O site Filme B, especializado em mercado de cinema, divulgou uma lista com os filmes no formato 3D previstos para estrear no Brasil em 2011. No total, 35 títulos disputarão espaço nas pouco menos de 300 salas com suporte ao formato. Segundo avaliação do site, o setor deve ter problemas para conciliar as datas de lançamento com a oferta ainda limitada de espaço.
Confira a lista completa de filmes 3D que estreiam em 2011 no Brasil
Padre
Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas
Junho
Kung Fu Panda 2
Lanterna Verde
Carros 2
Julho
Transformers – Dark of the Moon
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 (ainda não confirmado se será ou não lançado em 3D)
Captain America – The First Avenger
Agosto
Os Smurfs
Mars Needs Moms
Conan
Setembro
Pequenos Espiões 4
Premonição 5
The Darkest Hour
Outubro
Deu a Louca na Chapeuzinho 2
Fright Night
Dolphin Tale
Novembro
As Aventuras de Tintin – O Segredo de Licorne
Immortals
Happy Feet 2
Nesta sexta-feira, 01 de outubro, estreou nos cinemas brasileiros a comédia Os Vampiros Que Se Mordam. O filme é uma paródia a todos os filmes e séries de vampiro de sucesso nos últimos anos, em especial à saga Crepúsculo.
Sinopse: Becca é uma não-vampira adolescente dividida entre dois garotos. Antes de fazer sua escolha deve lidar com seu pai controlador e os dilemas românticos de seus amigos.
Nove filmes estreiam nos cinemas brasileiros nesta sexta-feira. A principal atração da semana é Resident Evil 4: Recomeço, quarto filme da franquia e que chega aos cinemas em versão 3D. Confira a lista completa de lançamentos desta semana:
Resident Evil 4: Recomeço [Resident Evil: Afterlife, EUA, 2010], de Paul W.S. Anderson (Sony). Gênero: horror. Sinopse: Em um mundo devastado por uma infecção viral, em que as vítimas tornaram-se desmortos, Alice continua em sua jornada em busca de sobreviventes, levando-os à segurança. Sua batalha mortal com a Corporação Umbrella atinge um novo patamar, mas Alice recebe a ajuda inesperada de uma velha amiga. Uma pista promete um local seguro para todos ficarem e eles vão a Los Angeles, mas quando chegam lá descobrem que a cidade está tomada por mortos-vivos – e Alice e seus aliados estão prestes a entrar em uma armadilha.
Baaria – A Porta do Vento [Baarìa, Itália/França, 2009], de Giuseppe Tornatore (Paris). Gênero: drama. Sinopse: A vida de uma família da Sicília, na Itália, da década de 1930 à década de 1970.
Coincidências do Amor [The Switch, EUA, 2010], de Jorma Taccone (Imagem). Gênero: comédia. Sinopse: Kassie está com 40 anos e decide ter um filho. Apesar de Wally, seu melhor amigo, ser contra, ela sai em busca de doador de esperma.
Nanny McPhee e as Lições Mágicas [Nanny McPhee and the Big Bang, Reino Unido, 2010], de Susanna White (Universal). Gênero: infantil. Sinopse: Continuação de Nanny McPhee – A babá encantada.
Soberano – Seis Vezes São Paulo [Brasil, 2010], de Carlos Nader e Maurício Arruda (G7 Cinema). Gênero: documentário. Sinopse: documentário revive a trajetória dos seis títulos nacionais do clube de um ponto de vista muito especial: o do torcedor.
Terras [Brasil, 2009], de Maya Da-Rin (Vitrine Filmes). Gênero: documentário. Sinopse: Na fronteira tríplice entre Brasil, Colômbia e Peru, as cidades gêmeas Letícia e Tabatinga formam uma ilha urbana cercada pela imensa floresta amazônica. O filme acompanha o ritmo deste lugar de encontro e passagem, aproximando-se do cotidiano de seus habitantes.
Léo e Bia [Brasil, 2010], de Oswaldo Montenegro (Copacabana Filmes). Gênero: musical. Sinopse: No auge da ditadura militar, sete amigos de Brasília sonham viver de teatro. Liderado pelo diretor Léo, o grupo leva adiante os ensaios de uma peça que tece comparações entre Jesus Cristo e o cangaceiro Lampião. Em paralelo à repressão política, a mãe de uma das jovens adoece.
O Pecado de Hadewijch [Hadewijch, França, 2009], de Bruno Dumont (Imovision). Gênero: drama. Sinopse: Hadewijch é uma noviça que possui uma fé fervorosa em Deus. Ela é mandada pela madre superior para viver fora dos limites do convento e passa a morar com a família de um diplomata parisiense.
