Arquivos da categoria: Belezura

10 revoluções de moda para sua vida

13 março, 2015 às 09:24  |  por Hellen Albuquerque

10 revoluções de moda para sua vida


Tem vezes que bom mesmo é revolucionar! Seja no corte de cabelo, na mini saia, no novo trajeto para o trabalho… Uma pequena mudança pode alterar todo o seu entendimento e melhorar seu dia. Eu gosto de fazer diferente vez ou outra, por isso reuni 10 revoluções que saíram do meu guarda roupas pra vida. Qual foi a sua?

1-    Cortar o cabelo com máquina masculina
Há algo libertador sobre sentir o vento na nuca, não precisar de pente e lavar o cabelo com duas gotas de shampoo – secador não é necessário. Ter o cabelo curtíssimo é uma experiência que todos deveriam viver ao menos uma vez.

2-    Parar de usar sutiã
Sutiã aperta, incomoda, e fica mostrando suas alças quando não deveria. Lingerie completa só em ocasiões especiais.

3-    Desistir do salto alto
Eu ando a pé. O chão é de petit pavê. Entende o que quero dizer? Todos já ouviram a balela da elegância que o salto dá à postura, mas persevero na ideia que tanto a beleza, quanto a confiança vem de dentro, um sapato não te faz mais (ou menos) mulher.

4-    Comprar uma arara
Ver suas roupas penduradas te faz lembrar das que você tem. Nada de comprar o que não precisa, você ainda percebe quando uma peça não é usada há muito tempo.

5-    Não usar maquiagem diariamente
Entender seu próprio rosto e se acostumar com ele. O melhor cuidado para sua beleza é beber água, sério, vai mudar sua vida mais que qualquer creme revolucionário – e é de graça ou quase.

6-    Parar de fazer chapinha
Que coisa deliciosa não passar duas horas escovando e alisando o cabelo! Quando você diz pro seu cabelo que ele é lindo ao natural, cuida como deve, ele fica mais maravilhoso que qualquer propaganda de shampoo.

7-    Conhecer as tendências…
Só pra poder ignorar todas elas. Estilo não tem nada a ver com o hit da estação, manter sua personalidade vale mais que qualquer lançamento.

8-    Comprar em brechó
A economia é inegável, mas não para por aí. Peças que não se repetem, achados que já não são mais fabricados, é uma experiência que te torna única! E você ainda faz parte de um ciclo sustentável.

9-    Sair da zona de conforto
Qual a sua peça da salvação? A minha era o jeans. Hoje, também por questões idealistas, já não uso mais nada de jeans o que me permite inovar. Coloca de lado aquele uniforme diário e procure algo que você nunca se imaginou usando, quem sabe você gosta!

10- Me empoderar
Esse é um processo que começa na cabeça e só depois vai pra roupa. Ousar com a mini saia, cortar o cabelo, fazer uma tatuagem… Mudanças que vem apenas com a segurança e conforto de se amar como se é.

E aí, qual dessas mudanças você já fez ou quer fazer?
Me conta nos comentários!

assinatura-de-posts-hell

Coluna Indumentária: Afinal, quem é plus size?

20 fevereiro, 2015 às 09:50  |  por Hellen Albuquerque

Foto-21_2

O mundo da moda é cheio de gente. E gente fala, e gosta de palavras e gosta de termos. Consequentemente, o mundo da moda é cheio nomenclaturas. Algumas se referem aos tecidos, outras às estamparias, comprimentos e origens. Porém outras referem-se a essa tal de gente que faz a moda. E aí que a coisa complica! Bem sabemos que somos todos diferentes, chegamos aqui sem manual, sem definição, e entre um tropeço e outro vamos aprendendo a andar. Alguns vão mais longe, aprender a andar em uma linha reta perfeita e chegam às passarelas. Esse espaço de sonho, antes reservado a uma pequena parcela, a cada dia se democratiza. Bem como a moda. Mas como somos pessoas e gostamos de colocar nome, dividem-se modelos, que também são pessoas que fazem a moda, em convencionais e plus size.

