‘Tomb Raider – A Origem’ ganha 1º trailer legendado

20 setembro, 2017 às 22:25  |  por Lycio Vellozo Ribas

A Warner Bros. Pictures divulgou nesta quarta-feira (20) o primeiro trailer legendado de ‘Tomb Raider – A Origem’. O trailer traz diversas cenas de ação de Lara Croft, interpretada pela atriz Alicia Vikander. Com direção de Roar Uthaug, o longa mostra como Lara Croft, uma estudante  inglesa sem propósito na vida, se tornou a famosa aventureira.

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Lara Croft é a filha de um excêntrico aventureiro que desapareceu quando ela mal tinha chegado à adolescência. Agora, uma jovem de 21 anos sem nenhum foco ou propósito na vida, Lara faz entregas de bicicleta nas caóticas ruas de Londres, ganhando apenas o suficiente para pagar o aluguel, e cursa a faculdade, raramente conseguindo ir às aulas.

Determinada a forjar seu próprio caminho, ela se recusa a tomar as rédeas do império global de seu pai com a mesma convicção com que rejeita a ideia de que ele realmente se foi. Aconselhada a enfrentar os fatos e seguir em frente depois de sete anos sem seu pai, Lara busca resolver o misterioso quebra-cabeças de sua morte, mesmo que nem ela consiga entender a sua motivação. Resolve deixar tudo para trás em busca do último destino em que ele foi visto: um lendário túmulo em uma mítica ilha possivelmente localizada ao longo da costa do Japão. Mas sua missão não será fácil, já que a jornada para a ilha será traiçoeira. Se sobreviver aos perigos, ela pode encontrar um propósito para sua vida e tornar-se digna do nome Tomb Raider.

A personagem, oriunda dos jogos de videogame, ganhou dois filmes já em sua fase adulta. Foi interpretada pela pela atriz Angelina Jolie.

A estreia nos cinemas brasileiros deve ocorrer em 15 de março de 2018.

 

 

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Charlize Theron bota para quebrar em ‘Atômica’

30 agosto, 2017 às 22:16  |  por Lycio Vellozo Ribas

Demorou, mas os produtores de Hollywood finalmente se renderam à atriz Charlize Theron em papéis de filmes de ação. A atriz sul-africana de 42 anos e porte atlético já havia feito ‘Aeon Flux’, anos antes, mas o filme caiu no esquecimento. Mais recentemente, ela brilhou como a Furiosa de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ e apareceu na franquia ‘Velozes e Furiosos’. A fúria dela na tela não deixa dúvida: ela bota para quebrar. Nessa nova seara, a atriz estrela ‘Atômica’, um thriller de espionagem que se passa no fim dos anos 80. O filme estreia nesta quinta-feira (31) em Curitiba.

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Em ‘Atômica’, Charlize é Lorraine Broughton, uma agente especial inglesa. Ela sabe falar alemão, sabe falar russo, é mestra em combate corpo a corto, é perita em armas de fogo e de corte. Ou seja, uma pessoa perfeitamente talhada para tarefas naqueles alucinantes anos 80, em que a espionagem política grassava no planeta. De um lado, havia a norte-americana CIA; de outro, a soviética KGB (sim, naqueles tempos ainda havia União Soviética). Um tempo em que a grande regra da espionagem – não se pode confiar em ninguém – fazia mais sentido que nunca.

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A missão de Lorraine Broughton é em Berlim, às vésperas da queda do muro da vergonha, em 1989. Ela entra na cidade em 2 de novembro – o muro viria abaixo no dia 9 – e tem que achar um agente secreto inglês que foi morto pelos russos. Ou melhor, ela tem que achar um dossiê que estava em posse desse agente secreto e que contém uma lista de diversos espiões (ela inclusive). Nas mãos erradas, sabe Deus o que essa lista poderia causar. A missão lhe é confiada pelo chefe do MI6, o serviço secreto inglês, e por um diretor da CIA a quem a agente não queria por perto. Há motivo para isso: no mundo da espionagem, não se pode confiar em ninguém.

Em Berlim, seu contato é David Percival (James McAvoy), um espião que consegue ter bom trânsito nos dois lados da cidade alemã. Ou seja, consegue passar pelo muro sem grandes problemas. Claro que nunca é demais lembrar que não se pode confiar em ninguém.

