
A vidente volta e avisa como será a 10ª rodada do Campeonato Paranaense:
Corinthians Paranaense x Operário (sábado, 15h30)
Os 970 torcedores de Ponta Grossa são apertados no espaço de 10% dos visitantes. Folgados, com 90% das cadeiras, os 97 corintianos instalam uma coleção de almofada e guarda-sol, que desaba após um tirambaço do atacante Clênio, do Operário.
Serrano x Paraná (domingo, 15h)
Na grande área, Renaldo prepara o chute, mas lembra de seus dias gloriosos no Paraná Clube e chora. Emocionado, o diretor paranista Aramis Tissot entra em campo, propõe o retorno do ídolo à Vila Capanema, mas não promete salário: Renaldo chora mais ainda.
Nacional x Iraty (domingo, 15h30)
Kim, do Nacional, fez gol contra Atlético e Coritiba. Sabedor do apetite do ala-esquerda diante dos grandes da capital, o técnico Claudemir Sturion usa seus conhecimentos de geografia: “Irati fica na grande Curitiba, Kim!”
Cianorte x Engenheiro Beltrão (domingo, 15h50)
A torcida confia na vitória do Cianorte, lota 2/3 do estádio e vibra aos 44min do 2º tempo, quando o alto-falante anuncia um gol do Santos contra a Portuguesa.
Toledo x Rio Branco (domingo, 15h50)
Recém-saído do Operário, o técnico Norberto Lemos estreia no Rio Branco e perde a paciência com Clênio e ameaça dispensá-lo. Desiste ao lembrar que Clênio continua no Operário.
Cascavel x Paranavaí (domingo, 16h50)
O jogo passa na RPC. Mais do que nunca, todos querem 15min de fama. Por isso, os times entram em campo 30min atrasados, certos de que, se a partida terminar depois das sete, vão aparecer no Domingão do Faustão.
Atlético x Coritiba (domingo, 19h30)
Clássico tenso. Falta para o Atlético: Netinho e Paulo Baier saem no tapa pra ver quem cobra. Ataque do Coritiba: Bill faz o gol, mas Ariel Nahuelpan pede impedimento do colega, alegando que artilheiro de Atletiba é ele (Ariel). Em seguida, Javier Toledo provoca Ariel ao afirmar que o Atlético é mais argentino porque fica na rua Buenos Aires.
Na entrevista coletiva, Antônio Lopes e Ney Franco afirmam: “Não gosto de falar de arbitragem, mas nas faltas o Héber usou dois pesos e duas medidas.”