Afinal, quem é plus size?  “É uma questão bastante polêmica ainda, mas o que mais se fala aqui no Brasil é no manequim acima do 44. Por essa lógica nem sempre estamos falando de mulheres gordas, mas sim mulheres grandes”, explica Isabelle Campestrini, Miss Brasil Plus Size 2014. O termo que teve origem nos Estado Unidos, se refere a um tamanho maior, nem sempre relacionado com o peso, como diz Liliana Nakakogue, modelo plus size e autora do CWB Plus Size: “Se alguém é mais alto, usa uma numeração maior, não necessariamente está acima do peso, apenas tem um porte físico maior, de acordo com suas origens, como exemplo os alemães. Ou se calça um número maior de sapato também é considerado assim, então o que houve é que no Brasil, se popularizou no que diz respeito à moda, mas é no contexto de forma geral e as pessoas não abordam tanto isso”.

Foto-17_2

Nesse sentido, Isabelle se identifica com a definição ampla da palavra, ela que é manequim 48 já passou por algumas rejeições no meio sendo considerada muito magra para ser plus size: “Eu gosto dessa lógica, pois plus size significa tamanho maior… Tá, mas maior do que o que? Maior do que o que estamos acostumados a ver como modelos ou em mídias, ou nos concursos de beleza, ou como exemplos de beleza! As plus, ao meu ver, são mulheres grandes se compararmos ao que estamos acostumados a ter como referências, que podem ou não estar acima do peso! Depende da estrutura corporal de cada uma!”. Para se ver como um tamanho grande e assim aceitar-se são passos lentos e às vezes com tropeços.

10923597_800658796637551_4982542537422741849_n

Exatamente por isso, o bem estar consigo é o ponto que mais chama a atenção de Kelle Cristina Corrêa, nossa Miss Paraná Plus Size 2015: “Ser plus size é estar acima dos padrões normais de beleza e ser feliz com isso. É ter a autoestima trabalhada por meu autoconhecimento, saber que minha saúde está muito bem. Mas é acima de tudo, saber que enfrentei desafios e preconceitos para atingir este nível emocional e ainda assim eu continuo acreditando muito em mim, enquanto ser humano e enquanto mulher”. Resumindo essas nomenclaturas todas, porque somos gente e as adoramos, podemos dizer que plus size é alguém que não se limita.

assinatura-de-posts-hell

Top Model Plus Size 2015

16 fevereiro, 2015 às 14:55  |  por Hellen Albuquerque

519f805a0eaa0b715b5c954e836d8a6e

Depois do Miss Paraná Plus Size, acontece em Curitiba o Top Model Plus Size 2015 promovido pela TV Transamérica e  OP Eventos de Beleza. Essa categoria contempla as moças com numeração acima do 44 e celebra a beleza feminina de todos os tamanhos. O desfile para eleger quem terá um contrato de um ano como modelo, bem como receber outros prêmios, acontece no dia 19 de fevereiro, quinta feira, às 20h na Sociedade Dom Pedro II, localizada na Rua Brigadeiro Franco, 3662.

Dividido em 3 trajes, as candidatas desfilarão com traje de banho, casual e gala. E eu fui convidada para fazer parte da banca de jurados! :)  Portanto, estarei esperando todos na próxima quinta feira!

O evento ainda contará com um show da banda Punkake, do cantor Renan Cardoso e uma apresentação de dança indiana. Os ingressos podem ser adquiridos no dia evento no mesmo local ou através do telefone: 41 9997-4991.

assinatura-de-posts-hell

BootyCelli: a bunda pop e a arte renascentista

30 janeiro, 2015 às 14:51  |  por Hellen Albuquerque

BootyCelli

A música pop tem sido “All about the bass”! Meghan Trainor entoou o hino da atualidade ao celebrar suas formas, valorizando bundas prósperas, que tem como equivalente em inglês “booty”.  Nicki Minaj, Jennifer Lopez e Iggy Azalea balançaram devidamente seus traseiros, enquanto Kim Kardashian posou nua sustentando uma taça de espumante nas curvas de trás. Essa semana a comoção foi por Paolla Oliveira, que exibiu por um curto espaço de tempo suas dádivas da retaguarda em rede nacional. Em um momento de pré carnaval, o poder das carnes dá o que falar.