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O roteiro de Antony Johnson repete alguns clichês do gênero, mas a direção de David Leitch tem alguns méritos. Um deles é a ambientação nos anos 80, com direito a trilha sonora da época – incluindo os alemães Peter Schilling e Nina. Também há valorização nos movimentos de câmera em perseguições por Berlim e em cenas de luta. Claro que Charlize, ou Lorraine, tem que lutar pacas (nas filmagens, a atriz perdeu dois dentes). Afinal, quantas vezes é preciso dizer que não se pode confiar em ninguém? Quer dizer, dá para confiar em Charlize Theron. Ela bota para quebrar.

BBC elege as 100 melhores comédias da história

23 agosto, 2017 às 17:59  |  por Lycio Vellozo Ribas

A rede de televisão BBC divulgou nesta quarta-feira (23) a lista das 100 melhores comédias de todos os tempos no cinema. A lista foi elaborada a partir de uma enquete com 253 críticos de cinema de 52 países diferentes. Cada um deles tinha que citar 10 filmes. O primeiro filme citado ganhava 10 pontos, o segundo recebia nove pontos, e assim por diante, até a 10ª escolha.

A lista completa:

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1. Quanto Mais Quente Melhor (Billy Wilder, 1959)

2. Dr. Fantástico ou: Como eu Aprendi a Parar de Me Preocupar com a Bomba (Stanley Kubrick, 1964)

3. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Woody Allen, 1977)

4. Feitiço do Tempo (Harold Ramis, 1993)

5. O Diabo a Quatro (Leo McCarey, 1933)

6. A Vida de Brian (Terry Jones, 1979)

7. Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu! (Jim Abrahams, David Zucker and Jerry Zucker, 1980)

8. Playtime – Tempo de Diversão (Jacques Tati, 1967)

9. Isto É Spinal Tap (Rob Reiner, 1984)

10. A General (Clyde Bruckman and Buster Keaton, 1926)

11. O Grande Lebowski (Joel and Ethan Coen, 1998)

12. Tempos Modernos (Charlie Chaplin, 1936)

13. Ser ou Não Ser (Ernst Lubitsch, 1942)

14. Jejum de Amor (Howard Hawks, 1940)

15. Monty Python e o Cálice Sagrado (Terry Gilliam and Terry Jones, 1975)

16. O Grande Ditador (Charlie Chaplin, 1940)

17. Levada da Breca (Howard Hawks, 1938)

18. Sherlock Jr (Buster Keaton, 1924)

19. As Três Noites de Eva (Preston Sturges, 1941)

20. Banzé No Oeste (Mel Brooks, 1974)

21. Luzes da Cidade (Charlie Chaplin, 1931)

22. O Jovem Frankenstein (Mel Brooks, 1974)

23. Um Convidado Bem Trapalhão (Blake Edwards, 1968)

24. Os Desajustados (Bruce Robinson, 1987)

25. A Corrida do Ouro (Charlie Chaplin, 1925)

26. Meu Tio (Jacques Tati, 1958)

27. Se Meu Apartamento Falasse (Billy Wilder, 1960)

28. Aconteceu Naquela Noite (Frank Capra, 1934)

29. Harry & Sally: Feitos um para o Outro (Rob Reiner, 1989)

30. As Férias do Senhor Hulot (Jacques Tati, 1953)

31. Tootsie (Sydney Pollack, 1982)

32. Arizona Nunca Mais (Joel and Ethan Coen, 1987)

33. O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy (Adam McKay, 2004)

34. As Patricinhas de Beverly Hills (Amy Heckerling, 1995)

35. Cantando na Chuva (Stanley Donen and Gene Kelly, 1952)

36. Um Peixe Chamado Wanda (Charles Crichton and John Cleese, 1988)

37. Contrastes Humanos (Preston Sturges, 1941)

38. Núpcias de Escândalo (George Cukor, 1940)

39. Uma Noite na Ópera (Sam Wood and Edmund Goulding, 1935)

40. Primavera para Hitler (Mel Brooks, 1967)

41. Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América (Larry Charles, 2006)

42. Cupido é Moleque Teimoso (Leo McCarey, 1937)

43. M*A*S*H (Robert Altman, 1970)

44. Missão Madrinha de Casamento (Paul Feig, 2011)

45. Big Deal on Madonna Street (Mario Monicelli, 1958)

46. Pulp Fiction: Tempo de Violência (Quentin Tarantino, 1994)

47. Clube dos Cafajestes (John Landis, 1978)

48. Ladrão de Alcova (Ernst Lubitsch, 1932)

49. O Discreto Charme Da Burguesia (Luis Buñuel, 1972)

50. Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (Pedro Almodóvar, 1988)

