Mudanças gerais em 2018.

2 janeiro, 2018 às 09:03  |  por Capitão Hidalgo

Olá amigos, então, chegamos ao decantado ano de 2018, situação inusitada em outras temporadas, isto porque, atrás de toda essa manifestação popular está ligada o exercício da temporada por parte dos políticos, hoje, sabedores do corte geral que poderá ter nosso país, por conta, claro, dos desmandos que vem acontecendo algum tempo. Portanto, de maneira paralela e com a tentativa de colhermos frutos nos objetivos e por entusiasmo pessoal, a certeza que a população brasileira haverá de dar jeito nessa situação. O importante não esmorecermos nesse entusiasmo de mudança.

No lado esportivo nacional o que mais se ouvirá falar será da Seleção Brasileira de Futebol. Com a importância da chegada da disputa de mais um mundial, e que será realizado na Rússia nos meses junho/Julho/2018, o torcedor canarinho brasileiro já fazendo contas e apostas imaginando qual será a performance do time do técnico, Tite. Por falar no técnico, ele já mostrou em dizeres que ainda está pensando em alguns jogadores para o momento adequado  na escalação do elenco. Contudo, no calendário dois amistosos estão previstos, em Março, contra as equipes da Alemanha e Rússia.

Do local, as notícias ainda sem aquele alarde, natural que aconteça, afinal, quem não sabe que as atitudes dos dirigentes do futebol paranaense nunca tiveram a conotação de sacudir o mercado. Vivendo um mundo totalmente diferente da realidade, nossas equipes entrarão nessa temporada à busca de ficar no entremeio. Sim, pelo menos da minha parte não vejo nada de excepcional a não ser disputar novamente para as mesmas buscas, ou seja, o Coritiba novamente querendo voltar, o Atlético trazendo um técnico internacional e que nada tem a ver com o nosso futebol, e o Paraná, que se esperava uma jogada mais certeira, andou mudando o comando técnico e até de jogadores.

Mas, no Coritiba, uma mudança radical vem acontecendo, sobretudo, pela definição de um staff esportivo que estará comandando o destino alviverde. Pude notar na relação enviada à imprensa que mais de 30 profissionais foram escalados par a árdua missão de recompor a agremiação nessa temporada de 2018. Confesso não entender tanta gente para colocar um time em campo. Na verdade só estou comentando o fato de entorno de 30 pessoas sem contar com o elenco e mais funcionários administrativos. Fica, então, a dúvida sobre o dinheiro, afinal, com a aquela conta atrasada à pagar e ter um custo mensal com tanta gente no departamento, o que estará sobrando para contratar bons jogadores.

Tirando a intolerância, que é  geral dos diretores com a torcida, o Atlético vem para o ano mais ou menos arrumado, afinal, não é da cultura do clube contratar jogadores caros. Contratar, contratam, mas, sempre pensando no retorno financeiro que o jogador dará na frente. É uma sistemática. Largam de cara o estadual, mostrando nenhum interesse esperando por outros torneios. Já o Tricolor da Vila, há muito fora do cenário principal do futebol brasileiro, vai engatinhar até se acertar no aspecto financeiro para enfrentar a barra da temporada. O único deslize a meu ver foi deixar o técnico, Mateus Costa, ir embora e premiando o outro que largou o clube, Vagner Lopes, para retornar.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

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