Arquivo de May, 2010
Saúde com hora marcada
O Nossa Saúde é o novo parceiro do Coritiba. Vai atender atletas e funcionários. Sócios do clube terão desconto de até 30% na compra do plano.
Coritiba 2 x 1 Brasiliense… gol de Triguinho, aos 48 do 2º.
ASA 1 x 2 Coritiba… gol de Ramon, aos 41 do 2º.
Para o bem da nossa saúde, recomenda-se ver os jogos somente depois dos 40min do segundo tempo.
Foto: Coritiba FC.
Carpeggiani e com quem contar
“Eu procuro conversar com todos os jogadores (…) nesses momentos você vê com quem pode contar (…) O Alan Bahia acusou uma contusão no momento em que a gente precisava, mas dor a gente não mensura e você acaba ficando sem opção”.
Declarações de Leandro Niehues, após a derrota para o Internacional (4 a 1), reproduzidas no Furacao.com.
Em sua última entrevista como técnico do Atlético Paranaense, Niehues revelou desconfiança sobre um dos mais experientes da turma. Sabe-se também que Valencia não quer ficar. Paulo Cesar Carpeggiani é o novo técnico. E, com a autoridade de um currículo de alto nível, não vai tardar a descobrir com quem pode contar.
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Carpeggiani pensa o contrário, tanto que o manterá como auxiliar. Mas Niehues parece não ter mais ambiente para permanecer no Atlético.
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Apesar dos pesares, mantenho minha aposta em Niehues como técnico respeitável. Lá adiante.
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Carpeggiani, técnico do grande Flamengo, de Zico, campeão mundial em 1981, e do Paraguai na Copa de 1998.
“Aceitei porque soube que tinha uma Seleção aqui.”
Bola sem por cento
A Copa do Mundo nem começou, mas já tem uma unanimidade: a bola Jabulani, oficial do torneio, é 100%… de reprovação.
“As outras bolas são iguais mulher de malandro, estão ali para ser chutada. Essa parece bola de patricinha, não gosta de ser chutada”.
Felipe Melo.
“Um desastre”.
Pazzini, atacante da Itália.
“Horrível. Parece aquelas que você compra em supermercado”.
Julio César.
“O novo modelo é inadequado”.
Buffon, goleiro da Itália.
“Parece bola de praia”.
Casillas, goleiro da Espanha.
“Você vai cabecear, ela se mexe. É sobrenatural”
Luís Fabiano.
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Sejá lá o que for, esta bola é mais do que a bola que o Atlético Paranaense (não) anda jogando.
Massagem à domicílio
Campeonato Paranaense, Divisão de Acesso, 4ª rodada:
Francisco Beltrão 2 x 1 Arapongas
O massagista Claudinho, do Beltrão, agrediu o árbitro Nelson de Souza Junior no primeiro tempo. Ele invadiu o campo cantando: “Venha cá, meu bem! Fazer uma massagem for men!”.
Com dois gols, o último aos 48min do 2º tempo, Edson Silva massageou o ego da torcida do Marreco.
1 é 10!
Campeonato Brasileiro, Série A, 5ª rodada:
Ceará 1 x 0 Cruzeiro
O Vovô cearense é o segundo colocado, abaixo apenas do Corinthians (11 pontos a 13), com uma baita economia: se tem a melhor defesa (apenas 1 gol sofrido), exibe o segundo pior ataque (4 gols), superando só o do Atlético Goianiense (3).
Esta foi a terceira vitória por 1 a 0. Lembra os bons tempos do São Caetano. Um é o máximo!
“E a goleada do Ceará, ó!¨
Vermelhos longe dos zagueiros
Após cinco rodadas do Campeonato Brasileiro, o Coritiba coleciona três cartões vermelhos. Curiosidade: nenhum para zagueiro, nenhum por falta necessária na entrada da área. Rafinha revidou agressão perto da bandeira de escanteio (1 a 1 contra o América-MG), Ariel Nahuelpan bateu-boca no ataque (2 a 1 sobre o Brasiliense) e Marcos Paulo ergueu o pé além da conta no meio-campo (2 a 1 no ASA).
Com os bons resultados da semana que passou, o internauta Márcio sugere que Ney Franco escale o Coxa sempre com dez. Eis o lema: “Um a menos em campo, um a mais no placar.”
Traído e perdido
O estádio do Café foi parcialmente liberado (para 4 mil pessoas). Na reabertura, o Londrina, que ali não atuava há oito meses, foi mais uma vítima do imbatível Sport Campo Mourão, 100% na Divisão de Acesso.
Antes de perder o jogo, os londrinenses foram abandonados pelo técnico Célio Silva, que passou a semana longe do clube dizendo que tem problemas a resolver. Sei não… este Silva tem outro time por aí… tá te traindo, Tubarão!
Mais sobre o jogo na agência Londrix.
Campeonato Paranaense, Divisão de Acesso, 1ª fase, 4ª rodada: Roma Apucarana 4 x 1 FC Cascavel (ontem); Londrina 0 x 1 Sport Campo Mourão; Pato Branco 0 x 2 São José; Francisco Beltrão 2 x 1 Arapongas; Foz do Iguaçu 2 x 0 Portuguesa Londrinense (hoje).
Veja a classificação no portal Futebol Paranaense.
Manda vir a patroa
“Sexo na concentração só não pode ser for com a mulher do amigo, com o bagaço do teu companheiro de quarto.”
Branco, ao jornal Extra. O ex-lateral-esquerdo revelou que sua mulher engravidou num dia de folga durante a Copa de 1994. Fora da concentração, diga-se.
Atleticanos envergonhados
“Time sem vergonha.”
