Ei Requião, secretário especial não é secretário!

27 Agosto, 2008
17:33

Decisão do STF de 2004, assinada pelo então ministro Sepúlveda Pertence, pode pôr abaixo a tentativa do governador Requião de sustentar o irmão e a mulher no governo sob a condição de que seriam “agentes políticos”. No texto, Pertence deixa claro, ao tratar de um processo de Santa Catarina, que não se consideram “Ministros de Estado os titulares de cargos de natureza especial da estrutura orgância da Presidência da República”. Ao julgar o nepotismo na semana passada, o STF considerou agentes políticos - passíveis, portanto, de nepotismo - somente os cargos de ministro, secretário estadual e secretário municipal. Fora disso, não pode.

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Requião aqui; Maia lá

27 Agosto, 2008
17:20

DEU NA FOLHA DE S. PAULO

À Folha, em janeiro, Requião declarou que “você não pode cercear uma pessoa pelo fato de ser seu parente”. “O nepotismo é uma coisa mais ampla: é nomear [pessoa] inadequada por um protecionismo de qualquer sentido em um lugar importante onde ela prejudica a administração.”
A assessoria da Secretaria da Casa Civil, que está se manifestando sobre o caso, diz que a situação dos outros parentes de Requião no governo está sendo estudada juridicamente.

No Rio, o prefeito César Maia, que passou a irmão de subsecretária para secretária especial de eventos, disse que “pré-cumpriu” a súmula do STF.

Oráculo de Delfos é isso aí

27 Agosto, 2008
16:05

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A charge de Angeli na Folha de S. Paulo desta quarta.

As meninas de ouro

27 Agosto, 2008
15:33

DO ‘PAINEL’ DA FOLHA DE S. PAULO

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Honras 1. Ao entrar no espaço aéreo brasileiro, a seleção feminina de vôlei, que desembarca hoje em Cumbica, será surpreendida por dois caças da FAB que se posicionarão ao lado de cada uma das asas do avião da Air Canada.

Honras 2. O piloto de um dos F-5 se comunicará por rádio com o comandante do vôo para ler mensagem de “boas vindas às aguerridas meninas de ouro”, com direito a poema de Fernando Pessoa.

Um caso clínico

27 Agosto, 2008
15:00

‘O estado de saúde do governador faz do Paraná uma província de fancaria, uma Alagoas meridional, onde tudo é permitido ao dono do poder’

(Rogério Distéfano, no Maxblog)

Não é nepotismo, é mérito

27 Agosto, 2008
14:51

DEU NA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS

Eduardo Requião é nomeado secretário
especial para Assuntos Portuários

O governador Roberto Requião nomeou o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Eduardo Requião, como secretário especial para Assuntos Portuários. A medida visa garantir a continuidade do excelente desempenho que os Portos de Paranaguá e Antonina vêm mantendo desde 2003, sendo hoje responsáveis por mais de 90% da receita cambial gerada no Paraná.

Segundo o decreto governamental - de nº 3308/2008 de 25/08 -, o secretário especial responderá cumulativamente pela superintendência da Appa, que passa a vincular-se diretamente a ele. O suporte técnico-administrativo necessário ao desempenho das atribuições do secretário especial será prestado pela Appa e correrá à conta das suas dotações orçamentárias.

O que é cinismo?

27 Agosto, 2008
14:44

Para que fique registrado no rol de editoriais indagatório publicados pela Agência de Notícias do governo nos últimos dias. Depois de “O que é importante?” segue agora, como se integrasse a célebre coleção “Primeiros Passos”, da Brasiliense, o volume “Isso é jornalismo?” em que o ghost-writer a propósito de defender Maristela Requião e o seu trabalho no Museu Oscar Niemeyer escamoteia o principal: o fato de que ela é esposa do governador e que, nessa condição, pratica o nepotismo. Repare (1) que, na longa ladainha, não há menção ao termo (o que deu do nepotes esclarecido?). Repare (2) que o texto faz um elogio ao ex-governador Jaime Lerner, o único que teria reconhecido o talento de Maristela à frente do Museu do Olho.

