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Ano Novo Colorido no PLUG da RPCTV

29 dezembro, 2014 às 11:58  |  por Hellen Albuquerque

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À convite do programa Plug da RPCTV, fizemos uma produção pensando em inserir um pouco mais de cor no típico branco do Ano Novo. Além dos desejos de paz e harmonia para o novo ciclo, há também formas de transpassar outras mensagens através de nossas roupas – afinal, como sempre falamos por aqui, moda também é comunicação.

A simpaticíssima Michelly, apresentadora/produtora/louquinha da bike/pessoa fofa e sorridente, nos acompanhou à Tutu Ateliê de Sapatilhas, que tem um ateliê todo charmoso em frente à Praça da Espanha.

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Mas antes disso, fui com os modelos da Talent: Laura, Alexandre e Daniele até o Expert Beauty Center do Batel para fazermos a beleza.

Belezura

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Para a Laura a ideia é inserir cor na própria roupa, portanto a maquiagem foi mais suave. Pensando em 2015, decidi por uma sombra com a cor da Pantone para o ano, a marsala. Com a sombra nessa tonalidade de vinho, os lábios permaneceram em nude. O destaque fica todo para os olhos. A maquiagem é de feitio da Sandra Gawlowski, enquanto o cabelo foi obra do Josué Alves. As madeixas foram modeladas a fim de dar movimento, como o corte é irregular, valorizamos as pontas, ondulando.

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Já a Dani começa a produção toda de branco, então as cores ficam por conta da maquiagem. A cores principais seriam o azul e o laranja, que formam uma combinação bem alegre e divertida. Colocamos o azul em um delineado bem marcado, puxando o famoso olhinho de gato. A sombra alaranjada recebeu um complemento amarelo no canto interno. Para os lábios, um rosado bem feminino. Fizemos uma boa marcação do rosto, com contorno – que é essencial para ficar gatona nas fotos. Essa maquiagem de beldade foi feita pela Liza Kretikouske. Os cabelos foram presos em parte no topo da cabeça, que dá um efeito de cascata nos fios, feito pela Mariza Campos.

E agora passando para as roupas de fato.

Ano Novo Colorido

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Começando pelos rapazes, o Alexandre usa uma camiseta da MIND, grife curitibana que usa garradas pet na produção das peças. Essa camiseta é da coleção Pirita, feita em parceria com a Lots Criativa, e tem tudo a ver com o Ano Novo por trazer nas estampas mensagens de harmonia. A calça branca o mantém na palheta típica, já o cinza é uma cor neutra para aqueles que não querem ousar tanto, mas gostariam de trazer um pouco mais de cor, e essa camiseta pode ser trocada por outra que seja azul, verde, amarela – a cor que você quiser, moço! Seja criativo. O Ale está bem à vontade, ideal para aquele barzinho com os amigos seguido de uma balada.

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A Laura usa um macacão verde neon de alfaiataria, uma peça que encontrei no Brechó Trinca Z. Para dar outros ares, uni a um colete da multimarcas Impelle, que com tecido levemente transparente permite visualizar a cor através de sua trama. Bem acinturado, com um laço atrás, modelou o corpo sem marcar.

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A Daniele usa um vestido branco com padronagem jacquar, ele é levemente rodado também da Impelle. O ambiente que imaginei seria descontraído, por isso ela usa uma bolsa da Pine Ax bem despojada e sapatilhas da Tutu, super confortável.

Todas as fotos são da Vanessa Leal, a assistência de produção ficou a Aléxia Saraiva. Confira as fotos de outras opções e assista ao programa completo no link – ah, e tem um extra lá embaixo!

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Assista ao programa completo clicando aqui. 

Mais opções

O mito de que não pode usar preto no Ano Novo – quebrado!

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Alexandre
Camiseta MIND + Lots Criativa

Um romance de veraneio 

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Daniele
Top rosa e shorts: Impelle
Colar Sou Sou na Lots Criativa

Brilho acetinado e madrepérola 

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Laura
Camisa e saia do Brechó Trinca Z
Sapatilha Tutu
Colar Sou Sou na Lots Criativa

Extra

Eu e a Michelly demos uma dica extra: consumo consciente. Não é preciso gastar muito para se vestir bem, o importante é valorizar a própria identidade.

