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A capital goleia o interior.

11 fevereiro, 2016 às 09:55  |  por Capitão Hidalgo

Mais uma rodada do estadual e a capital vai dando de cinta em cima dos times do interior. Ontem, o J.Malucelli ganhou do Operário(1×0) e vai se firmando na competição, enquanto isso o Paraná Clube encestou mais uma vitória, e foi em Maringá, somando  3 jogos com 9 pontos.  Quem sofreu um pouco foi o time atleticano, pois, mesmo que jogando embaixo de um toró, consequentemente, com campo encharcado, conseguiu sair da confusão ganhando de virada, por 2×1, do Rio Branco, em Paranaguá. Como algum tempo não se via, os times da capital que não ligavam para o estadual, passaram a levar mais a sério ao entenderem a real situação do mercado futebolístico. Com a dificuldade financeira dentro de um aspecto geral, alguns dirigentes,  inclusive, já vem colocando em prática uma gestão não temerária para o próprio futuro do clube.

Hoje, no complemento da 3ª rodada, estarão correndo atrás da bola, no Couto Pereira, Coritiba e o Londrina, este agora um time em ascenção, sobretudo, por ter conquistado uma vaga na Série B do futebol brasileiro. O time do norte que ganhou as duas primeiras partidas, agora,  vem correndo com seus advogados no intuito de encontrar um caminho para ter a isenção de um problema com seu jogador, Germano, que anteriormente, fora expulso onde tomou duas partidas. Como explicar a inlcusão desse jogador que somente pagou um jogo é que serão elas. Quanto a partida acredito que seja mais um teste para o alviverde mostrar progressos. Estarei nessa pela Rádio Globo Am 670 de Curitiba.

Recebo um comunicado, da CBF, sôbre o jogo, que anteriormente estava marcado para o dia 24 de março, em Recife, entre a Seleção Brsileira de Futebol e Uruguai, foi determinado para o dia seguinte, 25 de Março, na Arena Pernambuco, às 16 horas. Tudo pelo feriado.  Esta partida está inserida no calendário valendo Eliminatórias da Copa do Mundo/2018. O selecionado canarinho brasileiro está nesse momento em 3º lugar na classificação. Imaginem, é o Equador quem está liderando.

O Atlético providenciando para o dia 18 deste mês, quando do jogo contra o Criciúma, valendo o Torneio Sul-Minas-Rio-Santa Catarina e Paraná, a estréia de uma partida em seu campo com a fixação de uma grama sintética da melhor qualidade. Se já não bastasse uma bola leve, uma chuteira que não tem peso e a própria leveza da camisa, agora é o jogador que tem a demonstrar sua qualidade. Dizem que se a bola bater na canela do boleiro esse será considerado um grosso. É a diretoria atleticana procurando dar o melhor pela qualidade do espetáculo.

Falar em gramado, vou dizer uma coisa, deu dó do piso do ”Caranguejão’, estádio em Paranaguá. Como não parou de chover, as poças dágua retendo a bola em prejuízo ao jogo, falar em técnica e tática dessa partida, diria em tom de brincadeira seria “chover no molhado”.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

A taça é o que menos importa.

9 fevereiro, 2016 às 10:18  |  por Capitão Hidalgo

Afirmo, e com  muito sinceridade, que meu fascínio pelo futebol foi minha forma de viver. Olha, gostava tanto de jogar futebol que na rua onde morava , a Padre Raposo, representava as peladas e o meu sonho de jogar no Estádio do Pacaembu. Para nós garotos, que prazer não seria  participar de uma partida como um profissional. Difícl era imaginar que isso viesse acontecer. Dificuldade, bem é o que não faltava, afinal, para se ter uma bola de couro, simplesmente,  um artigo de luxo, mas, nem por isso tirava o da cabeça de me tornar um jogador, mesmo como um aprendizado jogar com bola de borracha. O clássico dessa rua era o time de cima contra o debaixo. Valia uma taça, taça essa que era feita com às sobras de carteiras de cigarros. Da rua para os campos de terra no Distrital da Moóca foi um pulo. Esse terreno da prefeitura era tão grande que hoje abriga dezenas de famílias e prédios construídos na vertical. Com isso fui aprendendo a jogar aos domingos os festivais da várzea, e o engraçado é que cada time alugava um caminhão para o devido deslocamento à outros bairros. Faz bem lembrar.