Isso é jornalismo?

Quem faz cultura hoje no Brasil, quem se preocupa com cultura e freqüenta acontecimentos na área tem um nome na ponta da língua: Museu Oscar Niemeyer. Nos últimos anos, o tão falado eixo Rio-São Paulo, onde tudo acontecia e em torno do qual girava o país, entortou, saiu da rota, adernou. No que tocava às artes plásticas, grandes exposições nacionais e internacionais tinham endereço cativo: uma e outra cidade. Dificilmente se fugia do roteiro.

O MON subverteu a monótona e tão antiga bipolaridade. Mais ainda, uma comparação das exposições abrigadas pelo museu curitibano nos dois últimos anos, com as exposições dos principais museus cariocas e paulistanos, deixa o Oscar Niemeyer distante dos congêneres, em qualidade e quantidade de mostras.

Não é à toa que o MON tenha firmado um conceito internacional de excelência e tenha trazido para o nosso país acervos dos principais museus do mundo.

Todo mundo reconhece isso. Até o ex-governador Jaime Lerner, adversário histórico do governador Roberto Requião.

Menos a Gazeta do Povo. Pelo menos sua editoria de política. Cega pelo desejo de desforra, porque tantas vezes criticada e execrada pelo governador; sequiosa de represália, rancorosa, a Gazeta do Povo desforra-se em Maristela Requião, expondo-a de forma covarde, maldosa.

A legenda da foto à página 4 da edição de 22 de agosto do jornal (reportagem assinada por Rhodrigo Deda), “No olho da rua”, fazendo um trocadilho de mau gosto, medíocre e vulgar com o nome do MON, também conhecido como Museu de Olho, não é apenas ofensiva a uma servidora pública. É mais que isso: é desprezo, é reação pequena, mesquinha, medíocre à mulher que pôs o Museu Oscar Niemeyer, o Paraná enfim, no circuito mundial das artes plásticas. À Gazeta não interessa o que Maristela fez pelo nosso estado, pela cultura paranaense. Isso é o de menos. À Gazeta interessa tão-somente atacar o governador, nem que para isso use como anteparo, vilmente, covardemente, sordidamente, a mulher de Requião.

O desrespeito à Maristela prossegue hoje, com a “retranca” e o título do caderno “Vida Pública”. Maristela é novamente tratada como se fosse uma aproveitadora dos cofres públicos, sem mérito ou cujo “mérito” seria o de ser esposa da Requião.Todo o seu magnífico trabalho é desconsiderado. Nenhuma linha, nada, absolutamente nada sobre o trabalho dela, passando para a opinião pública a idéia safada de que Maristela está simplesmente pendurada em um emprego público. Para a Gazeta, Maristela tem um pecado mortal, definitivo e imperdoável: é mulher do governador Roberto Requião.

Jornalista e publicitária de formação, Maristela tem antiga ligação com as artes plásticas, tendo sido uma das funcionárias e animadoras da antológica Galeria Cocaco, que marcou de forma tão forte a cultura paranaense. Tem o respeito de todos os que trabalham com cultura no Paraná e no Brasil, menos o da Gazeta do Povo, que a trata como se fosse uma dondoca espetada num cargo público.

Isso é jornalismo? Isso é compromisso com a verdade? Isso é contemplar todos os lados da informação? A Gazeta dispunha, porque nós fornecemos, todas as informações sobre o trabalho de Maristela no Museu. Uma carta enviada na segunda-feira ao diretor de redação do jornal, expondo mais uma vez o trabalho do MON e nossas críticas à cobertura, foi completamente ignorada. A Gazeta preferiu destilar rancor, dar o troco.

