21 agosto, 2011
10:49
Uma dica para reduzir a gordura abdominal e consequentemente o risco de doenças do coração é consumir alimentos integrais, que aumentam a saciedade. “Os alimentos integrais têm mais nutrientes e fornecem ao organismo energia, fibras, vitaminas, minerais, antioxidantes e proteínas. As fibras diminuem a fome e consequentemente ajuda a diminuir a quantidade de comida ingerida”, acrescenta o nutrólogo Maximo Asinelli.
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19 agosto, 2011
08:46
Com três meses de duração, o inverno chega de mansinho no dia 21 de junho e deixa todo mundo cheio de roupa até o dia 21 de setembro. Claro que as temperaturas não seguem exatamente o calendário, mas pode-se ter uma base a partir disso. E quando o frio chega pra valer aumenta o apetite, pois o organismo procura formas para se manter quente e comer é uma delas. De acordo com Maximo Asinelli, nutrólogo e membro da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais, todos devem ficar de olho na dieta. “É importante manter uma dieta saudável e equilibrada mesmo durante os meses mais frios. Nutrientes essenciais a saúde como proteínas, vitaminas, água, minerais, lipídeos e carboidratos não podem faltar”, ressalta. Ele recomenda a ingestão de legumes, que tem baixos índices calóricos, são ricos em fibras e ajudam na digestão. “As sopas preparadas com legumes, verduras, grãos e temperos são uma ótima opção, pois além de esquentarem o corpo, saciam a fome”, afirma.
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17 agosto, 2011
08:29
No frio a tendência é o organismo sentir mais fome e preferir comidas quentes e calóricas. As sopas podem ser uma boa opção para aquecer sem exagerar nas calorias e o segredo está na escolha dos ingredientes. “Tudo depende dos ingredientes selecionados para fazer a sopa, quanto mais caseira melhor. As de pacotinho, industrializadas, devem ser evitadas, pois elas contêm muito sódio, gordura hidrogenada e conservantes”, explica o nutrólogo Maximo Asinelli. Para não errar escolha no máximo dois elementos de cada grupo alimentar e abuse das verduras e legumes. Maximo sugere o preparo de uma boa sopa com um cereal ou tubérculo como macarrão, arroz, batata ou mandioca, uma fonte de proteína que pode ser frango (sem pele), carne vermelha ou peixe e um tipo de grão como feijão ou lentilha.
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15 agosto, 2011
07:32
A sopa é uma ótima refeição para esquentar e ajudar a perder aqueles quilinhos a mais. Porém tudo depende da quantidade consumida e dos ingredientes escolhidos. “Os legumes e verduras sempre vão ser os alimentos mais indicados para uma refeição saudável. São ricos em vitaminas, fibras e minerais, auxiliam o intestino e estimulam a saciedade”, explica Maximo Asinelli, nutrólogo e membro da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais. O especialista aponta também que as sopas ajudam a hidratar o corpo nos dias mais frios, quando o organismo tende a sentir menos sede e o consumo de água diminui.
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14 agosto, 2011
00:26
Uma boa opção para aquecer o corpo são as sopas. Quentes e cheias de nutrientes elas contribuem para a manutenção da saúde. “Além de aquecer, as sopas são de fácil digestão, hidratam o corpo – já que no inverno a tendência é sentir menos sede e o consumo de água diminui – e oferece ao organismo vitaminas, fibras e minerais”, afirma Maximo Asinelli, nutrólogo e membro da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais. O médico salienta que por ser rica em fibras e água, o prato estimula a saciedade e favorece o funcionamento intestinal.
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12 agosto, 2011
00:31
No inverno o consumo de sopas aumenta e os acompanhamentos e cremes são uma tentação para quem é bom de garfo. Maximo Asinelli, nutrólogo e membro da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais, afirma que para evitar o consumo excessivo de calorias o ideal é preparar sopas caseiras, com muitas verduras e legumes.
“Cremes, bacon, queijo e carnes com gordura devem ser deixados de lado para garantir uma refeição saudável e com poucas calorias. E os acompanhamentos não são necessários se a sopa tiver muitos ingredientes. Mas se for indispensável às torradas são a melhor opção”, indica o especialista. Ele acrescenta que temperos naturais são melhores do que os industrializados que contém em sua composição sódio e corantes.
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15 julho, 2011
05:03
São vários sabores e texturas, ao leite, branco, meio amargo, com frutas ou cereais, nesta época do ano as prateleiras dos mercados estão cheias de todos os tipos de chocolate. Alimento que pode trazer alguns benefícios, mas consumido em excesso pode prejudicar a saúde.
O nutrólogo Maximo Asinelli explica que o consumo exagerado do chocolate pode causar alergias, diarréias e ganho de peso, mas que se ingerido com prudência pode auxiliar o organismo. Podendo fazer bem inclusive para quem sofre de depressão, já que libera endorfina e serotonina causando a sensação de bem estar.
Mas qual o tipo de chocolate mais recomendado? Vamos conferir quais as vantagens e desvantagens segundo o nutrólogo Maximo Asinelli:
Chocolate ao leite – é um dos que possui menos gordura hidrogenada na sua composição, sendo menos calórico. Porém vale lembrar que a adição de outros alimentos, como nozes, cremes, frutas entre outros, acrescentam gordura ao chocolate. “Assim como todo chocolate, o consumo em exagero pode causas irritações na pele, no estomago e na mucosa intestinal”, enfatiza Asinelli.
