Momento Eurico
Numa festa da escola de samba Mancha Verde, o respeitado economista Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Palmeiras, conclama: “Vamos matar os bambi”.
Ganhou o troféu Eurico Miranda 2009.
Numa festa da escola de samba Mancha Verde, o respeitado economista Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Palmeiras, conclama: “Vamos matar os bambi”.
Ganhou o troféu Eurico Miranda 2009.
Cruzeiro x Coritiba (domingo, 17h, Mineirão)
As ausências de Ariel Nahuelpan e Rômulo preocupam, pero no mucho. Marcos Aurélio e Thiago Gentil são boas opções e eu ainda acredito em Bruno Batata.
Ao contrário do Atlético, o Coxa tem um bom banco. Ao contrário do Coritiba, o Furacão tem uma boa tabela (fecha o ano contra o folgado Barueri).
Foto: Jonas Oliveira.
Rebelião no Paraná Clube.
A maioria vai embora segunda-feira e teme se despedir com o bolso vazio. Só este fator já justifica a queixa pública. Os paranistas que agradeçam aos céus pelos jogadores não terem alimentado o drama em hora pior, quando o time ainda precisava de pontos para permanecer na Série B. Não houve deslealdade, não faltou empenho no segundo turno, vide a série de nove jogos sem derrota.
A situação abriu arestas entre os dirigentes que saem e os que vem e o sonhado planejamento agora se reduz a um “ei, você aí, me dá um dinheiro aí”. Nada, claro, que preocupe muita gente. Só aos 3 mil, 4 mil, que vão os jogos. Os demais sabem do resultado pelos jornais de segunda-feira.
Fotos: Franklin de Freitas.
O que há em comum entre o São Paulo e o Sport Recife? Simples: o líder e o lanterna são os únicos que não ganharam uma vez sequer dos paranaenses neste Brasileiro. Ambos perderam dez pontos nestes confrontos.
São Paulo: 2 x 2 Atlético (lá); 0 x 2 Coritiba (aqui); 0 x 1 Atlético (aqui); 2 x 2 Coritiba (lá).
Sport: 0 x 1 Atlético (lá e cá); 1 x 1 Coritiba (lá e cá).
Os dois times merecem homenagem da Câmara Municipal pelos serviços prestados ao sossego dos curitibanos.
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Em vias de erguer o sétimo Brasileiro (que tédio…), o tricolor paulista (dos velhos conhecidos Miranda, André Dias, Marlos, Dagoberto, Washington e Borges) não tem time para disputar o Campeonato PARANAENSE.
2ª Divisão do Rio de Janeiro: América 2 x 0 Artsul
“Eu disse ao meu pai que vestiria essa camisa.”
Promessa cumprida. Com Romário e dois gols de um zagueiro (Ciro), o império americano é campeão.
Seo Edvair, falecido em maio de 2008, aos 76 anos, não fazia alarde de ser “o pai do Romário”. Sentia-se inibido diante das câmeras. Nunca largou a vida simples de subúrbio. Merece a homenagem do filho.
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Vasco, Flamengo, Fluminense, América.
Só faltou o Botafogo no fichário do marrento.
Foto: América FC.
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O Artsul, de Nova Iguaçu, é o clube que revelou o atacante Alemão, falecido num acidente de carro em julho de 2007, aos 23 anos. Pelo Coritiba, em 2004, ele marcou um golaço de bicicleta contra o Botafogo. Lembra?
Em maio de 2008, o Paraná Clube foi à Justiça para contar com Agenor. Na época, poucos entendiam tamanha luta por um volante de fama (?) restrita ao Distrito Federal, onde desfilou com seis camisas: Brasília, Guará, CFZ, Paranoá, Gama e Brasiliense. Um especialista, um PhD em futebol de Brasília e arredores.
Agenor, entretanto, justificou a batalha, demonstrando ser um eficaz cão de guarda à frente dos zagueiros, com impressionante regularidade. Ao final do Campeonato Paranaense, apontei ele e Jucilei, do J. Malucelli, como os melhores da posição (não acompanhei o coral pró-Valencia).
Um ano depois de chegar à Vila Capanema, Agenor foi embora. Não houve acordo com o Brasiliense, ao qual este carioca de 28 anos é vinculado. Ruim para o Paraná, bom para o jogador: emprestado ao Atlético Goianiense, festejou sábado passado o acesso para a Série A.
Na cozinha, o Dragão (apelido do rubro-negro goiano) teve um ótimo vigilante.
A moça é Juliana Sartori, repórter do Jornal do Estado/Bem Paraná. Aos domingos, ela reforça a equipe de esportes e quando relata jogos dos paranaenses ou nós perdemos ou os adversários ganham. Por isso, estamos nesta draga.
Observem como esta curitibana contempla o Rio de Janeiro, evidência descarada de que está à serviço dos interesses cariocas. Solicitei à diretoria para que a coloque na geladeira (digo, no aquecedor) ou mande cobrir algum vendaval em São Taboão das Ojerizas.
Oportunamente, irei postar o celular dela (primeira dica: começa com 9) para que atleticanos e coxas, em caso de tragédia, possam acertar as contas. Fora, pé-frio!
Eis os 5 times suspeitos de mutreta na Europa, segundo a Uefa: Tirana e Vilaznia, da Albânia; Dinaburg, da Letônia; Llubljana, da Eslovênia; Honved, da Hungria.