Nâo sei dizer porque comentar esse assunto acima, que mais parece uma página da minha vida, mas, muito para vivenciar  ou interpretar a validade de um torneio que é chamado de Sul-Minas-Rio-Santa Cataria e Paraná. O que tem a ver uma coisa com outra? Bem, naquele tempo quando voltava para casa, e carregando uma taça de vitória no campo do adversário,isso representava uma Copa do Mundo. Valor inestimável. Nos dias de hoje com esse mercantilismo que vem prejudicando o futebol brasileiro, jogar à brinca é um desafôro, onde nenhum clube está levando a sério, sendo que o resultado é o que menos importa.

Partindo do aspecto de interpretar, mesmo sendo definida como uma partida amistosa, o que vi no jogo do último domingo, em Porto Alegre, foi a boa partida que realizou o Coritiba contra o Gremio. O trabalho do técnico, Gilson Kleina, táticamente foi excelente , pois, dificultou sobremaneira o bom time gaúcho. Sem deixar espaço na intermediária, empurrando sua zaga mais à frente, o time alviverde no 2º tempo esbanjou qualidade a ponto de deixar o técnico adversário, Roger, nervoso o tempo todo. Mesmo sendo prejudicado pelo bandeirinha por não validar um gol, e um erro grotesco do meio campo, Amaral, em recuar uma bola que deu a vitória ao time adversário, a própria imprensa do sul afirmou que o resultado foi injusto para o Coritiba.

O atacante e ídolo do Atlético, Walter, poderá estar voltando ao time após muitos treinamentos, inclusive, pessoas do clube afirmam que o atacante andou perdendo a 10 quilos. Como disse ao companheiro em tom de brincadeira da Rádio Globo Am 670 de Curitiba, Claudio Marques,  ontem, no programa Globo Esportivo, ai é que mora o perigo. Sendo um jogador de boa técnica o que importa nêle é a sua inteligência. Amanhã, em Paranaguá, o Furacão vai jogar contra o time do Rio Branco, que contará com sua força máxima, desde que o técnico Cristovão coloque em campo, Sidcley, André Lima e Evandro.

Na 5ª feira, ao lado da sua torcida,  o Coritiba enfrentará o Londrina, às 19.30 horas, com boa motivação depois de jogar bem no sul. Claro, que o time sente algum reflexo na falta de boas jogadas ofensivas, diria não pelo técnico, mas, por jogadores sem essa função. A notícia da contratação do atacante paraguaio, Ortega, mostra a acerto de trazer um jogador específico fazedor de gols.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Kleber dispara na artilharia.

4 fevereiro, 2016 às 11:54  |  por Capitão Hidalgo

NOvamente a dupla ATLETIBA entrou em campo vencendo suas partidas. Aqui, em Curitiba, o Atlético fêz um placar magro, mas, pelas circunstâncias de início de temporada devem ser comemorados. No caso do Furacão, que tem disparado o  melhor elenco do campeonato, a galera espera sempre mais. Ontem, vendo o jogo, o técnico Cristovão Borges demorou para fazer mudanças pontuais, pois, na partida anterior, em POnta Grossa, precisou fazer 3 modificações, André Lima, Sidcley e Evandro, e em pouco tempo ganhou o jogo.  Da mesma forma, preconizo a necessidade de iniciar com esses jogadores na próxima partida, pois, tanto Crysan, Marcos Guilherme e Alexandre Lopes, não estão jogando o necessário. O que não pode acontecer é o Cristovão teimar em colocar em campo um time em que alguns jogadores não estão bem, pelo menos de momento.