Chocolate Branco – cheio de controvérsias é o menos indicado, já que não possui propriedades benéficas na sua composição. Alguns nem o consideram chocolate já que não possui o licor de chocolate – fermentação não alcoólica feita do cacau que é à base da produção do doce. É produzido a partir da manteiga de cacau, e por este motivo não contém antioxidantes.
Chocolate Amargo – é produzido com grãos torrados de cacau e suas principais características são pouco açúcar e a não adição de leite. É conhecido como um dos mais benéficos, pois na semente do cacau há substâncias antioxidantes, a flavonóide, que pode agir como protetor cardiovascular, e também auxilia na redução da oxidação do colesterol LDL (colesterol ruim). “Mesmo sendo entre eles o mais benéfico, não justifica o consumo em exagero”, chama a atenção o nutrólogo, que ainda afirma que cerca de dois quadrados da barra do chocolate já contém a quantidade suficiente para se ter os benefícios.
Chocolate Diet – estes chocolates são geralmente produzidos para diabéticos, já que substitui o açúcar do alimento por adoçantes, mas também é consumido por aqueles que querem emagrecer. Contudo o uso dos adoçantes acaba modificando a textura do alimento e os fabricantes passam a usar gorduras para aproximar da textura habitual, aumentando muito assim o valor calórico do chocolate. No final do processo o chocolate diet tem valor calórico muito próximo ao dos outros chocolates.
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29 junho, 2011
06:00
No Dia das Crianças a correria foi certa para as lojas de brinquedos, mas essa é um momento importante também para os pais lembrarem de cuidar da saúde de seus filhos nessa e em todas as outras datas do ano. Os primeiros anos de vida do bebê são decisivos sobre a saúde que ele terá quando se tornar adulto. Doenças graves como hipertensão arterial e a obesidade podem ter raízes na alimentação inadequada no início da vida. O sal é um elemento central nesta questão, por isso deve haver cuidado na hora de oferecê-lo à criança.
O primeiro ano de vida é o mais sensível à ação do sódio, parte principal na composição do sal. Ele entra na dieta do bebê no momento em que os pais deixam a amamentação natural de lado e passam a oferecer alimentos sólidos. Antes de fazer seu primeiro aniversário, a criança ainda não está em plena condição de metabolizar essa substância, nem seu paladar está amadurecido o suficiente para sentir o sabor.
O consumo acaba sendo baseado na sensação da mãe ou do pai sobre a quantidade de sal na comida. O adulto funciona completamente diferente da criança. Invariavelmente, os pais que procedem assim fazem seus filhos ingerir muito mais sódio do que o recomendado. Esse é o primeiro passo para desenvolver problemas de pressão arterial no futuro.
Estudos demonstraram que lactentes que recebem o leite de vaca também podem apresentar hipernatremia (aumento de sódio no sangue). Isso ocorre devido ao aumento da carga metabólica imposta pela elevada concentração de solutos (sódio, potássio, cloro e proteína) sobre a função renal ainda imatura.
O leite de vaca ainda pode gerar demasiado sobrepeso devido a grande quantidade de gorduras, ainda mais quando misturado com açúcar. Formar um adulto obeso é um resultado esperado. O quadro é ainda pior quando os bebês nascem prematuros ou com peso muito baixo do ideal, acarretando distúrbios metabólicos e crescimento desproporcional.
A informação e a consciência dos pais é fundamental, pois são eles que vão definir de que maneira a criança irá se desenvolver. A alimentação correta é imprescindível no início da vida. Nos seis primeiros meses, seu único alimento é o leite materno, nada mais. O problema é que muitos pais ignoram isso, acham que não é suficiente.
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29 junho, 2011
06:00
Pratos leves, com ingredientes saudáveis, bem equilibrados e nutritivos. A comida japonesa virou moda nos últimos anos e o aumento do número de restaurantes especializados é surpreendente. Bom para os ocidentais, com a oportunidade de se aproveitar de uma alimentação saborosa e ótima para a saúde que dá aos seus criadores uma longevidade ímpar no mundo.
E isso não é lenda. Pesquisa do Japanese-Brazilian Diabetes Study Group (JBDSG) mostra que houve um aumento de 23% para 36% no número de nipo-brasileiros com diabetes. No Japão, são apenas 7%, de acordo com a Atlas da Federação Internacional de Diabetes. Além disso, 20% dos japoneses são obesos no Brasil e apenas 10% em seu país de origem.
Mas qual o segredo?
O principal ingrediente é o peixe. “Os melhores para esse tipo de culinária são o salmão, atum, robalo, namorado, linguado. Este alimento é rico em proteínas e ômega 3, uma gordura especial que faz bem ao coração, reduzindo o colesterol e a pressão arterial.
A soja também tem um lugar importante na gastronomia japonesa. Como a carne vermelha não costuma fazer parte das receitas, o grão a substitui com qualidade. A carne de boi é uma boa fonte de ferro, mas sua ausência na culinária japonesa não é problema, pois a soja também é rica deste nutriente e consegue suprir a demanda sem dificuldade. Além disso, ela auxilia na redução do coleterol ruim (LDL) no sangue, o que evita o acúmulo de gordura nas artérias.
O chá-verde é outra especialidade oriental que caiu no gosto dos ocidentais. Assim como o gengibre e o shitake (cogumelo muito comum nos pratos japoneses, que contém ácido glutâmico, importante para o sistema imunológico), a bebida é antioxidante e combate os radicais livres, desacelerando o envelhecimento.
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