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“Mudança” no comando da CBF.

16 abril, 2014 às 20:53  |  por Capitão Hidalgo

Terminado os estaduais, agora, será a vez do Campeonato Brasileiro/2014. Pelo que se sabe, na maioria dos clubes presentes as Séries A e B, desmontaram suas equipes passadas e estão em franca correria atrás de novas contratações. Para isso, ai vem o problema do planejamento financeiro, os dirigentes saem gastando o que não tem e o rombo fica para quem virá no futuro administrar tais clubes. Essa roda viva tem sido a inéficácia de arrumação da casa, e com isso, o problema torna-se um sem rumo a enxergarem um futuro. Claro, o problema é de quem dirige, afinal, não tenho por norma criar uma ingerência, afinal, cada macaco no seu galho. Por aqui, bem , o buraco é mais em cima, sobretudo, porque as equipes da nossa capital, só neste ano de 2013, já fez várias investidas em técnicos. O curioso foi com o técnico Ricardo Drbscki, que treinou um jogo a equipe do Paraná Clube, pediu desculpas a diretoria e se mandou para o Goiás. É mole. Infelizmente é o tal do desprestígio, afinal, quando vem o assunto se o clube paga em dia, a resposgta é sempre negativa. O Coriti ba, que começou com o jovem Dado Cavalcanti, agora terá o Celso Roth, chegando com aquelas dúvidas normais da desconfiança de um para com outro. Ao Atlético, fica a expectativa até quando o cidadão Miguel Portugal ficará no cargo, além de ter que contratar mais jogadores.

O assunto Copa do Mundo é o termometro das informações esportivas pelos 4 cantos do pais. Vive o povo brasileiro aquela esperança que as coisas se encaixam bem, tano na organização como também dentro do campo. Interessado pelas notícias vou lendo e vendo tudo a respeito. Hoje, acontecerá a solenidade de posse do novo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, que acontecerá no Rio de Janeiro. Importante que se diga, do belo trabalho desenvolvido nos bastidores, pelo atual José Maria Marin. Sem bate chapas, o caminho está aberto para diálogo, afinal, com um ano atípico, sabemos lá o que vai acontcer logo após a Copa. De cocheira informo que somente 3 Federações não votarão no Del Nero, mesmo que saibam da vitória antecipada. Falo da Paranaense, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.  

Dando o que falar a arbitragem no clássico entre o Flamengo e VAsco da Gama. Foi flagrante o impedimento do atacente flamenguista que proporcionou o gol de empate que deu o título ao time da Gávea. Ouvi atentamente o advogado do Vasco e considero legítima sua defesa em nome da seriedde que deva imperar no futebol. Aliás, minha gente, tá na hora de profissionalizar a classe do árbitro. Necessário se torna criar um Sindicato com normas rígidas. Como a CBF está mudando de “dono” que tal essa sugestão que é de todos que militam no futebol.

JOgos programados para domingo, sem antes dizer que o Tricolor da Vila jogará nesta 6ª feira, em São Luis do Maranhão. O Coxa que jogará hoje contra o Cene, no Couto Pereira, valendo Copa do Brasil, irá domingo a Chapecó. Quanto ao Atlético, este começará seu destino, mesmo que seja o mandante do jogo, contra o Gremio, em Florianópolis. Que beleza. Dando conotação ao Furacão, os seus torcedores que esperem grandes emoções, afinal, o clube terá que jogar 5 partidas fora e 4 em campo fechado como mandante. Será uma dureza.

Definitivamente o zagueiro Manoel está fora de cogitações no Furacão. A diretoria, que não nutre nenhum diálogo com o empesário do jogador, deixará o rapaz treinando entre os expressinhos até que venha um interessado no seu futebol. É bom salientar que o Atlético é dono de 80% do seu passe. Tenho a nítida impressão que ainda há muito angú de caroço nesta história.  

 Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história,

 

 

 

 

 

 

 

 

A vergonha no Maracanã.

14 abril, 2014 às 09:18  |  por Capitão Hidalgo

Várias foram as decisões nos campeonatos estaduais espalhadas por todo país. Em nosso estado, através de penalidades máximas, ganhou o Londrina, após um empate no tempo regulamentar (1×1). No sul, de forma impiedosa, o Internacional massacrou o Gremio  (4×1) jogando na cidade de Caxias do Sul. Na Boa Terra, brigando os dois técnicos conhecidos aqui na praça, Marquinhos Santos e Ney Franco, ganhou o time do Bahia de Marqinhos SAntos, após empate em 2×2, registrando que na 1ª partida o time do Bahia vinha de 2×1 a favor no clássico maior contra o Vitória. Em Florianópolis, deu o Figueirense em cima do Joinville ( 2×0). Nas praças de São Paulo e Rio de Janeiro, bem aqui aconteceram fatores diferentes nas conquistas do Ituano e Flamengo.