No Brasil, uma bunda de tanajura é grande, enquanto tico-tico arrebitada. O bunda mole é aquele sem iniciativa, enquanto quem a tem virada para a Lua é cheio de sorte. Mas a bunda está em nosso imaginário bem antes de Globelezas e calcinhas fio dental. Sandro Boticelli pintava as mulheres da corte italiana em formas arredondadas e livres, envolvidas por tecidos transparentes e anjos. Uma sexualidade inocente. Tudo tinha a ver com o significado da palavra “Renascimento”, que significa “Renascer”. O que estava renascendo? A era clássica da Grécia, quando o nu era o mais perfeito estado.

O Renascimento foi um movimento cultural que começou em Florença, em 1400, depois se espalhou por toda a Europa, e durou até os primeiros anos do século XVI. Tal período idolatrava a arte e a literatura desde as antigas civilizações da Roma e da Grécia, mudando a percepção do belo. A beleza era mais voluptuosa do que em qualquer outro momento da história. Naquela época os seus valores e formas, repletos de bundas gordas – “I got a big fat ass”/”Eu tenho uma grande bunda gorda”, como diria Minaj –  foram consideradas o esplendor da sensualidade.

Renasceu também a figura de Vênus da mitologia grega na pintura de Botticelli, uma mulher que brotou do mar nua, possuindo suas formas majestosamente, sem dar satisfações. A forma natural de uma mulher – como dado a ela por Deus ou como ela possuía sendo uma deusa – foi considerada absolutamente perfeita.

BootyCelli 2 O Nascimento de Vênus, Sandro Botticelli

De volta ao mundo pop, Bootylicious , uma combinação da palavra booty (quadril) e delicious (delicioso), entrou pros dicionários em 2006, quando Beyoncé ainda cantava como uma Destiny’s Child. Bey disse que o termo é direcionado a todos que se sentem bem com seu corpo. Se a apreciação renascentista toma o nosso mundo pop, mesmo que as avessas, que ocupe o corpo todo.

BootyCelli, a forma mais redonda unida ao amor pelo corpo natural do renascimento.

E como poetizava Drummond:

Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar
Esferas harmoniosas sobre o caos.
A bunda é a bunda
redunda.

assinatura-de-posts-hell

O corpo feminino ideal através das décadas

28 janeiro, 2015 às 10:43  |  por Hellen Albuquerque

Eu simplesmente adoro o BuzzFeed!

O site norte americano especializado em entretenimento, sempre coloca no seu espaço editorial produções que acrescentam em nossas perspectivas – e entre uma piada e outra, o que deixa tudo mais leve.

Pois bem, sua última contribuição é um vídeo que mostra os diferentes ideais de beleza feminina através das décadas, iniciando no Antigo Egito, até nós, a geração da “Beleza Pós Moderna” e plásticas.

A grande sacada é a associação da figura feminina ao seu papel na sociedade. Como sempre repito, o conceito de belo é algo puramente cultural. Se tornando portanto, subjetivo de acordo com as referências pessoais.

enhanced-13719-1422386624-16

No Antigo Egito a mulher ocupava um espaço importante em sua civilização. Tinha liberdade de possuir suas próprias terras e bens, podia possuir altos cargos como o de Faraó, além de que caso quisesse podia se divorciar – sim, meu caros – sem jamais ser julgada por isso. Liberdades perdidas e recuperadas ao longo da história.

