‘Liga da Justiça’ estreia hoje e tem duas missões

15 novembro, 2017 às 10:52  |  por Lycio Vellozo Ribas

‘Liga da Justiça’, que estreia nesta quarta-feira (15) em Curitiba, acusou a bomba em que ‘Batman vs Supeman: A Origem da Justiça’ se tornou. Primeiro, por causa da pressa: a junção dos poderosos heróis da DC Comics chega aos cinemas um ano e meio após o filme antecessor. Filmes-sequência nunca são lançados num prazo tão curto – a exceção é a saga ‘O Senhor dos Aneis’, mas isso ocorreu porque os três longas foram feitos todos de uma só vez. Segundo, porque ‘Liga da Justiça’ tenta valorizar ‘Batman vs Superman’, com várias referências até em pequenos detalhes, além de trazer vários coadjuvantes de volta, como a jornalista Lois Lane e o mordomo Alfred.

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‘Liga da Justiça’, por sinal, tem lá seu momento ‘Senhor dos Aneis’. A trama que movimenta o filme dos super-heróis existe porque, séculos antes, amazonas, atlantes e humanos lutaram contra um inimigo em comum – o vilão Lobo da Estepe – que cobiça um objeto de poder incalculável – no caso, três caixas-maternas, uma espécie de computadores-vivos. Ao derrotar esse inimigo em comum, amazonas, atlantes e humanos levam as caixas-maternas e as escondem. Mas o inimigo ressurge após muitos e muitos anos e quer recuperar os artefatos para dominar o mundo (parece elfos, anões e humanos contra o detentor do “um anel”?).

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‘Liga da Justiça’ começa onde terminou ‘Batman vs Supeman’, com o mundo chorando a morte do Homem de Aço (esse spoiler prescreveu) e o Batman achando que ele – e qualquer outro com poderes especiais – será necessário numa batalha que ainda pode estar por vir. Ele já havia deduzido isso no filme anterior e a certeza aumenta depois que enfrenta um parademônio em Gotham City. Batman contacta a amazona Diana Prince (A Mulher-Maravilha) e ambos vão atrás do “morto-vivo” Victor Stone, do escondido Barry Allen e do misterioso Arthur Curry. Stone, o Ciborgue, teve o corpo reconstituído com peças metálicas (graças a uma das três caixas-maternas) e pode acessar qualquer tipo de tecnologia. Allen, o Flash, possui supervelocidade. E Curry, o Aquaman, é um atlante, capaz de se comunicar com as águas e a vida marinha. Juntos, os heróis terão como missão salvar o Mundo, algo que nenhum deles poderia fazer sozinho. Batman, claro, lamenta a ausência do Superman…

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‘Liga da Justiça’ possui outra missão: ressaltar o que ‘Batman vs Superman’ tinha de bom (heróis superpoderosos unidos) e esconder o que tinha de ruim. O clima 100% soturno do primeiro filme deu lugar a momentos de bom humor – a mudança de tom teve ligação direta com a troca do diretor Zack Snyder por Joss Whedon, de ‘Os Vingadores’. Por outro lado, há um antagonista que não é lá essas maravilhas. O Lobo da Estepe nem sequer é um vilão bem cotado nos quadrinhos da DC Comics. Suas ambições parecem coisa de dominador do século 20 – no universo da editora, Darkseid seria o oponente ideal e há indícios que ele pode aparecer em um futuro filme. Em ‘Liga’, a única função do Lobo da Estepe é ser a cola que liga heróis que não necessariamente se toleram. Aliás, esse é um dos grandes méritos do filme: ensinar como pessoas aparentemente incompatíveis podem vir a trabalhar em equipe. Batman (Ben Affleck) é a cabeça pensante. Mulher-Maravilha (Gal Gadot) vira a líder de campo. O Ciborgue (Ray Fisher), a ferramenta perfeita. Aquaman (Jason Momoa) assume um lado guerreiro que não tinha antes. Cabe ao Flash (Ezra Miller) ser o escape cômico, embora algumas situações soem forçadas; até o sombrio Batman tem lá suas tiradas.