HSBC irá financiar novo Cajuru

27 Agosto, 2008
13:20

O banco HSBC aprovou financiamento de R$ 20 milhões para a construção da nova unidade do Hospital Cajuru no Cristo Rei. A notícia foi confirmada pela direção do hospital na manhã desta quarta-feira (27).

Só Requião salva: salvou um, salvou dois, vai salvar mais

27 Agosto, 2008
11:38

Nos bastidores do Palácio das Araucárias, advogados se esforçam para tentar salvar o sobrinho de Requião, João Arruda, diretor da Companhia de Habitação do Paraná. A idéia é fazer valer a tese de que Arruda foi escolhido pelo conselho da entidade e não diretamente pelo governador. Requião já salvou dois parentes desde que o STF anunciou a edição da súmula vinculante número 13 que proíbe o nepotismo no país. Nomeou a mulher, Maristela Requião, e o irmão, Eduardo Requião, para cargos de secretários especiais - uma exceção admitida pelo STF que pode virar regra.

‘Eu não pinto o cabelo’, diz Alvaro

27 Agosto, 2008
11:28

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DEU NO BLOG CONEXÃO BRASÍLIA

O senador Alvaro Dias (PSDB) não gostou nada das homenagens que recebeu da cantora Rita Lee, durante o show feito por ela em Curitiba no sábado passado. A roqueira demonstrou indignação com um projeto do paranaense que regulamenta a atividade circense. O problema seria a continuidade da permissão do uso de animais.

O parlamentar soube, por amigos, das críticas. No palco, Rita teria dito se referido a ele “como aquele senador que pinta o cabelo e as sobrancelhas”.

Alvaro disse que não foi ele quem colocou animais no circo e que seu texto protege os bichos. E defendeu-se do ataque às madeixas. “Eu não pinto o cabelo. Muito menos as sobrancelhas. É genético, meu pai também demorou muito para ficar grisalho.”

O senador pensa em falar pessoalmente com Rita, de quem diz ser fã. Castigo ou não, o caminhão da cantora foi roubado por uma quadrilha na estrada durante a volta para São Paulo. Uma quadrilha levou o equipamento de som e figurino da banda.

Requião ‘chora’ e diz que não pode pagar conta de água e luz

27 Agosto, 2008
10:56

DEU NA GAZETA DO POVO

O governador Roberto Requião (PMDB) se queixou da determinação do desembargador federal Edgar Lippmann Júnior, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), que bloqueou R$ 50 mil da conta bancária do chefe do Executivo estadual. A reclamação foi feita durante a reunião da “Escola de Governo”, na manhã desta terça-feira (26), na TV Educativa.

Requião afirmou que a decisão judicial está atrapalhando a sua vida financeira. “Fiquei sem dinheiro para pagar prestação da escola de meus filhos, água e luz porque seqüestraram minha conta-salário do Banco do Brasil. Foi uma atitude de uma arbitrariedade inimaginável”, disse o governador na reunião com o secretariado. O salário de Requião é de R$ 24,5 mil, ou seja, o teto do funcionalismo público. A assessoria de imprensa da Casa Civil não soube informar se Requião está inadimplente, em razão do bloqueio da sua conta-salário.

Enquanto isso em um presídio cinco estrelas…

27 Agosto, 2008
10:39

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A charge de Tiago Rechia na Gazeta desta quarta.

O velho e o bar

27 Agosto, 2008
10:34

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A charge de Benett na Gazeta do Povo desta quarta.

Cinco deputados-candidatos tiram licença. Faltam sete

27 Agosto, 2008
09:25

DEU NA PARABÓLICA

Mais um deputado estadual tirou licença por conta da campanha eleitoral ontem. Desta vez foi Ênio Verri (PT), candidato à prefeitura de Maringá. Já tinham feito o mesmo Rosane Ferreira (PV), Reni Pereira (PSB),  Edgar Bueno (PDT) e Elton Welter (PT).