Com uma figura independente, o feminino possuía suas próprias linhas: rosto simétrico, que ia de acordo com as buscas artísticas da época, era moldurado por tranças. Os ombros ideais eram magros, com uma cintura marcada e fina, o corpo também aparecia magro.

enhanced-4111-1422386776-47

Já na Grécia Antiga as coisas eram diferentes para as moças. Consideras uma imagem falha dos homens, como maldizia Aristóteles, a busca da perfeição se concentrava no universo masculino. Exatamente por isso, as mulheres eram mal vistas por não possuírem um corpo com traços másculos. Embora a nudez fosse importante, boa parte das esculturas feitas de mulheres eram cobertas – pois é!

enhanced-25517-1422386934-1

Em outra parte do globo, as mulheres tinham papel submisso. Na Dinastia Han, extremamente patriarcal desde o início dos tempos, as mulheres precisavam demonstrar delicadeza e fragilidade – mais uma vez de encontro a sua figura social.  Os corpos eram magros, de pele pálida. Idealizavam um cabelo preto longo, lábios vermelhos, dentes brancos, e um andar gracioso feito por pés pequenos. Pés pequenos são um aspecto na beleza chinesa que iria continuar por centenas de anos.

enhanced-20964-1422387059-1

O período Renascentista da Itália compartilhava do sistema patriarcal, comandado pela Igreja Católica. O valor da mulher era intimamente associado a uma figura masculina. Esta poderia ser de Deus, seu pai ou seu marido. Sozinha, uma mulher não tinha grande valor.

 A beleza feminina foi pensada para refletir o status de seu marido. Um corpo arredondado, incluindo quadris cheios e seios grandes, provavelmente ligada a ideia da reprodução, a tarefa máxima feminina. A pele deveria ser pálida, enquanto os cabelos loiros – com aspecto angelical como das obras de arte da época.

enhanced-7695-1422387159-13

A Inglaterra Vitoriana tinha como principal figura a Rainha Vitória, que influenciava diretamente no ideal estético. Por ter sido uma jovem rainha que se tornou uma jovem esposa e mãe, a domesticidade, família e maternidade eram altamente valorizados, influindo na vida das outras mulheres.  O estilo da época refletiu posição maternal das mulheres na sociedade. As mulheres usavam espartilhos para apertar a cintura tanto quanto possível, criando uma forma de ampulheta. Estes corsets continham os movimentos, ostentando a separação do trabalho físico. As mulheres também usavam cabelos compridos como um símbolo de feminilidade.

enhanced-24021-1422387295-6

As mulheres nos Estados Unidos alcançaram o direito de voto em 1920, definindo o tom da década. As mulheres que tinham conquistado empregos durante a Primeira Guerra Mundial queriam continuar trabalhando. A busca pela igualdade de gênero também era refletida na moda: mulheres sem curvas, com um corpo parecido com de menino.  Usavam um visual andrógino, minimizando suas cinturas e vestindo sutiãs que diminuíssem seus seios.

enhanced-25647-1422387407-1

A Era de Ouro de Hollywood durou desde a década de 1930 até 1950. Durante esse tempo, o Código Hays estava em vigor, estabelecendo parâmetros morais sobre o que poderia ou não ser dito, mostrado, ou implícito no cinema. O código limita os tipos de papéis disponíveis para as mulheres, criando uma versão idealizada da mulher que, pela primeira vez, foi espalhada ao redor do mundo. As estrelas de cinema da época, como Marilyn Monroe, ostentavam corpos com mais curvas com cinturas finas.

enhanced-7734-1422387507-8

As mulheres na década de 1960 continuavam em movimento por sua libertação. Sua presença no mercado de trabalho deu-lhes o acesso a pílulas anticoncepcionais e origem ao feminismo.  O “Swinging London”, movimento cultural dos jovens londrinos, teve uma profunda influência em todo o mundo ocidental durante os anos 1960, inserindo minissaias a modelagem A-line na moda. Estas tendências foram melhor modeladas por Twiggy, cujo corpo esguio mostrava uma mulher perfeita como alta e magra.

enhanced-18033-1422387599-4

Jane Fonda criou uma moda fitness na década de 1980, influenciando as mulheres a quererem estar em forma. Supermodelos como Cindy Crawford tipificavam o corpo ideal da época: alto, magro, atlético, mas ainda rechonchuda. Este foi também um pico de casos de anorexia, o que alguns especialistas acreditam estar associado à ênfase súbita em exercícios.

