Gleisi revela outra faceta de sua personalidade: o culto aos facínoras

19 julho, 2017 às 18:33  |  por José Pedriali

Ernesto Che Guevara executou quase 200 pessoas. O regime que ajudou a implantar em Cuba é apontado, pelos mais moderados, como responsável por 65 mil execuções. O número dos que morreram afogados tentando fugir da ditadura comunista é impreciso – dezenas e dezenas de milhares.

O regime comunista cubano é considerado a ditadura mais letal surgida na América Latina no século passado – e em vigor até agora.
Para Gleisi Hoffmann, Che é um “guerrilheiro heroico”. E os “companheiros” do Partido Comunista Cubano merecem “nosso irrestrito apoio e solidariedade”.
Nicolás Maduro, por meio de confiscos de indústrias e estabelecimentos comerciais e do controle rígido dos preços, destruiu a economia Venezuela e disseminou a pobreza para 80% da população, uma das mais prósperas da América Latina até a tomada do poder pelos “bolivarianos”.
Seus opositores são reprimidos à força, 130 deles morreram em protestos de rua, vítimas das forças de segurança ou dos paramilitares a serviço do regime. E, para sufocar a Assembleia Nacional, dominada pela oposição, Maduro convocou, pisoteando a Constituição, uma “Constituinte popular” – desaprovada por 98% dos 7,5 milhões de eleitores que participaram da consulta informal realizada domingo pela oposição.
Para Gleisi, o regime de Maduro – classificado pela Conferência dos Bispos Venezuelanos como “ditador” e ao qual o PT, partido que preside, “manifesta seu apoio e solidariedade” – sofre uma “violenta ofensiva da direita”. “Temos a expectativa que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana”. Exatamente, dona Gleisi, a intenção de Maduro, por meio dessa “Constituinte popular”, é consolidar sua ditadura disfarçada de “revolução”.
A Revolução Russa faz cem anos em outubro. Foi ela que disseminou pela Europa, Ásia e América Latina o mais sanguinário dos regimes políticos da história da humanidade, responsável pela morte de 98 milhões de pessoas.
Gleisi comemorou esse acontecimento, personificando-o no “guerrilheiro heroico” Che Guevara, “a quem recordamos para que tenhamos sempre presente a necessidade da transformação social de nossos países”.
Noventa e oito milhões de mortos pelas mãos de Stálin, Mao, Pol Pot, Ceausescu, a dinastia Jung, Fidel Castro e Che, etc.: que “transformação social” fabulosa!
O governo petista lançou o Brasil na mais prolongada e profunda recessão de sua história, abalou os fundamentos da política econômica, comprovou dramaticamente as finanças públicas, assaltou as estatais e fundos de pensão, deixando-os com dívidas bilionárias, promoveu uma política de assistencialismo comprometida por seus próprios erros, levou ao desemprego 13 milhões, tem vários de seus líderes condenados por corrupção e… segundo Gleisi (também ré por corrupção), “mais do que nunca necessitamos de um governo de esquerda de volta ao nosso país”.
Esses disparates foram proferidos por Gleisi em Manágua, durante encontro promovido ontem pelo Foro de São Paulo, que reúne os partidos de esquerda latino-americanos.
Defensora ardorosa de Lula e dos líderes do PT condenados por corrupção, militante intransigente do petismo e de suas causas espúrias, combatente iracunda dos que ousam atravessar seu caminho, do partido e de seus líderes – e aí o Judiciário ocupa a vanguarda -, Gleisi revelou em Manágua outra faceta de sua personalidade e de seus companheiros petistas, pois falou em nome deles: o culto aos facínoras.

 

Venezuelanos enfrentam o tirano e participam em massa de plebiscito opositor

16 julho, 2017 às 13:00  |  por José Pedriali

Eles não se intimidaram com as ameaças dos paramilitares (colectivos) a serviço de Nicolás Maduro de repetir o que fazem sempre que ousam protestar contra o ditador: truculência e morte.

