Tô nem aí
A vaga na Série D do Campeonato Brasileiro pode motivar o time, mas é incapaz de levar o torcedor ao estádio. Eis o público de Nacional 1 x 0 J. Malucelli, domingo em Rolândia: 494 pagantes.
A vaga na Série D do Campeonato Brasileiro pode motivar o time, mas é incapaz de levar o torcedor ao estádio. Eis o público de Nacional 1 x 0 J. Malucelli, domingo em Rolândia: 494 pagantes.
A polícia vai segurar a torcida campeã no estádio por 1h30min. Se o campeão for o J. Malucelli a marcação será homem a homem:
1 policial para cada torcedor.
“Entre erros e acertos, a torcida não faz duras criticas ao treinador (Geninho), devido às conquistas dentro do clube, mas fica nítido que, por muito menos, outros treinadores foram mandados embora.”
Gabriel Barbosa, torcedor do Atlético, no Falando com as Torcidas.
Wallyson é obrigatório, Geninho!
E Netinho, mesmo antes de sofrer a lesão muscular que o afasta do jogo contra o Corinthians, já merecia um chá de banco.
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“(O Coritiba) Sofreu dois gols, em falhas individuais, algo preocupante numa Copa do Brasil e num Brasileirão.”
Luiz Carlos Betenheuser Jr., torcedor do Coritiba, também no Falando com as Torcidas.
Carlos Eugênio Simon, sobre o ridículo pênalti marcado a favor do Ceará, domingo. O atacante Edu Sales (ex-Coritiba) caiu na área a 3m do zagueiro do Fortaleza. Não houve o mínimo contato.
O juizão de Copa do Mundo merece um título de Cidadão Cearense. Se não fosse esta barbeiragem a decisão de lá nem seria citada aqui no Sul Maravilha.
Vídeo: Ceará x Fortaleza, Sportv (duração: 34s).
Flamengo x Botafogo
Domingo passado: Fla 1 x 0, gol contra do zagueiro botafoguense Emerson.
Hoje: 2 x 2, novamente com gol contra de Emerson.
Tá jogando mais que Josiel e Obina.
Cruzeiro 5 x 0 Atlético Mineiro
Pelo segundo ano seguido, o primeiro jogo da decisão do Campeonato Mineiro repete placar: em 2008, também Cruzeiro 5 a 0. Para a torcida do Galo, final contra a Raposa, que não perde clássico há 11 jogos, é o quinto dos infernos.
Vídeo: O Galo (duração: 15s).
Tão lamentável quanto o time em campo foi o vacilo do site oficial do Atlético Paranaense que estampou hoje pela manhã matérias de gaveta, que só deveriam ir ao ar após a confirmação do título.
“O importante foi ter conquistado o campeonato”, frase atribuída à Rafael Moura. René Simões soube e a torcida coxa agradeceu.
“Ronaldo fez a diferença e marcou um gol de Copa do Mundo.”
Pelé, hoje na Vila Belmiro, após Santos 1 x 3 Corinthians. Ronaldo fez dois gols, um de placa: despistou Triguinho e, de fora da área, encobriu Fábio Costa.
Charge: Valter Martins/Futebol Interior.
Campeonato Paranaense, octogonal decisivo, 6ª rodada:
Nacional 1 x 0 J. Malucelli
(hoje, 15h30, Erick George)
Gol: Márcio 19 do 2º.
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O Jotinha viajou uma vez neste octogonal. Perdeu e a dupla Atletiba agradeceu.
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Alô, Coxa! O Nacional ainda disputa contra o J. Malucelli uma vaga na Série D. Tem pouca chance, mas fato é que a caravana de Rolândia não vai ao Couto à passeio.
Fotos: Franklin de Freitas.
Campeonato Paranaense, octogonal decisivo, 6ª rodada:
Atlético 2 x 4 Coritiba
(hoje, 15h50, Arena da Baixada)
Gols: Marcelinho Paraíba 6, Marcos Aurélio (pênalti) 19 do 1º, Rafael Moura 12, Marcinho (pênalti) 20, Ariel Nahuelpan 36 e Marlos 47 do 2º.
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O Coritiba venceu não apenas pela competência ofensiva. No primeiro tempo, o quinteto da cozinha (Cleiton, Pereira, Felipe, Rodrigo Mancha e Leandro Donizete) barrou qualquer tentativa de chegada do dono da Arena à grande área. Do ataque a defesa, um baile alviverde.
Refém em sua própria casa, o Atlético se desdobrou inutilmente para conter a dupla de Paraíbas (impecável na ala-esquerda, Carlinhos Paraíba passeou em cima de Raul) e para não dar espaço à Ariel Nahuelpan que, marotamente, distraiu a zaga rubro-negra, deixando mais espaços para os demais da companhia alviverde.
A prosa ameaçou mudar depois da tríplice troca atleticana para o segundo tempo: saíram Julio dos Santos, Júlio César e o outrora intocável e hoje apagado Netinho e entraram Lima, Wallyson e Júlio César. Em boa tarde, Wallyson, que deveria ser titular desde sempre, serviu Rafael Moura com um lançamento (2 a 1) e invadiu a área, sofrendo o pênalti que incendiou o jogo de vez (2 a 2). Raul foi a evidência da bronca de Geninho no intervalo: perdido no duelo com Carlinhos Paraíba, o ala-direita começou a praticar boas infiltrações pelo miolo.
Mas René Simões também tinha fôlego no banco: Marlos. E se Marlos, com vontade, encontra um inspirado Marcelinho Paraiba (que, além de abrir a conta, carimbou a forquilha de Galatto) e um vitaminado Ariel Nahuelpan a chance do jogo terminar em baile aumenta. E o clássico terminou como começou: com uma festa do Coxa.
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Que retorno, seo René!
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Atlético: Gallato; Rhodolfo, Antônio Carlos e Chico; Raul, Jairo, Julio dos Santos (Lima, intervalo), Marcinho e Netinho (Márcio Azevedo, intervalo); Rafael Moura e Júlio César (Wallyson, intervalo); técnico: Geninho.
Coritiba: Vanderlei; Cleiton, Pereira e Felipe; Márcio Gabriel (Rodrigo Heffner, 46 do 2º), Rodrigo Mancha, Leandro Donizete, Marcelinho Paraíba (Guaru, 38 do 2º) e Carlinhos Paraíba; Marcos Aurélio (Marlos, 21 do 2º) e Ariel Nahuelpan; técnico: René Simões.
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva.
Fotos: Franklin de Freitas.