Atletiba, um alento às próximas rodadas.

11 setembro, 2017 às 09:15  |  por Capitão Hidalgo

Como disse na coluna passada, sentia que o clássico paranaense, Atletiba, não nos daria a certeza de um resultado de vitória para A ou B,  ou melhor, estava sem nenhum prognóstico. Como as duas equipes andaram treinando mais de 10 dias, esperava-se sim, uma melhora acentuada. Portanto, foi o que aconteceu, e logo após o jogo comentando pela Rádio CBN AM 670, afirmava que a partida tinha sido muito bem jogada e que havia notado várias mutações táticas, correspondidas pelas leituras dos dois técnicos, Marcelo Oliveira e Fabiano Soares.  Reforçando, um alento para as próximas partidas.

NO primeiro tempo a bola andou de forma permanente nos pés dos jogadores atleticanos, diga-se de passagem, pela maneira com que o técnico alviverde, Marcelo Oliveira, dispôs seu time em campo, antecipando que o time da casa viria para cima. Procurou o certo nessa premissa, recuando os seus dois pontas, Geterson e Rildo,  para formar  linhas de quatro sempre atrás da bola. O gol atleticano estava para acontecer, mas, Nikão desperdiçou uma penalidade máxima aos 41 minutos. Como a bola pune, foi somente numa jogada de bola parada é que Werley, zagueiro alviverde, escorou de cabeça assinalando  gol Coxa aos 45 minutos.

Sem nenhuma mudança de vestiário, aí é que achei um erro do técnico atleticano, Fabiano Soares, afinal, era nítido que o meia, Lucho Gonzalez, não estava bem, e onde se reclamava a entrada do garoto, Mateus Rosseto. Mas, bem antes dessa modificação, já com bola rolando na segunda etapa, com a saída do ponta, Lucas Fernandes, trocado pelo atacante, Gedoz, a situação voltou a melhorar. Do lado do verdão paranaense as mudanças só aconteceram com a contusão do Werley, que retornou muito bem, e outras com um significado mais de condicionamento físico.

Contudo foi no final do jogo é que o Atlético chegou ao gol de empate com uma penalidade a seu favor, diria de forma acertado pelo árbitro, Daronco, convertido pelo atacante, Gedoz. A única controvérsia na partida,  deve ser reclamada pelos coxas, é que um minuto antes o atacante do Coritiba, Rildo, foi derrubado dentro da área atleticana. Portanto, com os 90 minutos e mais alguns prorrogados, ficou de bom tamanho pelo desdobramento do jogo.

Se tem uma cidade do interior do nosso estado, essa é Ponta Grossa, e onde seus torcedores são muito mais fanáticos em relação a outras, essa é do time do Operário,  que acaba de conquistar o título nacional da Série D. Ontem, no Estádio Germano Krugger, o time princesino abiscoitou o espaço para a Série C na temporada de 2018. Parabéns pela conquista.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

 

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