disciplinou bem os horários dos jogos desse domingo, pois, aquêles que estao fora do nosso eixo não sabem por coincidência que 4 equipes são da capital, Coritiba, Atlético, Paraná Clube e Jota Malucelli, contando com outras 4 equipes do interior, Londrina, Pstc, Toledo e Foz do Iguaçu. Pelo regulamento os jogos estão assim distribuídos: Toledo x Coritiba às 11 da manhã;  Londrina x Atlético e Pstc x Jota Malucelli, para às 16 horas, e Foz do Iguaçu x Paraná Clube às 18.30 horas. No próximo final de semana a inversão  nos mandos e os classificados seguindo para as semifinais do estadual.

Nesta próxima semana começará, também, para os times paranaenses, os jogos valendo a Copa do Brasil. Na verdade o Atlético jogou a 1ª partida em Pelotas e empatou. Por falar no Furacão, a correria será enorme neste mês de Abril, pois, jogará domingo em Londrina, depois o retorno desse jogo, vindo a recepcionar o Brasil de Pelotas, e não esquecer que estará disputando, contra o Fluminense, o título da Primeira Liga Brasileira. Esse jogo está estabelecido para o dia 20 de Abril às 21.30 horas, em Juiz de Fora. Entretanto,  os cariocas estão pleiteando o aproveitamento do feriado, 21 de Abril, para jogar às 16 horas. Agora é esperar pelo entendimento das partes.

A corda começou apertar no pescoço do técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Dunga, após o fracasso técnico da equipe nas duas últimas partidas jogadas, Recife e Assunção. Não bastasse isso, a falta de melhor orientação de comando do coordenador Gilmar Rinaldi, figura antipática às pessoas da imprensa, principalmente,quando tenta responder, e de forma inadequada, perguntas que lhe são endereçadas. Tento procurar por poderia sair a defesa do Dunga nesse momento, confesso que não encontro, até porque a CBF vive um pandemônio, sobretudo, porque seus últimos presidentes que foram taxados de desonestos.

Como a Copa América está por chegar, os jogos serão nos Estados Unidos nos próximos meses, tendo um Olimpíada pela frente, e onde o técnico determinado é o próprio Dunga, fica a dúvida quem poderá definir uma mudança no comanda da seleção nacional. Sabemos que o atual presidente da CBF é um interino e sei lá da sua força política, por onde mais poderia alguém passar a rasteira no técnico atual. Alguns precipitados informam que o único técnico de momento para colaborar seria o Tite, do Cortinthians. 

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.