Em, Foz do Iguaçu, o Coritiba ganhou sua 2ª partida e soma não só a liderança como a soma de gols. Cono há muito não fazia, já são 7 gols pró e nenhum contra, atenção é a forma incrível do atacante, Kleber, totalizando 5 gols  em duas partidas, que o torna  disparado o artilheiro do campeonato. Nessa partida contra o time do Foz, é necessário dizer que esse é um time bastante fraco, facilitando a vitória do Verdão que ganhou por 3 x 0. Mesmo com campo bastante encharcado as ações eram bastante lentas, fazendo o time alviverde circular demais a bola na intermediária. A partir do 2º tempo, quando começou a jogar na vertical, e também, contando com as entradas do Dudu e Tiago Lopes nos toques de bola em velocidade, o time deslanchou e chegou ao placar de3xo com muita facilidade.

Outros resultados da rodada foram Londrina 2 x Toledo O e Cascavel 2 x Pstc 1.  Quem terá uma parada dura neste noite, em Ponta Grossa, será o time do Paraná Clube  que enfrentará um time mordido, o Operário, que jogu mal e perdeu a sua 1ª partida contra o Furacão. Pelo que jogou contra o J.Malucelli há quem diga que o Tricolor da Vila pode até sair com bom resultado. Outro jogo à noite, acontecerá no Janguitão, onde o J.Maluceeli terá chances enormes de ganhar do Rio Branco, de Paranaguá.

Estou gostando de ver a “nova” equipe da Rádio Globo Am-670 de Curitiba. O time está jogando de primeira. Na verdade o elenco está formado de excelentes profissionais da”latinha” e já contando com a simpatia de muitos ouvintes. Esta noite a emissora terá mais duas transmissões, afora o programa “A hora do Capitão” das 18 horas.

No domingo de carnaval a bola não vai parar, porque a Liga dos Clubes Brasileiros, marcou o jogo do Coritiba contra o Gremio, em Porto Alegre, valendo a 2ª rodada. A partida está com a hora marcada: 19:30 horas. Para o alviverde paranaense não será fácil, afinal, estará voltando hoje de Foz, tendo um descanso relativo na 6ª feira e vijar para Porto Alegre. Haja fôlego.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

 

A capital saiu na frente.

2 fevereiro, 2016 às 08:58  |  por Capitão Hidalgo

Os times da capital, Coritiba, Atlético e Paraná Clube, sairam à frente nessa 1ª rodada do estadual. No sábado, jogando em casa, e com pouco público, o Coxa ganhou do Cascavel por 4×0. Na etapa inicial, bem que o time do interior tentou bloquear as ações dos atacantes  alviverdes, mas, aos poucos, principalmente, a partir do 2º tempo, as  jogadas pelos cantos acabou dando resultado  Próximo compromisso do Coxa será na cidade de Foz do Iguaçu. Quanto ao Paraná Clube devo confessar que o resultado de 4×1 em cima do J.Malucelli me surpreendeu, afinal, uma goleada em começo de temporada não é nada fácil. Perguntando aos companheiros da Rádio Globo Am-670, sôbre esse resultado, chegaram a conclusão que o Tricolor da Vila veio  mais preparado no esquema tático.

Em Ponta Grossa, com o melhor público da rodada, o Atlético foi ”pelear” com o último campeão do estado, o Operário, e acabou saindo com boa vitória (2×0). Motivação não faltou ao desportista princesino que foi em massa para o Estádio Germano Kruger. Na verdade o 1º tempo foi muito amarrado, afinal, o time da casa foi para o jogo usando muita força de marcação esqucendo que a competição e ganha pela qualidade. Quando veio o 2º tempo, o técnico do Furacão, Cristovão Borges, ao fazer algumas modificações com as entradas, do Andre´Lima, Sidcley e Everton o time deslanchou. O mesmo não aconteceu com o técnico operariano, Picoli, com suas alterações. A prova maior foi  o atacante André Lima, simplesmente, quando entrou e fêz os dois gols.

O que se pode dizer de momento, é claro e nítido, pois. o elenco atleticano e superior a todos. Os jogadores que estavam no banco de reservas, em Ponta Grossa, dá a devida demostração que pouca coisa falta aos rubro negros. Estavam por lá o lateral Eduardo, o meia Walter, zagueiro Cleberson, Nikão e outros mais. Dá para entender que a temporada para outros será bem mais difícil.