NO futebol paulista acabou dando o time interiorano, Ituano, após perder por 1×0 no tempo normal de jogo. Contudo, foi conquistar em cima do time do Santos, como justiça e prêmio, pela bela campanha que desenvolveu no curso da temporada estadual, em penalidades máximas. No domingo anterior, ganhou a 1ª em pleno Pacaembú, também pelo resultado de 1×0. Aqui ficou evidenciado que não se precisa de muito dinheiro para ganhar uma projeção. Dessa partida, acredito, muitos dirigentes devam estar pensando de forma diferente. Chega de estrelismos sem jogar bola. A conduta do ex-jogador e agora dono do time do Ituano, Juninho, foi de cair o queixo. Belo exemplo de quem cuida muito bem do dinheiro.

No carioca, infelizmente, a verdade não é a que está no resultado final, sobretudo, pelo gol em completo impedimento do atacante flamenguista, nos descontos do jogo. Ganhava o VAsco da Gama em 1×0, gol do Douglas aos 30 minutos do 2º tempo e de penalti. NO escanteio final do jogo, o Mengão chegou ao empate com um atacante escandalosamente dentro da pequena área escorando uma bola que veio da trave. Essa é de parar de jogar futebol, não pensem os senhores, que alguns jogadores não tenham pensado nisso. Fêz muito bem o ídolo, hoje Presidente do clube, Roberto Dinamite, saltar as tamancas ao dizer das consequências e o prejuízo que sua agremiação terá na sequência. O técnico paranaense, Adilson Batista, então nem se fala, pois, conseguiu em pouco tempo harmonizar a equipe da Colina.

A Gazeta do Povo estará a partir das 20 horas, realizando a entrega dos melhores do Campeonato Estadual/2014, no Shed Bar, na Avenida Batel, onde estarão , também, várias outras personalidades esportivas do estado. Será uma grande comemoração, afinal, o futebol paranaense registra nesse ano sua passagem centenária. Agradeçendo convite já confirmei presença, oportunidade que terei de rever amigos esportistas.

Mostrando que a vida oferece continuidade aos profissionais do futebol, principalmente, ao jovem e ex-técnico, Marquinhos Santos do Coxa, que foi à Salvador/Bahia, para ganhar um título em sua carreira. Como estava muito tumultuado o ambiente no alviverde, sendo demitido, e ao receber convite partiu para o time do Bahia, levando a tiracolo outro jogador dispensável, Lincon , que acabou fazendo um gol na final. Coisas do futebol. Na troca o Coritiba trouxe mais um jovem, Dado Cavalcanti, que acabou não dando certo. Como a fila anda, o Dado está indo para a Ponte Preta, o Marquinhos com moral na Boa Terra, sobrando um canto para o Celso Roth no alviverde araucariano.

Atenção para informação exclusiva. Estará presente, hoje as 17.30 horas  nos estúdios da Rádio 95 Fm, o Presidente do Furacão, Mário Celso Petrália. Vale a pena ouvir o mandatário, pois, quando aparece para falar é sinal que vem bomba por aí.  

 

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história

Adriano foi uma piada.

13 abril, 2014 às 11:41  |  por Capitão Hidalgo

Quem está na bola já sabia que a vida do atacante, Adriano, sempre esteve no Furacão por um fio. Na verdade a missão de recuperá-lo é muito ingrata. Confesso que não entendi essa contratação, mas, alguma coisa que leva a simpatia ou mesmo tentativa de vê-lo jogar com condições, pode ter sido o caminho que entendia a Comissão Técnica Atleticana. Furo n água. Mesmo que tentasse nos treinamentos, havia muita dúvida colocada no rapaz , que convenhamos, não tinha um mínimo de condições para jogar uma partida ao longo de 90 minutos. Em relação a mídia esportiva, o que impressiona é que bastou sua liberação para que o mundo esportivo desse a conotação de sua demissão.

Hoje a decisão do paranaense, direto da cidade canção entre as equipes,  Maringá x Londrina. É a Festa do Interior que deve ser muito comemorada, afinal, quantos não foram os anos do distanciamento dessas equipes no cenário paranaense. Espero que não seja uma “chuva de verão”. A tendência é do Maringá ganhar, sobretudo, por ser a melhor equipe, técnicamente, falando.

