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Os frutos estão aparecendo.

12 agosto, 2014 às 10:51  |  por Capitão Hidalgo

Não é por acaso que jogadores do Atlético, falo dos jovens criados na base, estão sendo variávelmente convocados para o selecionado brasileiro, uns como Nathan e Mosquito na sub-18 e Douglas Coutinho, participando naquela que vai se preprar para a próxima Olimpíada/2016. É o trabalho que vai aparecendo com a paciência necessária de poucos dirigentes brasileiros, que no meu entendimento, tem medo de se aventurar. Mas, é bom que se avivem, pois, mudanças estarão acontecendo no cenário futebolísico e o clube que quiser brincar de dinheiro, que se prepare, porque vai sofrer chumbo grosso.

A Rede Globo, vendo o deslize técnico em que vive a bola no país, vai procurar mexer em algumas coisas, e é possível que futuramente teremos o mata-mata. Fui sempre contrário, afinal, quem é mehor no certame e que consegue uma melhor estabilidade no gramado é merecedor ao título. Acontece, meus amigos, que a emoção está longe de acontecer. Acompanhei por alguns anos esse tipo de competição, que nem sempre vem premiar a melhor campanha. Mas, como a TV é que põe o “tutu”, os clubes vão ter que aceitar e fim de papo. A distancia de romperam com a televisão é muita, afinal, todos devem um bocado aos empresários desse setor.

Algumas agremiações estão se apegando a Copa do Brasil, que no entendimento de muitos, é o menor caminho à uma Libertadores de América. É o caso do Coritiba, sobretudo, porque está muito mal na tábua de classificação do Brasileirão, tendo um jogo pela frente lá em Marabá contra o time do PaisandPará, lembrando que no 1º jogo o coxa ganhou por 2 gols a zero. Paraa recuperar na tabela do brasileirão, terá agora 2 jogos em casa. Contudo, se jogar como o fêz no Rio contra o Fluminense, em especial no 2º tempo, pode deslanchar e sair dessa zona de desconforto.

Um time que mostra estar totalmente debilitado é o Fogão dos cariocas. O que tentou jogar aqui na Arena, no domingo último, abandonando todo setor defensivo, foi presa fácil no contragolpe. Engraçado que o técnico Mancini, que só não ganhou a Copa do Brasil ainda como técnico atleticano, por ter jogado no Maracanã com medo. Agora, no desespero, manda o time botafoguenses jogar para frente. Deu no que deu.

Alguém deve ter dito  ao pé do ouvido para  o técnico, Doriva, hoje no Furacão, que estava bastante equivocado quanto ao esquema tático dos últimos jogos. Bastou concentrar mais força de marcação no meio campo, jogando com dois atacantes, ganhou o jogo. Posso cosiderar que naõ foi por coincidência a vitória. Tudo é uma questão de ordem. A entrado do Cléo, esse bom atacante que jogou um período de sua carreira, simplesmente, no Estrela Vermela e Partizan, onde foi sempre considerado nos dois clubes , na Romênia. 

Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.

 

 

Mudanças necessárias.

7 agosto, 2014 às 09:29  |  por Capitão Hidalgo

Depois da derrocada brasileira na Copa do Mundo, em que os próprios políticos passaram a ver a situação do atual estágio do futebol brasileiro em baixa, virou uma febre a todos analisarem pela necessidade a médio e longo prazo de uma mudança radical na chamada gestão esportiva. Para quem pensa no futuro, a quebra de sigilos nos comandos administrativos da CBF e de suas Federações, pode ser a puxada de freio na ganância que é colocado nos investimentos que nem sempre é voltado para as agremiações. Portanto, passou a ser muito importante a presença de jogadores nos corredores em Brasilia, aportados por alguns políticos em suas idéias de abrir boas perspectivas  ao retorno de credibilidade do futebol brasileiro. 

O assunto sôbre a soberania financeira da CBF, pois, arrecada demais sem colaborar com o futebol, afinal, a célula-mater do futebol são os próprios clubes, pode estar chegando ao seu fim. Enquanto as agremiações vivem com o pires na mão, os homens que dominam o esporte da paixão do torcedor, nem esportista foram, sobretudo, porque chegam nos cargos por indicações. O mesmo acontecerá no Esporte Olímpico, nos tantos anos do sr. Nusmann, com tantos ex-atletas campeões em suas modalidades e não tem chances  às Federações.