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‘Liga da Justiça’ não para por aí. O epílogo indica que a equipe pode crescer – provavelmente com algum Lanterna Verde, já que esses heróis intergalácticos aparecem de relance. Aliás, uma cena de um dos trailers, em que o mordomo Alfred (Jerey Irons) conversa com um misterioso visitante (internautas especularam que seria um Lanterna Verde), não aparece no filme. E há duas cenas pós-créditos: uma, de tom cômico. Outra, indicando uma continuação.

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‘Blade Runner 2049’ e os vínculos com o filme original

5 outubro, 2017 às 18:00  |  por Lycio Vellozo Ribas

‘Blade Runner – O Caçador de Androides’ foi um sucesso tardio. Quando lançado, em 1982, o visual carregado e o tom pessimista contrastavam demais com outras produções de ficção científica da época, como ‘ET’ e a saga ‘Star Wars’. Para piorar, a produção foi um balaio de brigas entre diretor, produtores e atores. Além disso, o ator Harrison Ford sempre criticou o personagem Rick Deckard e jamais o valorizava, ao contrário do que fazia com Indiana Jones e Han Solo, seus papéis mais famosos no cinema e que estavam em alta naquela época. Mas ‘Blade Runner’ foi redescoberto quando lançado em vídeo e tornou-se cult. E Deckard voltou à telona anos depois, a exemplo de Indiana Jones e Han Solo. Ele está em ‘Blade Runner 2049’, que estreia nesta quinta-feira (5/10) em Curitiba.

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O primeiro Blade Runner se passava no ano de 2019 e mostrava um futuro distópico, com o planeta Terra semidevastado e habitado apenas pela escória e por androides replicantes – os quais eram caçados pelos Blade Runners, força da qual Deckard fazia parte. O filme se desenrola em meio a uma Los Angeles noir e termina com Deckard indo embora (não diz para onde) com uma das replicantes, Rachael (Sean Young), que, segundo ele, era “diferente” (esse spoiler prescreveu). O planeta Terra está atualmente em 2017 e, felizmente, não está nem perto dessa realidade, mas isso é outra história.

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Como o próprio nome indica, ‘Blade Runner 2049’ salta 30 anos no futuro – na realidade do filme de 1982, obviamente. A corporação que construía os replicantes faliu, houve um blecaute monstruoso que zicou quase todos os dados digitais e o espólio foi adquirido por um misterioso sr. Wallace, um milionário do ramo da agricultura sintética. Os caçadores de androides, contudo, ainda existem. E o protagonista não é mais Harrison Ford. O posto pertence a um outro Blade Runner, K, interpretado por Ryan Gosling. Depois de “aposentar” (um eufemismo para exterminar) um replicante em uma fazenda nos arredores de Los Angeles, o caçador se depara com um problema: ao que tudo indica, uma replicante deu à luz uma criança humana, ainda no ano de 2021. Contudo, ela não sobreviveu ao parto e foi enterrada perto de uma árvore. Segue-se a partir daí uma corrida para encontrar essa criança. Por um lado, sua existência põe em xeque a estrutura social da ainda mais decadente Los Angeles. Por outro, ela é de grande interesse para Wallace (Jared Leto), que enxerga ali uma oportunidade para catapultar a demanda por replicantes de uma forma jamais vista. K faz uma busca por conta própria e descobre que Deckard pode ter as respostas. Mas não é o único a ir atrás do antigo caçador.