No futebol paulista, a vitória inicial do Ituano (1×0), estão deixando boquiabertos os torcedores santistas, pelo bom time que a equipe interiorana tem e vem jogando no comando do ex-jogador, Juninho, que atua como dono do clube. É bom dizer que o time de Itú, tem a defesa menos vazada. Quanto ao Peixe do técnico, Osvaldo Oliveira, vai a campo com 3 atacantes. A arbitragem tem que atuar com  muita atenção. No carioca, Flamengo jogando por um empate, terá a sua frente o Vascão da Gama que precisa, urgentemente, de um título, até para salvar o Presidente Roberto Dinamite.

E a situação da Portuguesa Desportos ? Parece que está perdida sua proposta pelo maior conteúdo de força dos dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol. A indicação do caminho à Justiça Comum, que é o calcanhar de Aquiles dos homens de comando futebolístico, tem a conversa fiada que a Fifa é que pune o clube com rigor. É dar medo aos dirigentes da Lusa, que ainda nutrem suas espectativas em lutar até o fim. Até a tabela já anteciparam com a Portuguesa na Série B, quando na verdade teria que ser o Fluzão. Fica a dúvida de onde partiu o erro na escalação do jogador, Héverton, contra o Gremio sem necessidade.

O que foi feito dos prefixos, Guairacá, Santa Felicidade, Universo, Cidade, Clube (a verdadeira), Atalaia e Independência. É perguntar para os “gênios” da comunicação que conseguiram destruir as grande marcas de emissoras. É de dar pena, pois, todas os prefixos deram suas contribuições à comunidade. Muitos se entregaram a Grupos Evangélicos pelo dinheiro mais fácil.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.  

 

Crescer para alguns é desaforo.

11 abril, 2014 às 09:20  |  por Capitão Hidalgo

No primeiro jogo que vi atuar o time mexicano, Leon, notei que estava ali uma equipe promissora a ganhar essa Libertadores de América da atual temporada. Poderia ser por acaso o bom rendimento coletivo, mas a minha segurança nesta análise é que seguidamente fui notando o processo defensivo e a maneira de sair jogando, tendo a figura do experiente zagueiro, Rafael Marques, titularíssimo da seleção mexicana. Portanto, a partida no Maracana contra o Flamengo, foi sem sombra de dúvida, o jogo que me fez adiantar a grande possibilidade de título. Com um público excelente, e com a sempre animada torcida do Mengão, ficou claro a diferença que o futebol brasileiro vem praticando e que provoca  uma suspeita negativa nos proximos sucessos do  nosso futebol. Das seis equipes, tres já estão fora e de forma antecipada deste torneio sulamericano, Botafogo, Atlético Paranaense e Flamengo. Fica o futebol do país dependendo das equipes do Cruzeiro, Atlético Mineiro e Gremio.

A carga negativa dos maus resultados que é proveniente da falta de recursos técnicos, das equipes brasileiras, é o quadro exposto depois de 16 anos, pois, não vemos agremiações tradicionais do Rio de Janeiro e São Paulo nesta Libertadores. O que preocupa é o atual estágio, afinal, às portas de uma Copa do MUndo, a debilidade e grande das equipes. Fator favorável nesta questão é que o time brasileira é todo feito com jogadores que atuam no exterior. Que fase!

A galera atleticana está esperando a queda do técnico, Miguel Portugal, para que as coisas melhoremas em campo. Me assustei com uma notícia que o ex-técnico do Paraná Clube, Milton Mendes. poderá ser contratado para dirigir o sub-23 atleticano, enquanto o Petcovik, subindo ao profissional. Pelas circunstâncias não é iso que o torcedor aguarda. A verdade é que depois das saídas dos ex-profissionais, Arthur Bernardes, Mancini e Moracy Santana, em nenhum momento foram solucionados os problemas com os atuais profissionais no comando técnico.

O ex-jogador, Ednelson, dos tempos bons do Tricolor da Vila, como interino deu conta do recado, afinal a vitória contra o São Bernardo, ontem, em Vila capanema (3×1), coloca o time paranista em outra etapa classificatória da Copa do Brasil. Depois uma limpa no elenco, pelo menos deu para notar uma aliviada na parte técnica do clube. Vem aí a Série B do Brasileirão/2014, e com isso, irá a agremiação pela 8ª vez tentar subir, carregando somente probalidades de  dificuldade para contornar dramas internos. A nossa torcida é sempre grande com esse simpático clube.

Bastou os funcionários, que estão trabalhando na obra Arena, pararem uns dias para verem suas situações resolvidas. A falta do salário, na verdade provocada por atrasos no repasse da Fomento , orgão esse do Governo Estadual, deu aquela sacudida contra os dirigentes do Furacão. Aguentar desaforo permanente , também, não tem sido uma tarefa fácil para os diretores atleticanos. Vai dar para escrever um livro essa construção da Arena, após,  a Copa do Mundo. As pessoas tratam 350 milhões como uma coisa natural. Crescer para alguns é um desaforo.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

O jogo que vi e comentei.