A estratégia na resolução dos argumentos colocados em projetos que serão transformados em processos a serem defendidos por políticos,  ficou para depois das eleições. O Ministério do Esporte e Cultura, ciente da necessidade de modificações, também, se colocou a disposição em várias reuniões acontecidas,  que é chegado o ponto de modificar o que está errado.

Os clubes terão que pagar os seus atuais débitos? Claro, a conclusão de momento é dividir essa montanha de débitos sem discursos e teorias e muito menos o pressuposto, pois, a conta tem que ser paga e a mudança tem que ser radical. Com isso, o dirigente terá que arcar com seus bens quanto pensar em gastar mais do que receber. O departamento mais procurado no futuro será o Contábil, com toda certeza.

Outra coisa será a forma democrática de se eleger nomes aos cargos de comando. Há uma posição firmada quanto ao clamor das próximas  eleições a contar com votos de atletas e jogadores, e nao mais dos clubes. Poderia se instalar um dispositivo nesse embate de opiniões.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Futebol paranaense está destoando.

4 agosto, 2014 às 06:52  |  por Capitão Hidalgo
A cada rodada e tendo maus resultados vemos ‘afundar”, na tabela de classificação, às equipes da  capital nesse Campeonato Brasileiro. Na verdade está virando uma tormenta a cada jogo que envolvem o Paraná Clube, Coritiba e Atlético Paranaense. Como não poderia ser diferente, as derrotas aconteceram com o Tricolor (para o VAscão por 1×0), o Furacão (Galo Mineiro 3×1) e um empate insosso do Verdão (1×0), que mesmo em casa não conseguiu vencer ao atrapalhado time do Corinthians. Esse bloqueio na falta de bons resultados, claro, decorrência de atitudes dos clubes em seus gerenciamentos esportivos, deve ser uma constante até o final da temporada.
 
A única equipe que vinha mais ou menos, Atlético, também achou de se confundir a ponto de fazer dois gols contra. Querer dizer que é um time que contém muitos jovens, poderia ser um desvio de obrigatoriedade do clube, mas, não dá para esperar muito, afinal, os compromissos vão chegando. Para amenizar, diríamos que voltando a Arena o time voltará a ter um apoio a mais. Pelo menos é o que o jovem técnico, Doriva, vem apregoando com a falta da torcida nos jogos do clube. A dúvida é quanto as mudanças havidas no time, de uns tempos a essa parte, afinal, o interino, Leandro Ávila, vinha muito bem. Se o ano passado foi um sucesso os resultados conquistados com uma boa Comissão Técnica, entendeu a diretoria atleticana que deveria mudar o comando.
 
Dá para perceber que o time do Coritiba sofrerá muito com a falta de qualidade. Dúvidas não tenho, afinal, em termos númericos jogar 13 jogos e somar sòmente 11 pontos, convenhamos com uma média de 28% de rendimento, o encaminhamento é para um desastre. O técnico já não sabe mais com quem contar no time. Já mudou bastante e até agora não conseguiu resolver alguma coisa. Continuo afirmando que ele é o menos culpado, sobretudo, porque  Celso Roth é um profissional experiente. Para culpar mais ainda essa média até agora, como pode um time não conseguir uma vitória jogando em casa.
 
Críticas pontuais são necessárias, agora, tenho visto outros jogos e o caso é de comentar, técnicamente, o péssimo momento do futebol brasileiro. Então,  imaginar o futuro das equipe da cidade, de Curitiba, será um teste de análise positiva da possibilidade de melhorias nos seus rendimentos coletivos. Problemas de dinheiro, sim, é uma constante dentro do mundo esportivo, mas onde buscar jogadores para o devido encaixe coletico nas agremiações. É um caso a ser pensado.
  