Netto e o Domador de Cavalos [Brasil, 2010], de Tabajara Ruas (Walper Ruas Produções). Gênero: drama. Sinopse: No início da Guerra dos Farrapos, o general Antonio de Souza Netto descobre que um antigo parceiro, Índio Torres, está preso. Para libertá-lo, envolve-se com escravos rebelados. Entre eles, o Negrinho, o melhor ginete da fronteira.
Vídeo 1: reação de fãs ao verem pela primeira vez o trailer de Lua Nova
Vídeo 2: reação de Maurício Saldanha, editor do site Cabine Celular, ao término do episódio final de Lost
Trabalho com comunicação há pelo menos uma década. Nesse período, li incontáveis livros e vi tantos filmes dos quais certamente não me lembro mais. Porém, poucos assuntos me chamaram tanto a atenção como o cinema. A maneira como, quando uma luz se apaga e um projetor se acende, um ser humano é capaz de ser transformado sempre foi algo que me intrigou.
Quando mais novo, entre todas as produções que estrearam no cinema, poucas tiveram tanto impacto sobre mim quanto Matrix. Tornei-me fã do primeiro filme a ponto de revê-lo dezenas de vezes e decorar diálogos e cenas inteiras. Porém, ainda assim, em momento algum tive um comportamento similar ao apresentando em um desses dois vídeos acima.
Não estou julgando os comportamentos. Se eles são certos ou errados não me importam. Apenas relato que nunca experimentei sensação de igual catarse. Já ri muito e já chorei copiosamente em finais de filmes com os quais me identifiquei muito, por razões pessoais mais do que artísticas. Um Sonho de Liberdade é um grande exemplo. Mas, ainda assim, lembro que reagi de maneira muito mais racional ao resultado do que passional ou emocional.
Voltando aos vídeos acima. Lembro que quando o primeiro deles caiu no YouTube foi motivo de chacota por parte de muitos. Como seria possível que as meninas chorassem tanto e tivessem orgasmos ao ver Robert Pattinson ou Taylor Lautner? Reações ridículas, imaturas e passionais? Talvez. Porém, sinceras.
Ao ver o vídeo de Maurício Saldanha, editor do Cabine Celular, emocionado e emocionando com sua reação diante do episódio final de Lost, imediatamente me lembrei das fãs de Crepúsculo. E não estou com isso colocando as produções lado a lado em termos de qualidade nem dizendo que uma é melhor do que outra. Refiro-me apenas as reações.
Se por um lado a histeria das adolescentes de Lua Nova eram motivos de riso e chacota para uns, para as mesmas pessoas as lágrimas de Maurício Saldanha representavam uma expressão sublime de como foi conviver com grandes amigos ao longo de seis anos e que, de agora em diante, não mais farão parte do seu dia a dia. Ambas as reações são sinceras. Mas por que uma é mais respeitada do que a outra? Basta olhar nos comentários de cada um dos vídeos para perceber o quão díspares são as visões do público.
Pergunto: o que faz o choro de Maurício Saldanha mais justificado do que o choro das adolescentes de Crepúsculo? Por que o comportamento delas é ridículo e o dele é compreensível? O que faz com que duas obras tão distintas entre si possam provocar em públicos distintos exatamente a mesma reação? Não deveriam ambos ser respeitados por igual?
A primeira palavra que me vem à mente é identificação. Emociono-me com aquilo com que me identifico e reprimo aquilo que me parece estranho. Chorar no final de Lost, dentro do meu círculo de amizades, é algo perfeitamente compreensível. Chorar ao ver um trailer de Eclipse, dentro do meu círculo de amizades, é algo repulsivo. Da mesma forma, posso supor que dentro do círculo de amizades das jovens fãs de Crepúsculo, não se sensibilizar com a reação dos colegas ao ver um filme da saga também possa soar como algo anormal.
Em qual dos dois perfis você se encaixa? Pouco me importa. Mas lhe asseguro que qualquer que seja a sua escolha, ambos os caminhos emotivos são honestos. E isso eu respeito. Respeito àquele que consegue com uma obra audiovisual olhar para o outro e compreendê-lo. Respeito àquele que consegue tomar para si as dores de outro e com elas, ou a partir delas, aprende e ensina.
“Posso não concordar com uma só palavra do que dizes, mas respeito até a morte o seu direito de dizê-las”, escreveu Voltaire. Sempre fui mais racional do que emotivo e não considero isso um defeito ou uma virtude, mas apenas uma característica. Da mesma forma como o estado de êxtase, a partir da lógica, da identificação ou da paixão, também são meras características. São certas? São erradas? Não tenho o direito de julgar. E, se me permite, nem você.
Gostar e defender o seu ponto de vista, com argumentos ou com paixão, e tentar mostrar aos outros um pouco da sua visão de mundo é algo saudável e fundamental para o desenvolvimento de cada um. Rejeitar, execrar e humilhar aquele que diverge do seu ponto de vista em prol dos seus ideais é fanatismo. E, me perdoem os fanboys, argumento algum justifica o comportamento de um fanático por qualquer coisa que seja.
