O ator Dennis Hopper, mais conhecido por dirigir e estrelar o clássico cult Sem Destino em 1969, morreu neste sábado em sua casa em Venice, Califórnia, por complicações de um câncer na próstata, disse um amigo do ator à Reuters. Ele estava com 74 anos.
Vídeo 1: reação de fãs ao verem pela primeira vez o trailer de Lua Nova
Vídeo 2: reação de Maurício Saldanha, editor do site Cabine Celular, ao término do episódio final de Lost
Trabalho com comunicação há pelo menos uma década. Nesse período, li incontáveis livros e vi tantos filmes dos quais certamente não me lembro mais. Porém, poucos assuntos me chamaram tanto a atenção como o cinema. A maneira como, quando uma luz se apaga e um projetor se acende, um ser humano é capaz de ser transformado sempre foi algo que me intrigou.
Quando mais novo, entre todas as produções que estrearam no cinema, poucas tiveram tanto impacto sobre mim quanto Matrix. Tornei-me fã do primeiro filme a ponto de revê-lo dezenas de vezes e decorar diálogos e cenas inteiras. Porém, ainda assim, em momento algum tive um comportamento similar ao apresentando em um desses dois vídeos acima.
Não estou julgando os comportamentos. Se eles são certos ou errados não me importam. Apenas relato que nunca experimentei sensação de igual catarse. Já ri muito e já chorei copiosamente em finais de filmes com os quais me identifiquei muito, por razões pessoais mais do que artísticas. Um Sonho de Liberdade é um grande exemplo. Mas, ainda assim, lembro que reagi de maneira muito mais racional ao resultado do que passional ou emocional.
Voltando aos vídeos acima. Lembro que quando o primeiro deles caiu no YouTube foi motivo de chacota por parte de muitos. Como seria possível que as meninas chorassem tanto e tivessem orgasmos ao ver Robert Pattinson ou Taylor Lautner? Reações ridículas, imaturas e passionais? Talvez. Porém, sinceras.
Ao ver o vídeo de Maurício Saldanha, editor do Cabine Celular, emocionado e emocionando com sua reação diante do episódio final de Lost, imediatamente me lembrei das fãs de Crepúsculo. E não estou com isso colocando as produções lado a lado em termos de qualidade nem dizendo que uma é melhor do que outra. Refiro-me apenas as reações.
Se por um lado a histeria das adolescentes de Lua Nova eram motivos de riso e chacota para uns, para as mesmas pessoas as lágrimas de Maurício Saldanha representavam uma expressão sublime de como foi conviver com grandes amigos ao longo de seis anos e que, de agora em diante, não mais farão parte do seu dia a dia. Ambas as reações são sinceras. Mas por que uma é mais respeitada do que a outra? Basta olhar nos comentários de cada um dos vídeos para perceber o quão díspares são as visões do público.
Pergunto: o que faz o choro de Maurício Saldanha mais justificado do que o choro das adolescentes de Crepúsculo? Por que o comportamento delas é ridículo e o dele é compreensível? O que faz com que duas obras tão distintas entre si possam provocar em públicos distintos exatamente a mesma reação? Não deveriam ambos ser respeitados por igual?
A primeira palavra que me vem à mente é identificação. Emociono-me com aquilo com que me identifico e reprimo aquilo que me parece estranho. Chorar no final de Lost, dentro do meu círculo de amizades, é algo perfeitamente compreensível. Chorar ao ver um trailer de Eclipse, dentro do meu círculo de amizades, é algo repulsivo. Da mesma forma, posso supor que dentro do círculo de amizades das jovens fãs de Crepúsculo, não se sensibilizar com a reação dos colegas ao ver um filme da saga também possa soar como algo anormal.
Em qual dos dois perfis você se encaixa? Pouco me importa. Mas lhe asseguro que qualquer que seja a sua escolha, ambos os caminhos emotivos são honestos. E isso eu respeito. Respeito àquele que consegue com uma obra audiovisual olhar para o outro e compreendê-lo. Respeito àquele que consegue tomar para si as dores de outro e com elas, ou a partir delas, aprende e ensina.
“Posso não concordar com uma só palavra do que dizes, mas respeito até a morte o seu direito de dizê-las”, escreveu Voltaire. Sempre fui mais racional do que emotivo e não considero isso um defeito ou uma virtude, mas apenas uma característica. Da mesma forma como o estado de êxtase, a partir da lógica, da identificação ou da paixão, também são meras características. São certas? São erradas? Não tenho o direito de julgar. E, se me permite, nem você.