‘Blade Runner 2049’ presta grande reverência ao filme original, mas a história flerta também com elementos de ‘Minority Report’ – também escrita originalmente por Philip K. Dick, cujo conto ‘Os Androides sonham com ovelhas elétricas’ foi a base para o roteiro do primeiro ‘Blade Runner’. K tenta encontrar respostas ao mesmo tempo em que é caçado pelas autoridades vigentes, tem em um holograma (Joy, interpretada por Ana de Almas) seu único desafogo e possui uma lembrança específica que o atormenta. Ao mesmo tempo, o filme acena o tempo todo com uma dúvida: K é um replicante? Ou K é um humano? A pergunta “quem sou eu e qual meu papel no mundo?”, que norteou o filme original, acaba sendo o maior vínculo com o filme novo.

‘Kingsman 2 – O Círculo Dourado’ tenta ser maior que o antecessor

27 setembro, 2017 às 22:58  |  por Lycio Vellozo Ribas

‘Kingsman – Serviço Secreto’, de 2014, parecia ser apenas mais um filme de espionagem. Mas mostrou bons personagens, um roteiro divertido e uma abordagem britanicamente fleumática. Como arrecadou US$ 400 milhões em bilheteria pelo mundo, trouxe a reboque uma continuação, ‘Kingsman 2 – O Círculo Dourado’, que estreia nesta quinta-feira (28).

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Como admitiu o diretor Matthew Vaughn, a continuação tinha que ser maior. E foi, ao menos em termos de elenco. O primeiro filme tinha os britânicos Colin Firth, Michael Caine, Mark Strong e o novato Taron Egerton no papel principal, além do norte-americano Samuel L. Jackson no papel do vilão. A continuação traz os norte-americanos Channing Tatum, Halle Berry, Jeff Bridges e Juliane Moore.

Faz sentido ter esses atores no elenco porque ‘Kingsman 2 – O Círculo Dourado’ traz não apenas os Kingsman, que usam uma alfaiataria como fachada, mas também os Statesmen, uma versão norte-americana dos Kingsmen. A fachada é uma destilaria de bebidas alcoólicas no sul dos EUA. Mais americano, impossível. E os nomes dos agentes são nomes de bebidas, como Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal) e Ginger (Halle Berry), comandados por Champagne, ou Champ (Jeff Bridges). Vaughn também usou outros ícones americanos, como a típica dona de casa dos anos 1950. Só que nesse caso ela é a vilã, Poppy, vivida por Julianne Moore.

A inclusão dos norte-americanos dá um tom mais ao estilo dos filmes de Burt Reynolds, em contraponto à aura de James Bond dos britânicos no filme. É, possivelmente, a grande sacada da sequência. Afinal, a história caminha da mesma maneira que o filme anterior – além de resolver o mistério em torno do personagem de Colin Firth. Não é um problema. “Se você faz tudo igual, todo mundo diz que é uma repetição, se faz muito diferente, dizem que não tem nada a ver com o original”, declarou o diretor.

‘Tomb Raider – A Origem’ ganha 1º trailer legendado

20 setembro, 2017 às 22:25  |  por Lycio Vellozo Ribas

A Warner Bros. Pictures divulgou nesta quarta-feira (20) o primeiro trailer legendado de ‘Tomb Raider – A Origem’. O trailer traz diversas cenas de ação de Lara Croft, interpretada pela atriz Alicia Vikander. Com direção de Roar Uthaug, o longa mostra como Lara Croft, uma estudante  inglesa sem propósito na vida, se tornou a famosa aventureira.

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Lara Croft é a filha de um excêntrico aventureiro que desapareceu quando ela mal tinha chegado à adolescência. Agora, uma jovem de 21 anos sem nenhum foco ou propósito na vida, Lara faz entregas de bicicleta nas caóticas ruas de Londres, ganhando apenas o suficiente para pagar o aluguel, e cursa a faculdade, raramente conseguindo ir às aulas.

