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Separe um tempo para atividades físicas nas férias

14 dezembro, 2017 às 09:58  |  por Blog Corpo em movimento

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Se no começo do ano temos o costume de fazer aquelas conhecidas metas, a chance de ter a frase “começar a praticar atividade física” é grande, certo? Na correria do dia a dia damos prioridades para outras coisas e deixamos a qualidade de vida um pouco de lado. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), sete em cada dez brasileiros na idade adulta não praticam atividade física.

“Ter esse hábito é essencial para prevenir e reduzir os riscos de muitas doenças, retardar ou minimizar os efeitos do envelhecimento, da redução de massa magra, da força muscular. Ela melhora a saúde física e mental, sendo capaz de provocar uma grande melhora na qualidade de vida”, comenta Maurício Mandim, educador físico do Clube de Reabilitação da ARTRO.

O começo das férias é uma boa hora para iniciar aquela meta esquecida lá do início do ano: praticar atividade física. Aproveitar as viagens de fim de ano ou a hora a mais do horário de verão e encontrar alguma modalidade que se encaixe com seu perfil. “Outro ponto importante é identificar o histórico da prática de atividade física. Alguns nunca fizeram, outros tiveram experiências ruins, e assim por diante. Tendo o perfil do candidato fica mais fácil fazê-lo gostar da atividade física. Atividades conduzidas de lúdica e em ambiente agradável também facilitam o início e permanência na atividade física escolhida” acrescenta Mandim.

Mas antes de iniciar, é importante ficar atento à alguns detalhes para não prejudicar sua saúde. “Em primeiro lugar, deverá consultar um médico, que, através de exames realizados, liberará a pessoa para atividade física. Após, é fundamental o acompanhamento de um profissional capacitado para instruí-lo na atividade desejada. “ finaliza.

De olho no verão: reduza até 10 quilos em 28 dias

26 setembro, 2017 às 11:02  |  por Blog Corpo em movimento

Parece título de propaganda milagrosa? Mas não é! A dieta do Metabolismo Acelerado promete – e cumpre! – resultados excelentes.

frango na crosta de amendoim 

Um dos maiores vilões da perda de peso é o metabolismo lento. É ele que não deixa os quilos extras saírem do seu corpo, mesmo quando você pratica exercícios físicos e controla sua alimentação. Mesmo fazendo tudo isso, o ponteiro da balança não se mexe! E aí o desânimo vem forte e a compulsão volta com tudo para o cotidiano.

A boa notícia é que é possível manter o organismo acelerado apenas controlando a alimentação. “A dieta do metabolismo acelerado não conta calorias ou gorduras. Sua teoria é baseada na variação do que a pessoa consome ao longo de cada semana, sem passar fome, fazendo oito refeições ao dia”, explica a sócia-proprietária da Vida Leve, Elaine Cristina Schopping Imbiriba.

Dividida em três fases de uma semana cada, a Dieta do Metabolismo Acelerado leva ao cliente todas as refeições devidamente etiquetadas com os horários que devem ser consumidas. “A meta de redução é em média 10kg  e o programa completo dura quatro semanas”, explica Elaine. As  refeições não são industrializadas. 

A empresária frisa que não existem milagres: “Tem que ter disciplina e exercício físico, para complementar a perda de peso”.

 

Gente de Verdade

A Dieta do Metabolismo Acelerado não só ajuda no emagrecimento, mas também acalma as glândulas adrenais (localizadas nos rins), alimenta a tireóide para que ela possa produzir os hormônios T3 e T4, envolvidos no metabolismo rápido e ainda ajuda a regular o cortisol.

Afsone Raposo começou em janeiro deste ano seu programa de emagrecimento, justamente com a Dieta do Metabolismo Acelerado da Vida Leve. Ela conta que, nos 28 dias do programa, eliminou 6kg dos 20kg que já deixou para trás desde então. “Eu ainda mantenho fazendo algumas dietas da Vida Leve, mas agora sem tanto rigor”, comemora. Afsone lembra que vinha há muitos anos com dificuldade para emagrecer, e encontrou na Dieta do Metabolismo a porta de entrada para se sentir como se sente hoje: com muita disposição, percebendo inclusive melhora do sono e a normalização de sua pressão arterial, que era alta.