Gostar e defender o seu ponto de vista, com argumentos ou com paixão, e tentar mostrar aos outros um pouco da sua visão de mundo é algo saudável e fundamental para o desenvolvimento de cada um. Rejeitar, execrar e humilhar aquele que diverge do seu ponto de vista em prol dos seus ideais é fanatismo. E, me perdoem os fanboys, argumento algum justifica o comportamento de um fanático por qualquer coisa que seja.
Será que as minhas críticas sobre filmes não me tornam uma pessoa ridícula e frustrada para muitos? Possivelmente. Mas será que o seu comportamento hostil diante do meu trabalho, das reações dos fãs de Lua Nova ou dos fãs de Lost não o tornam, da mesma maneira, ridículo para muitos? Não tenha dúvidas que sim. Como dizia aquela canção? “I started a joke, but the joke was on me (3)”. E não estou falando apenas de cinema ou TV. Isso vale para a política, para a religião… Mas daí já é tema para outra discussão.
E você o que pensa disso tudo?
Observação 1: não estou julgando o comportamento bem como o trabalho do Maurício Saldanha no Cabine Celular. Muito pelo contrário. Embora não concorde com algumas opiniões dele no que diz respeito aos comentários que faz, admiro a coragem de alguém que coloca o rosto à tapa para, seja falando bem ou mal sobre uma produção, expressar da maneira mais sincera possível sua opinião sobre um assunto. Dessa forma, esta não é uma crítica ao seu trabalho e não vou entrar no mérito de suas opiniões. Refiro-me aqui, única e exclusivamente, à sua reação diante do episódio final de Lost.
Observação 2: não sou nenhum fã de Stephenie Meyer, pelo contrário. Não gostei de nenhum dos dois filmes e não vou ser hipócrita de dizer que nunca fiz piada a respeito da qualidade dos mesmos. No entanto, é inegável a influência que os fãs da série têm hoje nos meios de comunicação, em especial no mundo do entretenimento. No Portal de Cinema, site que edito, é expressiva a quantidade de acessos bem como a repercussão em função de assuntos relacionados ao universo de Crepúsculo. Desta forma, também, não é intenção deste post julgar a qualidade destes trabalhos e, sim, única e exclusivamente analisar a reação de duas fãs diante da exibição do primeiro trailer do filme.
Observação 3: trecho da música “I Started a Joke“, do Bee Gees. Tradução direta: Eu comecei uma piada, mas não vi que era sobre mim.
Observação 4: o segundo vídeo foi originalmente publicado no site Cabine Celular. Para comentá-lo e visualizá-lo na página original clique aqui.
Em Uma Banda Lá em Casa, Tripp Campbell encontra-se com sua antiga banda de rock favorita, Iron Weasel, e decide ajudá-los a fazer sucesso novamente. Sem dúvida, ele terá muito trabalho pela frente com essas estrelas do rock, que já nem sequer conseguem pagar o aluguel e são obrigados a dividir uma beliche no quarto de hóspedes da casa de Tripp. Com seu jeito nada comum, a banda irá se esforçar para ajudar Tripp a enfrentar a adolescência e, com o objetivo de transformá-lo em uma legítima estrela do rock, vão dar a ele a chance de realizar o seu sonho.
Essa é a trama de Uma Banda Lá em Casa, série que estreia neste mês no Disney Channel. Que tal ganhar brindes dela? Basta acessar o Portal de Cinema e fazer o cadastro para concorrer a cinco camisetas e cino cartelas de adesivos. Quer uma segunda chance? Participe também da promoção de Uma Banda Lá em Casa no Bem Paraná.
Jessica Olson é uma menina sensível do Meio Oeste norte-americano, que se choca, literalmente, com a estrela pop e arrasa corações de Hollywood, Christopher Wilde . Ambos se envolvem em uma aventura romântica no sul da Califórnia, mas sua união é colocada à prova quando ela volta para casa e ele nega publicamente sua relação.
Essa é a trama de StarStaruck, série que estreia neste mês no Disney Channel. Que tal ganhar brindes dela? Basta acessar o Portal de Cinema e fazer o cadastro para concorrer a cinco camisetas, dois CDs e cinco bloco de anotações. Quer uma segunda chance? Participe também da promoção de StarStruck no Bem Paraná.