9 abril, 2014 às 09:26  |  por Capitão Hidalgo

Não posso afiançar, mas, o problema da altitude a meu ver não foi o que derrotou o Atlético, na noite de ontem, em La Paz, contra o fraco time The Stronghest, da Bolivia. O aspecto logístico determinado pela Comissão Técnica não pode ser considerado equivocado, pois, vi o time atleticano correr mais do que o normal para quem teria que jogar na altitude de La Paz. A verdade é que o time jogou mal, e é essa consideração a ser feita e ponto final. Com erros do zagueiro, Cleberson, que foi uma constante, a ponto do goleiro Weverton ser considerado o dono da noite, por tantas defesas que realizou, a falta de mais vigor na meia cancha, coisa não vista nas produções individuais do João Paulo e Mirabaje, e a falta de qualidade com os laterais nas marcações dos pontas adversários, já bastariam para analisar o que foi o Furacão nessa partida  Ontem, a estratégia correta do técnico local foi triangular pelos dois lados e foi nítida a  vantagem, afinal,  por ali é que sairam os gols da vitória (2×1) do time boliviano. O ataque não existiu. Teve o Atlético com o Marcelo Cirino, alguns lampejos e um Ederson sumido na partdia. Falar o que do Adriano. Bem esse é um caso a parte. A sua presença no 2ª tempo foi muito mais pelo gol que fez, afinal , depois de dois anos. Esse foi um prêmio que prejudicou a equipe. Na verdade o seu gol foi circunstancial, pois,  o Imperador esteve ausente no jogo coletivo. Deveria ter saido do espetáculo ao término do 1º tempo. Bem, isso é um assunto para o técnico, Miguel Portugal, que até agora não disse a que veio. Foi o jogo que vi e comentei.

A diretoria do Coritiba, necessitando criar um fato novo, contrata o técnico Celso Roth, que conta com algumas boas passagens no futebol brasileiro. Para tanto, então, espera o clube conseguir sair desse atoleiro técnico em que se encontra. Não tendo o que fazer, para conter a torcida, mesmo que pese o alto salário do profissional  que foge das circunstâncias do clube em suas contas, o que vale mesmo é o momento . Portanto,  Celso Roth, sempre um cara exigente, já disse que só acredita em trabalho, trabalho e trabalho. Concordo. Agora, só ele, não ganha jogo. Precisará ter outros jogadores com melhores condições técnicas. Para esse jogo contra o time matogrossense, Cene, entrara o Coritiba em campo com o que tem para jogar. Até da para ganhar com o que tem na prateleira.

Quanto ao Paraná Clube, com a conratação do conhecido técnico, Ricardo Drubscki, terá que conter a equipe do São Bernardo, tendo a seu favor um simples empate em zero a zero, para continuar na disputa nesta Copa do Brasil. O Tricolor é outra equipe que precisará ter outros jogadores. A primeira leva que veio nas mãos do Coordenador de Futebol, Roque Júnior, foi decepcionante.. O problema de trazer jogadres sem recursos técnicos é gastar o dobro.

Após o jogo de ontem, em La Paz, constatei nos vários telefonemas registrados, que a galera do Furacão espera da atual diretoria mudanças no comando técnico. De fato não vou tirar o mérito das críticas, que na verdade são provenientes dos maus resultados e, principamente, pela calmaria que demonstra o espanhol, Miguel Portugal,  na beira do campo. Se foi uma tentativa por falar espanhol e disputar uma Libetadores, inclusive, com passagem pelo futebol boliviano, desse profissional  esperavamos corresponder dentro das expectativas. Contudo, o projeto do clube é a definição das obras da Arena. Com certeza um baita investimento e que no futuro engrandecerá o patrimonio da agremiação.  

Nunca é demais salientar que esse ano será atípico para o rubro negro . Vem aí mais um Brasileirão e o rubro negro terá que jogar nove partidas, do seu mando, fora de casa, a começar no dia 20 de Abril contra o Gremio em Florianópolis. Tudo isso pelos problemas havidos na última partida contra o Vasco da Gama. em Joinville. quanto a presidencia do clube, não enho nenhuma dúvida que está atento ao time em campo. É aguardar por novidades. 

Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.

 

Atitude na altitude.