Quanto ao Coritiba, diria que está bem servido com o goleiro, William, os zagueiros de área, Walisson Maio e Juninho, e os lateria Ceará e Carlinhos. Jà do meia para frente o reparo será necessário. Não gostei das apresentações do Amaral, Leandro e Vinicius, jogadores emprestados pelo Palmeiras, e de sua meia cancha muito lenta.  Agora, a necessidade definitiva deve estar nas contratações de mais atacantes. Pelo que vi, o meia Dudu, prata da casa, logo será titular.

Os resultados da rodada inicial do paranaense, então, tivemos o Londrina ganhando PSTC, o Foz ganhando fora de casa do Toledo, e o Maringá em cima do Rio Branco. Nesse meio de semana acmpanharemos mais jogos ao lado da equipe de esportes da Rádio Globo Am-670 de Curitiba.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

A Estátua de Dirceu Kruger.

29 janeiro, 2016 às 07:20  |  por Capitão Hidalgo

Iniciativa brilhante do Conselheiro , Gabriel Zornig, com a idéia de imortalizar a figura do “Flecha Loira”, em sair à público e fazer uma campanha de sentimento clubístico ao pedir contribuições aos sócios e simpatizantes, principalmente do Coritiba, para se erguer uma estátua à aquêle que construiu, ao longo de 50 anos, passagens memoráveis como jogador, técnico profissional e coordenador das bases alviverdes.  Dificílmente o futebol brasileiro vai encontrar um personagem com um histórico de permanência num clube como de Dirceu Kruger. Deveria ter uma página no Guiness.

Quando aqui cheguei vindo do futebol paulista, isso foi em 1970, o Kruger já estava no clube já uns 4 anos, e na oportunidade perguntei ao sempre lembrado lateral, Hermes da Rocha Freitas, que estava vindo numa troca de jogadores entre Santos e Coritiba, qual o maior nome do clube e êle na hora citou o “alemão”. O técnico que dirigia a equipe, o renomado e experiente, Filpo Nunes, aos poucos foi montando um bom time em campo. Lá atrás o Célio Maciel no gol, na linha de zaga, com Hermes, Nico, Oberdan e Nilo, fechava bem a defesa. É bom lembrar que muitos jogadores campeões no ano de 1969, permaneceram no elenco, nos casos do Marinho Bucheneck, Berto, Carvalho, Rinaldo, Paulo Vecchio, Passarinho e Lucas. Nos treinos, Filpo foi adequando o seu sistema. Para reforçar o elenco chegavam  Hidalgo, Bidon e Werneck.

Acredito até que Filpo pensasse de outra maneira, mas a partir de ver a desenvoltura do Kruger com toques de bola e praticando velocidade para cima da zaga adversária, com inteligência fêz abrir os cantos com Passarinho e Rinaldo, fixando o Werneck na área. E o meio campo ? Bem, o Filpo me colocou numa espécie de líbero, soltou mais o Bidon, e com isso Kruger partia em campo aberto para a área adversária. Foi brincadeira. Lembro-me como se fôsse hoje na abertura do certame estadual de 1970, o Coritiba ganhou de 4xo do Paranavaí, com 3 gols do Kruger.

Aí veio aquela contusão que quase o levou a morte. Num lance rápido Leocádio passou a bola para mim e em seguida servi de bandeja o Kruger, com sua qualidade colocou a bola no canto. O goleiro do Água Verde, Leopoldo, de forma infeliz atingiu o “alemão”, no estômago, rompendo suas alças intestinais. O drama foi enorme, pois, na cidade e no estado, o assunto era sôbre sua recuperação. Um determinado dia todos os jogadores do elenco foram ao hospital à pedido do padre, para a extrema-unção. Foi doído, e de lá todos os jogadores sairam do hospital chorando esperando pela mão, de Deus. Kruger voltou meses depois e sua reestréia foi num giro europeu onde até gols fêz.

Portanto, a conclamação é geral para o dia 24 de Fevereiro estarem no Estádio Couto Pereira Aproveito e parabenizo o espírito empreendedor de quem esteve a testa dessa homenagem numa prova evidente que o torcedor sempre gostou do jogador que dignificou a camisa do seu time. 

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Rádio Globo Am-670 .

