50 anos depois, Che sobrevive nas mentes lobotomizadas pelo totalitarismo

10 outubro, 2017 às 18:53  |  por José Pedriali

Há 50 anos, completados ontem, morria nas selvas da Bolívia o guerrilheiro Che Guevara, parceiro de Fidel Castro na tomada de poder em Cuba e um serial killer que justificava as mortes – que lhe davam imenso prazer – como fundamentais para a consolidação da “Revolução” comunista.

 

Guevara, o homem, se foi. Resta o mito, ainda cultuado por mentes lobotomizadas pelo fanatismo político, incapazes de compreender que o comunismo é (pois ainda subsiste em Cuba e na Coreia do Norte) o mais totalitário, atroz e ruinoso de todos os regimes.

 

Viva la libertad!

 Muerte a los totalitários!

Hay que endurecer contra ellos sin perder la firmeza jamás!

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