Novo Jurassic World tem nome: “O Reino está ameaçado”

10 julho, 2017 às 22:59  |  por Lycio Vellozo Ribas

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, de 2015, deu sequência à trilogia Jurassic Park, que teve filmes em 1993, 1997 e 2001 – os dois primeiros, sob o comando de Steven Spielberg. E, como o filme de dois anos atrás gerou muito dinheiro, nada mais natural que engatar uma nova trilogia. O próximo capítulo dela tem nome – Jurassic World: O Reino Está Ameaçado (Jurassic World: Fallen Kingdom) – e data para chegar aos cinemas brasileiros: 21 de junho de 2018.

A grande novidade do filme talvez nem possa ser chamada de novidade: Jeff Goldblum. Presente nos dois primeiros filmes da trilogia antiga, ele retoma o papel do matemático cínico Ian Malcolm. Uma de suas frases de efeito, aliás, estampa o poster do novo longa: “A vida encontra um meio”. Outro veterano dos filmes dos anos 90, mas que já esteve em Jurassic World, é BD Wong, no papel do cientista Henry Wu, o criador dos dinossauros.

A nova produção terá direção de J.A. Bayona, de “O Impossível”. Colin Trevorrow, diretor do primeiro Jurassic World, será produtor-executivo, bem como Steven Spielberg. O elenco terá os retornos de Chris Pratt como o aventureiro Owen Grady e de Bryce Dallas Howard como a executiva Claire Dearing. Outros nomes confirmados são os de James Cromwell, Ted Levine, Justice Smith, Geraldine Chaplin, Daniella Pineda, Toby Jones e Rafe Spall.

Homem-Aranha é um vingador. E um moleque

6 julho, 2017 às 10:35  |  por Lycio Vellozo Ribas

O filme nem se preocupa em contar como o Homem-Aranha (agora interpretado por Tom Holland) ganha poderes. A Sony já fez isso em duas franquias anteriores, com Tobey Maguire (filmes em 2002, 2004 e 2007) e Andrew Garfield (2011 e 2014) no papel de Peter Parker. Para quem não sabe: Parker é um estudante que, numa visita a um laboratório, leva uma picada de uma aranha radioativa (ou geneticamente modificada, dependendo da versão) e ganha poderes, como subir pelas paredes e a força proporcional de uma aranha, além de um sentido que o alerta em caso de perigo.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar não começa com Peter Parker nos dias atuais, e sim com o rescaldo da batalha do Homem de Ferro, Capitão América, Hulk e companhia contra os guerreiros Chitauri em Nova York – como visto em Os Vingadores (2012). Adrian Toomes (Michael Keaton) lidera uma equipe encarregada pela prefeitura para limpar os estragos e recolher os destroços. Sua equipe é misteriosamente deposta da função e Toomes, que investiu pesado nisso, se vê sem dinheiro, sem perspectivas e com família para criar. Mas tem umas tralhas alienígenas interessantes dando sopa… um material perfeito para o equipamento que fará dele o vilão Abutre.

Corta para os dias atuais. Parker está deslumbrado com a possibilidade de lutar ao lado dos Vingadores – como visto em Guerra Civil – e faz diversos vídeos disso para mostrar nas redes sociais o passo a passo da missão com o Homem de Ferro (aqui, um parênteses: Tom Holland ganhou o papel graças aos muitos vídeos enviados à gerência da Marvel, nos quais mostra habilidades acrobáticas). Mas uma hora a batalha acaba e ele tem que voltar ao lar.

Só que a cabeça de Parker ficou cheia demais para a vidinha de estudante em uma escola do Queens. A toda hora, ele veste o traje de herói e tenta ajudar as pessoas, como bom amigo da vizinhança que é – e por isso leva reprimendas do Homem-de-Ferro. Ao mesmo tempo, tem que lidar com o cotidiano de um estudante qualquer. Isso inclui participar de um campeonato de conhecimento, guardar o uniforme no lugar certo, fazer a lição de casa, apaixonar-se pela gatinha da escola, Liz (Laura Harrier), e revelar sua identidade ao melhor amigo, Ned (Jacob Batalon). De tanto procurar encrenca como Homem-Aranha, Parker acaba encontrando.

Quando veio ao Brasil, em maio, Tom Holland declarou que Michael Keaton estava aterrador como o Abutre. Não estava mentindo (um dos encontros entre vilão e mocinho, por sinal, tem um elemento-surpresa). O próprio Holland consegue entregar um Homem-Aranha moleque, inseguro com a gatinha da escola, e, ao mesmo tempo decidido a ser um herói. O bom é que ele o faz direito. Afinal, agora o Homem-Aranha é um Vingador. Não há margem para erro. Ai dele se o mentor Homem de Ferro não gostar.

Família de Gru aumenta em ‘Meu Malvado Favorito 3’

28 junho, 2017 às 23:42  |  por Lycio Vellozo Ribas

Em Meu Malvado Favorito, o malvado Gru foi desviado para o lado do bem ao tomar carinho por três meninas órfãs que, a princípio eram apenas parte de um plano maligno. O filme fez sucesso e a família cresceu em Meu Malvado Favorito 2, com a adição de Lucy, candidata a pretendente do protagonista. Agora, Gru ganha mais um parente, um irmão gêmeo, de nome Dru. Essa é a premissa de Meu Malvado Favorito3, que estreia nesta quinta-feira (29) em Curitiba.

Dru não é a única novidade. Há o bandido da vez, Balthazar Bratt. Trinta anos atrás, Bratt era um ator-mirim fofinho que fazia sucesso no seriado Evil Bratt, principalmente quando usava o bordão “eu sou mau demais”. Mas o menino cresceu e ficou cheio de espinhas e com a voz esganiçada típica da adolescência. Ele não suportou. Nem ele nem os produtores do seriado, que cancelaram o programa. Bratt parou no tempo, mas estava convencido que era mesmo mau demais. Nada mais natural que entrar de verdade para o mundo do crime. Seu visual é típico dos anos 80, com mullets, bigode estilo Freddie Mercury, visual colorido e paletó com ombreiras. Só faltou a pochete.