E até os enfrentaram, impedindo que esses marginais financiados pelo regime surrupiassem as mesas eleitorais.
E assim, os venezuelanos enfrentam o regime, participando massivamente hoje do plebiscito informal convocado pela oposição, reunida no Movimento de Unidade Democrática, para se contrapor à eleição de uma “Constituinte popular” decidida por Maduro à revelia da Constituição – que atribui esse direito exclusivamente à Assembleia Nacional. A “eleição” está prevista para o dia 30 (as aspas são necessárias, já que somente poderão participar quem for aliado do regime…)
Assembleia Nacional: eis o obstáculo para Maduro submeter os venezuelanos a uma ditadura plena. Se antes, o Congresso lhe era servil – como todos os demais órgãos representativos, o Judiciário e o Ministério Público -, agora é majoritariamente hostil. E por isso, Maduro, representante de um regime que, segundo Lula, peca pelo “excesso de democracia”, quer calar de vez a oposição com a tal “Constituinte popular”, que usurpará seus poderes.
O plebiscito de hoje é informal, naturalmente, pois seu resultado não terá valor legal, mas simbólico: se o comparecimento ultrapassar os 50% dos eleitores (que são 18 milhões),  será um importante instrumento de pressão sobre o ditador (assim qualificado pela Conferência dos Bispos Venezuelanos).
Três perguntas são feitas aos eleitores: se apoiam a “Constituinte popular”, se defendem a submissão do Exército e dos servidores públicos à Constituição, que prevê o livre funcionamento da Assembleia Legislativa, e se querem a convocação de eleições gerais.

Observadores internacionais, entre eles vários ex-presidente latino-americanos, estão na Venezuela para acompanhar o plebiscito. Pediram para se reunir com Maduro – até agora não obtiveram resposta. Que fiquem sem ela, pois a única resposta que, desde sua posse, há quatro anos, Maduro tem dado aos que exigem liberdade de expressão, democracia, eleições livres e comida (1) – e esses são milhões – é a repressão. Há centenas de presos políticos (a tortura é recorrente, segundo organismos internacionais de defesa dos direitos humanos) e 140 pessoas foram mortas nas manifestações de rua desde a posse do ditador.

Gleisi, a servil, se superou. Que façanha!

14 julho, 2017 às 17:48  |  por José Pedriali

1aDemonstrações de servilismo a Lula. Dilma e à cúpula do PT (a maioria está condenada ou presa por corrupção) são abundantes no currículo de Gleisi Hoffmann, senadora e “presidenta” do partido.

Mas ontem ela se superou – que façanha! -, enxugando o o suor do rosto de seu líder máximo Lula.

Isso aconteceu durante o discurso que o chefão fez para xingar o juiz Sergio Moro, fazer-se de vítima do Judiciário, mentir a cântaros e reafirmar sua postulação à presidência da República.

Há seis anos escrevi Gleisi: a vitória do servilismo. Registro hoje a submissão incondicional de um ser vil, submisso incondicionalmente a um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro e réu em outros quatro processos (por enquanto).

O gesto de Gleisi remete ao da bíblica Verônica, lembra o jornalista curitibano José Antonio Fiori, que enxugou o rosto de Cristo, vilipendiado pelos esbirros de um sistema que o condenou injustamente. Verônica enxugou o rosto de Deus. Gleisi, o do homem apontado como o chefe da maior organização criminosa da história do Brasil e que traiu milhões e milhões que confiaram em sua promessa de impor a ética no trato da coisa pública – e fez exatamente o contrário.

Lula, a jararaca, acusa o golpe na cabeça

13 julho, 2017 às 19:28  |  por José Pedriali

“Não me tiraram do jogo”, “vou concorrer à presidência da República”, “desafio a apresentarem um documento qualquer com minha assinatura para provar minha culpa”… e por aí vai.