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Para assistir clique aqui. 

Agradeço imensamente à todos os amados que tornaram a produção especial. Foi super divertido!

E ah, FELIZ ANO NOVO!

Se você gostou das dicas, quer perguntar algo em especial, ou quer me contar como vai ser seu Ano Novo, se joga nos comentários ;)

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A arte perdida de se fazer a barba por Jean Foss

3 dezembro, 2014 às 10:56  |  por Hellen Albuquerque

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Novembro chegou ao fim, bem como uma das campanhas preventivas mais importantes do universo masculino, intitulada No Shave November , que ocorre justamente no penúltimo mês do ano. E isso significa duas coisas, caro amigo: ou você segue no embalo peludo de novembro e mantém a barba crescendo, ou a apresenta à tesoura, lâminas ou seja lá o que você usa para diminuir ou dar adeus aos pelos faciais. E se você resolveu escolher a segunda opção, continue a leitura, pois tenho algo valioso para compartilhar com você. E sua barba. 

Depois de deixar as madeixas do rosto crescerem por algum tempo, percebi que elas possuem algumas falhas, crescimento desigual e até redemoinhos. Detalhes que começam a incomodar após um tempo, com o cultivo mais longo da barba. E confesso, cavalheiros, que frente a essa situação, tentei dar jeito na bendita eu mesmo. O resultado? Ruim. Não vou entrar em detalhes. O ponto é que, naquele momento, enquanto eu olhava para a minha barba falha e então tenebrosa, eu soube que precisava de ajuda profissional. Eis que a Barbearia Clube entra na história.

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Ao chegar no local, localizado no bairro Bigorrilho, pude atestar logo de imediato que eu me sentiria muito a vontade. E não deu outra. Mesa de botão, mesa de sinuca, geladeira repleta de cervejas de diferentes sabores e tamanhos, espaço com poltronas e TV. Tudo isso em um só lugar. “Eu abri a barbearia sabendo exatamente o que eu queria fazer: um local para que os homens pudessem se cuidar e ficar a vontade durante todo o processo”, conta Meire Ferreira, idealizadora e dona da Barbearia Clube. Segundo ela, com exceção de alguns serviços, o espaço se difere e muito de salões de beleza tradicionais. “A barbearia apresenta serviços voltados exclusivamente ao público masculino, com profissionais treinados especialmente para atendê-lo. E, como se pode notar, todo o ambiente é dedicado a ele”.

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Mas se engana quem pensa que as mulheres não têm parte nessa história. Meire diz que no início, quando a barbearia ainda estava no processo de atrair clientes, eram elas quem apareciam munidas de perguntas na porta do espaço. “As mulheres entravam aqui perguntando o que era o local e, depois que explicávamos, saiam afirmando que trariam marido, filho, primo, pai e assim por diante”. Foi a partir daí que as coisas começaram a tomar forma e o público masculino começou a dar as caras na barbearia, que acabou se tornando um local não apenas que oferece serviços artesanais de beleza masculinos, mas um ponto de encontro, em que homens vêm jogar papo fora, tomar cervejas e desestressar.

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Mas voltemos ao astro da matéria: a barba. Após conversar com Meire, o tão esperado momento de experimentar um dos serviços para os meus pelos faciais havia chegado. Optei por tirar o excesso e desenhá-los. O encarregado da tarefa foi Ulysses Lisboa, que tem 28 anos e já é barbeiro há dez. Ele começou identificando o formato do meu rosto para depois me indicar o melhor desenho de barba. E isso é importantíssimo no momento de fazê-la. Porém, muitos de nós deixamos essa fase do processo passar batida. Inclusive eu. Primeira lição: check.