Determinada a forjar seu próprio caminho, ela se recusa a tomar as rédeas do império global de seu pai com a mesma convicção com que rejeita a ideia de que ele realmente se foi. Aconselhada a enfrentar os fatos e seguir em frente depois de sete anos sem seu pai, Lara busca resolver o misterioso quebra-cabeças de sua morte, mesmo que nem ela consiga entender a sua motivação. Resolve deixar tudo para trás em busca do último destino em que ele foi visto: um lendário túmulo em uma mítica ilha possivelmente localizada ao longo da costa do Japão. Mas sua missão não será fácil, já que a jornada para a ilha será traiçoeira. Se sobreviver aos perigos, ela pode encontrar um propósito para sua vida e tornar-se digna do nome Tomb Raider.

A personagem, oriunda dos jogos de videogame, ganhou dois filmes já em sua fase adulta. Foi interpretada pela pela atriz Angelina Jolie.

A estreia nos cinemas brasileiros deve ocorrer em 15 de março de 2018.

 

 

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Charlize Theron bota para quebrar em ‘Atômica’

30 agosto, 2017 às 22:16  |  por Lycio Vellozo Ribas

Demorou, mas os produtores de Hollywood finalmente se renderam à atriz Charlize Theron em papéis de filmes de ação. A atriz sul-africana de 42 anos e porte atlético já havia feito ‘Aeon Flux’, anos antes, mas o filme caiu no esquecimento. Mais recentemente, ela brilhou como a Furiosa de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ e apareceu na franquia ‘Velozes e Furiosos’. A fúria dela na tela não deixa dúvida: ela bota para quebrar. Nessa nova seara, a atriz estrela ‘Atômica’, um thriller de espionagem que se passa no fim dos anos 80. O filme estreia nesta quinta-feira (31) em Curitiba.

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Em ‘Atômica’, Charlize é Lorraine Broughton, uma agente especial inglesa. Ela sabe falar alemão, sabe falar russo, é mestra em combate corpo a corto, é perita em armas de fogo e de corte. Ou seja, uma pessoa perfeitamente talhada para tarefas naqueles alucinantes anos 80, em que a espionagem política grassava no planeta. De um lado, havia a norte-americana CIA; de outro, a soviética KGB (sim, naqueles tempos ainda havia União Soviética). Um tempo em que a grande regra da espionagem – não se pode confiar em ninguém – fazia mais sentido que nunca.

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A missão de Lorraine Broughton é em Berlim, às vésperas da queda do muro da vergonha, em 1989. Ela entra na cidade em 2 de novembro – o muro viria abaixo no dia 9 – e tem que achar um agente secreto inglês que foi morto pelos russos. Ou melhor, ela tem que achar um dossiê que estava em posse desse agente secreto e que contém uma lista de diversos espiões (ela inclusive). Nas mãos erradas, sabe Deus o que essa lista poderia causar. A missão lhe é confiada pelo chefe do MI6, o serviço secreto inglês, e por um diretor da CIA a quem a agente não queria por perto. Há motivo para isso: no mundo da espionagem, não se pode confiar em ninguém.

Em Berlim, seu contato é David Percival (James McAvoy), um espião que consegue ter bom trânsito nos dois lados da cidade alemã. Ou seja, consegue passar pelo muro sem grandes problemas. Claro que nunca é demais lembrar que não se pode confiar em ninguém.

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O roteiro de Antony Johnson repete alguns clichês do gênero, mas a direção de David Leitch tem alguns méritos. Um deles é a ambientação nos anos 80, com direito a trilha sonora da época – incluindo os alemães Peter Schilling e Nina. Também há valorização nos movimentos de câmera em perseguições por Berlim e em cenas de luta. Claro que Charlize, ou Lorraine, tem que lutar pacas (nas filmagens, a atriz perdeu dois dentes). Afinal, quantas vezes é preciso dizer que não se pode confiar em ninguém? Quer dizer, dá para confiar em Charlize Theron. Ela bota para quebrar.