Outro case de sucesso é o de Andrea Passos, que conseguiu, em 28 dias, eliminar 11kg. “Eu estava muito acima do peso, em sete meses, perdi 29 kg”, celebra. A Dieta do Metabolismo foi o “start” para toda esta mudança. Andrea lembra que se adaptou muito bem com a dieta: “vinha tudo em casa, certinho o que eu devia comer. Mesmo cozinhando para minha família, não sentia vontade de comer fora do que eu recebia”, recorda. Focada, escolheu a Dieta do Metabolismo por ser mais rápida. “Eu me sinto super bem hoje. É muito bacana ir nos lugares, as pessoas me perguntarem que remédio tomei ou se fiz uma cirurgia bariátrica, e eu responder – para o desespero e desânimo de muita gente -: só fiz reeducação alimentar”, se alegra.

 

Serviço

Dieta do Metabolismo

 Unidade Água Verde

Avenida Água Verde, 198
Tel. (41) 3013-4323

 

Unidade Bigorrilho

Rua Capitão Souza Franco, 606

Tel. (41) 3023-4313


Unidade Alto da Glória

Rua Augusto Severo, 381

Tel. (41) 3022-4313

 

Fábrica

R. Abel Scuissiato, 96

Bairro Guaíra
www.vidaleve.net

Treino Seguro para Todos

20 setembro, 2017 às 14:45  |  por Blog Corpo em movimento

Você já imaginou ter mais que um treino personalizado? Um método inovador traz mais segurança e customização de sua atividade física.

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Fazer academia não deve – e não é! – apenas se matricular e frequentar as aulas ou aparelhos. Antes de iniciar uma atividade física, é imprescindível que se passe por um exame médico e por uma avaliação física, com eletrocardiograma, pois, só com esta avaliação é que o professor poderá ter informações que serão a base da construção de treinos individualizados. “Na Academia Corpus, as avaliações físicas são obrigatórias para todos os alunos, porque é só por meio delas que podemos ter os cuidados necessários em cada um dos treinos elaborados”, afirma Anderson Lorenzatto, proprietário da Corpus.

Mas a Corpus foi além. Sob medida para a saúde de seus alunos, criou o Corpus Método, que foi elaborado em parceria com a Intersport, que é uma referência em serviços direcionados à saúde e ao bem-estar. “Estávamos procurando uma forma inovadora de trazer ainda mais resultados e saúde para nossos alunos. E desta procura nasceu o Corpus Método, que é um conjunto de processos e técnicas que proporcionam formas mais seguras e eficazes de prescrever e monitorar os exercícios, melhorando a qualidade de vida, saúde e, consequentemente, o bem-estar geral do aluno”, explica Lorenzatto.

Além da conhecida estrutura na área fitness, a Corpus Academia, por meio do Corpus Método, oferece aos alunos a possibilidade de usufruir do que há de mais avançado na medicina esportiva e musculação terapêutica. Por meio de avaliação física, associada à medicina esportiva, o aluno terá acompanhamento de profissionais de educação física, devidamente capacitados, que formatarão um treinamento seguro.

O Método é eficaz para todos, mas principalmente para idosos, obesos, hipertensos, cardiopatas, gestantes e diabéticos. Segundo Lorenzatto, como a montagem do treino tem todo um embasamento clínico e médico, a segurança é exponencial. “Os exercícios serão mais que personalizados, serão montados e indicados com base no histórico de informações do aluno, com as frequências e ritmos adequados, para que o objetivo individual seja alcançado com 100% de preservação da saúde do aluno”, completa o empresário.

Há mais de 20 anos no mercado, a Academia Corpus visa, constantemente, oferecer aos seus alunos o que existe de melhor e mais moderno no mercado fitness. “Somente com profissionais capacitados e agora, com o Método Corpus, que alia medicina esportiva ao treino convencional, podemos cruzar as informações dos alunos e acompanhar ainda mais de perto o desenvolvimento individual, para que os resultados sejam cada vez mais satisfatórios”, finaliza Anderson Lorenzatto.