27 janeiro, 2016 às 09:17  |  por Capitão Hidalgo

No braço de ferro quem acabou perdendo foram os dirigentes dos clubes que escreveram suas agremiações para estarem presentes a essa Primeira Liga dos Clubes Brasileiros. Numa prova evidente que nem todos falam a mesma lingua, a começar pala CBF, preocupada com o andar da carruagem nessa movimentação de alguns clubes, colocou todos os tipos de empecilhos para provocar a própria mídia que se desinteressou pela insignificância e amedrontada presença de pessoas que convivem com o poder. Portanto, os clubes que bateram o pé  para não passarem um vexame, então,  aceitaram que esse torneio viesse a ter uma conduta de jogos amistosos, para não ferirem as “regras” da FIFA Na verdade, meus amigos, essa Liga já nasceu queimada como o chá Mate Leão.

Como não existe nenhuma finalidade, a não ser a comemoração por um taça, como acontecido pelo Galo Mineiro na Flórida Cup, afinal, nada haverá na sequência por uma vaga a qualquer outra disputa nacional e internacional, fica por hora, diriamos jogos sem a devida motivação.

A boa nova nesta temporada, de 2016, será o retorno do prefixo 670 Am, com a marca da Rádio Globo de Curitiba. Com o mesmo privilégio acontecido em 1985, quando iniciei o esporte na extinta Rádio Cidade, estarei comandando uma equipe de excelentes profissionais, e que terá a denominação da ” Equipe Experiente à Serviço do Rádio” Já neste final de semana, no sábado dia 30 de Janeiro,  a transmissão à partir das 18.30 horas, direto do Couto Pereira para estréia de Coritiba x Cascavel. NO domingo, a rodada será dupla, com Operário x Atlético, às 17 horas desde a cidade de Ponta Grossa e da Vila Capanema, Paraná Clube x J.Malucelli. Tudo ao vivo.

De forma antecipada gostaria de agradecer essa confiabilidade do diretor geral da emissora, Nilson Rosa, e companheiros que fazem parte da programação da emissora, pela maneira amável com que me recebeu. Outra novidade, e que está sendo incluído na grade aos sábados e domingos, a presença do excelente comunicador, Roberto Hinça, que comandará o programa ”Agito Geral” antes dos jogos da rodada. Boa a iniciativa da emissora. 

Hje mesmo, logo as 11 horas, dos estúdios da Rádio Globo, estarei dando uma entrevista para falar do contéudo que será aplicado na temporada, e depois, às 12.45, na Tv.Mercosul, falando do que ´poderá ser o campeonato paranaense, com apresentação do jornalista e radialista, Henrique Giglio.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.  

 

Nova temporada. Que seja melhor.

25 janeiro, 2016 às 07:58  |  por Capitão Hidalgo

O radialista e jornalista que atua na mídia esportiva quando se depara com a folga nos campeonatos e, consequentemente, com as férias dos jogadores, é igual ao Picasso sem o pincel e as tintas. Portanto, essa é uma semana com as primeiras movimentações nos estaduais pelo Brasil. Com o tempo vamos notar o grau das dificuldades dos clubes, afinal, com esse martírio  que se instalou em nosso país, a crise, os erros administrativos das agreniações se desgovernaram em seus objetivos e os problemas se avolumaram. Agora, exigir num começo de temporada os melhores resultados, pensando bem, não é essa a expectativa que aguardo.

O futebol brasileiro continua errando nas contratações. Nessa ciranda de compra e venda onde o Corinthians foi o maior prejudicado com a “maluquice” dos chineses, o suficiente para desestruturar esse clube que terá agora que se virar nos trinta. Mas, e os outros? Bem, os clubes mais tradicionais foram jogar nos Estados Unidos e outros aqui pela América do Sul. O Atlético Mineiro, ex-campeão brasileiro na temporada passada e que não teve baixa em seu elenco, já mostrou sua força ao ganhar o torneio Flórida Cup. Quanto ao Corinthians, Palmeiras, Internacional e Fluminense, não estiveram a contento.