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Dos diferentes tipos de rosto, dois são mais comuns: o quadrado e o redondo. Para o meu, redondo, Lisboa explicou que é essencial aparar a barba do pescoço, removendo-a até, mais ou menos, um pouco acima do “gogó” (para não dar a impressão de “papo”) e desenhar o resto de forma mais simétrica e quadrada, para que o rosto fique mais bem traçado e saltado para frente. Para tanto, ele iniciou o procedimento com a tesoura, excluindo o excesso.

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E, enquanto fazia isso, revelou que o maior problema dos homens com a barba está na falta de uso dos produtos certos. “Os produtos são mais de 50% do processo. Sem eles, a pele fica irritada, surge a foliculite (pelos encravados), entre outros problemas”. Segunda lição: done.

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E, por falar em produtos, esse foi o próximo passo do serviço. Ele iniciou com um óleo de proteção. Depois, foi hora de eu me sentir um gangster com as toalhas quentes no rosto para a abertura dos poros, seguida da aplicação de um creme para barbear e do uso da navalha para desenhar.

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Para finalizar, Ulysses me explicou a importância do pós barba, enquanto o aplicava em meu rosto. “O pós barba tem função cicatrizante. É uma parte essencial do procedimento. Ele fecha os poros e hidrata a pele”. Ah, e não posso esquecer de mencionar a cera para modelar a bendita. Toque especial que eu nem sabia que era viável, pois até então só havia utilizado cera no cabelo. Nunca na barba. Terceira parte: feita.

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Cuidados de Barbeiro 

O barbeiro também me chamou a atenção para outros cuidados. A barba, por exemplo, deve ser lavada com shampoo, e não com sabonete. Os produtos para a barba devem ser escolhidos a dedo, de acordo com o seu tipo de pele. Não dá para pegar o primeiro que estiver na prateleira. Além disso, nunca utilize lâminas de barbear na pele seca, sem prepará-la antes. Essa é uma das maiores causas de irritações e problemas na pele do rosto para os homens. E se um trabalho artesanal e personalizado é o que você procura, a barbearia é o lugar certo, porque, sejamos francos, cuidar da barba nem sempre é tarefa simples. E agora eu sei disso melhor do que nunca. Quarta e última parte: gone.

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Bem, parece que eu encontrei, finalmente, a arte de se fazer a barba. Agora, só me resta admirá-la cheirosa, bem tratada e, de fato, bem feita. E esperar pelos elogios, que devem ser feitos nos comentários desta preciosa matéria. Vamos lá, caros leitores, não sejam tímidos. Vocês sabem que querem!

Later, folks.

Para encontrar e saber mais sobre a Barbearia Clube: barbeariaclube.com.br / facebook.com/barbeariaclube

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Antes de tudo, por você – Por Jean Foss

5 novembro, 2014 às 11:25  |  por Hellen Albuquerque

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No post de hoje, caros leitores, inicio a reflexão lhes provocando com uma pergunta que, a primeira vista, pode expressar simplicidade, mas cuja resposta(s) é capaz de surpreendê-los: o que lhes motiva a se vestirem da forma como vocês se vestem?

Sabem, cavalheiros, fiz esta pergunta a mim mesmo um dia desses e percebi que, dependendo da situação, meus motivos mudam. E, ao pensar um pouco mais acerca do assunto, também percebi que não há nada de errado com isso. Afinal, cada ocasião me instiga de forma diferente, me inspira de forma diferente e me desperta diferentes ideias.

O problema, no entanto, ao meu ver mora na falta de convicção. Conheço caras, por exemplo, que alteram quase que completamente as formas como se vestem por influências externas. Mulheres, amigos, trabalho, medo de rejeição, entre outros fatores. E com isso, meus caros, eu realmente não concordo. E explicarei o porquê.

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Não é surpresa que elas (ou eles) nos estimulam a parecermos bem no que diz respeito ao vestuário. Quem não gosta de estar sempre bem vestido e arrumado para o amado, amada, ficante ou seja lá qual for o rolo em que você esteja metido, não é?! Mas é essencial parecermos bem de acordo com aquilo que nos faz bem. Ou seja, permanecer fiel àquilo que o seu guarda-roupa representa. Tenho plena certeza de que o outro irá lhe admirar por isso e você se sentirá mais a vontade.