8 abril, 2014 às 10:48  |  por Capitão Hidalgo

Quando o assunto envolve a cidade de La Paz, na Bolívia, os comentários são os mais variados. Aquela de ouvir dizer, então, é uma grandeza. Confesso que tenho, também, minhas dúvidas nesta presença do Atlético no jogo da noite, afinal, o “fantasma” pode parecer mais feio do que se imagina. Estive no longinquo ano de 1981, quando fui comentar um jogo valendo Eliminatórias da Copa do Mundo/82 , da Espanha,  entre as equipes do Brasil x Bolívia, tendo ao meu lado o saudoso companheiro, Lombardi Jr. Estávamos pela Rádio Clube Paranaense (Bedois), numa época em que o rádio esportivo paranaense era representada por essa emissora, que buscava a todos instantes emoções em todos os cantos do mundo. Com objetivo traçado, também fui conhecer a cultura boliviana, seu futebol, sua altitude, enfim, como conviver com aquela situação. Nao faltou a oportunidade de conhecer o Lago Titicaca, localizado a 3.802 metros. Que loucura! Loucura essa que começou chegando ao Aeroporto El Alto, aliás, um nome sugestivo, não acham, afinal, está posicionado a 4.200 metros acima do mar.

Ao descer da aeronave, mesmo tendo sido orientado para não andar depressa até a esteira, confesso, que ao abaixar para pegar minha mala de viagem, escureceu a vista por segundos e um pouco de tontura. O drama só estava começando. Pegando um taxi, dei o nome do hotel no centro da cidade, e fui logo fazendo aquelas perguntas para encher linguiça ao taxista, e depois, por curiosidade saber me localizar na tal altitude. Qual não foi outra minha surpresa, quando o “chofeur do coche”, foi descendo em caracol para ir ao encontro do tal hotel. Como perguntar não ofende, tasquei logo se aquele seria o melhor caminho, no que o motorista afirmou, sim, essa é a rampa de descida que leva ao centro. Pois bem. Chegando ao hotel, outra pergunta,a qual  altitude que estava, e a resposta foi incontinente, 3600 metros.

Claro, que nao melhorou em nada. Com isso a cada momento uma novidade.Neste mesmo vôo de chegada, a Laz Paz,  estava  o pessoal da Rádio Sociedade da Bahia. Seu locutor, grande astro do rádio de Salvador, Silvio Mendes, abusou do wihsky e cigarro. Por mais que o alertassem, Silvio, brincalhão como sempre, disse que tudo não passava de uma lorota. Na verdade não foi isso que aconteceu. Pela madrugada, um barulhão de vozes no corredor dos quartos. O que poderia estar acontecendo? Eram os enfermeiros do hospital colocando o Silvio na maca. Pensei, pudera o cara fumou e bebeu como ninguém, não poderia dar outra coisa. Tudo era diferente. Serviram até chá de coca para diminuir a tensão. Outra loucura. Isso foi numa 6ª feira e o jogo seria no domingo. De fato a respiração estava ofegante. Outra conjectura foi imaginar que se chegasse no domingo, antes do jogo, como seria o panorama físico. Até hoje não sei dizer.

Como curiosidade, neste que era  considerado o melhor hotel da cidade, estavam outros companheiros da imprensa esportiva, e dois deles, o Faustão e João Saldanha, tiveram seus problemas. O Saldanha com o eterno problema pulmonar, que o levou a morte em 1990 na Italia, quiz por quiz ir a Bolívia, sem consentimento dos médicos, teve sangramento pelas narinas. O Faustão foi ao chão de tontura. Chegada a hora de ir para o Estádio Hernando Siles Reyes, que leva  nome do Presidente da Bolivia de 1926 a 1930, com capacidade para 42 mil torcedores, hoje um estádio de multi-uso, foi a vez do companheiro, Lombardi Jr, com muita dor de cabeça, ser levado ao hospital e sair de lá com uma bombinha de oxigênio. Foi, com certeza, a transmissão mais lenta do Himer Lombardi. O jogo teve a vitória da equipe brasileira, naquele sufoco, por 2×1.

Tudo isso para contar uma história verdadeira, e antecipar as dificuldades que por certo a equipe atleticana terá nesse jogo contra o The Sronghest,  não podendo perder e com num empate o levará à classificação de sequência. A delegação do Furacão se encontra em Santa Cruz de La Sierra, numa altitude igual a de Curitiba, em torno de 900 metros. Seguirá hoje perto do horario do jogo a capital boliviana. O preparador físico do time boliviano já andou dizendo que a estratégia do time atleticano está totalmente equívocada. Será? Bem amigos, como proceder o time em campo. É melhor agrupar sem usar de correria? O nome do jogo: Uma atitude na altitude.

Lembre-se : Que o melhor da vida é sua história.

Ituano muda teoria pela prática.