enhanced-7453-1422387684-1

Depois do materialismo e da dedicação excessiva à saúde dos anos 1980, tudo virou do avesso.  O corpo ideal agora era magro e pálido, Kate Moss era a exemplificação do look “Heroin Chic” na década de 1990 – a heroína era a droga da vez nos bastidores dos desfiles. e seu consumo aumentou durante este tempo, fazendo com que o presidente Clinton comentasse sobre a tendência em 1997.

enhanced-30160-1422387774-7

Finalmente chegamos a nossa realidade, com mulheres bombardeadas de exigências diferentes para se tornarem atrativas. Devemos ser magras, porém saudáveis; com seios fartos e uma grande bunda, mas uma barriga lisa. Para conseguir tudo isso, as mulheres têm  cada vez mais recorrido à cirurgia plástica. Estudos têm demonstrado que os procedimentos para o aumento dos glúteos tem sido pedidos por pacientes com idade inferior a 30 anos, e as selfies aparecem como uma razão para a cirurgia plástica.

A pergunta que o BuzzFeed deixa depois desse traçado histórico, e que reproduzo aqui é: Os padrões de beleza podem resistir ao teste do tempo?

assinatura-de-posts-hell

Ingressos para o Miss Paraná Plus Size

8 janeiro, 2015 às 14:38  |  por Hellen Albuquerque

10173735_10151976197726863_8643899601570076821_n

O concurso que irá eleger a nova representante de beleza plus size do Paraná acontece neste sábado, dia 10, no teatro Regina Vogue às 20h30min.

Os ingressos já estão a venda por R$30,00 no site.

Como parceiros do evento, o Blog Indumentária estará lá prestigiando as meninas, que são lindíssimas, dê uma espiada:

10410347_888732581146488_1304117124740380416_n

Já tem uma favorita?
Não deixe de ir torcer por ela.

Nos vemos lá!

assinatura-de-posts-hell

Ano Novo Colorido no PLUG da RPCTV

29 dezembro, 2014 às 11:58  |  por Hellen Albuquerque

face-1-5

À convite do programa Plug da RPCTV, fizemos uma produção pensando em inserir um pouco mais de cor no típico branco do Ano Novo. Além dos desejos de paz e harmonia para o novo ciclo, há também formas de transpassar outras mensagens através de nossas roupas – afinal, como sempre falamos por aqui, moda também é comunicação.

A simpaticíssima Michelly, apresentadora/produtora/louquinha da bike/pessoa fofa e sorridente, nos acompanhou à Tutu Ateliê de Sapatilhas, que tem um ateliê todo charmoso em frente à Praça da Espanha.

myehell2

Mas antes disso, fui com os modelos da Talent: Laura, Alexandre e Daniele até o Expert Beauty Center do Batel para fazermos a beleza.

Belezura

Plug-4

Para a Laura a ideia é inserir cor na própria roupa, portanto a maquiagem foi mais suave. Pensando em 2015, decidi por uma sombra com a cor da Pantone para o ano, a marsala. Com a sombra nessa tonalidade de vinho, os lábios permaneceram em nude. O destaque fica todo para os olhos. A maquiagem é de feitio da Sandra Gawlowski, enquanto o cabelo foi obra do Josué Alves. As madeixas foram modeladas a fim de dar movimento, como o corte é irregular, valorizamos as pontas, ondulando.

montagem-q

Já a Dani começa a produção toda de branco, então as cores ficam por conta da maquiagem. A cores principais seriam o azul e o laranja, que formam uma combinação bem alegre e divertida. Colocamos o azul em um delineado bem marcado, puxando o famoso olhinho de gato. A sombra alaranjada recebeu um complemento amarelo no canto interno. Para os lábios, um rosado bem feminino. Fizemos uma boa marcação do rosto, com contorno – que é essencial para ficar gatona nas fotos. Essa maquiagem de beldade foi feita pela Liza Kretikouske. Os cabelos foram presos em parte no topo da cabeça, que dá um efeito de cascata nos fios, feito pela Mariza Campos.

E agora passando para as roupas de fato.