O caso do Flamengo serve de um bom exemplo para comparativos. Um clube que tem débitos constantes há muitos anos, mesmo que seja o que mais arrecada, não se encontra em sua administração e no campo de jogo. Mesmo com bom conceito do técnico Vanderley Luxemburgo, sem time não há cristão que aguente. Ontem, em Chapecó, foi um arremedo de time em campo, não conseguindo jogar bem o tempo todo e com isso perdendo mais uma. Dá paraa conceber um Mengão na última posição nesse Brasileirão? Tem coisa errada ou não?
Lembre-se: Que o melhor da vida é sua historia.
 
 

O nervosismo do Vilson.

31 julho, 2014 às 07:40  |  por Capitão Hidalgo

Conheci o atual Presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro, nos tempos do mais festejado dirigente do futebol paranaense, Evangelino Costa Neves.   Vindo do interior, a cidade de Peabirú, por aqui se estabeleceu onde chegou a ter um cargo de excelência no Banco Bamerindus, claro, por sua qualidade, somado a sua postura e educação. Na negociação do Bamerindus com o HSBC, foi um dos poucos a ficar na nova gestão bancária, atribuído ao seu conhecimento na Pasta de Seguros. Torcedor do Coxa, lembro-me bem que estava sempre no vestiário do então, Estádio Belfort Duarte, principalmente, na década de 70, ao lado do “Chinês”. Acredito que vendo aquela fase gloriosa do clube deva ter-lhe dado uma idéia futura de participar mais ativamene na agremiação. 

Para  encurtar o assunto, e com tempo disponível, após o desastre na queda alviverde a 2ª divisão, em 2009,  juntou-se a um grupo de conselheiros, e  a partir de 2010 , chegou a condição de vice-presidente do clube Aos poucos  passou a ser a principal figura na administração do Jair Cirino. Mas, após o tempo de serviço do Cirino, que foi sendo desbancado naturalmente, após mais uma derrocada do clube, Vilson pegou no bréu e passou a colocar seus conhecimentos administrativos, contando também, com a simpatia da imprensa.

Fazendo esse histórico, a bem da verdade, o atual presidente criou um descontentamento geral nas hostes alviverdes. Praticamente ficou sozinho por sua austeridade na forma de agir. Mudando o curso da sua personalidade, infelizmente, com problemas e mais problemas no curso de sua gestão, vem mudando o foco constantemente, sem usar de muito diálogo. Os erros foram sendo acumulados, penso eu, com o natural desgaste dos anos na cadeira principal da agremiação. Passou, Vilson, a não ter mais paciência nas coisas. Uma pena. Depois de criticar seu grupo de jogadores, aliás recebeu uma carta de contrariedade dos próprios, agora, briga com a imprensa que sempre o elogiou. Perdendo o controle na pergunta de um repórter, sôbre o processo que vem conduzindo do débito dos clubes brasileiros, perdeu as estribeiras dizendo que a imprensa é uma piada e autofágica. É um fim melancólico de gestão.

O bom mesmo é que este clube tem histórias maravilhosas. A data de hoje faz lembrar o grande título conquistado, em pleno Maracanã, o de Campeão Brasileiro de 1985, contra o time do Bangú. O técnico na oportunidade foi Ennio Andrade e o diretor de futebol, Estevam Damiani.  Alguns dos jogadores  campeões: Rafael, André, Gomes, Eraldo, Dida, Almir, Toby, Marco Aurélio, Lela, Edson, Índio, Vavá, Caxias, Marildo, Vicente. E o presidente, o melhor da história, Evangelino Costa Neves. 

Ontem, comentei o absurdo que seria a diretoria do Paraná Clube vender o patrimônio da Kennedy, no intuito de  pagar suas contas. Muito bem. A reunião do Conselho, com a presença do presidente, Rubens Bohler, ficou decidido que não mais está em pauta esse assunto. Melhor assim.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua historia.  

A triste realidade do Paraná Clube.