A licença implica em abdicar do salário de R$ 12,2 mil por dois meses. Sete deputados que também disputam a prefeitura em suas cidades ainda não se dispuseram a fazer o mesmo. São eles:

Fábio Camargo (Curitiba)
Antonio Belinati (Londrina)
Jocelito Canto (Ponta Grossa)
Luís Eduardo Cheida (Londrina)
Bete Pavin (Colombo)
Dr. Batista (Maringá)
Cleiton Kielse (Curitiba) - candidato a vice de Carlos Moreira

É bom, mas dói no bolso

27 Agosto, 2008
09:09

‘A nomeação de Eduardo Requião como secretário especial para Assuntos dos Portos,  foi confirmada na tarde de ontem. A troca de nomenclatura do cargo ocupado pelo irmão do governador irá implicar em um corte de R$ 3 mil no seu salário. Como superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Eduardo tinha remuneração de R$ 14,9 mil. Os vencimentos de um secretário especial não ultrapassam R$ 11,9 mil’

VIA JORNAL DO ESTADO

Remédio amargo

27 Agosto, 2008
09:04

‘O Atlético Paranaense é o Atlético genérico. Porque o Atlético mesmo é o Galo mineiro’
(Do comentarista esportivo Milton Neves,
na Bandnews. Afe! )

Lamentos paranaenses

27 Agosto, 2008
09:01

‘A prerrogativa para nomeação dos agentes políticos foi dada pelo STF na análise de um caso específico relativa ao município de Água Nova, no Rio Grande do Norte. A súmula, em momento algum, diz que o governador pode nomear parentes secretários’

‘Não é a mesma função. O governador não pode se valer destas nomeações para manter seus parentes empregados no governo’

(Do advogado Cid Campêlo Filho, contestando a transformação em secretários especiais de Maristela Requião e Eduardo Requião)

‘Ele atropela tudo’

‘Imediatamente, ele (Requião) procurou se aproveitar. Se o Supremo diz que pode nomear nessa situação, o que vamos fazer? Se a última corte já decidiu isso, o que fazer? Recorrer para quem?’

‘Só nos cabe lamentar e esperar que daqui a dois anos possamos corrigir’

(Do líder da oposição na Assembléia, Élio Rusch, do DEM)

Requião burla decisão do STF sobre nepotismo

27 Agosto, 2008
08:45

DEU NO BEM PARANÁ

ABRAÃO BENÍCIO

A manobra do governador Roberto Requião (PMDB) para legitimar a prática do nepotismo em seu governo e garantir a permanência da esposa Maristela e do irmão Eduardo na administração pública do Estado vai desencadear nova disputa judicial. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seção Paraná (OAB/PR), Alberto de Paula Machado, garante que, caso o Ministério Público (MP/PR) não conteste a manobra requianista, vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal. O ex-secretário do governo Jaime Lerner, o advogado Cid Campelo Filho, também promete entrar com uma reclamação no STF contestando a transformação de Maristela e Eduardo em secretários especiais.

A reportagem do Jornal do Estado entrou em contato com o responsável pela Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público, promotor Moacir Gonçalves Moreira Neto, que informou que o MP prefere aguardar o julgamento das ações antinepotismo que já tramitam no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ/PR). O presidente da OAB considera a estratégia um equívoco. “Aquelas ações nasceram em um momento jurídico diferente, antes da edição da súmula. A atitude de Requião tem claro objetivo de burlar a manifestação do Supremo. É um ato explícito de desrespeito a máxima Corte brasileira e deve ser combatido. Do ponto de vista jurídico, mudar o nome de um cargo não tem qualquer eficiência legal”, afirma Machado.

Uma estátua para Requião

27 Agosto, 2008
06:25

A coluna Toda Política desta quarta-feira no JE.