Do Tirana eu já suspeitava. O nome já diz tudo. Por isso, não assino mais o pacote do campeonato da Albânia e tampouco vou às reuniões do Partido Comunista do Brasil (PC do B), que seguia a linha comunista albanesa, até que tudo seja devidamente esclarecido.
Dores lombares tiraram Márcio Azevedo de cartaz durante 50 dias. Domingo, ele retorna. Viva! Sem a parada, o cabeleira seria sério candidato à melhor ala-esquerda do Campeonato Brasileiro. No Troféu Armando Nogueira, do GloboEsporte.com, o camisa 6 do Atlético perde apenas para Kleber (Internacional) e Gilberto (Cruzeiro) e ganha de dois conhecidos dos paranistas: Eltinho (Avaí) e Márcio Careca (Barueri). Continua bem na foto.
Na ala-direita, quem domina é outro atleticano: Nei, seguido por Vitor, do Goiás. Pesam também as boas atuações do camisa 2 como zagueiro.
Foto: Franklin de Freitas.
Victor (Grêmio); Vitor (Goiás), Danilo (Palmeiras), Miranda (São Paulo) e Armero (Palmeiras); Willians (Flamengo), Guiñazu (Internacional), Cleiton Xavier (Palmeiras) e Petkovic (Flamengo); Marcelinho Paraíba (Coritiba) e Diego Tardelli (Atletico Mineiro); técnico: Silas (Avaí); árbitro: Paulo César Oliveira; revelação: Giuliano (Internacional).
Ninguém pediu a minha opinião, mas esta é a minha seleção do Brasileirão 2009 com base nas opções dadas pela CBF, que ouviu boleiros, treineiros e cronistas e vai premiar os eleitos no próximo dia 7. Aqui, faço um arranjo: escalo Marcelinho Paraíba no ataque o que não é possível na relação oficial porque o 9 do Coxa concorre como meia-esquerda, contra Petkovic e Conca.
Se o campeonato terminasse hoje, Marcelinho Paraíba ganharia dois troféus que premiam a regularidade, com notas dadas jogo a jogo desde a primeira rodada: Bola de Prata, da Placar e o Troféu Armando Nogueira, do GloboEsporte.com. Neste último, Marcelinho tabela com Marquinhos, do Avaí (pra mim, a grande ausência da lista da CBF).
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Alô, coxa-branca? Você quer trocar os prêmios do Marcelinho pela permanência na Série A? Sim!!!!!
Que Paraíba não reprise Josiel que, em 2007, ficou por cima (artilheiro) num time pra baixo (o rebaixado Paraná).
Foto: Franklin de Freitas.
Pensamento positivo é a ordem. Pra colaborar, nem vou falar da ausência de Manoel (suspenso, fora do jogo contra o Botafogo). Abaixo, imagens do treino atleticano:
Foto: Instituto Niten e Hair, filme de Milos Forman.
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Piada à parte, Ocimar Bolicenho acertou com a tal cartilha positiva, ao contrário de João Carlos Vialle, que irritou Ney Franco ao opinar publicamente sobre como o Coritiba deve se comportar no Mineirão. Na hora da crise, qualquer fósforo é incêndio. Atlético 1 x 0.
R$ 1 milhão
Valor aproximado do que o Paraná Clube deve aos jogadores que ameaçam não trabalhar sexta-feira (contra o Fortaleza). Aquilino Romani nem assumiu e Aurival Correa já entregou a batata pra ele. Romani ganhou a eleição pela chapa Revolução Tricolor e já de cara enfrenta a Involução.
O jeito é recorrer ao Show do Milhão do Silvio Santos e tentar responder quando os paranistas voltam à Série A: a) 2012; b) 2013; c) 2025.
Foto: Jonas Oliveira.
Pedro Ken vai para o Cruzeiro.
Há muito não espanta a rotatividade. Dois anos num time é uma eternidade. Os torcedores mais jovens aceitam melhor isto. Quando percebem que o cidadão está com a cabeça longe são os primeiros a indicar: “Deixe ir antes que valha pouco.”
Fossemos do primeiro escalão, nossas promessas embarcariam direto para a Europa sem escalas no Brasil. Não somos. O pouso no Cruzeiro é a sentença que não queremos ouvir: continuamos na segunda linha, preparando as jóias que os outros (cariocas, gaúchos, paulistas e mineiros) vão lapidar.
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Cruzeiro x Coritiba (domingo, 17h, Mineirão)
Não creio que a escalação de Pedro Ken facilite a vida do azul mineiro. Pode até jogar mal, o que é do jogo. Corpo mole não.
A foto acima é de um belo francês, Um Sonho de Domingo, de Bertrand Tavernier, que me faz pensar: há quanto tempo não folgo num domingo? Nem lembro. Mas agora percebo, e louvo aqui, o esforço da dupla Atletiba para que a crônica esportiva de Curitiba ganhe este sagrado dia de descanso, afinal a Série B só vai ao ar de terça à sábado.
No entanto, o saldo de gols de Náutico e Santo André é demais desgraçado, o que impede que caiam Atlético e Coritiba abraçados. Um, pelo menos, ficará na Série A e o sonho de domingo irá pelo ralo.