Papai Noel treinou o ano todo para o compromisso desta noite e definiu, no apronto de ontem à tarde, os presentes para o Trio-de-Palha.
À torcida do Atlético:
O Vizinho (Alto da Glória, 2009). Megaprodução ambientada em campo de futebol, delegacia e tribunal. Diversão sem fim com os trapalhões e grande elenco. Duração: 1 ano, no mínimo. Acompanha o DVD um saco de risadas.
Ao Coritiba:
uma calculadora que comporta qualquer prejuízo…
…e uma carteirinha do Movimento Sem Terra.
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Ao Paraná Clube:
Um detetive para encontrar a torcida…
…e Relacionamentos Saudáveis, livro de auto-ajuda para quem vive entre tapas e beijos com os parceiros.
“Deu pra ti. Bom Natal. Vou pra Porto Alegre. Tchau!”
O Inter adora um ala-direita do futebol paranaense: Ceará (ex-Coritiba, 2006; hoje no Paris Saint-Germain), Ângelo (ex-Paraná, 2008) e agora Nei, apresentado com a camisa 3 de zagueiro, ofício que ele desempenhou muito bem este ano.
Contrariando a velha canção (que tem mais de 30 anos) dos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle (que já passaram dos 60) confiar em alguém com mais de 30 é a ordem aqui, ali, acolá e no Rio Branco, de Paranaguá, que entra em 2010 com o zagueiro e capitão Nem (36 anos, ex-Atlético e Paraná) e o atacante Marco Brito (33, ex-Coritiba).
Régis; Balu, Marcão, Edinho Baiano e Ednélson; Hélcio, João Antônio, Adoílson e Ricardinho; Maurílio e Saulo.
Este é o time dos sonhos eleito por jornalistas e torcedores a pedido do Jornal do Estado/Bem Paraná. Todos pertencem à década dourada, a de 1990. O mais bem votado dos que jogaram até pouco tempo foi o zagueiro Ageu, com 15 votos.
A minha lista é um pouco diferente: na ala-esquerda, Guilherme na vaga de Ednélson; mais à frente, incluo o ponta-direita Carlinhos Sabiá e sacrifico o volante Hélcio.
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Leo Batista, no Fantástico, anunciou: “O gol mais bonito deste domingo não foi da primeira…, não foi da segunda…, foi da terceira divisão.”
Não achei no You Tube este gol de Serginho Prestes, que chapelou dois, antes de disparar. Foi na goleada sobre o Caxias, por 4 a 1, em 1990. Placa!
Então, outros dois golaços:
o voleio de João Antonio, em 1994, contra o Atlético.
e o de João Paulo, do círculo central, sobre o Goiás.
Fotomontagem: Jonas Oliveira e Lycio Vellozo Ribas.
A nova de Aurélio Almeida, presidente do Grêmio Maringá: o cartola anunciou um amistoso contra o Boca Juniors para o dia 15, terça-feira. O jogo não aconteceu. Motivo? Assustado com a barbárie praticada no Couto Pereira, o time argentino pediu adiamento. Não se sabe para quando…
Não foi Jair Cirino quem fez a regra da eleição. E alterar o regulamento em cima da hora, mesmo em hora de calamidade pública, é sempre condenável. Sendo assim, segue a grita na torcida e segue Cirino na presidência.
O presidente que bata no peito com orgulho: “Sim! Eu tenho amigos!”. Mesmo atirado aos leões, Cirino continua prestigiado entre os conselheiros. A nova chapa tem ilustres, como o arquiteto Omar Akel, o médico José Fernando Macedo e os advogados Walter Petruziello e Vilson Ribeiro de Andrade. De Vilson, ex-executivo do HSBC, há a esperança que transporte para o clube seu prestígio empresarial.
Por enquanto, são nomes de bom tom em vários setores: patrimônio, social, administrativo. A foto para a coluna social está pronta. Para a página esportiva, falta “apenas” um nome, o da mola-mestra da companhia: o futebol.
Caio Junior, agora no Qatar, moldou o Cianorte como um time ofensivo, de bom toque de bola. Cláudio Tencatti e Nei César, seus sucessores, mantiveram a receita.
Duas vezes medalha de prata como lateral-direito da Seleção Brasileira (1984 e 1988), Winck vem da escola gaúcha (atuou na dupla Grenal) e foi um jogador habilidoso. Assim como Caio tem bom pedigree.
“O Ministério Público entende que é necessário discussão mais ampla em relação à proposta de extinção das torcidas organizadas”.
Olympio de Sá Sotto Maior Neto, procurador-geral de Justiça do Paraná.
Sotto Maior acerta ao não ceder ao discurso da “caça às bruxas”. O fim das organizadas não impedirá a reunião de seus integrantes. A minoria de laranjas podres continuará solta e, “desorganizada”, será mais difícil localizá-la.
Capitalizar a paixão destes torcedores para os cofres do clube e cortar benefícios é o desafio de Coritiba e Paraná. O Atlético saiu na frente, via Mario Celso Petraglia, em uma das tantas brigas que o antigo chefão comprou e que, mais tarde, revelou-se certeira, priorizando o associado.
A segurança particular do Coritiba no domingo macabro veio de uma empresa de limpeza, sem registro legal para atuar como vigilante. Acredita-se que o clube tenha pago R$ 100 por cabeça.
Já o serviço de demolição do Couto Pereira não custou nada. Foi uma cortesia de velhos amigos.