A história é baseada na vida dos irmãos gêmeos Jake, um estudante sério e comportado, e Blake, um roqueiro famoso e egocêntrico. Um dia, suas vidas se cruzam e o destino conspira para várias confusões envolvendo garotas, professores e amigos serem criadas.
Essa é a trama de Jake & Blake, série exibida pelo Disney Channel. Que tal ganhar brindes desta série? Acesse o Portal de Cinema, cadastre-se e concorra a 10 posters, 3 cadernos e 3 DVDs. Quer mais uma chance? Participe também da promoção da série aqui no Bem Paraná.
O longa-metragem paranaense Corpos Celestes, que conta com a direção de Marcos Jorge e Fernando Severo, coordenador do curso de Cinema Digital do Centro Europeu de Curitiba, foi um dos filmes selecionados pelo Programa Petrobras Cultural – Edição 2010, projeto que visa a difusão e a valorização do cinema nacional.
Filmado nas cidades de Curitiba e São Paulo, Corpos Celestes conta a história do astrônomo Francisco (Dalton Vigh), um homem que se dedicou exaustivamente aos estudos dos astros e acabou deixando de lado diversos outros aspectos fundamentais de sua vida. No ano passado, o longa foi indicado em diversas categorias do Festival de Gramado, a principal celebração do cinema nacional, e recebeu o prêmio de melhor Fotografia.
Com a inclusão no Programa Petrobras Cultural, o filme paranaense receberá todo o apoio necessário para sua projeção no Brasil, tendo, por exemplo, os gastos com cópias, transporte e divulgação custeados pelo projeto. Desta forma, Corpos Celestes conseguirá superar o problema da distribuição cinematográfica brasileira, um obstáculo que freia o crescimento das produções nacionais.
No próximo mês chega ao Brasil o Festival Varilux de Cinema Francês. O evento acontecerá entre os dias 4 a 10 de junho em nove capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Salvador.
O Festival Varilux de Cinema Francês é o primeiro evento a ser realizado após a assinatura do novo acordo de co-produção entre os dois países, e pretende se tornar uma referência de encontro anual entre o cinema francês e o público brasileiro. Para isso, além dos filmes a serem exibidos, uma série de atividades estão sendo organizadas junto a profissionais brasileiros e entidades oficiais como a Ancine.
O evento é realizado pela Unifrance com apoio da Embaixada da França no Brasil e da Delegação das Alianças Francesas, e produzido no Brasil pela Bonfilm. “A Unifrance que trabalha pela divulgação do cinema francês no mundo está muito feliz em realizar pela terceira vez um festival no Brasil, ainda mais podendo agora contar com o apoio do grupo Essilor Varilux, já associado à imagem do cinema francês no Brasil há sete anos”, destaca Régine Hatchondo, diretora da Unifrance.
Os filmes
Na seleção, uma vitrine da diversidade da produção cinematográfica francesa: filmes de autores, comerciais, para crianças e um documentário. Confira a programação completa:
Coco Chanel & Igor Stravinsky, de Jan Kounen (2009) O Profeta (Un prophète), de Jacques Audiard (2008)
O Pequeno Nicolau (Le Petit Nicolas), de Laurent Tirard (2008)
Oceanos (Océans), de Jacques Perrin e Jacques Cluzaud (2009)
Faça-me Feliz (Fais-moi plaisir!), de Emmanuel Mouret (2009) Hadewijch (Hadewijch), de Bruno Dumont (2009) Um Outro Caminho (Le dernier pour la route), de Philippe Godeau (2009) O Refúgio (Le Refuge), de François Ozon (França, 2009) 8 Vezes de Pé (8 fois debout), de Xabi Molia (2009) Dia da saia (La Journée de la jupe), de Jean-Paul Lilienfeld (2008)
As salas
Rio de Janeiro – Odeon Petrobras, Estação Ipanema e Unibanco Arteplex Botafogo Belo Horizonte – Usiminas Belas Artes Brasília – Embracine Casa Park Curitiba – Unibanco Arteplex Crystal Fortaleza – Espaço Unibanco Dragão do Mar Porto Alegre – Unibanco Arteplex Bourbon Recife – Cinema da Fundação Joaquim Nabuco Salvador – Espaço Unibanco Glauber Rocha São Paulo – Unibanco Arteplex Frei Caneca e Reserva Cultural
Os horários de exibição de cada um dos filmes ainda não estão definidos.