Um dia depois da condenação por corrupção e lavagem de dinheiro pelo juiz Sergio Moro, o ex-presidente Lula reuniu sua turma* no diretório do PT em São Paulo para se contrapor à sentença que sepulta a “viva alma mais inocente deste país”, como ele se intitula.
O conteúdo e a cena repetem seu discurso após a condução coercitiva para depor à PF em São Paulo, em março do ano passado. Naquela ocasião, ele desafiou: “Tentaram matar a jararaca, mas acetaram no rabo e não na cabeça”.
Engana-se Lula. O golpe que sofreu ontem não o fez se dar conta ainda de que a cabeça, o corpo e os membros do chefe da organização criminosa que praticou o maior assalto aos cofres públicos foram atingidos em cheio…
·     E lá estava Gleisi Hoffmann, “presidenta” do PT, que gazeteou os trabalhos no Senado para aparecer ao lado do líder.

Matemática conspira contra Lula, mas tempo está a seu favor

12 julho, 2017 às 20:17  |  por José Pedriali

A defesa do ex-presidente Lula deverá recorrer da condenação imposta a ele hoje pelo juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal, ao TRF da 4ª Região, com sede em Porto Alegre e jurisdição sobre os estados do Sul.

Moro condenou Lula a nove anos e meio por corrupção e lavagem de dinheiro.
A matemática conspira contra Lula, pois o TRE absolveu ou reduziu a pena de pouco mais de um terço dos condenados da Lava Jato, da qual Moro é o juiz.
Dos 43 casos de Moro que chegaram ao tribunal, 12 resultaram em absolvição. Em 13 processos houve aumento de pena; em cinco, redução; e em 13 vezes as penas foram mantidas. Vinte e seis penas mantidas ou aumentadas contra 17 extintas ou reduzidas.
Mas o tempo está a favor das pretensões de Lula, que quer se candidatar à presidência em 2018. Se ele for condenado em segunda instância, estará impedido e terá de iniciar o cumprimento da pena enquanto recorre ao STF. O TRF tem demorado um ano e três meses para se pronunciar após ser acionado pela defesa dos réus da Lava Jato. Mas não há prazo para a apresentação do recurso, o que fará sua defesa adiar a apelação o máximo que puder para preservar sua elegibilidade.

E agora, petralhas, vão incendiar o país?

12 julho, 2017 às 19:16  |  por José Pedriali

“Resistência”, “armas na mão”, “trincheiras nas ruas”, “incendiar o país”, “não reconhecer”, “recorrer a organismos internacionais” (medida absolutamente inócua, pois nenhum órgão internacional tem ascendência sobre a Justiça brasileira).

Estas são algumas das expressões utilizadas por líderes petistas e de entidades congêneres, como a CUT, MST e MTST diante de uma provável condenação de Lula – que acaba de acontecer hoje, por decisão do juiz Sergio Moro (o ex-presidente responde ainda a mais quatro processos por corrupção, lavagem de dinheiro, obstrução da Justiça e tráfico de influência).
Passada uma hora e meia de a condenação se tornar pública, a “presidenta” do PT Gleisi Hoffmann ainda não se manifestou e o portal do partido traz apenas, e sem destaque, uma nota de protesto do… PCdoB!
Lula é mais um dos líderes petistas a ser condenado na Lava Jato (deixemos o mensalão de lado). Já o foram: José Dirceu, Antonio Palocci e João Vaccari Neto.
Ousará a senadora petista, ré na Lava Jato por corrupção (era a “Amante” nas planilhas da Odebrecht), liderar, como fez ontem como Senado, uma “ocupação” da Justiça Federal em Curitiba?

Ah, se Lula e Dilma não tivessem desligado as câmeras de vigilância interna…

11 julho, 2017 às 18:47  |  por José Pedriali

O presidente Michel Temer deve ser investigado sob a acusação de corrupção passiva para o bem da sociedade, concluiu o relator na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, Sergio Sveiter.