Também há quem mude a indumentária por pressão de amigos, que às vezes tiram sarro, criticam e comentam de forma que sejam criados fatores como a insegurança e o medo. Se você é uma dessas pessoas, o conselho é: interprete o contexto ou arranje novos amigos. Interpretar no sentido de entender se as brincadeiras e críticas são realmente sérias e possuem um teor maldoso. Se sim, não vejo motivos para se manter por perto durante muito tempo. Criticar faz parte da amizade? Faz. Mas elogiar também. Assim como incentivar, respeitar e compreender. Portanto, não pare de se expressar por meio de seu estilo por causa de outros. E não tema a rejeição. Suas roupas nem sempre agradarão a todos, mas se lhe satisfazem puramente, go for it, bro.

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Quanto ao trabalho, o buraco é um pouco mais embaixo. É fato que existem empresas que exigem determinadas vestimentas. Na maioria, formais. Porém, não pense que por isso, não é possível colocar um toque pessoal nas suas roupas. Os detalhes, neste caso, fazem toda a diferença. Um belo relógio ou par de sapatos aliados a um terno bem cortado por exemplo, já é capaz de denunciar bom gosto e cuidado. Bem como brincar com estampas e cores. Todavia, se você é do tipo mais despojado, a coisa fica mais complicada mesmo. A não ser que você trabalhe em um lugar também mais despojado e casual, que não tenha um código de vestimentas específico. Aí, deixe o seu estilo rolar solto.

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E, aí, man, qual foi a sua resposta? O que lhe motiva a se vestir da forma como você se veste? Será que você tem deixado pontos externos roubarem a essência do seu estilo? Se sim, espero que este texto tenha lhe ajudado a recuperá-la. E, lembre-se, antes de tudo, faça por você. Se vista por você. Pense em você. Pois você é o único que pode fazê-lo.

Later, guys!

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Coringas e essenciais por Jean Foss

7 outubro, 2014 às 07:50  |  por Hellen Albuquerque

Talvez a forma de se vestir adotada por você priorize determinadas peças e apresente uma estética bem peculiar. Ou talvez você caminhe na direção contrária e prefira se aventurar por entre diferentes itens de diversos estilos e vertentes. De qualquer modo, acredito que existam peças fundamentais que todo o homem precisa e deveria ter no guarda-roupa. São as chamadas peças coringas, que levam esse nome devido a versatilidade e a facilidade com que podem ser empregadas em variados looks de muitos estilos.

Com isso em mente, separei cinco peças que considero fundamentais para qualquer homem. E vou explicar os motivos. São elas:

1 – Jaqueta de couro: nada diz “i’m a badass” como uma bela, bem ajustada ao corpo, jaqueta de couro. Além do mais, você consegue usá-la tanto em looks formais como em looks despojados.

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2 – Sapatos pretos: cedo ou tarde, por mais desapegado à formalidade que você pregue ter, você enfrentará uma situação em que os sapatos serão necessários. Um casamento, uma formatura ou algo do tipo. E os de cor preta são a opção perfeita, pois são mais simples de combinar, além de mais discretos. Então, invista em um par.

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3 – Jeans azul: peça clássica. Moleza de encontrar e ainda mais de montar um look a utilizando. Quem nunca ouviu falar na combinação ‘white T + blue jeans’, não é mesmo?

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4 – White T: e por falar em camisetas brancas, aí estão elas. Básicas, com detalhes, com golas V, U ou redonda, não importa. O fato é que a peça abre um leque gigante de possibilidades para você compor a sua vestimenta.

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5 – Relógio: não é bem uma peça, mas um acessório importantíssimo, que não só é extremamente útil como também pode incrementar o look. Opte por um de acordo com a forma como você costuma se vestir, seja ela formal ou casual.

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Bem, estão aí cinco itens com os quais eu não consigo viver sem em meu guarda-roupa. E, com o todo o respeito, você também não deveria. Trust me, bro.  Eles vão fazer a diferença.

Ciao!