29 julho, 2014 às 10:31  |  por Capitão Hidalgo

Quantas não foram as vezes conversando com o dinâmico, Orestes Thá, eu notava sua obstinação ao dizer da sua luta no crescimento esportivo do Savóia, Água Verde e tempos depois o Pinheiros E.C. Dizia-se na época a respeito do estádio que levava o seu nome, o considerado e distante Fortim, no bairro Água Verde, que o deixava bastante irritado. Imagine hoje pensar que aquele local tão desvalorizado por críticas e explicar o valor realizável dos tempos atuais.  As questões envolvendo esses clubes, acima mencionados, eram decorrentes, inclusive, entre os proprios familiares, que tiravam dinheiro do bolso. Enfim, tudo mudou, e outros personagens foram passando no histórico das fusões, chegando ao atual Paraná Clube. Para encurtar e chegar na possibilidade inconcebível da venda deste patrimônio super valorizado, a sede da Kennedy, com os muitos investimentos realizados nesses últimos 25 anos, é para pagar débitos.

O assunto esportivo do dia é a convocação de uma Assembleia Extraordinária do Tricolor da Vila, para um devido estudo, se aceito ou não, pelos sócios e conselheiros. Não tem sido outra coisa a não ser ouvir a necessidade da venda de um patrimônio constituído em anos. É uma pena. Meses atrás foi vendido a área no Tarumã para pagamento de muitas contas contraídas. Parece que é um saco sem fundo. O que causa espécie é que a própria torcida, a Fúria Independente, está solidaria a venda de mais esse patrimônio. Outra dúvida é separar o futebol da sua área social. Aí vem a contrariedade, sobretudo, a conta no mesmo CNPJ.

Conversando com o diretor, Júlio Carlos, da Rádio Evangelizar Am 1060, pertencente ao Grupo Evangelizar, pude constatar que o trabalho artístico tanto pelo Rádio como da TV,  vem sendo muito valorizado. O interessante é que em pouco tempo o prefixo 1060-Am está em 2º lugar,  números esses mostrados pelo Ibope. Outro prefixo do Grupo,  é o 90.9 Fm, que está localizado na Lapa, e que retransmite toda programação da Am-1060 de Curitiba. Com isso o sinal é registrado em grande parte nos municípios de Santa CAtarina e Paraná.  

São constantes os reclamos de grande parte da imprensa nacional quanto a volta do técnico, Dunga, aos seus trabalhos junto à CBF. Mesmo que se tenha argumentos quanto a essa contrariedade, a verdade é que o sentimento de muitos jornalistas que estiveram presentes em Johanesburgo, na Àfrica/2010,  é quanto o tratamento dado pelo Comissão Técnica da época. Foi irritante a má vontade do Dunga em mostrar um ranço odiento e  jamais esquecido. Sua mea-culpa à imprensa é motivado por entender, mesmo que tardiamente, seus gravíssimo erro. Por conhecer o lado de cá, vai ser difícil a moçada mudar de opinião quanto ao seu trabalho. Quem vai perder será o próprio futebol brasileiro.

Sussuros a respeito de nomes que estão se articulando à bater chapa na próxima eleição no Cortiba F.C. Pessoas expressivas com trânsito no lado empresarial e político do Estado. Com isso novos projetos sairão do papel, especialmente, o trato com a categoria de base do clube, que deixou de revelar por ter usado essa diretoria um conceito de compra e venda. Vamos aguardar.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

 

A vitória do Coritiba em Porto Alegre.

28 julho, 2014 às 12:14  |  por Capitão Hidalgo

A torcida do Palmeiras saiu de cabeça baixa, na tarde de ontem, quando perdeu o clássico para seu maior rival (2×0), Corinthians, jogo este acontecido no Itaquerão/Arena. O fato triste foi a quebradeira de cadeiras, após a partida, quando alguns desmiolados torcedores palestrinos andaram perdendo a cabeça. A imprensa paulista, tentou falar com o presidente do clube, Paulo Nobre, para saber quem pagará os prejuízos ao Timão, sobretudo, porque se soube que a diretoria palmeirense andou distribuindo 2 mil ingressos. Quanto ao jogo, o técnico argentino, Gareca, vem sentindo a diferença que é ser treinador em seu país, afinal, no Brasil as coisas andam de forma diferente. O que causa espécie é que o time do Palmeiras tem alguns jogadores sulamericanos, e só por superação poderá acontecer melhoras, pois, técnicamente às contratações ainda não estão danco certo.