BBC elege as 100 melhores comédias da história

23 agosto, 2017 às 17:59  |  por Lycio Vellozo Ribas

A rede de televisão BBC divulgou nesta quarta-feira (23) a lista das 100 melhores comédias de todos os tempos no cinema. A lista foi elaborada a partir de uma enquete com 253 críticos de cinema de 52 países diferentes. Cada um deles tinha que citar 10 filmes. O primeiro filme citado ganhava 10 pontos, o segundo recebia nove pontos, e assim por diante, até a 10ª escolha.

A lista completa:

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1. Quanto Mais Quente Melhor (Billy Wilder, 1959)

2. Dr. Fantástico ou: Como eu Aprendi a Parar de Me Preocupar com a Bomba (Stanley Kubrick, 1964)

3. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Woody Allen, 1977)

4. Feitiço do Tempo (Harold Ramis, 1993)

5. O Diabo a Quatro (Leo McCarey, 1933)

6. A Vida de Brian (Terry Jones, 1979)

7. Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu! (Jim Abrahams, David Zucker and Jerry Zucker, 1980)

8. Playtime – Tempo de Diversão (Jacques Tati, 1967)

9. Isto É Spinal Tap (Rob Reiner, 1984)

10. A General (Clyde Bruckman and Buster Keaton, 1926)

11. O Grande Lebowski (Joel and Ethan Coen, 1998)

12. Tempos Modernos (Charlie Chaplin, 1936)

13. Ser ou Não Ser (Ernst Lubitsch, 1942)

14. Jejum de Amor (Howard Hawks, 1940)

15. Monty Python e o Cálice Sagrado (Terry Gilliam and Terry Jones, 1975)

16. O Grande Ditador (Charlie Chaplin, 1940)

17. Levada da Breca (Howard Hawks, 1938)

18. Sherlock Jr (Buster Keaton, 1924)

19. As Três Noites de Eva (Preston Sturges, 1941)

20. Banzé No Oeste (Mel Brooks, 1974)

21. Luzes da Cidade (Charlie Chaplin, 1931)

22. O Jovem Frankenstein (Mel Brooks, 1974)

23. Um Convidado Bem Trapalhão (Blake Edwards, 1968)

24. Os Desajustados (Bruce Robinson, 1987)

25. A Corrida do Ouro (Charlie Chaplin, 1925)

26. Meu Tio (Jacques Tati, 1958)

27. Se Meu Apartamento Falasse (Billy Wilder, 1960)

28. Aconteceu Naquela Noite (Frank Capra, 1934)

29. Harry & Sally: Feitos um para o Outro (Rob Reiner, 1989)

30. As Férias do Senhor Hulot (Jacques Tati, 1953)

31. Tootsie (Sydney Pollack, 1982)

32. Arizona Nunca Mais (Joel and Ethan Coen, 1987)

33. O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy (Adam McKay, 2004)

34. As Patricinhas de Beverly Hills (Amy Heckerling, 1995)

35. Cantando na Chuva (Stanley Donen and Gene Kelly, 1952)

36. Um Peixe Chamado Wanda (Charles Crichton and John Cleese, 1988)

37. Contrastes Humanos (Preston Sturges, 1941)

38. Núpcias de Escândalo (George Cukor, 1940)

39. Uma Noite na Ópera (Sam Wood and Edmund Goulding, 1935)

40. Primavera para Hitler (Mel Brooks, 1967)

41. Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América (Larry Charles, 2006)

42. Cupido é Moleque Teimoso (Leo McCarey, 1937)

43. M*A*S*H (Robert Altman, 1970)

44. Missão Madrinha de Casamento (Paul Feig, 2011)

45. Big Deal on Madonna Street (Mario Monicelli, 1958)

46. Pulp Fiction: Tempo de Violência (Quentin Tarantino, 1994)

47. Clube dos Cafajestes (John Landis, 1978)

48. Ladrão de Alcova (Ernst Lubitsch, 1932)

49. O Discreto Charme Da Burguesia (Luis Buñuel, 1972)

50. Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (Pedro Almodóvar, 1988)