Ano Novo Colorido

plug-12

Começando pelos rapazes, o Alexandre usa uma camiseta da MIND, grife curitibana que usa garradas pet na produção das peças. Essa camiseta é da coleção Pirita, feita em parceria com a Lots Criativa, e tem tudo a ver com o Ano Novo por trazer nas estampas mensagens de harmonia. A calça branca o mantém na palheta típica, já o cinza é uma cor neutra para aqueles que não querem ousar tanto, mas gostariam de trazer um pouco mais de cor, e essa camiseta pode ser trocada por outra que seja azul, verde, amarela – a cor que você quiser, moço! Seja criativo. O Ale está bem à vontade, ideal para aquele barzinho com os amigos seguido de uma balada.

plug-8

A Laura usa um macacão verde neon de alfaiataria, uma peça que encontrei no Brechó Trinca Z. Para dar outros ares, uni a um colete da multimarcas Impelle, que com tecido levemente transparente permite visualizar a cor através de sua trama. Bem acinturado, com um laço atrás, modelou o corpo sem marcar.

plug-9

A Daniele usa um vestido branco com padronagem jacquar, ele é levemente rodado também da Impelle. O ambiente que imaginei seria descontraído, por isso ela usa uma bolsa da Pine Ax bem despojada e sapatilhas da Tutu, super confortável.

Todas as fotos são da Vanessa Leal, a assistência de produção ficou a Aléxia Saraiva. Confira as fotos de outras opções e assista ao programa completo no link – ah, e tem um extra lá embaixo!

Untitled

Assista ao programa completo clicando aqui. 

Mais opções

O mito de que não pode usar preto no Ano Novo – quebrado!

plug-15

Alexandre
Camiseta MIND + Lots Criativa

Um romance de veraneio 

plug-14

Daniele
Top rosa e shorts: Impelle
Colar Sou Sou na Lots Criativa

Brilho acetinado e madrepérola 

plug-13

Laura
Camisa e saia do Brechó Trinca Z
Sapatilha Tutu
Colar Sou Sou na Lots Criativa

Extra

Eu e a Michelly demos uma dica extra: consumo consciente. Não é preciso gastar muito para se vestir bem, o importante é valorizar a própria identidade.

face-1-6

Para assistir clique aqui. 

Agradeço imensamente à todos os amados que tornaram a produção especial. Foi super divertido!

E ah, FELIZ ANO NOVO!

Se você gostou das dicas, quer perguntar algo em especial, ou quer me contar como vai ser seu Ano Novo, se joga nos comentários ;)

face-1

assinatura-de-posts-hell

Miss Paraná Plus Size: representatividade em curvas

17 dezembro, 2014 às 10:41  |  por Hellen Albuquerque

10172632_10151996775691863_408536679764792577_n

Em 2015 acontece a quarta edição do Miss Brasil Plus Size, realizado pela Impacto Eventos. A primeira etapa é realizada nas capitais, e estamos nos últimos dias de inscrições para edição do Paraná – que vão até dia 20 (CORRE, MINHA FILHA!).

Para participar, basta conferir o regulamento no site e realizar seu cadastro. Após uma avaliação por fotos é confirmada a participação. A seletiva pessoalmente acontece no dia 10 de janeiro de 2015, aqui em Curitiba. A ganhadora então segue para a etapa nacional, a fim de ganhar o título de Miss Brasil Plus Size (luxo!) e a diva ainda vai pra Paris – sim, meu bem, fazer a francesa.

Mas aí, no meio da conversa, você me pergunta:

-Miss Plus Size… Qual a importância disso?

Bem, meu caro, representatividade. A moda, além de cultura, é também indústria, e como tal estabelece não apenas as linhas de produção, como também padrões estéticos. Mulheres que vestem a partir do tamanho 44 são consideradas plus size, e sejamos sinceros, poucas são aquelas que usam o 34/36 – que é tamanho de modeleti.  Em um espaço onde diariamente são propagadas imagens de mulheres com medidas irreais é mais que necessário inserir as que retratam a sua vizinha, a sua amiga ou mesmo você. O concurso é uma forma de chamar atenção para a temática de padrões de beleza, além de dar oportunidade às moças que gostariam de nos representar dentro do mercado, seja como misses, modelos ou defensoras da causa.