Será que as minhas críticas sobre filmes não me tornam uma pessoa ridícula e frustrada para muitos? Possivelmente. Mas será que o seu comportamento hostil diante do meu trabalho, das reações dos fãs de Lua Nova ou dos fãs de Lost não o tornam, da mesma maneira, ridículo para muitos? Não tenha dúvidas que sim. Como dizia aquela canção? “I started a joke, but the joke was on me (3)”. E não estou falando apenas de cinema ou TV. Isso vale para a política, para a religião… Mas daí já é tema para outra discussão.
E você o que pensa disso tudo?
Observação 1: não estou julgando o comportamento bem como o trabalho do Maurício Saldanha no Cabine Celular. Muito pelo contrário. Embora não concorde com algumas opiniões dele no que diz respeito aos comentários que faz, admiro a coragem de alguém que coloca o rosto à tapa para, seja falando bem ou mal sobre uma produção, expressar da maneira mais sincera possível sua opinião sobre um assunto. Dessa forma, esta não é uma crítica ao seu trabalho e não vou entrar no mérito de suas opiniões. Refiro-me aqui, única e exclusivamente, à sua reação diante do episódio final de Lost.
Observação 2: não sou nenhum fã de Stephenie Meyer, pelo contrário. Não gostei de nenhum dos dois filmes e não vou ser hipócrita de dizer que nunca fiz piada a respeito da qualidade dos mesmos. No entanto, é inegável a influência que os fãs da série têm hoje nos meios de comunicação, em especial no mundo do entretenimento. No Portal de Cinema, site que edito, é expressiva a quantidade de acessos bem como a repercussão em função de assuntos relacionados ao universo de Crepúsculo. Desta forma, também, não é intenção deste post julgar a qualidade destes trabalhos e, sim, única e exclusivamente analisar a reação de duas fãs diante da exibição do primeiro trailer do filme.
Observação 3: trecho da música “I Started a Joke“, do Bee Gees. Tradução direta: Eu comecei uma piada, mas não vi que era sobre mim.
Observação 4: o segundo vídeo foi originalmente publicado no site Cabine Celular. Para comentá-lo e visualizá-lo na página original clique aqui.
Faltam poucos dias para a estréia do documentário Michael Jackson – This Is It. O filme apresenta imagens inéditas da turnê que o cantor Michael Jackson faria, marcando seu retorno aos palcos. O documentário será exibido apenas por duas semanas, a partir de 28 de outubro, e os ingressos já estão à venda. Confira onde comprar antecipadamente:
Dom Bosco IMAX Theater
Sessões 12h05, 14h25, 16h45, 19h05, 21h25 e 23h25
UCI Palladium
Sessões: 14h25, 16h45, 19h10 e 21h35
UCI Estação
Sessões: 14h25, 16h45, 19h10 e 21h35
Cinemark Barigui
Sessões: 12h50, 15h30, 18h10 e 20h50
Cinemark Mueller
Sessões: 12h50, 15h30, 18h10 e 20h50
Cineplus Jardim das Américas
Sessões: 14h30, 17h, 19h15 e 21h30
Cinesystem Cidade
Sessões: 15h, 17h15, 19h30, 21h45
Cinesystem Curitiba
Sessões: 13h, 15h10, 17h25, 19h40 e 21h55
Cinesystem Total
Sessões: 15h, 17h15, 19h30 e 21h45
Unibanco Arteplex
Sessões: 14h40, 17h, 19h20 e 21h40
Os cinemas da rede UCI em Curitiba (Shopping Estação e Shopping Palladium) estão com uma promoção exclusiva para o filme Ta Chovendo Hamburguer. Comprando qualquer um dos combos em promoção mais um doce na bomboniere o espectador ganha um squeeze (garrafinha plástica) do filme.
A promoção do filme Ta Chovendo Hamburguer é válida enquanto durarem os estoques do produto. A animação da Sony Pictures estreou na última semana no Brasil e foi direto para o topo das bilheterias, faturando pouco mais de R$ 2,3 milhões.
Três novas produções chegam às telas dos cinemas curitibanos neste final de semana. Pequenos Invasores, Diário Proibido e Pacto Secreto são as atrações entre as estréias.
Pequenos Invasores
Durante o feriado da independência norte-americana, um grupo de jovens precisa defender a sua casa de um ataque de pequenos alienígenas bastante desastrado. Aventura com um clima familiar.
Diário Proibido
Val é uma jovem francesa ninfomaníaca que faz questão de registrar suas confissões mais íntimas em seu diário secreto. Drama que mistura erotismo e romance.
Pacto Secreto
Um grupo de amigas de faculdade comete um assassinato e, após jurarem lealdade uma as outras, não comentando o acontecimento, um assassino aparece disposto a se vingar colocando fim na vida de cada pessoa que esteve envolvida no crime. Misto de supsense e terror.
