Denísio(Belotinho) e seu amor pelo Coritiba.

16 agosto, 2017 às 10:03  |  por Capitão Hidalgo

A vida está dura para o Grêmio, Botafogo, Cruzeiro, Santos, que andam lutando com todas as suas forças para buscarem espaços dentro da Copa do Brasil e Libertadores de América. Objetivo todos os técnicos tem, mas, dificuldades a serem estabelecidas e as regras na aplicação a cada jogo é que são outros quinhentos. Aliás, dia desses ouvi do técnico gremista,  Renato Portaluppi, que vai priorizar a Copa do Brasil e Libertadores, sobretudo, porque sente que o time corintiano, não tendo outro torneio em disputa, está sobrando no Campeonato Brasileiro.

A cada jogo a discórdia sobre arbitragens no futebol brasileiro vai aumentando de forma significativa. A taxa de erros é de intensa grosseria, pois, ainda os árbitros não se conscientizaram da importância do mecanismo da imagem que poderia ser um grande aliado. Agora, também, tem cada figurinha comentando arbitragem nos canais de televisão que é profundamente lamentável. Não são do ramo. Deixem os ex- árbitros , Simon, Kassiba e João Paulo, falarem, pois, eles sabem.

Por que não valorizarmos o time, Operário de Ponta Grossa, por sua conquista na subida à próxima Série C do futebol brasileiro. Sempre que posso comento, pois, se há um povo interiorano que vai ao campo desfilando a camisa do seu clube, é esse da princesa dos campos. Não se vê no Estádio Germano Krugger camisas de outros clubes.

Já beirando 96 anos, nos deixou, ontem, o conselheiro mais velho do Coritiba, Denísio Belotti ( Belotinho), com toda certeza o mais respeitado e requisitado personagem do clube, em especial, quando das eleições. Fanático pelas cores alviverdes, Belotti, sempre esteve próximo aos dirigentes, opinando e criticando, e quando o fazia exagerava na dose. Quantos não foram os momentos que reclamava do outro grande personagem na história do clube, Evangelino Costa Neves, principalmente, na busca de melhorias no patrimônio da agremiação. Era na verdade um azougue quando queria resolver as coisas, e da mesma forma, severo a aqueles que não o agradavam. De passagem, lembro-me bem, quando do título do Torneio do Povo/1973, a festa que foi realizada no salão de festas do clube, onde ao lado do eterno  Evangelino, foi hasteado uma bandeira alviverde em menção a essa conquista histórica. Meus sinceros sentimentos à sua família. Deixará saudades.

Em tempo: Se os amigos clicarem a coluna datada em 07 de Janeiro de 2012, lerão a sinceridade e o significado que escrevi do que sempre pensei do querido, Denisio Belotti.

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