10333523_787477164651499_3371995427873784832_o

A atual Miss Brasil Plus Size é deusa Isabelle Campestrini, que é daqui de Curitiba. Então, meninas, que tal manter o título por aqui?

Não percam as inscrições e boa sorte!

assinatura-de-posts-hell

Coluna Indumentária: Beleza de fim de ano

12 dezembro, 2014 às 09:23  |  por Hellen Albuquerque

insta

O Salão Lady & Lord fez um convite a algumas blogueiras de Curitiba para englobar diferentes estilos de beleza nas festas de fim de ano. A matéria “É tempo de Celebrar”, capa da edição de dezembro da revista, trouxe essas variadas possibilidades.

Beleza-de-fim-de-ano

Como tenho cabelo curto o mantive com cacheado, prendendo uma das laterais em uma trança despojada e solta. A maquiagem mais clássica, usa tons de dourado que se destacam em peles morenas como a minha. Os olhos foram bem delineados e os cílios marcados. Na boca, um pouco de cor. O batom vermelho me lembra melindrosas dos anos 1920 e maçãs do amor. O penteado ficou por conta do Fábio Cruz, enquanto a make foi feita por Mariana da Silva, ambos da unidade de Santa Felicidade. As fotos são do Sossella.

0184 HD 0472 LADY & LORD PEQUENA

Já as peças são da grife curitibana Gianni Cocchieri, uni um vestido curto com aplicações e corte bem vintage a uma saia longa, de cintura alta e marcada – sim, são duas peças diferentes – a saia é de tafetá rosado com pregas e bolsos, e deixou a composição bem estruturada. Os brincos cravejados são da Claudia Zarpelon.

0179 HD 0472 LADY & LORD PEQUENA

A revista está disponível em todas as unidades do Salão Lady & Lord.

assinatura-de-posts-hell

 

A arte perdida de se fazer a barba por Jean Foss

3 dezembro, 2014 às 10:56  |  por Hellen Albuquerque

IMG_6430

Novembro chegou ao fim, bem como uma das campanhas preventivas mais importantes do universo masculino, intitulada No Shave November , que ocorre justamente no penúltimo mês do ano. E isso significa duas coisas, caro amigo: ou você segue no embalo peludo de novembro e mantém a barba crescendo, ou a apresenta à tesoura, lâminas ou seja lá o que você usa para diminuir ou dar adeus aos pelos faciais. E se você resolveu escolher a segunda opção, continue a leitura, pois tenho algo valioso para compartilhar com você. E sua barba. 

Depois de deixar as madeixas do rosto crescerem por algum tempo, percebi que elas possuem algumas falhas, crescimento desigual e até redemoinhos. Detalhes que começam a incomodar após um tempo, com o cultivo mais longo da barba. E confesso, cavalheiros, que frente a essa situação, tentei dar jeito na bendita eu mesmo. O resultado? Ruim. Não vou entrar em detalhes. O ponto é que, naquele momento, enquanto eu olhava para a minha barba falha e então tenebrosa, eu soube que precisava de ajuda profissional. Eis que a Barbearia Clube entra na história.

IMG_6491

Ao chegar no local, localizado no bairro Bigorrilho, pude atestar logo de imediato que eu me sentiria muito a vontade. E não deu outra. Mesa de botão, mesa de sinuca, geladeira repleta de cervejas de diferentes sabores e tamanhos, espaço com poltronas e TV. Tudo isso em um só lugar. “Eu abri a barbearia sabendo exatamente o que eu queria fazer: um local para que os homens pudessem se cuidar e ficar a vontade durante todo o processo”, conta Meire Ferreira, idealizadora e dona da Barbearia Clube. Segundo ela, com exceção de alguns serviços, o espaço se difere e muito de salões de beleza tradicionais. “A barbearia apresenta serviços voltados exclusivamente ao público masculino, com profissionais treinados especialmente para atendê-lo. E, como se pode notar, todo o ambiente é dedicado a ele”.

