É difícil acreditar em acrobacia jurídica. Lei é Lei.

24 janeiro, 2018 às 10:39  |  por Capitão Hidalgo

Mesmo sendo o início de temporada, o calendário do estadual paranaense já marca o primeiro clássico. Será logo mais à noite entre, Paraná Clube x Atlético Paranaense, em Vila Capanema. O Tricolor da Vila que jogou fora, em Francisco Beltrão,  perdeu e agora pega de frente um adversário que vem jogando de forma mesclada. Na verdade tem sido esse o objetivo da diretoria atleticana em começar o certame paranaense, exemplo temos de outras temporadas. No caso do Paraná Clube, tenho a certeza que o torcedor mesmo que entenda seja esse um momento inicial de temporada, claro, vai ao estádio esperar por um melhor resultado, sobretudo, porque perdeu o primeiro jogo no interior do estado.

Não tenho dúvidas, também, de comentar seja complicado neste atual momento fazer qualquer juízo de valor. No entanto este certame mostra a exiguidade de tempo, já comentado, pois o certame será jogado em menos de 80 dias. Analisando esse fato, também, coloco a presença dos clubes paranaenses na disputa, da Copa do Brasil, com seu início ao final deste mês. Portanto, a situação nos obriga esperar mesmo que reiterados apelos dos torcedores digam que o melhor é ganhar.  Desclassificar o início desse processo seria preconizar resultados.

Tenho acompanhado no cotidiano esportivo as longas considerações envolvendo jogador, clube e empresário. Há uma discórdia constante, onde me baseio nessa tema específico à dizer que, a Lei Pelé,  deveria ter algumas emendas, principalmente, para o bem do futebol brasileiro. O que impressiona são os valores colocados nas prateleiras das negociatas.  Por isso, tenho como prevalência nesse caso, dizer, que os clubes ficaram fracos em suas administrações.

Virando o foco para o assunto dessa manhã, ou seja, o julgamento do ex-Presidente da República, mesmo com todas as manifestações à favor ou contra, acredito que a Lei da Ficha Limpa deva prevalecer. Em relação causa e efeito, o entendimento deve prevalecer no julgamento, a Lei da Responsabilidade, condenando ou não o ex-presidente. Completo, que ao lado dos brasileiros, aguardamos as razões honestas e sérias, afinal, o absurdo da corrupção no país não é so matéria jornalística, ela é verdadeira.

Portanto, uma conclusão justa de pensamento é que se prevaleça a honestidade de propósitos. Acompanhando os argumentos dos juristas, alguns fazendo até “acrobacias técnicas” em defesa e acusação. Contudo, sabemos que em nosso país fazer riqueza não é tarefa fácil. Só mesmo ganhando na loteria.

Lembre-se que: O melhor da vida é sua história.

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