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O encanto mora nos detalhes, por Jean Foss

23 setembro, 2014 às 08:23  |  por Hellen Albuquerque

Não é preciso ser nenhum Sherlock Holmes da moda para saber que um belo look vai além de peças bonitas e combinações certeiras. Os detalhes também contribuem para um resultado satisfatório. Muito, aliás. Eles servem como um complemento fundamental, uma espécie de toque final que pode enriquecer a sua composição de forma encantadora e despertar o seguinte comentário mental nos demais: esse cara sabe o que está fazendo. E ser o cara que sabe muito bem o que está fazendo não soa nada mal, não é mesmo, cavalheiros?

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Por isso, separei cinco dicas sobre como acertar em alguns detalhes no momento de se vestir e, por consequência, elevar a elegância e o cuidado com o seu look. São sugestões simples sobre pontos que, às vezes, passam batidos, mas que podem fazer toda a diferença do mundo. Então, segurem-se, pois aí vêm elas, senhores!

1 – Camisa? Só para dentro da calça: guys, não sejam desleixados. Não há nada de descolado, diferente ou bacana em andar com a camisa solta por aí. Ela não foi feita para isso. Dá a impressão de que vocês estão usando uma camisola ou simplesmente não se importam. De homem para homem: coloque-a para dentro da calça e adicione classe às suas composições.

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2 – A sintonia entre cinto e sapatos: outro detalhe singelo que deve ser atentado por vocês, caros leitores, é a combinação entre cinto e sapatos. Eles devem, necessariamente, ter a mesma cor.  Além de demonstrar cuidado e atenção, a realização desta dica vai adicionar requinte aos seus looks.

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3 – Esconda a gola: muitos homens adoram utilizar a combinação camisa + pullover. É fácil, rápida e bonita. Entretanto, alguns o fazem de forma equivocada, deixando a gola da camisa para fora do pullover, quando, na verdade, ela deveria estar para dentro. Sempre. Afinal, ao a deixarmos para fora, caímos no temido desleixo novamente, pois parece que a gola está fugindo do seu corpo. Sem falar que ela toda aberta causa a sensação de bagunça e falta de atenção. Not cool, dudes.

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4 – Acessórios na medida certa: não pareçam árvores de natal. Escolham bem os seus acessórios e tenham em mente quais deles realmente conversam com as suas opções de roupas. Relógios são sempre bem-vindos, tanto nos looks formais quanto nos casuais. Anéis, colares e pulseiras, todavia, caem melhor com looks mais despojados. Se há duvida, não arrisquem e busquem se informar antes.

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5 – Bro, be bold: um dos detalhes mais importantes na hora de se vestir e que, infelizmente, ainda é pouco explorado é a ousadia. C’mon, man, seja corajoso. Brinque com as cores, misture estampas, saia da sua zona de conforto. Você não vai saber o que realmente pode ficar bem em você se você não tentar coisas diferentes, right?

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Talvez essas dicas apresentem-se de forma um tanto quanto óbvia para muitos de vocês. Talvez não. Mas vocês ficariam surpresos com a quantidade de caras com os quais eu esbarro na rua que, por meio desses detalhes, poderiam exprimir looks fantásticos que reflitam melhor o bom gosto que, claramente, já existe neles.

Lembrando que não há regras ou ultimatos aqui. Cada um faz como achar melhor. Mas um pouquinho de cuidado e capricho nunca fez mal a ninguém.

See you soon, bromigos!

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Moda é criatividade: spikes, por Renan Souza

24 julho, 2014 às 09:42  |  por Hellen Albuquerque

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Há tempo que os spikes e as tachas são referência para quem quer criar e dar um ar mais rock ‘n roll à vestimenta. O uso dessas pecinhas pontiagudas se consolidou com o nascimento do movimento Punk Rock nos anos 70. Com o conceito de contracultura, de ideologia libertária e a subversão às normas que a sociedade impunha na época, o estilo Punk trouxe a ideia da roupa desleixada, do artesanal, do próprio do it yourself, carregado de calças rasgadas, jeans justos, jaquetas de couro, lenços, moicanos e muitos spikes.