IMG_6500

Mas se engana quem pensa que as mulheres não têm parte nessa história. Meire diz que no início, quando a barbearia ainda estava no processo de atrair clientes, eram elas quem apareciam munidas de perguntas na porta do espaço. “As mulheres entravam aqui perguntando o que era o local e, depois que explicávamos, saiam afirmando que trariam marido, filho, primo, pai e assim por diante”. Foi a partir daí que as coisas começaram a tomar forma e o público masculino começou a dar as caras na barbearia, que acabou se tornando um local não apenas que oferece serviços artesanais de beleza masculinos, mas um ponto de encontro, em que homens vêm jogar papo fora, tomar cervejas e desestressar.

IMG_6494

Mas voltemos ao astro da matéria: a barba. Após conversar com Meire, o tão esperado momento de experimentar um dos serviços para os meus pelos faciais havia chegado. Optei por tirar o excesso e desenhá-los. O encarregado da tarefa foi Ulysses Lisboa, que tem 28 anos e já é barbeiro há dez. Ele começou identificando o formato do meu rosto para depois me indicar o melhor desenho de barba. E isso é importantíssimo no momento de fazê-la. Porém, muitos de nós deixamos essa fase do processo passar batida. Inclusive eu. Primeira lição: check.

IMG_6427

Dos diferentes tipos de rosto, dois são mais comuns: o quadrado e o redondo. Para o meu, redondo, Lisboa explicou que é essencial aparar a barba do pescoço, removendo-a até, mais ou menos, um pouco acima do “gogó” (para não dar a impressão de “papo”) e desenhar o resto de forma mais simétrica e quadrada, para que o rosto fique mais bem traçado e saltado para frente. Para tanto, ele iniciou o procedimento com a tesoura, excluindo o excesso.

IMG_6437

E, enquanto fazia isso, revelou que o maior problema dos homens com a barba está na falta de uso dos produtos certos. “Os produtos são mais de 50% do processo. Sem eles, a pele fica irritada, surge a foliculite (pelos encravados), entre outros problemas”. Segunda lição: done.

IMG_6454

E, por falar em produtos, esse foi o próximo passo do serviço. Ele iniciou com um óleo de proteção. Depois, foi hora de eu me sentir um gangster com as toalhas quentes no rosto para a abertura dos poros, seguida da aplicação de um creme para barbear e do uso da navalha para desenhar.

IMG_6456

IMG_6473

Para finalizar, Ulysses me explicou a importância do pós barba, enquanto o aplicava em meu rosto. “O pós barba tem função cicatrizante. É uma parte essencial do procedimento. Ele fecha os poros e hidrata a pele”. Ah, e não posso esquecer de mencionar a cera para modelar a bendita. Toque especial que eu nem sabia que era viável, pois até então só havia utilizado cera no cabelo. Nunca na barba. Terceira parte: feita.

IMG_6449

Cuidados de Barbeiro 

O barbeiro também me chamou a atenção para outros cuidados. A barba, por exemplo, deve ser lavada com shampoo, e não com sabonete. Os produtos para a barba devem ser escolhidos a dedo, de acordo com o seu tipo de pele. Não dá para pegar o primeiro que estiver na prateleira. Além disso, nunca utilize lâminas de barbear na pele seca, sem prepará-la antes. Essa é uma das maiores causas de irritações e problemas na pele do rosto para os homens. E se um trabalho artesanal e personalizado é o que você procura, a barbearia é o lugar certo, porque, sejamos francos, cuidar da barba nem sempre é tarefa simples. E agora eu sei disso melhor do que nunca. Quarta e última parte: gone.

IMG_6488

Bem, parece que eu encontrei, finalmente, a arte de se fazer a barba. Agora, só me resta admirá-la cheirosa, bem tratada e, de fato, bem feita. E esperar pelos elogios, que devem ser feitos nos comentários desta preciosa matéria. Vamos lá, caros leitores, não sejam tímidos. Vocês sabem que querem!

Later, folks.

Para encontrar e saber mais sobre a Barbearia Clube: barbeariaclube.com.br / facebook.com/barbeariaclube

assinatura-jean