51. Seven Chances (Buster Keaton, 1925)

52. Irene, A Teimosa (Gregory La Cava, 1936)

53. Os Irmãos Cara-de-Pau (John Landis, 1980)

54. Ensina-me a Viver (Hal Ashby, 1971)

55. O Melhor do Show (Christopher Guest, 2000)

56. Nos Bastidores da Notícia (James L Brooks, 1987)

57. Meninas Malvadas (Mark Waters, 2004)

58. Zelig (Woody Allen, 1983)

59. Toni Erdmann (Maren Ade, 2016)

60. Todo Mundo Quase Morto (Edgar Wright, 2004)

61. Team America: Detonando o Mundo (Trey Parker, 2004)

62. O que Fazemos nas Sombras (Jemaine Clement and Taika Waititi, 2014)

63. Esse Mundo é um Hospício (Frank Capra, 1944)

64. Quase Irmãos (Adam McKay, 2008)

65. Clube dos Pilantras (Harold Ramis, 1980)

66. Chumbo Grosso (Edgar Wright, 2007)

67. Filhos do Deserto (William A Seiter, 1933)

68. Ninotchka (Ernst Lubitsch, 1939)

69. A Última Noite de Bóris Grushenko (Woody Allen, 1975)

70. Conversa Truncada (Armando Iannucci, 2009)

71. Os Excêntricos Tenenbaums (Wes Anderson, 2001)

72. Corra que a Polícia Vem Aí (David Zucker, 1988)

73. O Professor Aloprado (Jerry Lewis, 1963)

74. Trocando as Bolas (John Landis, 1983)

75. Mulher de Verdade (Preston Sturges, 1942)

76. Sócios no Amor (Ernst Lubitsch, 1933)

77. Divórcio à Italiana (Pietro Germi, 1961)

78. A Princesa Prometida (Rob Reiner, 1987)

79. O Jantar dos Malas (Francis Veber, 1998)

80. Como Enlouquecer seu Chefe (Mike Judge, 1999)

81. Quem Vai Ficar com Mary? (Bobby and Peter Farrelly, 1998)

82. Top Secret! Super Confidencial (Jim Abrahams, David Zucker and Jerry Zucker, 1984)

83. O Homem Mosca (Fred C Newmeyer and Sam Taylor, 1923)

84. Esperando o Sr. Guffman (Christopher Guest, 1996)

85. Amarcord (Federico Fellini, 1973)

86. As Oito Vítimas (Robert Hamer, 1949)

87. Os Homens Preferem as Loiras (Howard Hawks, 1953)

88. Zoolander (Ben Stiller, 2001)

89. As Pequenas Margaridas (Vera Chytilová, 1966)

90. O Caçador de Dotes (Elaine May, 1971)

91. Essa Pequena é uma Parada (Peter Bogdanovich, 1972)

92. O Anjo Exterminador (Luis Buñuel, 1962)

93. South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes (Trey Parker, 1999)

94. Rushmore: Três é Demais (Wes Anderson, 1998)

95. Os Caça-Fantasmas (Ivan Reitman, 1984)

96. Nascida Ontem (George Cukor, 1950)

97. Caixa de Música (James Parrott, 1932)

98. Se Beber, Não Case (Todd Phillips, 2009)

99. O Panaca (Carl Reiner, 1979)

100. O Terror das Mulheres (Jerry Lewis, 1961) e O Rei da Comédia (Martin Scorsese, 1982)

Top 5: Filmes de Jerry Lewis

21 agosto, 2017 às 23:07  |  por Lycio Vellozo Ribas

O ator Jerry Lewis, que morreu neste domingo (20), aos 91 anos, fez história no cinema, essencialmente em comédias – tanto que ficou conhecido como o “rei da comédia”, graças ao sucesso obtido principalmente nos anos 60. Eis aqui cinco filmes que ilustram a carreira do ator, que durou mais de 60 anos.