 

Dor no quadril em atletas

7 agosto, 2017 às 16:46  |  por Blog Corpo em movimento

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Dor na região do quadril é uma queixa muito frequente em atletas de diversos esportes e motivo frequente de visita ao ortopedista e demais profissionais da saúde. E o problema não é exclusivamente causado por impacto e saltos, tão recorrentes em certos esportes como corrida e vôlei. Na verdade, observamos que as lesões nessa região estão mais relacionadas a insuficiências e desequilíbrios musculares, malformações ósseas e certos padrões de movimentos repetitivos ou traumáticos.

Impacto Fêmuro-Acetabular

A chamada Síndrome do Impacto Fêmoro-Acetabular é uma patologia descrita tardiamente na história da medicina. Há apenas pouco mais de uma década começamos a diagnosticá-la e tratá-la especificamente. No entanto, seu diagnóstico é bem frequente em atletas com dor no quadril. Basicamente, o problema ocorre porque a cabeça ou o colo (pescoço) do fêmur se choca repetidamente contra a borda acetábulo ou comprime estruturas existentes entre os dois. Este choque, ou impacto, ocorre principalmente durante os movimentos de rotação interna e maior flexão do quadril, frequente em alguns esportes como o hóquei, ciclismo, futebol, ginástica artística, salto ornamental, e até mesmo tênis e golfe. Obviamente, o Impacto não acomete todos os praticantes desses esportes, mas principalmente aqueles que tem pré-disposição devido a alterações na formação óssea do quadril. Alguns indivíduos apresentam a cabeça do fêmur ovalada, e não esférica. Outras pessoas apresentam o acetábulo excessivamente profundo, com um rebordo aumentado ou com o eixo alterado. Algumas pessoas apresentam deformidades em ambos ossos. E uns poucos pacientes com a lesão não apresentam qualquer predisposição anatômica. A Síndrome do Impacto Fêmoro-Acetabular costuma levar a lesões do labrum (um prolongamento de cartilagem fibrosa do acetábulo), da cartilagem articular e dos ossos. Leva a dor durante os movimentos desencadeantes do impacto e de piora progressiva. Alguns pacientes apresentam quadro agudo o bastante para sentir dor mesmo em repouso. Talvez por se tratar de um problema “novo” para a medicina, o tratamento é bem controverso. Algumas pessoas sentem melhora boa o bastante para suas pretensões esportivas apenas com medicação e fisioterapia, diminuindo a inflamação e melhorando a biomecânica do quadril. No entanto, é verdade que boa parte dos pacientes acaba mesmo na mesa de cirurgia. A correção anatômica das lesões e das deformidades pré-disponentes pode ser a única salvação para a melhora da dor e retorno às atividades físicas.

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Aplicativos: vilões ou aliados da prática esportiva

27 julho, 2017 às 16:27  |  por Blog Corpo em movimento

Hoje em dia, para cada atividade do cotidiano, há um aplicativo que promete nos auxiliar. Mas será que eles são mesmo necessários e cumprem tudo aquilo que prometem?

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Não se pode negar que os aplicativos estão em alta. E isso vale também para o segmento da atividade física. São tantos e com tamanha variedade de promessas que fica difícil até para escolher um só. Porém, há uma questão que deve ser levantada pelo usuário: é possível chegar ao resultado esperado contando apenas com a tela do celular?

Para Maurício Mandim, preparador físico do Clube de Reabilitação da Artro Clínica de Ortopedia, o maior risco de pessoas que treinam sozinhas ou por meio de aplicativos, sem um acompanhamento profissional capacitado e habilitado é a execução de forma equivocada dos exercícios. “Isso pode desencadear não só a frustração do praticante por não alcançar seus objetivos, mas também desequilíbrios musculares distintos e diversos tipos de lesões musculares e articulares”, alerta.

“Acredito que a falta de tempo e o sedentarismo estão fazendo as pessoas aderirem aos aplicativos”, afirma Lorenzo Moraes, fisioterapeuta do Clube de Reabilitação da Artro. Segundo o profissional, quem opta por utilizar apps, não está cuidando da saúde de forma correta, afinal, nada substitui o acompanhamento de um profissional.