Que bela vitória conseguiu o Coritiba, mesmo jogando em Porto Alegre, enfrentado o sempre perigoso time gremista. O valor que pode ser considerado neste jogo foi a maneira como o placar foi estabelecido. O verdão paranaense fez o 1º gol ( Zé Love), o Gremio virou o resultado parfa 2×1 (gols do atacante Barcos) , logo em seguida Zé Love empatou(2×2), para no final do jogo, Alex, com categoria marcou o 3º gol alviverde. É inegável que o técnico, Celso Roth, sai dessa partida mais fortalecido. Todos sabem que é um profissional experiente, mas, nem sempre se analisa a condição de conhecimento do técnico, e sim pelo resultado prático de vitória.

O técnico atleticano, Doriva,  sentiu a barra ao tomar uma goleada (3×0) do Fluminense, mesmo jogando em casa. A partida de ontem, em plena Arena, mostrou ao técnico que nem tudo sai a contento. Agora, é rever os lances, afinal, seu time foi muito desequilibrado na meia cancha , contando com uma tarde ruím dos garotos da zaga, Cleberson e Léo Pereira. Depois da derrota, os jogadores do Furacão torcem para chegar o momento de ter a torcida ao seu lado. 

A dança dos técnicos continua à vapor. Mais dois caíram, na rodada de ontem, o Enderson (Gremio) e Marquinhos Santos Bahia). Agora são 12 os profissionais que perderam seus empregos. È o tal do álibi. Se vai mal em campo, não podendo estourar no Presidente do Clube, o caminho e esse mesmo, saí o técnico. As vezes dá certo, mas, por algumas rodadas. Ainda escuto que o futebol tem que melhorar na gestão esportiva. É dirigentes? O que falar.

Vamos dizer que após essa rodada do brasileirão/2014, os melhores times são:  Cruzeiro, Internacional, Corinthians e Fluminense. Na verdade as quatro equipes ganharam bem. Resta saber se os times que perderam, alguns jogando a Copa do Brasil, tenham tranquilidade para se recuperarem.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

A gestão esportiva do Galo Mineiro.

25 julho, 2014 às 10:36  |  por Capitão Hidalgo

Enquanto não acontecer um critério nas contratações de técnicos de futebol, podem ter a devida certeza, que o fraco trabalho no aspecto de planejamento tirará clubes do seu encaminhamento esportivo. A ciranda de técnicos no futebol brasileiro é uma grandeza. Portanto, sem nenhuma convicção a nao ser contratar por contratar, tendo como pano de fundo a indisciplina dos próprios profissionais que buscam ter um emprego, os dirigientes pintam e bordam. Passa com isso o “treinero” a ser um álibi. A cada rodada, minha gente, é fato consumado a dispensa de um para se buscar outro e assim por diante. Onde fica o julgamento da parte coletiva ? É de dar dó.

Com a falta de compromisso dos dirigentes com seus torcedores a vida segue sem destino para as agremiações que estão inseridas neste contexto. Em todo caso, o momento é este, para quem tiver peito para mudar os conceitos atrasados que vivemos nesse desportoo. Após a derrota brasileira no Mundial de Futebol, entende-se que seja o devido momento para mudanças, a começar pela CBF, que deveria repartir um pouco mais o dinheiro estrondoso que recebe. As cotas da televisão, então, é brincadeira. Enquanto alguns clubes recebem muita grana, muitos concorrentes não recebem o dinheiro devido. Essa falta de isonomia é também algo imperioso para se resolver.

Emocionante foi o jogo do Galo Mineiro que lhe deu mais um título, em cima do futebol argentino, o da Recopa. Ganhou a primeira fora de casa(1×0) e jogava por um empate. Olha que chegou a perdeu o jogo no tempo regulamentar (3×2)para depois virar o placar para 4×3. Mais uma grande performance desse clube,  dentro do Mineirão, hoje muito mais organizado do que outros tempos, tendo a frente o intrépido Presidente, Alexandre Kallil. Como prova do conceito que tem, o técnico paranaense, Levir Culpi, um campeão constante nessa sua carreira, chegou a pouco tempo já dando uma arrumada no time para ganhar mais um título internacional 

Conheci o Clube Atlético Mineiro, no distante ano de 1968, quando contratado por 4 meses a participar do então Campeonato Nacional.Tudo aconteceu num amistoso havido entre o XV de Piracicaba e o Cruzeiro das Alterosas, este convidado para participar de uma solenidade na cidade  por ter sido Campeão do Brasil e numa época em que havia desbancado o poderoso time do Santos de Pelé. O famoso “Nhô Quim”, com um belo esquadrão acabou vencendo o time, de Belo Horizonte, que tinha Dirceu Lopes, Tostão, Evaldo, Piazza, Natal, enfim um celeiro de craques.