Mesmo que tenha uma vontade enorme de colaborar com os times da capital, em tentar buscar um lado positivo neste início de ano, concordo com aquêles que criticam a diretoria do Coritiba em deixar seu campo de trabalho e fazer uma pré-temporada em Foz do Iguassu. É de se perguntar para que serve o Centro de Treinamento? Só proporcionado gastos. Essa distancia só atrapalha, afinal, todos estão carecas em saber que a cada momento vão chegar outros jogadores e as avaliações não farão diferença. Alguma dúvida?  Se tiverem algo para dizer que tal os dois jogos amistosos que o clube realizou ao empatar com o time da casa e perder para o Toledo.

Outro grande problema será a exigência no comportamento da dupla ATLETIBA que estará paticipando, nesta próxima 4ª feira,  da Primeira Liga Brasileira onde estarão jogando em Porto Alegre e Volta Redonda. As avaliações nos jogos apresentados pelos nossos clubes nesses espaços iniciais, não foi nada bom, aliás, o Atlético também andou perdendo amistosos. Com isso pode cair por terra qualquer definição de elenco.

Está exisitindo uma grande expectativa, em Curitiba, sobretudo, pela nova equipe de esportes que transmitirá o campeonato estadual. A emissora é famosa e o prefixo é considerado o mais internacional de todos os tempos. Vamos aguardar.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Diferença.

22 janeiro, 2016 às 17:34  |  por Capitão Hidalgo

A presença do novo mandatário atleticano, Dr. Sallim Emed, vem chamando atenção da mídia esportiva por seu temperamento e a maneira como trata  todas as situações pontuais. Claro, que alguns já se precipitaram em querer fazer comparações com as atitudes do  ex-presidente, Petráglia, naquela sua costumeira inquietude ao governar o clube em todos esses anos, na finalidade de  fazer crescer o clube. Polêmico, aliás, a natureza de criar atritos sempre foi sua marca, e mesmo que tenha sido em muitas das oportunidades praticado contra os desafetos, é inquestionável dizer que Petráglia  na história do Furacão tenha sido o maior dirigente de todos os tempos, pois, nenhum outro foi tão perspicaz com pensamento macro na busca de conquistar o devido espaço nacional. Mesmo aquêles que são antipáticos à sua pessoa, como muitos que o admiram, Petrália passou a ser um figura esportiva no futebol brasileiro.

Em algumas oportunidades,  coincidentemente em estádios de futebol,  cheguei tempos atrás a conversar com o simpático e tranquilo Dr. Sallim Emed,  creio eu, sem nenhum objetivo de exercer algum cargo no clube, além da sua presença como conselheiro.  Com aquela paciência de Jó,  atendendo em seu consultório os problemas diários que lhe aparecem, essa experiência no trato com as pessoas, dá a certeza que oferecerá total segurança de propósito em comandar nesses próximos anos o clube do seu coração. Contudo, não se enganem,  pois atrás desse sorriso espontâneo está uma pessoa que soube se aliar ao mandatário-mór do clube e que sua lealdade lhe dará a devida continuidade daquilo estabelecido. Esse com certeza não mudará as regras. Saberá ser humilde e aceitar conselhos de quem esteve no comando nos últimos 20 anos, inclusive, noto que nessas suas primeiras medidas estão ajustadas a boa solução de  abertura nas informações. 

Nas décadas de 50 e 60, os dois maiorais políticos do futebol brasileiro foram, João Mendonça Falcão e João Havelange. Falcão em São Paulo e Havelange  no Rio. Os clubes paulistas e cariocas dominaram por muito tempo o país do futebol. A predominância foi inquestionável, sobretudo, pela amplitude política estabelecida por esses dois dirigentes. Foi tão poderoso esse dominio que o nosso futebol chegou aos títulos mundiais, na Suécia e Chile, sempre contando com jogadores desses dois estados brasileiros. Com os feitos conquistados nesses mundiais apareceu no mundo da bola internacional, Havelange, que soube costurar sua chegada ao maior estágio de comando  no cenário mundial.