51. Seven Chances (Buster Keaton, 1925)

52. Irene, A Teimosa (Gregory La Cava, 1936)

53. Os Irmãos Cara-de-Pau (John Landis, 1980)

54. Ensina-me a Viver (Hal Ashby, 1971)

55. O Melhor do Show (Christopher Guest, 2000)

56. Nos Bastidores da Notícia (James L Brooks, 1987)

57. Meninas Malvadas (Mark Waters, 2004)

58. Zelig (Woody Allen, 1983)

59. Toni Erdmann (Maren Ade, 2016)

60. Todo Mundo Quase Morto (Edgar Wright, 2004)

61. Team America: Detonando o Mundo (Trey Parker, 2004)

62. O que Fazemos nas Sombras (Jemaine Clement and Taika Waititi, 2014)

63. Esse Mundo é um Hospício (Frank Capra, 1944)

64. Quase Irmãos (Adam McKay, 2008)

65. Clube dos Pilantras (Harold Ramis, 1980)

66. Chumbo Grosso (Edgar Wright, 2007)

67. Filhos do Deserto (William A Seiter, 1933)

68. Ninotchka (Ernst Lubitsch, 1939)

69. A Última Noite de Bóris Grushenko (Woody Allen, 1975)

70. Conversa Truncada (Armando Iannucci, 2009)

71. Os Excêntricos Tenenbaums (Wes Anderson, 2001)

72. Corra que a Polícia Vem Aí (David Zucker, 1988)

73. O Professor Aloprado (Jerry Lewis, 1963)

74. Trocando as Bolas (John Landis, 1983)

75. Mulher de Verdade (Preston Sturges, 1942)

76. Sócios no Amor (Ernst Lubitsch, 1933)

77. Divórcio à Italiana (Pietro Germi, 1961)

78. A Princesa Prometida (Rob Reiner, 1987)

79. O Jantar dos Malas (Francis Veber, 1998)

80. Como Enlouquecer seu Chefe (Mike Judge, 1999)

81. Quem Vai Ficar com Mary? (Bobby and Peter Farrelly, 1998)

82. Top Secret! Super Confidencial (Jim Abrahams, David Zucker and Jerry Zucker, 1984)

83. O Homem Mosca (Fred C Newmeyer and Sam Taylor, 1923)

84. Esperando o Sr. Guffman (Christopher Guest, 1996)

85. Amarcord (Federico Fellini, 1973)

86. As Oito Vítimas (Robert Hamer, 1949)

87. Os Homens Preferem as Loiras (Howard Hawks, 1953)

88. Zoolander (Ben Stiller, 2001)

89. As Pequenas Margaridas (Vera Chytilová, 1966)

90. O Caçador de Dotes (Elaine May, 1971)

91. Essa Pequena é uma Parada (Peter Bogdanovich, 1972)

92. O Anjo Exterminador (Luis Buñuel, 1962)

93. South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes (Trey Parker, 1999)

94. Rushmore: Três é Demais (Wes Anderson, 1998)

95. Os Caça-Fantasmas (Ivan Reitman, 1984)

96. Nascida Ontem (George Cukor, 1950)

97. Caixa de Música (James Parrott, 1932)

98. Se Beber, Não Case (Todd Phillips, 2009)

99. O Panaca (Carl Reiner, 1979)

100. O Terror das Mulheres (Jerry Lewis, 1961) e O Rei da Comédia (Martin Scorsese, 1982)

Top 5: Filmes de Jerry Lewis

21 agosto, 2017 às 23:07  |  por Lycio Vellozo Ribas

O ator Jerry Lewis, que morreu neste domingo (20), aos 91 anos, fez história no cinema, essencialmente em comédias – tanto que ficou conhecido como o “rei da comédia”, graças ao sucesso obtido principalmente nos anos 60. Eis aqui cinco filmes que ilustram a carreira do ator, que durou mais de 60 anos.

 

O Mensageiro Trapalhão (1960)

Jerry Lewis é Stanley, um mensageiro de um hotel em Miami, que sempre arruma confusão. Eis que de repente Jerry Lewis, o astro, se hospeda no hotel. E, por causa da semelhança com o mensageiro, o astro começa a ter problemas no hotel, sem saber por quê.

 

Errado pra cachorro (1963)

O filme se torno um clássico pela cena em que Lewis toca numa máquina de escrever imaginária, fazendo coincidir cada gesto a cada nota e cada som. Nos anos 70, ele interpretou a cena num programa de TV, fazendo a plateia vir abaixo.