(Caberá ao plenário endossá-la ou não.)
E por que Temer deve ser investigado e, se o for, afastado do cargo por 180 dias, ao qual somente voltará se, até então, sua culpa não for comprovada?
Porque recebeu no Palácio do Jaburu, sua residência oficial, e na calada da noite (termo antigo, mas apropriado) o empresário e criminoso confesso Joesley Batista, o todo-poderoso da J&S, maior processadora de proteína animal do mundo, e teve sua conversa gravada.
A conversa é mais do que conhecida – a Globo a repete à exaustão, de manhã à noite – e, portanto, dispensa reprodução. Mas o teor não é conclusivo, a tal ponto que, em sua acusação, o procurador-geral Rodrigo Janot pede ao STF que investigue o que ele interpretou como indício de crime.
Pois bem. Voltando ao passado recente – passado do qual o Brasil jamais se esquecerá -, o que seria de Lula e Dilma, que recebiam empresários fora de hora e da agenda, tal como Temer, no Planalto e no Alvorada, se tivessem suas conversas grampeadas?
Sabe-se lá…
Esse “sabe-se lá…” é algo que não será esclarecido nem quando se esgotarem as calendas gregas, pois, para a felicidade de Dilma e Lula – e de seus apoiadores, ávidos para retomar o poder – esses encontros não foram gravados.
Não foram gravados nem em áudio nem em vídeo, pois Lula mandou desligar e Dilma ordenou que assim ficassem as câmeras de segurança interna dos palácios em que trabalhavam e moravam…

Gente: a Globo deixou de ser golpista!

11 julho, 2017 às 12:42  |  por José Pedriali

O Jornal Nacional dedicou ontem 40 minutos ao parecer do relator Sergio Sveiter pela abertura de investigação do presidente Michel Temer pelo STF, a pedido do procurador Rodrigo Janot, que o acusa de corrupção passiva.

Quarenta minutos dedicados ao relator, à balbúrdia na sessão da Comissão e Constituição e Justiça da Câmara, aos argumentos da defesa – tal qual durante o processo de impeachment de Dilma e nos processos envolvendo o ex-presidente Lula, quando os petistas, espumando de ódio, bradavam em uníssono: “A Globo é golpista!”.

E hoje, rastreando o Facebook, não encontro nenhum petista acusando repetindo o xingamento.

O que comprova a sabedoria do ditado popular: “Pimenta no olho alheio é colírio…”

E viva a Globo, exemplo de jornalismo independente!

Plim plim!

Papa se omite, mas Igreja da Venezuela sentencia: Maduro é ditador

10 julho, 2017 às 13:57  |  por José Pedriali

A Igreja Católica da Venezuela deu, enfim, um basta à contemporização com o governo de Nicolás Maduro, a que classificou de “ditadura” que se opõe “a todo um povo que clama por liberdade”. A manifestação ocorreu na sexta-feira, um dia depois de os paramilitares a serviço de Maduro, os colectivos, invadirem a Assembleia Nacional, dominada pela oposição, agredir deputados, servidores e jornalistas e manter mais de 300 pessoas em cárcere privado por nove horas.

A tomada de posição da Igreja Católica contrasta com a tibieza demonstrada pelo papa Francisco em relação a Maduro, que, para se manter no poder, dilapidou a economia do país, levou 80% da população à pobreza, tem controle férreo sobre todo os organismos do país, exceto da Assembleia Nacional, e impôs a violência como método de governo. Desde que, há três meses, convocou a “Constituinte popular”, em atropelo à Constituição e com a finalidade clara de estender seu mandato e tirar o poder da Assembleia, milhares de pessoas saem às ruas todos os dias e são dispersados com truculência pelas forças de segurança. Mais de 90 pessoas, a maioria jovens, morreram nesses protestos.

