Gol: Robben 17 do 1º, Sneijder 38 e Vittek (Eslo; pênalti) 48 do 2º.
6ª, 11h: Holanda x Brasil ou Chile.
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Entre os 21 e os 22 minutos do segundo tempo, os eslovacos sentiram o cheiro do empate, mas Stekelenburg defendeu as pontadas de Stoch e Vittek. Foi só nestes instantes é que a turma de Robben, Van Persie e Sneijder correu risco. Sobrou espaço para os laranjas.
O Correio Braziliense apresentou ontem uma lista indesejável: a de 22 clubes multados pelo Banco Central por omitirem venda de jogadores para os jogadores. Grêmio e Flamengo, os primeiros da lista, terão que pagar cerca de R$ 13 milhões.
A lista não tem só gente grande: o Volta Redonda é o 19º (R$ 300 mil) e o Mogi Mirim, o 21º (R$ 80 mil). Espanto maior (pra mim) é ver o Paraná no pódio dos fraudadores.
3º) Paraná… R$ 3, 8 milhões
O tricolor da Vila Capanema foi além do Clube dos 13: alcançou o Clube dos 3.
Dois campeões mundias pela Seleção Brasileira passaram o domingo na região Norte paranaense: Viola (1994) foi reforço por um dia do Tigrão de Umurama e Roberto Carlos (2002) veio com o Corinthians.
Decisão da Taça Cidade de Londrina: Atlético Paranaense (campeão) 1 x 0 Corinthians, gol de Jean aos 28min do 1º tempo. Na disputa do 3º lugar, pênaltis:Iraty 5 x 4 São Caetano (tempo normal: 1 x 1).
Amistoso em Umuarama: Tigrão 0 x 3 Coritiba, gols de Jefferson, Lelê e Caio.
Era amistoso, mas o Coxa manteve um hábito da Série B: expulsão por reclamação. Na casa do Tigrão, o zagueiro Lucas Mendes rugiu contra o árbitro.
Gols: Tevez (cabeça) 24, Higuain 31 do 1º, Tevez 6 e Hernandez (Mex) 25 do 2º.
Sábado, 11h: Argentina x Alemanha.
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O mundo passaria o dia comentando o impedimento de Tevez no primeiro gol, mas o zagueiro mexicano Osorio foi mais infeliz que o bandeirinha italiano Stefano Ayroldi: com um passe errado na entrada da área, ele presenteou Higuain que despistou o goleiro Perez com classe, puxando com a perna direita para definir com a esquerda.
O México incomodou nos primeiros 15min com chutes de longa distância (Salcido acertou a trave, aos 7min), mas só depois do 3 a 0 é que frequentou a área do adversário já acomodado.
O terceiro gol, um balaço de fora da área, foi uma bela assinatura do melhor jogador da partida: Tevez. Messi quase fez 4 a 1 (o goleiro espalmou), mas nem precisou aparecer. Foi a vez de Tevez.
Gols: Klose 20, Podolski 32, Upson (Ing) 36 do 1º, Muller 22 e Muller 25 do 2º.
Sábado, 11h: Alemanha x Argentina ou México.
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Que tal colocar um chip na bola? Alguém soltou a boa ideia há alguns anos para encerrar a dúvida: entrou? não entrou?
A Inglaterra lamenta que a sugestão tenha morrido num rodapé qualquer. Talvez a Fifa a aplique na Copa de 2082, a primeira em Plutônio.
A Alemanha jogou mais, sem dúvida, num jogo que entra para a história porque o mundo viu o chute de Lampard explodir no travessão e entrar: gol! Nem precisou de repetição. Só não viu quem tinha que ver: o árbitro e o bandeirinha (Jorge Larrionda e Mauricio Espinosa, ambos uruguaios). Para eles faltou o chip.