Protesto da torcida do Atlético Mineiro após a derrota para o Fluminense (3 a 1), no Mineirão. Estes atleticanos é que são felizes. Raivosos estariam se torcessem para o Paranaense.
Foto: Engenhocando.
Falar o quê?
Campeonato Brasileiro, Série A, 5ª rodada:
Internacional 4 x 1 Atlético Paranaense
(hoje, 16h, Beira-Rio, em Porto Alegre)
Gols: Alecsandro 4, Sorondo 6, Andrezinho 11, Alecsandro 31 e Manoel 38 do 2º.
Expulsão: Valencia (Atlé) 15 do 2º.
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Após a derrota para o Atlético Mineiro (3 a 1), Manoel declarou que os jogadores do Atlético Paranaense pouco falam em campo. Foi há uma semana. Pelo jeito, a conversa ainda faz falta.
Falta conversar principalmente sobre a má fase de Paulo Baier e Valencia, cuja expulsão talvez seja um favor à equipe, afinal ele esqueceu como desarmar o adversário. Considerando que o colombiano não faz outra coisa…
Enquanto eles não falam, o torcedor rubro-negro lamenta. Falar o quê?
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Leandro perdeu próximo à linha de fundo a bola para Alecsandro que, quase sem ângulo, assinou um golaço: 4 a 0. Um recuo ruim do zagueiro resultou, na 2ª rodada, em um pênalti, seguido de gol do Guarani. Bom jogador, mas ainda confuso no Atletico.
A zaga apenas com Manoel e Rhodolfo é mais sólida.
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Leandro Niehues disse que houve equilíbrio antes do primeiro gol. Então, vou reclamar com a televisão, que transmitiu duas grandes defesas de Neto e a bola quase só com o Inter no primeiro tempo.
O técnico, cuja escolha aplaudi após a saída de Antonio Lopes, viu outra partida.
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Manoel, o melhor, premiado com o gol.
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Há algo de podre no reino da Baixada.
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Internacional: Lauro; Glaydson, Bolívar, Sorondo e Kléber; Sandro (Wilson Matias, 29 do 2º), Guiñazu, Walter (Edu, 22 do 2º) e Andrezinho; Alecsandro e Giuliano (Thiago Humberto, 34 do 2º); técnico: Enderson Moreira.
Atlético: Neto; Manoel, Rhodolfo e Leandro; Lisa (Deivid, 20 do 2º), Chico, Valencia, Paulo Baier (Tartá, 20 do 2º), Branquinho e Márcio Azevedo; Bruno Mineiro (Marcelo, 33 do 2º); técnico: Leandro Niehues.
Árbitro: Célio Amorim (SC).
Fotos: Lucas Uebel/Vipcomm.
E tudo parecia perdido…
Campeonato Brasileiro, Série B, 5ª rodada:
ASA 1 x 2 Coritiba
(hoje, 21h, Fumerão, em Arapiraca-AL)
Gols: Claudiney Rincón (ASA) 13, Rafinha 18 e Ramon (cabeça) 41 do 2º.
Expulsão: Marcos Paulo (Cori) 4 do 2º.
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O Coxa quase levou fumo já no primeiro minuto. No Fumerão, para desgraça da torcida local, o ídolo Ciel não alcançou a bola na pequena área.
Pra piorar, o exército de Franco só sabia fazer a bola voar da lateral-esquerda para direita ou, na melhor das hipóteses, arriscar de longe para fora. A exceção no primeiro tempo foi uma bomba de Dudu, que o goleiro Paulo Musse segurou.
Dudu e Jefferson precisam de ajustes (principalmente Jefferson, apagadíssimo). Este desajuste, entretanto, não foi o único: temia-se pela falta de atacantes de ofício, mas o meio-campo no todo foi problemático.
Para agravar, Marcos Paulo subiu o pé no segundo andar e acertou o rosto de Edson Veneno. Não foi maldoso, mas foi o imprudente o bom volante. Para agravar mais ainda, a bola sobrevoou a zaga verde sem ser interceptada (como ocorrera no lance do gol do América mineiro, terça-feira), Edson Bastos bateu roupa e Claudiney Rincón aproveitou a ocasião: ASA 1 a 0.
Caminhava o Coxa para uma triste noite, mas eis que Rafinha puxou para si a rédea, voando de lateral a lateral, como nos tempos do Paraná Clube. E, pela direita, Rafinha aplicou um drible da vaca no zagueiro Lucio: golaço! Como nos tempos do Paraná Clube.
Depois do empate, o acerto de Ney Franco ao trocar Lucas Mendes pelo elétrico Geraldo. Mais de Ney: Enrico e o esquecido Ramon. O primeiro cobrou falta e o segundo cabeceou no alvo.
Uma vitória do talento de Rafinha, das apostas de Ney e, acima de tudo, da valentia de um time que esnobou a desvantagem de um jogador a menos. Novamente, o Coritiba demorou para ser coletivo. Mesmo assim funcionou, mas é preciso não esquecer que tinha tudo para dar errado.
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ASA: Paulo Musse; Marcos Tamandaré, Plínio, Edson Veneno (Lucio, 7 do 2º) e Magal; Claudiney Rincón, Didira, Audálio e Cleiton (Junior Viçosa, 23 do 2º); Ciel (Anderson Oliveira, 30 do 1º) e Nena; técnico: Vica.
Coritiba: Edson Bastos, Jéci, Demerson e Lucas Mendes; Angelo, Leandro Donizete, Marcos Paulo, Dudu (Enrico, 8 do 2º) e Triguinho; Rafinha (Geraldo, 19 do 2º) e Jefferson (Ramon, 11 do 2º); técnico: Ney Franco.
Árbitro: Suelson França Medeiros (ES).