7 abril, 2014 às 13:23  |  por Capitão Hidalgo

Quando vi o time do Maringá jogar aqui em nossa capital, contra o Atlético/sub-23,  mesmo que perdendo aquele jogo (2×1), disse que estava alí o melhor time da temporada. Passei a ter mais interesse nessa equipe, afinal, estava apostando na performance do time em seu aspecto coletivo. Portanto, após jogar a 1ª partida final da temporada do estadual (2×2) em Londrina, contra o Tubarão, abriu a meu ver a grande oportunidade de se reencontrar com um prestigío distante  na região. Então, minha gente, nesta Festa do Interior, jogando em casa no Estádio Willie Davis,  a tendência é sair campeão do Paraná. Há de se valorizar que fazer futebol no interior nao é uma coisa muito fácil, por isso não se deve economizar elogios.

Da mesma forma é o que vem acontecendo no futebol paulista, principalmente com times como Penapolense, Botafogo e Ituano. A imprensa paulistana não querendo acreditar, viu o time do interior ganhar do SAntos. Aliás, essa tal proeza que para alguns chega ao absurdo, os números anteriores vinham mostrando a verdade, quando desclasssificaram os times,  São Paulo, no Morumbi e o Palmeiras no Pacaembú. Enfim, é de um valor incomensurável um time interiorano ganhar um título paulista.

Seria de criticar, agora,  os erros nas contratações para as formações das equipes tradicionais? Pegos de surpresas, não posso aceitar, mas montar um time utilizando alto valor de investimentos, entendo que deva ser um assunto contínuo. Porque?  Uma agremiação, Ituano, que representa o futebol interiorano, e que se organizou com valores menores de mercado, tem a seriedade de um personagem que jogou um grande futebol, Juninho, que vem dirigindo o clube há 5 anos. Sua proposta é beneficiada pelo excelente trabalho iniciado por uma coordenação de base. Seria esse o caminho? Continuo imaginando que após o Mundial/2014, muito coisa será mexido.

Voltará a campo o Furacão, amanhã a noite, em La Paz para enfrentar o time The Stronghest. Analisando com antecedência, muito mais pela interpretação de que o time boliviano não seja melhor, técnicamente, no meu entedimento a altitude será o pior adversário. Tomara que esteja errado.

O Atlético Mineiro avisa a todos que está contratando o jogador internacional, Anelka, experiente e goleador por onda andou, para jogar com Ronaldinho, Jó e Tardelli. É um baita de investimento. Parece que o time  mineiro está com muita grana. O problema é outro, afinal, o crescimento do Cruzeiro, nas Minas Gerais, é uma verdade. 

Lembre-se:  Que o melhor da vida é sua história.

Categoria de base será a solução. Apostem.

4 abril, 2014 às 11:58  |  por Capitão Hidalgo

O Coritiba anuncia a contratação do técnico gaúcho, Celso Roth, para dar uma sacudida no “elenco” para as próximas participações. Dos que aqui estiveram nos últimos tempos, parece-me que dá para esperar alguma coisa desse profissional.  Todos que militam no futebol sabem que não há nenhum gênio para arrumar a casa, de forma técnica, se não tiver bons jogadores. Se for esse o caso, será um Deus nos Acuda, pois, está mais do que provado que esse atual  “elenco”alviverde é muito fraco. Pelo menos algum reparo a diretoria teria que fazer, afinal, é aquela de trazer um personagem para servir de “álibi” nas confusões que ela mesmo se meteu. Querem mais. Dias atrás o presidente do clube estava em Brasilia para falar sôbre dívidas dos clubes. Pois bem. Fugindo da sua retórica, tratá-se de uma incoerência, sobretudo porque, com a vinda do Roth virão outros profissionais. Com isso o aumento será significativo na folha de pagamento.

Concordo que alguma coisa tem que ser feito, afinal, o custo dado pelo ex-coordenador de futebol foi muito alto ao deixar todos a ver navios, mesmo, que muitos tentassem convencer o presidente da casa. Uma pergunta a ser respondida é o porque não voltar com entusiasmo  a ter aquela formação de base no clube que tanto sucesso fêz na diretoria do ex-presidente, Giovanni Gionédis, que contava com expressivos coxas, André Ribeiro e o Espeto. Selecionaria uns 10 nomes que saíram da base e que trouxeram benefícios financeiros, além é claro, de terem ajudado a agremiação no campo. Afirmo que o desenvolvimento dessa área será a base do sucesso no futuro. Começar o mais rápido. Certo,  senhores do Conselho.