O governador do Paraná Roberto Requião merece que lhe ergam um busto de bronze, quem sabe um panteão, tão logo deixe a administração estadual. Só ele foi capaz levar o nepotismo aos píncaros da glória.
Mesmo com a decisão dos ministros do STF de proibir a prática no país, Requião achou solução supimpa para dar guarida a seus parentes. Aproveitando-se de brecha deixada pelo próprio STF que diferenciou as figuras de agentes políticos (ministros, secretários estaduais e municipais) de administrativos (funcionários em cargos comissionados), Requião fez o que dele se esperava: tornou a mulher, Maristela Requião, e o irmão, Eduardo, secretários especiais do Museu Oscar Niemeyer e do Porto de Paranaguá, respectivamente.
As nomeações com as datas do dia 20 (no caso de Maristela) e do dia 25 (no caso de Eduardo) devem ser publicadas na próxima edição eletrônica do Diário Oficial do Estado.
A atitude de Requião foi classificada pelo presidente da seção paranaense da OAB, Alberto de Paula Machado, como uma “zombaria”. “Afrontar as decisões do Supremo é desacreditar as instituições do país”.
O STF não deve, no entanto, tratar a chacota requianista como um caso individual. Ontem mesmo, o prefeito do Rio, César Maia, tratou de seguir o exemplo de Requião e nomeou a irmã também para o cargo de secretária. Se isso está acontecendo em um dos principais estados da federação e na segunda capital do país, imagine o que poderá ocorrer nos grotões.
Escrevi na semana passada e reafirmo: os ministros do STF tomaram uma decisão meia-sola ao permitir que o chefe do Executivo, em qualquer esfera, nomeie parente para ocupar o cargo de “agente político”. É um coelho tirado da cartola.
Do qual Requião, aliás, soube se aproveitar como ninguém. Ligeiro (e bota ligeireza nisso), o governador assinou decreto nomeando Maristela para o cargo de secretária especial no mesmo dia em que os ministros entenderam que o artigo 37 da Constituição Federal era suficiente para proibir o nepotismo no país, dispensando assim a edição de uma lei.
Requião fez ouvidos moucos sobre o caso. Ontem, na Escolinha, espaço da TV Educativa que ele reclama para dizer o que pensa, o governador estranhamente resolveu silenciar sobre o nepotismo. Um silêncio que era, contudo, triunfante. Típico de quem age na calada da noite.

Itamar, e tá pior
Sem a presença do cerimonial da prefeitura em evento no Mercado Municipal, a mulher de um secretário resolveu fazer as honras da casa e chamou o secretário de Defesa Social, Itamar Santos, de Itamar Franco. Quaquaquá.

Ah, a fama
Santos não se incomodou. Saiu da solenidade disposto a encomendar um topete ao cabeleireiro. Só para combinar.

ARREMATE
O vice Orlando Pessuti acusa dois parentes no governo – a mulher e o irmão. Pois são quatro: há ainda as cunhadas Roseli Fischer Bassler, diretora do Museu Alfredo Andersen, e Vilma Pessuti, que ocupa cargo de primeira grandeza na Secretaria do Trabalho.

OBLADI-OBLADÁ
Candidato a vereador pelo PT, o travesti Andrielly Vogue está vendendo rifas para arrecadar fundos para a campanha. Na segunda-feira, vendeu um número para o Paulo Salamuni (PV) e quatro para Ângelo da Farmácia (PP). Feliz com a compra substancial, premiou o parlamentar com um beijocão. Ó vida. *** Há um Barack Obama na cidade de Ubiratã, no interior do Paraná. Ele é candidato a vereador. Pelo PT.

marcusvrgomes@uol.com.br

As manchetes desta quarta

27 Agosto, 2008
06:13

JORNAL DO ESTADO
OAB-PR reage contra manobras de Requião para manter irmão e esposa

GAZETA DO POVO
Requião repete artifício e mantém o irmão no Porto de Paranaguá

FOLHA DE S. PAULO
Rússia desafia Ocidente e reconhece separatistas

O ESTADO DE S. PAULO
Ministro apóia teles contra a Anatel

O GLOBO
Tráfico e milícia disputam lucros de serviços ilegais

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