O poder do absolutismo que vinha sendo carregado há muitos anos nas hostes da CBF,  parece que começa a desmoronar com as denúncias de envolvimento ilícito dos seus útimos dirigentes, na verdade uma vergonha, a ponto de alguns estarem presos. Enquanto isso,  alguns dirigentes de clubes vendo o circo pegar fogo, se lançaram à frente ao colocar um biombo e criar uma Liga de Clubes Brasileiros. O esperneio é total, até porque, a vulnerabilidade de caráter e a decadência no comando da CBF, abre uma ampla possibilidade de mudança no formato já  com data vencida. Agora, a Federação carioca se opõe, e como sempre, sem argumento  plausível coloca a FIFA como impecilho na questão. Sempre foi assim, só que o mundo é outro.

 A convite do jornalista, André Pugliese, estarei nesta tarde na redação do Jornal a Gazeta do Povo com o Carneiro Neto e Sicupira, para analisar vários assuntos esportivos, principalmente, o Campeonato Estadual/2016.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

O incrível cavalo Secretariat.

19 janeiro, 2016 às 09:15  |  por Capitão Hidalgo

As primeiras provocações já estão acontecendo entre o Paraná Clube e o Atlético. O Furacão sem poder contar com a Arena/Baixada, afinal, ao programar a implantação de uma grama sintética em seu campo de jogo, aliás, dizem que o produto é top de linha, está impossibilitado de mandar os seus dois primeiros jogos da competição estadual. Com isso, o diretor atleticano, Márcio Lara, procurou os dirigentes paranistas para a possibilidade do empréstimo do Estádio Durival Brito e Silva, para as datas programadas. A princípio tudo levava crer que daria certo, mas, como sempre acontece, alguma coisa prejudicou a conversa, sobretudo, pelo aluguel a ser cobrado, pois, anteriormente, o valor era de 80 mil por jogo e que desta vez subiria para 100 mil. Dizem que o atual Presidente do Conselho do Atlético, Petraglia, com aquela sua ironia mexeu com a necessidade do clube paranista que não estaria precisando do dinheiro, por isso do aumento. A resposta é que agora ficou difícil qualquer negociação. Onde jogará o Atlético? Único lugar é o Couto Pereira. Por que não?

As contratações realizadas pelos chineses, principalmente, com jogadores do Corinthians, balançou as estruturas do futebol brasileiro numa provia inconteste da fragilidade dos cofres das agremiações do nosso futebol. O dinheiro que o país asiático despejou nessas contratações, na verdade é um absurdo, estão deixando abismados aqueles que militam no futebol. O engraçado que por enquanto só jogadores do Timão que jogaram na temporada passada. Ontem, inclusive, mais um foi embora. Tratá-se do zagueiro Gil. O técnico, Tite, não dorme mais. O engraçado é que está virando piada nacional a presença dos chineses no mercado. Qual será a próxima vítima.?

Mesmo com as contrariedades dos dirigentes da CBF e da Federação Carioca de Futebol, os clubes já determinados e definidos, anteriormente, num total de 12 agremiações, irão disputar a Primeira Liga de Clubes que contará com as presenças de representantes  paranaenses, catarinenses, gaúchos, mineiros e cariocas. A primeira rodada está marcada para o próximo dia 27 de janeiro. Serão 5 datas, acrescentando na informação que esses dias não atrapalharão o desenvolvimentos dos campeomnatos estaduais.

Com toda característica de uma pessoa idosa, estou me incluindo, já que sempre acordo pela madrugada, noite dessas por coincidência ao ligar a televisão estava para iniciar um filme com o título ” Uma história incrível” . Fui deixando rolar até entender que se tratava de um fato verídico acontecido no turfe americano, em 1973, quando um cavalo chamado, Secretariat, ganhou a Triplíce Coroa, fato esse que não acontecia desde 1948. A história é movida de muita emoção que contou com a produção, da Disney, e de  brilhantes atores, ao mostrar  a realidade dos fatos acontecidos, com envolvimento sôbre a quase perda de um Haras e a obstinação de uma mãe de 4 filhos, para superar todos os problemas.