“Essa Assembleia prevista para o final de julho será imposta à força e o resultado serão a constitucionalização de uma ditadura militar, socialista, marxista e comunista”, disse monsenhor Diego Padrón, presidente da Comissão Episcopal Venezuelana, em nota oficial. “Já não há conflito ideológico entre direitas e esquerdas, e sim uma luta entre um governo convertido em ditadura e todo um povo que clama por liberdade.”
A Igreja Católica foi além: dará apoio logístico ao plebiscito simbólico que a oposição fará no dia 16 sobre a “Constituinte popular” e pedindo a convocação imediata de eleições gerais (a de governadores, prevista para o ano passado, foi suspensa por Maduro). Prédios, escolas, todos os imóveis pertencentes à Igreja, exceto os templos, poderão ser usados para a realização do plebiscito
Maduro sentiu o golpe, mandando libertar no dia seguinte, numa tentativa de conter a pressão que se avoluma contra si, do líder opositor Leopoldo López. Acusado de “incitar à violência” por liderar os protestos de três anos atrás, López foi condenado sem provas a 13 anos de prisão – esteve o tempo todo numa solitária. Um dos promotores pediu asilo aos Estados Unidos alegando ter sido pressionado para dar parecer favorável à culpabilidade de López.
A liberação de López é apenas uma agulha no palheiro: mais de 300 opositores estão presos, vários condenados por tribunais servis ao presidente. E as dissidências do regime chavista não cessam: 123 militares (entre eles oficiais) foram presos por se opor à dura repressão de Maduro e a procuradora-geral Luísa Ortega Dias, que rompeu com o ditador após a convocação da “Constituinte popular”. Ela está sob investigação do Tribunal Supremo, composto exclusivamente por apoiadores de Maduro, está proibida de deixar o país e teve parte de suas funções encampadas pela Defensoria do Povo (!), outo órgão subordinado incondicionalmente ao regime.
Rodrigo Janot e procuradores-gerais de seis países latino-americanos manifestaram solidariedade à colega venezuelana.
E a CNBB fará o mesmo em relação a seus colegas venezuelanos? Uma entidade que recebeu há poucos dias o homem apontado como chefe da maior organização criminosa de que se tem notícia – e ele se chama Lula da Silva e é réu em seis processos – para debater a “perda dos direitos dos trabalhadores após a posse do governo Temer” não dá esperança de que venha a proceder assim…

Gleisi, a Amante, comprova: o PT nada aprendeu

7 julho, 2017 às 18:26  |  por José Pedriali

Em mais um de seus discursos pirotécnicos, a “presidenta” do PT e candidata a “detenta” por ser ré da Lava Jato, Gleisi Narizinho Hoffmann arrotou: eventual condenação de Lula será “um ato político” que visa a impedir sua volta à presidência, ato que “não reconheceremos”; se consumado, “recorreremos aos órgãos internacionais” para revertê-lo. Leia aqui

Assim, Gleisi, a Amante (este é seu codnome no submundo do crime organizado do colarinho branco) mostra que, depois de tudo – mensalão, Lava Jato, Zelotes, etc. e tal – seu partido, que sistematizou a corrupção como nunca antes na história deste país, não aprendeu nada. Age como se fosse uma vestal, insurgindo-se contra os fatos e a Justiça, tratando os seus bandidos como “guerreiros do povo brasileiro” e tentando impor seu projeto de poder a ferro e fogo.
Lula responde, por enquanto, a cinco processos por corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, obstrução da Justiça (esqueci algo?) e está na iminência de receber a sentença do juiz Sérgio Moro num deles. O de tráfico de influência concluiu a fase de instrução. Há mais uma denúncia contra ele (sítio de Atibaia) e investigações adiantadas sobre as “palestras”, forma que, suspeitam os investigadores, utilizou para disfarçar o recebimento de propina.
Recorrer a órgãos internacionais, que balela é essa? Outra demonstração de que a Amante e e o PT são incapazes de aprender. Pois recorreram à imprensa e governos internacionais para impedir a deposição de Dilma e apelaram à OEA e ONU para evitar o julgamento de Lula, apresentando-o como vítima de uma “caçada judicial” com fins políticos, e o que obtiveram? O silêncio. Pois essas organizações (e governos) não têm competência para interferir nos poderes judiciário e legislativo alheio.
Gleisi Hoffmann, a Amante e coveira do PT, está cumprindo fielmente sua tarefa: a cada manifestação, joga mais uma pá de cal no corpo insepulto de seu partido.