Eventos
02 de junho – O Festival será aberto em São Paulo com a projeção do filme Oceanos no cinema Playarte Bristol. 03 de junho – No Rio de Janeiro, a abertura oficial do Festival acontecerá no Odeon Petrobras, com a projeção do filme Coco Chanel & Igor Stravinsky, de Jan Kounen. 04 de junho – Será organizada a projeção ao ar livre do making-of do 5 X Favelas – agora por ele mesmo seguida de um filme francês dublado, no alto do Morro de Vidigal no Rio de Janeiro, em parceria com a associação Nós do Morro. 05 de junho – Será exibido o filme Oceanos, de Jacques Perrin e Jacques Cluzaud ao ar livre numa tela gigante no Forte de Copacabana no Rio de Janeiro, em homenagem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, com o apoio da empresa francesa de construção de submarinos DCNS.
Encontros profissionais
O Festival Varilux de Cinema Francês trará ao Brasil vários produtores e cineastas franceses que discutirão as condições de aplicação do novo acordo de co-produção franco-brasileira que será assinado durante o Festival de Cannes, e das possibilidades de ampliar a cooperação entre as duas cinematografias. Esses encontros profissionais serão organizados no dia 4 de junho pela ANCINE e o CNC (Centre National du Cinema), com o apoio da revista Filme B e participação da Filme Rio – Rio Film Commission.
No dia 30 de junho, estreia nos cinemas brasileiros mais um sucesso da escritora Stephenie Meyer, o filme A Saga Crepúsculo: Eclipse. Para os fãs da história de amor do vampiro Edward e da garota Bella, a rede UCI Cinemas abre a venda antecipada de ingressos, a partir de sexta-feira (14). Além disso, o espectador UCI ainda pode aproveitar a promoção do cinema: na compra de dois ingressos antecipados, o cliente ganha um boton exclusivo do filme.
Outra facilidade do UCI Cinemas é o lugar marcado. No UCI, o cliente pode escolher o dia e horário da sessão, assim como o seu assento na sala de projeção UCI, para assistir da melhor maneira possível a continuação da saga Crepúsculo. Para comprar antecipadamente o ingresso, basta ir às bilheterias do UCI Palladium e/ou UCI Estação ou acessar o site www.ucicinemas.com.br.
Em versão restaurada pelas empresas Ascent Media e Prime Focus, O Beijo da Mulher Aranha de Hector Babenco, está completando 25 anos e será o único representante latino-americano da mostra criada em 2004, Cannes Classics 2010, evento paralelo ao Festival de Cannes que acontece de 12 a 23 de maio.
Vencedor de diversas de premiações internacionais – incluindo os prêmios Oscar, BAFTA e Cannes de Melhor Ator para William Hurt, O Beijo da Mulher Aranha tornou-se um marco do cinema ao ser o primeiro filme independente indicado nas principais categorias da Academia (Filme, Diretor e Roteiro Adaptado), atraindo todas as atenções para o diretor e seu elenco internacional encabeçado pela brasileira Sônia Braga, o porto-riquenho Raul Julia e o norte-americano Hurt.
Ao lado de outras raridades como Psicose (Alfred Hitchcock), O Leopardo (Luchino Visconti), O Tambor (Volker Schlöndorff), Tristana (Luis Buñel), Uma Aventura na África (John Huston), O Beijo da Mulher Aranha será apresentado no “Palais des Festival” na quinta-feira, dia 13, com reapresentações no “La Licorne”. Para a principal exibição, estão confirmadas as presenças de Sonia Braga, William Hurt e Hector Babenco.
A Segunda Imperdível da Rede Cinemark foi estendida a maio e continua oferecendo ingressos a preço promocional aos espectadores do Shopping São José, do Park Shopping Barigui e do Shopping Mueller. Em todas as segundas-feiras do mês, o público do Shopping São José pode assistir a qualquer filme, em todos os horários, pelo valor de R$ 6 (inteira) e R$3 (meia) por ingresso.
Já nos complexos do Shopping Mueller e do Park Shopping Barigui, as sessões – em todos os horários – ganham ingressos a R$8 (inteira) e R$ 4 (meia). O desconto não é válido para as salas 3D. Nos dias de promoção, o snack bar vende um combo especial (pipoca promocional + refrigerante 300 ml + bombom Serenata de Amor) por R$ 3,50. A Segunda Imperdível não é realizada nos feriados.