A minha madrugada foi passando em claro, afinal, não dava mais para desgrudar um minuto de atenção, até que conhecesse o final dessa história. O interessante, eu que nunca tinha visto uma corrida de cavalo, passei a torcer por esse animal para que não perdesse a ultima prova. Como não conhecia o epílogo, já que havia ganho as corridas de Kentucky Derby, Preakness Stakes, a última foi em Nova York, no Belmont Stakes,  a façanha do Secretariat foi esplêndida, ao chegar à frente do segundo colocado com 31 corpos, que representa uma diferença de 80 metros. Inacreditável. A senhora, Penny Chenery, a proprietária que foi representado pela atriz, Diane Lane, inclusive, aparece numa ponta do filme. A verdade é que Penny Chenery não só recuperou o Haras como passou a ser considerada a Dama do Turfe. Vale a pena ver esse filme. Vocês notaram que sou um cinéfilo nas horas vagas.

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.

Primeira Liga do Futebol.

15 janeiro, 2016 às 08:04  |  por Capitão Hidalgo

Com tudo acertado, após algumas dúvidas quanto sua realização, vem aí a Primeira Liga de Futebol, contando com a participação definida de 12 equipes brasileiras. Portanto, depois de alguns entreveros, principalmente, porque os dirigentes, da CBF,  nunca digeriram esta incômoda situação de ingerência por parte dos clubes, mas, sem forças pela estado atual que convivem com suas más administrações,  bem fizeram os presidentes desses clubes que aproveitaram os deslizes das sérias atribuições dessa entidade sem conviver o correto desenvolvimento do nosso futebol. As doze equipes que estarão participando dessa primeira edição, com início no dia 27 de Janeiro à terminar dia 30 de Março de 2016, já estão formadas em 3 grupos de 4 agremiações são: (A) Flamengo, Atlético Mineiro, América(MG) e Figueirense. No grupo B, estão inseridos, o Grêmio, Internacional, Coritiba e Avai e no grupo C, com as equipes do Cruzeiro, Fluminense, Atlético Paranaense e Criciuma.

Não há nenhuma dúvida que o maior entrave dessa liberação na criação dessa LIGA,  ainda que embrionária, tenha sido o fator de uma realidade que possa aparecer mais à frente, ou seja, maior democracia aos clubes para terem uma conduta mais honesta melhor na divisão de receitas, afinal, não tendo isonomia no futebol brasileiro a questão é desproporcional.  Ainda que alguns clubes tradicionais não vieram no apoio, principalmente os clubes paulistas, acredito que em outras edições com o sucesso dessa primeira o agrupamento será bem maior.

Na verdade se buscarem nos alfarrábios esse torneio se assemelha com o Torneio do Povo, criado pela CBD, onde participavam 6 clubes tradicionais escalados pela própria entidade. Uma pena que foram realizadas somente 3 edições, sendo que a de 1973, foi ganho pelo Coritiba, que conseguiu o primeiro grande título nacional para a região sul.  Misturado com o início do estadual, recordo naquele tempo como jogador do Coxa, que nada atrapalhou o estadual, diria mais, foi uma grande motivação em início de temporada.

Muito criticado o cidadão, Valdir Barbosa, que integra a coordenação de futebol do Coritiba, alardeando às dificuldades nesse começo de temporada, porque esse torneio vai encavalar problemas físicos aos seus jogadores. Esquece que foi o Coritiba um dos clubes que mais incentivou a realização desse projeto. É de se perguntar como um profissional dessa agemiação vai de encontro a uma determinação da presidência. A impressão é que no clube não falam a mesma lingua.

A abertura que os clubes estão tendo é maravilhosa, sobretudo, nunca esquecer de fortalecer que o problema da extorsão de dinheiro praticado por membros da CBF, é que praticamente liberou a geral. Imaginem que nos tempos de Ricardo Teixeira se os clubes poderiam sair por esse mundo afora. Assitindo ao torneio internacional Florida Cup, com as presenças do Corinthians, Atlético Mineiro, Internacional e Fuminense, o cenário é totalmente diferente. Muito bom para os clubes brasileiros para buscarem suas recompensas. Como torcedor, vibrei com as vitórias do Galo e do Colorado contra os times alemães. Na verdade os 7×1 ninguém esquece.

 

Lembre-se: Que o melhor da vida é sua história.