Passado alguns meses desse amistoso, para minha surpresa, apareceu um empresário que tinha visto o tal amistoso. Depois das tratativas, acabei sendo emprestado para o Galo Mineiro. Em lá chegando, como havia jogado o Campeonato Paulista, não poderia participar do Mineiro. Com isso participei de alguns amistosos, na verdade, para aos poucos viver aquela adaptação tão necessária. O que me impressionava era ver o torcedor do Galo. Em todas as cidades mineiras era um Deus nos Acuda. A recepão desse clube era fantástica. Lembro-me bem, o time reserva tinha jogadores que depois estouraram na equipe de titulares, como o Mussula, Sabará, Humberto Monteiro, Normandes, Grapette, Ronaldo, Lacy, Bibi, Caldeira, Silvio (Major) e Beto. A cidade de BH convivia com a rivalidade. Dava para notar o domínio do adversário, afinal, constatado anos após como um dos melhores da históira cruzeirense. 

 

A imprensa antecipou retorno do Dunga.

22 julho, 2014 às 09:38  |  por Capitão Hidalgo

Quando se coloca qualquer que seja um comentário, é claro, nem sempre cai de agrado para alguns leitores. Posso confirmar que não tenho outro próposito a não ser conviver com os amigos os problemas sôbre o futebol da nosa capital e até o brasileiro. Nesse momento entendo que os torcedores das equipes da capital estão muito mais preocupados com suas agremiações do que o assunto que se tornou chato a respeito da Seleção Brasileira de Futebol. Hoje virá a confirmação da volta do técnico Dunga. Engraçado que a imprensa já noticiou, com antecedência, que na verdade vem na manhã de hoje. Portanto, vamos nos ater ao Coritiba, Paraná Clube e Atlético Paranaense.

Analisando a última rodada, alguns contornos nos mostram o controle desigual das atuações dos clubes da capital, onde vemos um Coritiba sofrendo com constantes maus resultados, como também, sem possibiliddes de progresso o Paraná Clube. Quem vai se saindo muito bem é o Furacão. Seria surpreendente? Não, absolutamente não. O que está acontecendo é que a diretoria do Atlético acompanhou um projeto mesmo que alguns resultados não fossem satisfátorios no meio do caminho. Sem aceitar qualquer protesto dos torcedores e dos sócios, já demonstrava o clube a segurança de uma boa gestão esportiva, com números conquistados, principalmente, em campo na temporada passada. O aproveitamento das categorias de base, que tem sido o grande trunfo dessa orientação diretiva, desde a temporada passada tem sido um sucesso.

Com o lado promissor desta gestão, que tem no comando o Presidente Mário Celso Petráglia, mesmo que tenha havido alguns problemas no comando da comissão técnica, inclusive, obrigado a mudar o encaminhamento do time  no ínicio deste ano, mexeu com acerto com novos profissionais. Só para refrescar a memória, nessas últimas vitórias neste Brasileirão/2014, o time titular vem jogando com 7 a 8 jogadores da base. O Furacão encontrou o caminho moderno.

Nas ruas por andamos é comum torcedores do Coritiba perguntarem essa situação de insegurança que vive o clube no Campeonato Brasileiro/2014. Para não deixar de responder, pelo meu conceito esportivo, as coisas estão se arrastando desde as temporadas passadas. Erros dentro do projeto esportivo vem sendo notado por conta da fragilidade do elenco. Com mudanças constantes dentro de uma filosofia sem progresso, e sem a noção exata do que se deve fazer agora, a verdade é que desde  a pré-história do futebol não se deve gastar mais do que receber. Com conta alta para pagar e sem a possibilidade de trazer jogadores melhores, duro mesmo é precisar de empresários que começam a lotar de profissionais sem condições.