Em uma busca superficial em uma store de um smartphone, foram encontrados mais de 150 opções de aplicativos que oferecem os mais diversos treinos. É óbvio que a tecnologia é algo fundamental na vida cotidiana moderna, e ela veio para facilitar e otimizar a vida das pessoas. “A utilização de aplicativos para a prática de exercícios físicos pode até ser uma ferramenta interessante. O que não pode acontecer é a ilusão de que um app irá substituir os conhecimentos e a experiência de um profissional da área, que passou por uma formação acadêmica e cursos de especialização”, analisa Maurício. De acordo com ele, só um olhar deste profissional será capaz de considerar todas as variáveis que ocorrem durante o exercício físico, bem como as correções posturais necessárias, além de calcular a amplificação dos resultados obtidos.

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Como evitar o overtraining?

28 junho, 2017 às 16:15  |  por Blog Corpo em movimento

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1 – Controle as cargas de treinamento:

Distâncias percorridas; pesos levantados; repetições de movimentos; tempo dedicado à atividade; intensidade e ritmo; número de horas treinadas por semana; monitorar a carga interna, fazer um quadro da sensação subjetiva de esforço, etc.

2 – Controle a recuperação:

Horas de sono por noite, qualidade do sono, disposição para realizar a próxima atividade, dores musculares excessivas, monitorar em repouso FC (frequência cardíaca) e PA (pressão arterial), avaliar sistema imunológico, estar com gripes ou resfriados frequentes pode ser um sinal de overtraining.

3 – Dar atenção à alimentação, hidratação e suplementação. Consultar uma nutricionista é recomendável.

4 – Evitar “modismos” de treinamentos perfeitos feitos para “todo mundo”, sentir prazer em realizar o treinamento e a atividade física. Evitar comparar-se ou buscar atingir o perfil físico ou os números de “celebridades”. As particularidades biológicas, posturais e psicossociais devem ser respeitadas.

5 – Variar o tipo de atividade física é uma das formas interessantes de evitar sobrecarregar partes específicas da estrutura musculoesquelética ou do corpo de forma global. Estar amparado por profissionais capacitados como médicos, educadores físicos, fisioterapeutas e nutricionistas.

 

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Boa postura e seus mitos!

17 maio, 2017 às 16:07  |  por Blog Corpo em movimento

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Sempre que falamos em postura, logo já se pensa em reforço muscular, CORE, abdômen e assim vai. Eu não discordo que a musculatura tem papel fundamental na postura, porém vamos tentar olhar por outro lado e simplificar. Perceba como você está sentado nesse momento. Seu glúteo está no fundo da cadeira ou você já escorregou pra frente?

A principal dica de boa postura é essa: sentar no fundo da cadeira. Simples?

Às vezes não. O vício da má postura pode estar registrado lá no cérebro, aí vamos ter que caprichar pra alterar isso, como qualquer mudança que você quiser fazer na sua vida.

Persistência e disciplina são a chave. Imagina você ensinando a criança a pedir obrigado, você repete com ela inúmeras vezes até que ela aprenda. O processo educacional da postura também funciona por repetição.  E acredite repetidas vezes levando o corpo na direção errada pode ser causa de muitos diagnósticos de coluna e dores no geral.  Se você quiser aprender mais e ser orientado sobre isso procure um Fisioterapeuta.