Analisando a participação do sub-23 do Atlético nessa temporada do estadual, o que se viu mesmo foi um time muito irregular nas partidas. Como a idéia da diretoria do Furacão sempre foi escancarar oportunidades a jovens talentos, é muito difícil ter-se a precisão dos convocados a essa missão, tanto no caso dos garotos como do ex-jogador e agora técnico, Petkovic. Sem alardear, a proposta é essa mesmo na utilização de todos que fazem parte dos elencos nas categorias de base. Se fala muito de sub-23, mas o time teve jogadores com idades variando de 18 a 21 anos. Os casos dos meninos Marcos Guilherme, Nathan, Otávio, Hernani, Mosquito e outros mais. Alguns, inclusive, estão escritos na Libertadores. Ontem, foi convocado para a Seleção Brasileira sub-17,  Jaú, atacante promissor. Lembrando que fazem parte da Seleção Brasileira de Novos, os jogadores, Nathan, Mosquito e Leo Pereira.

O sucesso das equipes da capital daqui para frente estará atrelado ao dinheiro. Se tiver caixa vai, se não, é tentar navegar como mando o figurino. Ano com prespectivas sombrias. Recompor elencos e pagar contas atrasadas não será uma tarefa fácil. Cada clube com seu objetivo, afinal, o papel de cada será escrito pelas circunstâncias que se admitem de momento. É torcer por um sucesso inesperado em campo.

Mais uma vez a lembrança que no dia 7 de Abril teremos o encontro mensal da Confraria Amigos da Bola. Muitas presenças confirmadas, inclusive, meus queridos compaheiros de grandes vitórias nos campos brasileiros, Zé Roberto, a Gazela,  e o do cidadão do toque sútil de calcanhar, Leocádio Consul. O Restaurante é o mesmo: Cascatinha em Santa Felicidade.

A dureza de jogar uma Libertadores.

2 abril, 2014 às 10:44  |  por Capitão Hidalgo

Não sei não, mas, as situações do Cruzeiro e Flamengo, nessa Libertadores, é periclitante no que tange a classificação. Com seis equipes brasileiras representando o país, neste atual evento sulamericano, não há dúvidas que poucos chegarão as finais. A verdade é que até agora não inspirou muita confiança as tradicionais equipes contra times das Americas, haja vista, que um grande personagem tem sido  o time mexicano do Leon. Quanto ao Atlético Paranaense, com o tropeço em casa ao perder para o Velez Sarsfield (3×1), cuja equipe já está classificada, terá o rubro negro  ao menos de empatar para seguir na competição. São 9 pontos atleticanos contra 7 do The Strongehest de La Paz, com um único agravante, jogar nas alturas, outro componente contrário. O bom mesmo é segurar ” la pelota” sem correria.

Após a desclassificação do Coritiba no Campeonato Estadual, criou-se uma balbúrdia nas hostes alviverdes, sobretudo, por uma notícia que o jogador Alex, estaria inconformado com  atuação do elenco, numa demonstração de ineficiência técnica.  De pronto a galera do Coxa foi para cima da informação e contemporizou a situação com a afirmação do jogador em sua continuidade até o final do contrato. Agora, a diretoria terá que correr contra o tempo, e buscar reforços necessários, para sobreviver nesta temporada. O bom é que calendário o clube tem, Copa do Brasil, Brasileiro Série A e Sulamericana.

O Furacão jogará sua classificação valendo  final do Paranaense, a noite, em Londrina. Será contra o Tubarão que tomou uma sapecada no último sábado (3×1\0, e agora terá que reverter o quadro, sabendo que o rubro negro poderá perder até por um gol de diferença. A novidade neste jogo será com a presença do Imperador Adriano, escalado para jogar com os garotos, principalmente, para ir buscando sua melhor forma. Não deixa de ser uma boa ideia da Comissão Técnica do Atlético, apostar no profissional. A coisa está mudada mesma, afinal, quem poderia dizer que o Adriano um dia iria entrar numa parada dessa. Portanto, mostra que está aí para colaborar com o clube que lhe abriu as portas. 

Muita gente ligando quanto a próxima reunião da Confraria Amigos da Bola. Tudo ok. Será no dia 7 de Abril, e como sempre, numa costumeira segunda feira, às 19 horas, no Restaurante Cascatinha. E quem vai levar a placa? Posso dizer, após uma reunião com a nossa diretoria, que será uma noite memorável, pois, dois dos maiores jogadores do futebol paranaense e brasileiro, estarão sendo abraçados e recepcionados. Simplesmente, Zé Roberto e Leocádio. Que dupla. O que vocês acham!. Vai lotar de gente.

O Tricolor da Vila, num momento constrangedor, após desclasificação no estadual, ainda não se convenceu quem contratar para técnico. Com o pouco dinheiro para apostar em jogadores, porque não se utilizar de gente do território. Pagar caro um técnico sem elenco, nem mesmo o Guardiola, não é uma verdade?

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

 

Foi para o ralo o Penta-campeonato.