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Copa do Mundo de 1966, final:
Inglaterra 4 x 2 Alemanha
A bola de Hurst explodiu no travessão, quicou em cima da risca e não entrou: voltou pro campo.O juiz (Gottfried Dienst, suiço) validou. Foi o terceiro gol inglês, aos 11min do 1º tempo da prorrogaçao.
A “vingança alemã” tardou 44 anos. Aquele lance, porém, pede tira-teima. O de hoje não.
1966, Hurst
2010, Lampard
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A primeira providência alemã foi cercar Rooney com, no mínimo, dois sentinelas. Preso Rooney, prevaleceu o rodízio entre Klose, Muller e Ozil entre o centro e a direita no ataque.
O 10 inglês só respirou um pouco no segundo tempo. E daí? Nesta altura, a afobação pelo empate causava uma defesa aberta ao contra-ataque fatal.
Com o gol de Lampard, talvez a história fosse outra. A Fifa, que considera a polêmica parte do espetáculo, deve ter adorado…
O mundo viu ontem que Julio Cesar usa uma cinta com peças de metal para proteger as costas. Se pode ou não pode… fato é que o goleirão merece a próxima música da nossa programação: Os Metaleiros Também Amam, do Língua de Trapo.
Campeonato Paranaense, 2ª Divisão, 1ª fase, última rodada, hoje: Roma Apucarana 1 x 0 Foz do Iguaçu; Sport Campo Mourão 1 x 2 Portuguesa Londrinense; Arapongas 3 x 0 FC Cascavel; Londrina 1 x 2 São José; Francisco Beltrão 1 x 2 Pato Branco.
Classificados para o hexagonal decisivo: Roma Apucarana, Foz do Iguaçu, Arapongas, Sport Campo Mourão, São José e Portuguesa Londrinense.
Rebaixados para a 3ª divisão: Pato Branco e Francisco Beltrão.
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O Londrina precisava de uma vitória básica para chegar ao hexagonal da segundona e até começou ganhando, mas deixou o São José virar a conta (2 a 1). A eliminação não foi o único micão do Tubarão. O estádio do Café presenciou oito expulsões (quatro pra cada lado) e uma briga que fez o segundo tempo passar de uma hora.
Também recheado de vermelhos ficaram os rivais da região Sudoeste. O Pato Branco ganhou o jogo (2 a 1), o Francisco Beltrão ganhou nas expulsões (3 a 2) e ambos morreram abraçados, rebaixados para a terceira divisão.
Numa rodada com tantos poréns, aplausos para Baiano. O atacante fez os três gols do Arapongas.
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O Londrina teve o melhor ataque da 1ª fase, ao lado do Foz e do rebaixado Beltrão (todos com 16 gols). Ajuda a consolar?
O Londrina escapou da degola por um triz. Ou melhor, por 1 ponto: 10 contra 9 do rebaixado Pato.
Gols no tempo normal: Boateng 5 do 1º e Donovan (pênalti) 16 do 2º; gol na prorrogação: Gyan 3 do 1º.
6ª, 15h30: Gana x Uruguai.
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No tempo normal, um perfeito 1 a 1, pois os africanos dominaram a primeira metade e os africanos à segunda, usando o mesmo atalho: os buracos do lado direito da defesa adversária.
Com uma corrida desde o círculo central, Boateng fez 1 a 0. Gyan, foi além. O craque ganês ganhou na velocidade e no jogo de corpo, ao suportar uma carga do zagueiro Bocanegra, antes de selar a vaga.
Escrevi após o empate com a Austrália (1 a 1): “Por causa de Gyan que Gana siga na Copa”. Bis!
“Às vezes acho que preciso me beliscar pra ver se não é um sonho. Terminamos entre os 24 melhores”.
Ricki Herbert, técnico da Nova Zelândia, que saiu invicta (3 empates) da Copa. Entre os últimos com sabor de primeiro.
O que para os pequenos é festa, para os grandes é a passagem para a morte. O il Gionarle estampou onze caixões azuis na capa para ilustrar a eliminação da Itália.