fisioterapeuta, método mckenzie

fisioterapeuta, método mckenzie

Tratamento de osteopatia combate dores na coluna

18 abril, 2017 às 11:27  |  por Blog Corpo em movimento

lombalgia_atletas É muito comum encontrarmos pessoas que sofrem ou já sofreram com dores nas costas. Em maior ou menor intensidade, a maioria da população é afetada pela lombalgia ou simplesmente, dor na região da lombar. Cerca de 80% da população mundial apresentará os sintomas da lombalgia durante sua vida. A dor nas costas pode ser desenvolvida pelas posturas do dia a dia, pois, quando ficamos muito tempo sentado na mesma posição pode estressar os tecidos ao redor da coluna e isso gerar a dor mas costas.  Outro fator que é bastante prejudicial é a postura ao mexer no celular. De acordo com o a pesquisa de marketing móvel MMA realizada pela Millward Brown Brasil e NetQuest e divulgada em setembro de 2016, o brasileiro gasta em média 3h14 no smartphone. A postura errada aumenta a pressão sobre os discos intervertebrais, resultando também em dor. Na maioria das vezes, a localização e os sintomas na coluna vertebral são consequências de alguma disfunção, como desequilíbrios posturais, musculares, viscerais, enfim, independente do tecido acometido. Por exemplo, as dores sobre a coluna lombar podem ter diversas causas, como: tensões ligamentares, contraturas musculares, desgastes nas facetas articulares, colites funcionais, hérnias de disco, entre outras. Uma opção para o tratamento de dor nas costas é a osteopatia, um método de avaliação, diagnóstico e tratamento muito eficaz, utilizado no mundo todo. É uma técnica de terapia manual, sem utilizar qualquer tipo de aparelho eletrônico, apenas as mãos. Não possui contra indicações absolutas e pode ser realizada por pessoas de todas as idades, respeitando sempre os limites de cada indivíduo. A principal diferença entre a fisioterapia convencional e a osteopatia é principalmente o raciocínio clínico voltado para a causa dos sintomas, integrando os sistemas muscular, visceral e craniano. A osteopatia possui um diagnóstico diferenciado, exclusivo para cada paciente, dependendo da avaliação – talvez a parte mais importante de um tratamento. Através dela podemos detectar as possíveis causas para as dores. Primeiramente, procuramos ouvir a história de como começaram os sintomas, em que momento agrava a dor, o tipo de dor, o período e os movimentos que pioram ou melhoram. Usamos também, testes físicos para diagnosticar e confirmar os sintomas. Posteriormente checamos a mobilidade e qualidade dos tecidos envolvidos, sempre fazendo uma inter-relação entre todos os sistemas corporais, até chegarmos em um diagnóstico final com as possíveis causas.

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Lombalgia em atletas

3 abril, 2017 às 15:35  |  por Blog Corpo em movimento

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Cerca de 80% a população sofre de uma crise de dor lombar em algum momento de sua vida. Por razões óbvias, os atletas estão em maior risco de sofrer uma lesão da coluna, devido à atividade física.  Esportes como o esqui, basquete, futebol, ginástica olímpica, golfe ou tênis, oferecem a coluna grandes cargas de estresse, absorção de pressão, torções , giros, e até mesmo lesões de impacto.  Essa atividade extenuante coloca uma pressão na coluna que pode causar danos ao melhor e mais condicionado atleta.  A maioria das lesões ocorre na coluna lombar. Os atletas muitas vezes relutam em procurar ajuda médica.  Muitos deles negam ou minimizam as queixas, a fim de evitar consequências, tais como: ter de diminuir a atividade para a recuperação, perder uma posição ou até ser removido de uma equipe, faltar uma competição, ou deixar a equipe desfalcada. No entanto, evitar a ajuda médica pode agravar lesões.

A maioria das lombalgias pode ser tratada com meios conservadores.  Todos os atletas que sofrem com isso devem procurar um médico.

As causas mais comuns de dor lombar em atletas

Entorses musculoligamentares

Este termo refere-se a todas as lesões de tecidos moles da coluna lombar.  Os tecidos moles são os músculos, nervos, ligamentos, tendões e vasos sanguíneos ao redor da coluna vertebral.  Estas são provavelmente as mais comuns lesões esportivas.  Estas lesões são diagnosticadas por exclusão, o que significa que o diagnóstico é oferecido após todas as outras causas de dor serem descartadas.  Estas lesões são geralmente auto-limitadas, geralmente curam com o tempo, mesmo sem tratamento apropriado, algumas vezes uma reabilitação é necessária.

Espondilolíse e Espondilolistese

Provavelmente causado por um”pars interarticular” geneticamente fraco somado ao esforço repetido para a coluna de diversas atividades físicas durante os anos de grande crescimento.  Pensa-se que espondilolíse aparece em adolescentes e adultos jovens , como resultado do excesso de cargas para a coluna ou eventuais fraturas por estresse do “pars”.

Em atletas, espondilolíse é mais comumente encontrada naqueles que participam de esportes que exigem esforços de hiperextensão da coluna lombar, tais como: ginástica, futebol. Levantadores de peso também têm uma maior incidência da doença devido ao esforço excessivo sobre a coluna vertebral.

Espondilolíse nem sempre produz sintomas perceptíveis.  Quando isso acontece, a lombalgia crônica é o sintoma mais comum. Inicialmente, o tratamento conservador é geralmente sugerido.