Com naturalidade e leveza para não machucar o atual presidente do clube, em críticas, a maturidade dos conselheiros do Coritiba é que poderia colaborar no contrôle da situação e projetar um “novo planejamento” mesmo dentro do ano letivo. Com 11 jogos realizados, ganhando somente 7 pontos, e tendo a necessidade de chegar no final do turno com 23 pontos, a matemática explica que dos 8 jogos serão necessários 16 pontos. Será que chega?

Lembre-se: Que o melhor da vida é a sua história.  

 

Retorno do Brasileirão/2014.

17 julho, 2014 às 09:49  |  por Capitão Hidalgo

A bola voltou a rolar no Campeonato Brasileiro. Na rodada acontecida, na noite de ontem, alías parte dela, vimos alguns desses jogos. Parece que algumas equipes não aproveitaram o tempo para melhorarem seus rendimentos técnicos no campo. A proposta que poderia mexer com alguns elencos poderia ser um início de recuperação coletiva. Convenhamos, os resultados do Fluminense, Botafogo, Coritiba e Flamengo, mostraram que nesse retorno ainda precisarão melhorar a taxa de qualidade. Com moleza e jogando mais pelas beiradas,nenhum time irá se sustentar com falta de qualidade no gramado. O sufoco pela falta de pontos, nessa que ainda é uma fase embrionária, será com certeza a péssima tendência futura.

Na importância dos fatos, sugiro olhar com mais atenção e trocarmos figurinhas sôbre os resultados das equipes paranaenses neste Brasileirão/2014. Falar do Paraná Clube, é na verdade uma missão muito difícil, pois, as constantes duvidas no relacionamento elenco/diretoria, sempre pela falta de dinheiro, vem produzindo maus momentos e, consequentemente, péssimos resultados. Mesmo que tenha jogado para se defender, principalmene no 2º tempo contra o América Mineiro, a demonstração geral foi a ausência de jogadores no ataque, e o desastre em Belo Horizonte veio quando tomou o gol no final do jogo. Com 9 pontos ganhos, até agora, precisará para o virar o turno ganhar em torno de 14  pontos. Quer dizer, vencer 5 partidas em 8 jogos. Missão improvável.

O Atlético Parananese foi à Macaé, interior do Rio, é ganhou do Mengão (2×1). Não só conseguiu um bom resultado como jogou bem e de forma inteligente. Com isso, a estréia do técnico, Doriva, consideramos importante, afinal, deu mostras que os treinamentos nos dias de Copa do Mundo, foram bem proveitosos. O Furacão, ficou no aguardo da impulsividade do Mengão, coisa que não veio, e logo fez seu gol numa boa estocada do atacante, Douglas Coutinho, com toque sutil enganou o goleiro Felipe, fazendo o 1º gol da partida. Quando precisou se fechar no 2ª tempo, mesmo com a posse de bola do Flamengo, foi  o mais prático com jogadas rápidas. Veio a vitória com o gol de Cleberson quando o resultado era de empate. No registro fica então a soma de mais 3 pontos levando o Furacão a 16 pontos. Agora, depois de pagar uma conta alta por jogar 5 partidas em seu mando de jogo, fora de casa, voltará  no próximo domingo para sua Arena.

Confesso que esperava mais do Coritiba nesse jogo contra o Figueirense. Se estrepou todo ao tomar um gol em menos de 5 minutos e não se achou mais. Isso pode ser uma prova incontestável de fragilidade no seu elenco. Continuo defendendo o técnico, afinal, experiente na profissão, Celso Roth, de repente vai pedir o boné. Hoje, minha gente, se o elenco for fraco nem o técnico, Guardiola, arrumaria o time em campo. Situação crítica, estando nos últimos lugares, a hora é  buscar  recuperação, sobretudo, porque o 1º turno já está comprometido. 

Com a derrocada da equipe brasileira, a verdade é que o custo tem sido enorme para alguns profissionais, a começar pelo técnico, Felipão, que andou perdendo faturamento na publicidade. Enquanto não vem a definição da filosofia que ira trilhar a CBF, alguns intelectuais, aqueles que escrevem maravilhosamente bem, estão se intrometendo num assunto que não sabem, vamos dizer como bater um escanteio. Cada um querendo levar o seu.