Muito antes de Chuck Norris ou Jack Bauer se tornarem mitos, houve na década de 80 um agente secreto que se tornou sinônimo do improvável e do impossível. Ele era MacGyver. Capaz de construir uma bomba atômica ou escapar de um presídio de segurança máxima apenas com itens peculiares como barbante, clipes, chicletes ou qualquer outra coisa que encontrasse pela frente.
A série Profissão Perigo, que foi ao ar entre 1985 e 1992, pode ganhar agora uma versão para o cinema. Raffaella De Laurentiis, filha do veterano produtor Dino De Laurentiis, vai produzir o filme através de sua firma Raffaella Prods, juntamente com Martha De Laurentiis e o criador da série, Lee Zlotoff. Dino De Laurentiis fará a produção executiva.
Ainda não foi contratado roteirista para o filme. O estúdio espera encontrar um roteiro que leve em conta o perfil de cultura popular do conceito, mas mesmo assim garanta um filme de aventura sério e divertido.
MacGyver fez parte da minha infância. Mate a saudade e relembre como era a abertura de Profissão Perigo:
Que Barack Obama é pop você já sabe. O novo presidente norte-americano coleciona HQs do Homem Aranha e do Conan , leu todos os livros da série Harry Potter e mesmo na presidência não perdeu o hábito de checar seu blackberry a todo instante. Mas e quais são os gostos de Obama quando o assunto é cinema?
Na internet encontramos muitas informações desencontradas, em diversos blogs e sites. No entanto vamos nos ater aqui às informações publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo, que considero a mais confiável entre as fontes que pesquisei.
Melhor Filme
Obama pode não ser cinéfilo ou crítico de cinema, mas não há como negar o seu bom gosto. O seu filme preferido é O Poderoso Chefão. O clássico filme de máfia da década de 70, dirigido por Francis Ford Copolla e baseado no best seller de Mario Puzo, circulou em muitas listas como um dos maiores filmes de todos os tempos. No IMDB (Internet Movie Data Base – maior site de cinema do planeta), ele é o melhor na opinião dos internautas. Na minha lista, também é o primeiro.
Em segundo lugar? O Poderoso Chefão 2. Sim, a sequência do filme, de 1974, a exemplo do primeiro também foi premiada com o Oscar de Melhor Filme e, na opinião de muitos fãs (em especial os de Robert De Niro) é o melhor dos três filmes da série.
Agora, se tivesse que escolher um terceiro filme, sua opção seria Lawrence da Arábia. O drama da década de 60 também recebeu um Oscar de Melhor Filme. Aqui a o tema central é o esforço de um oficial britânico em unir facções árabes para lutar contra o exército turco. A produção é primorosa e, embora não seja pop, foi um dos filmes mais cultuados em sua época.
Outro filme merece um destaque especial em sua vida. É Faça a Coisa Certa, de Spike Lee. Foi a uma sessão desse filme que ele e Michele Obama, sua esposa, foram pela primeira quando ainda estavam namorando.
Atores favoritos
Seus três atores favoritos são três grandes astros do passado. Jimmy Stewart (A Felicidade Não Se Compra, Um Corpo Que Cai), Spencer Tracey (Julgamento em Nuremberg, O Vento Será Tua Herança) e Humphrey Bogart (Casablanca, O Tesouro de Sierra Madre).
Atrizes favoritas
Aqui seu gosto é mais atual, mas nem por isso suas escolhas tem menor valor. Pelo contrário. Suas atrizes preferidas são Meryl Streep (Manhattan, O Franco Atirador), Susan Sarandon (O Jogador, Atlantic City) e Angela Bassett (Malcolm X, Panteras Negras).
Em tempo: perguntado sobre qual ator escolheria para representar a sua vida em um filme, a resposta não poderia ser mais pop: Will Smith (Eu Sou a Lenda, Sete Vidas).
Sete novos filmes chegam aos cinemas neste final de semana. O drama Austrália é o grande destaque. A superprodução com Nicole Kidman e Hugh Jackman recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria Melhor Figurino, é o filme mais caro já feito na Austrália.
Já para quem prefere comédias outras duas boas opções. Surpresas do Amor, com Reese Whiterspoon, chega por aqui depois de um ótimo desempenho nas bilheterias norte-americanas. A outra opção é Um Faz de Conta que Acontece, com Adam Sandler, também com boa repercussão nos Estados Unidos.
Outras quatro estréias da semana não chegam aos cinemas de Curitiba. O longa nacional Juventude, dirigido por Domingos de Oliveira, que estréia somente em São Paulo; o filme francês Rumba, e os documentários Novo Século Americano e Táxi Para a Escuridão, este último vencedor do Oscar no ano passado.