31 março, 2014 às 09:46  |  por Capitão Hidalgo

Um time totalmente fragilizado, técnicamente, sem  forças para reverter o resultado de derrota acontecido semana passada, em Maringá. Esse foi o time do Coritiba, de ontem.. Com elenco disforme e um técnico muito jovem para dirigir um clube da tradição alviverde, jogou no ralo aquele que seria a repetição de um penta-campenato. Dá pena de ver e saber que muito chão terá o clube que percorrer para reverter a agremiação num contexto mais sério, administrativo e técnicamente. O que impressiona é o comentário  que a dívida do clube é muito alta e que ninguém se árvora a dirigir um clube caracterizado como insolvente. Claro, e torço por isso, sempre haverá alguém de plantão, como outrora nas presenças de um Sérgio Prosdócimo, Edson Mauad e Joel Malucelli, como também de outro perrsonagem, que pegou um clube lá embaixo e colocou nos trilhos, Giovanni Gionédis. A verdade doí para os apaixonados torcedores, afinal, o maior vencedor de campeonatos estaduais, perder em casa uma classificação para um time do interior, é uma situação que vai ao desespero.

A história do Coritiba é vitoriosa, afinal, é o maior conquistador de títulos do Estado, tendo na década de 70 feitos maravilhosos com ínúmeros sucessos, incluindo, a Fita Azul pela invicta excursão internacional (1972) e sendo o primeiro clube a conquistar, no sul do país, o Torneio do Povo (1973), que reunia as grandes equipes do futebol brasileiro. Foi nessa década que chegou ao exuberante Hexa-Campeonato (1976). Foi em 1985, quando o coxa aumentou sua popularidade nacional ao ganhar o Campeonato Brasileiro. Após, também foi a equipe paranaense que iniciou participações em torneios sulamericanos disputando uma Libertadores de América (1986). Também, sabem os senhores, que nem sempre foi de glóra a trajetória alviverde, afinal, erros administrativos aconteceram como aquele de não ir jogar em Juiz de Fora, redundando em uma queda a 2ª Divisão brasileira(1989),  voltando somente em 1995. Outros insucessos aconteceram com as quedas em 2005 e 2009, esse num jogo extremamente nervoso contra o Fluminense e a baderna que virou o confronto policiais e torcedores, dentro do gramado do Estádio Couto Pereira. Contudo, sempre voltou a 1ª Divisão.

Contabilizando o geral, a impressão passada mesmo nos percalços, o histórico clubístico invocando sua tradição como um grande legado de conquistas, somado ao patrimonio do seu Estádio Couto Pereira, sempre foi uma agremiação que soergueu-se. Contudo, vivemos um momento esportivo brasileiro muito complicado, onde um Penapolense e Ituano vem lutando por um título paulista. O problema financeiro dos clubes brasileiros é periclitante mercê de erros em profusões. No caso do Coritiba, em que um dirigente entra no clube para ser um campeão, e que vem sendo a exigência que massacra um adminisrador, convenhamos que alguém tem que dar um basta, sobretudo,  arrumar definitivamente o ”dentro da casa” ou se entregar a desventuras. Com isso, não sei se o atual presidente alviverde paranaense,  terá forças suficientes para tirar o mal pela raiz. Se estiver sozinho, aí sim que o caldo vai entornar.  

 Conhecendo a maneira de pensar do coxa, um exigente constante pelas criticas que  faz, acontece que qualquer que seja uma promoção à busca de novos  sócios, a implicancia maior é ver um time vencedor em campo. A obra da Rua Mauá, no famoso 3º anel, que teimosamente vem demorando a ser concluida, acredito que por falta de recursos, pois, a conclusao que se chega é que o dinheiro foi jogado no time em campo. Como tudo é fruto de uma época, lembro-me bem, como jogador de futebol do clube, nos anos que passei atuando no gramado do estádio Belfort Duarte, hoje, Couto Pereira, foram construídos os dois anéis nas arquibancadas, obra gigantesca para o pouco dinheiro que recebia o clube, e mesmo assim o time nunca deixou de ser campeão. Administração de quem? Do maior de todos. Evangelino Costa Neves. Fico a imaginar se o “Chinês” recebesse em seu tempo essa verba mensal que vem da televisão. Sai de baixo. Até os jogadores receberiam em dia. isso é um fato.

O retrato atual está desfigurado, mas nem por isso, não encontrar soluções. Aí fico a pensar na conduta dos Conselheiros do Clube, afinal, é a voz importante para ser ouvida. Ouço falar que será necessário fazer algumas trocas. Legal, mas para quando. Se esperar até o final do ano, sei lá, o que possa vir acontecer.

lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.