Lembre-se: que o melhor da vida é sua história.

  

 

 

  

O orgulhoso povo brasileiro.

15 julho, 2014 às 09:50  |  por Capitão Hidalgo

Passadas as emoções do Mundial de Futebol/2014, por interesse cultural e estatístico, estou compilando informações a respeito dos números positivos que o nosso país conquistou. Por ordem inversa, claro que o mais lógico seria a conquista brasileira nos gramados, o que mexeu com o mundo foram outros aspectos, em especial o envolvimento emocional e esportivo. Tenho ouvido coisas maravilhosas quanto ao nosso povo, principalmente, dos turistas que aqui vieram pela 1ª vez, aproveitando para oportunizarem e estreitarem conhecimento e a alegria da nossa gente. Aquilo que foi uma constante jornalística, onde diariamente jornalistas precionavam com  notícias escandalosas na tentativa de mostrarem dúvidas ao entenderem que o BRASIL PAÍS não teria condições mínimas, achando a falta de uma consistência operacional e competência,  brotaram inverdades sem precedentes. Seria por interesse restrito a política? Os aproveitadores foram as ruas reinvidicando isso e aquilo, como se já não bastassem os problemas de dezenas de anos que são enfrentados por ideologias erradas. Desculpe, aos ignorantes e pretenciosos, pois, não tiveram a capacidade de enxergarem que vivem num país abençoado.

Sou um nacionalista, acreditando que sejam muitos em nosso país, mas, tenho minhas convicções acostumado as minhas andanças pelo mundo, onde aproveitei essas oportunidades a fazer comparativos de forma mais estreita. Podem falar o quiserem, mas, o brasileiro é bem diferente. Se os próprios alemães campeões do mundo, que aqui vieram e que são considerados  um povo frio por natureza, sairam distribuindo elogios pelo tratamento que tiveram nas várias regiões do nosso continente, só com isso não teria mais necessidade  fazer mais relatórios. Agora, os mesmos que foram cegados pela ignorância são os primeiros a bater palmas. Os noticiários afirmam que quase 1 milhão de turistas estiveram por aqui, e que a economia através desse congraçamento dos povos conseguiu chegar a soma  de 30 bilhões aos cofres brasileiros, dando para pagar todas as despesas e sobrar na criação de um patrimônio esportivo e turístico. Portanto, se no campo não fomos o esperado, fico com que disseram os turistas, quem ganhou mesmo foi o PAÍS BRASIL.

Ainda está dando o que falar a performance ruím do selecionado brasileiro. Fôsse em outro país, convenhamos, um 4º lugar estaria muito mais valorizado. Como aqui se respira o país do futebol, não foi nesse mundial que aconteceu a vitória brasileira. Engraçado, nas duas vezes, em 1950 e agora em 2014, não tivemos o sucesso esperado. Com isso foi desfeita mais uma comissão técnica de futebol. Selecionar a culpa do imprevisto é inadequado, como fizeram com o goleiro Barbosa, em 1950, em pleno Maracanã. Vamos classificar que é de todos que militam no atual estágio do futebol brasileiro. Todos, que fique bem claro, inclusive, a imprensa ufanista que muda de ares a cada momento.

Nunca esteve tão a caráter à CBF contratar um estrangeiro para dirigir o selecionado. A iniciativa é geral, principalmente, da imprensa esportiva que não aguenta mais o provincianismo. Se outrora o técnico foi do Rio ou de São Paulo, coisa que últimamente vinha sendo por gaúchos, a lista aumenta a cada dia por Mourinho, Sampaoli,Pekerman e Guardiola. Como os dirigentes são vulneráveis, ainda mais com pressões externas, até possa ser possível.

Na ordem natural das coisas, a primeira providência terá que ser a convocação de um Coordenador Geral. Para não ficar em cima do muro, vem a lembrança de Leonardo, jogador campeão do mundo e que está na Europa há anos, onde foi dirigente e técnico, com uma vasta bagagem esportiva. Outra pressão é quanto a ex-jogadores estarem fazendo parte da próxima lista de funcionários.

\lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.