Mas, ao contrário do que se realmente pensa, a arte de adornar as roupas com spikes, tachas e rebites vem de muito mais tempo, com os motoqueiros donos da famosa Harley-Davidson. Como a Harley é uma moto feita manualmente – isso até hoje – e devido aos impactos e movimentos das engrenagens, os parafusos acabavam se soltando e por serem muito caros, os motoqueiros guardavam para recolocá-los depois. E onde eram armazenados esses parafusos? Nas jaquetas de couro, item indispensável para um motoqueiro que se preze. Eles perfuravam a roupa com os parafusos soltos e com esse hábito, acabaram criando um estilo que persiste até hoje.

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Os spikes agregam às jaquetas, camisetas, calças, sapatos e trazem, além de uma pegada mais agressiva e rock ‘n roll, um ar mais descolado e moderninho. A customização é muito fácil, existem 2 tipos de spikes, um precisa de uma máquina especial para ser colocado, como nos calçados e em tecidos mais grossos; e o outro tem dentinhos que serão dobrados por dentro da peça perfurada. Um pouco de tempo e criatividade são necessários e vocês terão um look novo no guarda-roupa.

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Aproveitando a alta e para testar um diferencial, neste novo “DIY”, o Blog Indumentária vai ilustrar essa ideia e customizar um suéter. Este foi encontrado em uma loja de departamentos por R$49,90 e já possuía um quê a mais pelo detalhe da lã e pelo tecido pregado nos ombros. Os spikes foram comprados na loja Altero. Imagine peças para colares, brincos, cintos, pulseiras e afins, vocês encontram tudo lá.

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O próximo passo foi levar à costureira, expor a criatividade e o resultado vocês conferem no ensaio a seguir. Aproveite e siga o @blogindumentaria.

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IMG_5942Fotos: Hellen Albuquerque

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Urbanidades, por Renan Souza

20 junho, 2014 às 02:25  |  por Hellen Albuquerque

Urbanidade: s.f. Qualidade ou caráter de urbano. Objeto, ação ou fenômeno que ocorre nos espaços urbanos (cidades). / Fig. Cortesia, delicadeza, polidez.

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A urbanidade que a cidade proporciona, com seus arranha-céus, avenidas, ruas e ruelas, praças e parques, pontes e viadutos, torna-se tão acolhedora e toma conta do sujeito antes mesmo que ele perceba. Quando pensamos a respeito, já estamos inseridos e adjetivados como “urbanos”. A minha história começa em uma cidade pequena do interior, Jaguariaíva, e minha naturalidade é quase um trava-línguas, portanto Jaguariaivense.  Aos 18 anos caio nessa Curitiba grandiosa, de tantas qualidades e defeitos. Com sua gente de feição serrada, quase incomunicável e intocável, aberta quando lhe convém. No meio de tantos, sempre há alguém para trocar uma idéia, e na surpresa, não é daqui. Moramos na cidade de quatro estações, onde a mudança de tempo repentina vira tema de conversa na portaria do prédio e nos elevadores. Receber um sorriso e um bom dia do outro se torna quase impossível e avançar o seu espaço para perguntar algo é quase um atentado. A cidade vira luz nas festas de fim de ano e tem fama de ecológica por seus muitos verdes. E é com o comportamento dos seus e de si, que ela mostra o seu “ser urbano”.

 Dia desses, uma colega de trabalho comentou que me achava uma “pessoa urbana”. Mas o que é, de fato, ser/agir de tal maneira? Urbanos, somos um conjunto, cada qual com suas idéias, conceitos, ações, formas de falar, de se comportar, de vestir. Somos e agimos individualmente, mas no final das contas o propósito é único e o que prevalece é o bem coletivo. Temos acesso. Ao teatro, ao show, às exposições, à saúde melhorada, à educação continuada, ao transporte dito moderno (mas já caótico), às novidades, à leitura, aos grupos e tribos, aos modismos. Moldados pelos fatores externos e internos, tornamo-nos indivíduos, mas não menos Urbanos.