Medicamentos anti-inflamatórios e alongamentos / exercícios de fortalecimento podem reduzir a dor.  Se o seu especialista em coluna fizer o diagnóstico de uma fratura de estresse ocasionado pela atividade esportiva, pode-se utilizar um colete imobilizador para que a fratura possa curar. A cirurgia raramente é considerada em tais casos.

Espondilolíse pode também evoluir para uma condição chamada “espondilolistese”. Esta condição ocorre quando a fraqueza causada pela espondilolíse faz com que uma vértebra escorregue para frente sobre a inferior. A possibilidade de progressão é provavelmente mais preocupante em adolescentes do que adultos.

Muitos casos são assintomáticos e não causam quaisquer problemas maiores.  No entanto, por vezes, a vértebra escorregada pode pressionar o canal vertebral.  Isto deixa menos espaço para as raízes nervosas.  A pressão neural pode levar dor a região lombar, nádegas e dor nas pernas, assim como dormência no pé.  Se o problema for grave, a cirurgia pode ser sugerida.

Hérnia discal

Devido ao impacto e movimentos rotacionais extenuantes sobre a coluna dos atletas o disco intervertebral pode sofrer lesões.  Os discos intervertebrais são estruturas que agem como amortecedores entre as vértebras na coluna. Ele é composto de uma anel fibroso e de um núcleo pulposo.

A hérnia de disco ocorre quando a pressão sobre o ânulo fibroso é tão grande que este rompe.  Ao romper, o núcleo pode herniar (deslocar) para dentro do canal vertebral colocando em risco as raízes nervosas. Quando as raízes nervosas se tornam pressionadas e doentes ocorre um padrão de dor e dormência que vai desde a coluna lombar, irradia posteriormente a coxa, abaixo do joelho afetando a panturrilha e até o pé. Esta á a chamada dor ciática, causada pela hérnia discal.

Hérnia de disco geralmente pode ser tratada sem cirurgia, é o que acontece em aproximadamente 70% dos casos. O tratamento de uma hérnia de disco depende dos sintomas e do grau de irritação do nervo ou disfunção.

Cada uma destas patologias se apresenta de forma característica e é de suma importância o diagnóstico adequado.

As lesões musculoligamentares cicatrizam adequadamente e raramente afetam a atividade desportiva por longos períodos.

A hérnia discal, embora algumas vezes necessite tratamento cirúrgico, tem evolução bastante favorável na maioria dos casos e atletas podem voltar a sua condição física inicial.

Os casos de espondilolise e espondilolistese podem ter cursos de dor mais prolongados e tem maior chance de afetar a vida atlética mais definitivamente ou por períodos maiores.

Desta forma, é importante sempre o devido diagnóstico para condução de cada caso, uma vez que, quanto mais precoce a identificação e tratamento, maior a possibilidade de recuperação.

 

Cirurgia da Coluna Vertebral

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Método Mckenzie estimula o próprio corpo na recuperação de lesões

3 abril, 2017 às 15:35  |  por Blog Corpo em movimento

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Entre as variadas formas de tratamento para dores no corpo, especialmente na coluna, pescoço, ombro e braços, o método Mckenzie vem se destacando como uma das melhores opções na fisioterapia da atualidade.

Originado na Nova Zelândia na década de 50, o método se destaca por não utilizar de cirurgias, remédios, calor, gelo, ultrassom ou equipamentos, mas usando apenas a capacidade do próprio corpo em se recuperar.

A maioria das dores músculo esqueléticas é de origem “mecânica”, ou seja, é provocada por uma posição ou um movimento aplicado nos músculos e articulações.

Após avaliação e diagnóstico, os profissionais, devidamente certificados no Brasil pelo Mckenzie Institute, sugerem posições e movimentos capazes de eliminar os sintomas de dor, formigamento, queimação, fisgada, dormência e câimbras, além de recuperar completamente a função dos músculos e articulações e prevenir as reincidências.

No meio da fisioterapia costumamos dizer que o método Mckenzie pode ser comparado com a expressão “menos é mais”. Em Curitiba, desenvolvemos o método no Clube de Reabilitação que está localizado no Complexo da Clínica Artro. Agende uma visita.

 

fisioterapeuta, método mckenzie

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