Um zagueiro e um divã
Zetti não considera o elenco fraco (concordo com ele, mas… um xerife na zaga, por favor!) Sendo assim, mesmo não querendo, o técnico assume a culpa pelo fiasco da hora. Afinal, sobra tempo para treinar e não aparece um bom conjunto.
Entretanto, não levanto aqui uma nova bandeira contra Zetti. O sapo é antigo e mais embaixo. É normal uma grande motivação contra equipes de ponta (no ano passado, o melhor jogo foi o 2 a 0 sobre o Internacional; neste, o 3 a 1 contra o Vasco). Mas o excesso de desatenção quando o visitante é de pouca platéia exige um divã de analista.
Ainda há três mil pessoas que vão aos jogos dizer que o lugar do time é a primeira divisão. A permanecer o marasmo, cenas como a do bate-boca com Aderaldo e Dinelson, sábado passado, vão desaparecer e as derrotas serão parte da normalidade.
Foto: Jonas Oliveira.

30 June, 2009 às 23:31
O Paraná troca mais de técnico do que não sei o que, será que essa é a solução mesmo?
1 July, 2009 às 12:41
Guilherme, concordo que não é hora de trocar o técnico. Para o Paraná só mudar a marca do remédio não basta. É preciso uma cirurgia.