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Fotos: Hellen Albuquerque

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Dia dos Namorados: saiba o que vestir por Jean Foss

8 junho, 2014 às 14:19  |  por Hellen Albuquerque

O mês de junho traz mais consigo do que o frio e a vontade triplicada de ficar em casa, em frente à TV e debaixo dos cobertores.  O mês que marca a metade do ano também nos presenteia com o tão esperado Dia dos Namorados que, neste ano, será celebrado na próxima quinta-feira (12).

E se você está namorando, tem um encontro na data ou qualquer coisa do tipo e ainda não sabe o que vestir para a ocasião, relaxe. Relaxe e continue lendo, caro leitor, pois separei dicas inestimáveis para o seu sucesso visual durante o evento.

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Primeiro de tudo, avalie o contexto da situação. A partir daí, você conseguirá fazer escolhas de forma inteligente e condizente com a proposta inicial. “Tá, mas o que isso significa?”, você me pergunta. Bem, isso significa que se você pretende levar o ser amado a um restaurante requintado e elegante, sua vestimenta será uma. Se você optou por um café charmoso e simples, todavia, sua armadura será outra.

E embora eu saiba que essas não são as duas únicas opções de saída para o Dia dos Namorados, explorarei apenas essas duas no post de hoje, já que elas representam duas clássicas jogadas referentes à comemoração. Os presentes é outra história (você o comprou, não é?!).

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Situação restaurante requintado ou algo formal

Se o seu Dia dos Namorados se enquadra neste cenário, é hora de trazer a artilharia pesada, senhor. E, quando digo artilharia pesada, me refiro aos ternos.

Por quê? Porque nada diz elegância e cuidado como um terno. Portanto, escolha um com belos cortes e bem ajustado ao seu corpo. Quanto às cores, lembra da combinação marrom +azul? É batata. Um terno marrom com uma camisa azul e uma gravata preta vão selar o acordo. Já em relação aos sapatos, ainda pensando nessa combinação, pretos e bem polidos. Atenção também aos detalhes. Prendedor (grampo) na gravata e relógio são dois dos principais. E, como bem sabemos, cavalheiros, os detalhes fazem toda diferença. Portanto, é seguro dizer que você não vai marcar bobeira, não é mesmo, irmão?!

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Situação café ou algo casual

All right. Neste cenário, o terno já não condiz com o contexto. Uma camisa com um ou dois botões soltos, calças jeans e sapatos com design moderno e arrojado, no entanto, sim. Mas, por se tratar de algo mais singelo (mas não menos significativo), você pode relaxar um pouco mais quanto ao seu traje, digamos assim. Uma camisa henley ou polo, por exemplo, aliadas a um belo jeans skinny e botas é perfeito. Bem vestido sem fazer grandes esforços.

Para completar, jogue um cardigan ou uma jaqueta de couro por cima e você estará pronto para fazer o coração alheio palpitar mais um pouco.

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Situação “vou ficar em casa”

Cara, como assim?

Brincadeiras à parte. Se a grana está curta e você pretende fazer algo especial em casa mesmo, não se desespere. O look casual descrito acima se encaixa perfeitamente nesta situação também. Ou, se duvidar, até o formal, hein? Imagine só: ela/ele chega em casa e você está esperando, de terno, ao lado de uma mesa bem arrumada e à luz de velas. Classudo ou o que?
Mas estou me distraindo e fugindo do tópico principal. Cof, cof.

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Gentleman, como você pôde atestar, não há muitos segredos quanto ao que usar no Dia dos Namorados. O único ponto imprescindível aqui é o contexto. Saiba onde você vai para depois planejar o look. No mais, não se esqueça do presente, das flores e do cavalheirismo, que não deve ser o convidado de honra apenas nesta data, mas em todos os dias em que você está ao lado da, certamente, incrível pessoa que roubou a sua atenção.

Feliz Dia dos Namorados, bro!

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Como escolher e cuidar dos seus sapatos por Jean Foss

26 abril, 2014 às 19:11  |  por Hellen Albuquerque

Você já ouviu a frase “julgue um homem pelos seus sapatos”? Bem, se ainda não, familiarize-se com ela, pois, por mais que a observação em questão não diga absolutamente tudo sobre determinado homem, é possível perceber, sim, algumas coisas sobre ele por meio de seus calçados. Coisas singelas, mas fundamentais, como cuidado e atenção, por exemplo. Por isso, é importantíssimo que você saiba escolher e cuidar bem dos seus sapatos, que são o tema do post de hoje. 

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Primeiramente, entenda que sapatos são investimentos valiosos. Portanto, na hora da compra, valorize a qualidade e a durabilidade do item. E isso pode significar pagar um pouco mais caro do que o esperado. Todavia, você evitará futuras dores de cabeça porque comprou o par errado, que não combina com nada e, ainda por cima, é desconfortável e incômodo.

Além do mais, como bem sabemos, existem diversos modelos de sapatos diferentes por aí. Tipo, um monte. Mesmo. Mas você não precisa de todos eles. O segredo é investir em poucos pares que sejam coringas, estilosos e confortáveis o suficiente. Com os cuidados necessários, eles durarão anos e sempre cairão bem com os looks que você costuma usar.

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Agora, vamos falar de formatos. E o papo é simples e direto: quadrados? Não! A época dos sapatos quadrados que o fazem parecer ter desenvolvido pés de pato se foi. Dê preferência a modelos modernos e condizentes com o resto do seu guarda-roupa. Bicos mais arredondados e design mais estreito são a bola da vez no universo dos sapatos! Mas, se por algum acaso, você está com medo dessas novidades (não fique, cara!) e de errar, um par de calçados pretos com cadarços é uma opção certeira que cai bem tanto com visuais formais como com despojados.

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Quanto à saúde dos seus sapatos, a dica é: esforço. Às vezes, não é fácil encontrar o tempo ou a motivação para deixar seus calçados da forma que eles merecem, mas faça uma forcinha. A começar pelo solado, que deve receber uma sola artificial de metal ou plástico para que a original seja preservada e não se desgaste. O próximo passo é poli-los de forma cuidadosa com a cera correta para cada tipo de tecido e, se preciso usar talco.

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Prontinho, caro leitor. Com essas dicas, você está pronto para ser julgado pelos seus sapatos. E, convenhamos: as análises serão boas. Oh, yes.

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Moda é criatividade: transformando um moletom cinza, Por Renan Souza

14 abril, 2014 às 19:25  |  por Hellen Albuquerque

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Além de viver das tendências semestrais, Fashion Weeks e grandes marcas, a moda também respira e vive da criatividade, referências e idéias de cada um. Claro, tudo dentro do contexto em que se está inserido e do conceito a ser transmitido. Particularmente, acredito que não basta entrar numa loja descolada, comprar aquela t-shirt bacaninha com a estampa do último desfile ou aquele tênis que acabou de lançar. E, por favor, não encarem como apologia ao consumismo zero. Compre, compre tudo que desejar, se a peça lhe despertar aquela paixão e se estiver dentro do possível, não passe vontade. Quero dizer, tendo as referências, que lógico também vêm das semanas de moda, tente inventar, experimentar, transformar, reciclar. Aquele jeans que a cor não agrada mais, a camiseta lisa pedindo uma estampa nova ou no caso desta matéria, o moletom que reinventou-se depois de anos.

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Pois bem, esse moletom todo estampado de dinossauros estava guardado há um bom tempo, como ficou pequeno e curto perdi a vontade de usá-lo. Não me desfiz totalmente pensando que um dia poderia usar o tecido e eis que surgiu a ideia. O primeiro passo foi buscar o moletom perfeito para customizar. Depois de muita procura, encontrei em uma loja de departamentos, bem em conta por sinal, por R$35,90.

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O segundo passo foi buscar uma costureira; sempre que preciso levo as minhas roupas para conserto e ajustes na Dona Helena, da qual sou cliente há 8 anos. Foi o tempo de ficar pronto e o resultado vocês conferem nas fotos.

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Inspire-se com estes outros modelos, aproveite que os moletons pipocaram nas semanas de moda e coloque a criatividade pra passear.

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