26 dezembro, 2010
07:04
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de cinco milhões de pessoas morrem todos os anos devido ao Acidente vascular Cerebral (AVC). Alguns cuidados devem ser tomados antes de viajar de avião quando a pessoa sofre um AVC. “Nestes casos deve-se levar em consideração o estado geral do paciente e a magnitude da doença. A Sociedade de Medicina Aeroespacial recomenda aguardar alguns dias antes de embarcar para que o organismo se recupere”, observa Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL).
Deve-se aguardar pelo menos 5 dias no caso de AVC isquêmico pequeno; 7 dias quando a doença está em progressão ou quando é AVC hemorrágico não operado; e 14 dias no caso de AVC hemorrágico operado.
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24 dezembro, 2010
06:01
• Infarto não complicado: aguardar duas a três semanas.
• Infarto complicado: aguardar seis semanas.
• Angina instável: não deve voar.
• Insuficiência cardíaca grave e descompensada: não deve voar.
• Insuficiência cardíaca moderada: verificar com o médico se há necessidade de utilização de oxigênio durante o voo.
• Revascularização cardíaca: aguardar duas semanas.
• Taquicardia ventricular ou supraventricular não controlada: não voar.
• Marcapassos e desfibriladores implantáveis: não há contraindicações.
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23 dezembro, 2010
07:59
De acordo com a Sociedade de Medicina Aeroespacial, há prazos determinados para se fazer viagens aéreas depois de haver complicações no sistema cardiovascular. “Este prazo tem o objetivo de assegurar uma viagem tranquila e sem imprevistos. Conforme a complicação é estipulado a quantidade de dias necessários para viajar de avião”, aponta Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL). O prazo pode variar entre quatro dias e seis semanas e até haver a contra-indicação da viagem.
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22 dezembro, 2010
06:57
De acordo com Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL), pessoas que possuem doenças cardiovasculares devem consultar um médico especializado antes de embarcar no avião. “No caso de complicações no quadro, há prazos determinados para que a pessoa seja liberada para viagens aéreas. A Sociedade de Medicina Aeroespacial estipula certos prazos conforme a situação. Como o tempo determinado é geral, o ideal é buscar ajuda médica para ter a melhor orientação”, recomenda Asinelli.
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21 dezembro, 2010
07:55
Quem sofre com infecções como pneumonia e sinusite deve evitar viagens áreas, pois as respostas fisiológicas do organismo podem ser alteradas por causa destas doenças. “Pessoas com doenças pulmonares contagiosas, sejam passageiros ou tripulantes, também não devem viajar. Além de expor outras pessoas a doença, há o risco dos sintomas piorarem e ocorrerem complicações durante e depois do voo”, alerta Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL).
No caso de bronquite, asma e enfisema é preciso consultar um médico especializado antes de viajar. “O médico irá analisar as condições de saúde do paciente e pode até indicar o uso de suporte de oxigênio para ser usado durante a viagem”, ressalta Asinelli.
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20 dezembro, 2010
09:54
As férias estão chegando e muitas pessoas aproveitam a folga para viajar. Entre os meios de transporte preferidos estão o avião. Além de ser rápido e confortável, é considerado mais seguro. Para que sua viagem aconteça sem imprevistos, acompanhe os próximos posts e saiba quais são as principais recomendações em casos de doenças, gestantes e outros conselhos gerais para que o avião não se torne um vilão. Todas as indicações foram feitas por Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL). Leia, se prepare e boa viagem!
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5 novembro, 2010
04:59
Entre os principais sintomas da hipóxia estão à falta de ar, dor de cabeça, forte cansaço, insônia, náuseas, diarréia, falta de apetite, raciocínio lento, redução da coordenação motora e taquicardia. “De acordo com a altitude, a hipóxia pode levar a perda de consciência e a morte em apenas alguns minutos. A manifestação e a magnitude dos sintomas dependem de fatores como a altitude, a velocidade, a temperatura ambiente, as características de cada organismo, a aptidão física e a aclimatação”, acrescenta Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL).
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4 novembro, 2010
04:44
Dentro do avião a pressão do ar diminui conforme a altitude e pode ficar até mais baixa do que comparada à pressão ao nível do mar. “Durante o voo, o organismo tem uma baixa oxigenação do sangue ocasionando uma leve hipóxia, ou seja, baixa oxigenação dos tecidos, mas que não causa prejuízos nas pessoas saudáveis. Porém quem tem agravantes como doenças cardiovasculares ou respiratórias podem sentir desconfortos”, aponta Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL).
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3 novembro, 2010
04:40
De acordo com Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL), o ar é composto por várias moléculas que, devido ao peso, ficam perto do chão pela força da gravidade. “Os aviões possuem um estoque de ar comprimido que é distribuído por todas as cabines, deixando-as pressurizadas para que o ar lá dentro fique igual ao quando estamos em terra”, esclarece. Por este motivo, se acontecer a despressurização, máscaras de oxigênio caem automaticamente para que os passageiros consigam respirar.
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2 novembro, 2010
04:39
Segundo Maximo Asinelli, médico Civil da Aviação credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com Curso de fisiologia de vôo no Centro de medicina Aeroespacial (CEMAL), a hipóxia pode ser causada a partir de uma alteração em qualquer parte ligada ao transporte de oxigênio do organismo. “Isso pode acontecer devido a diversos fatores, como quando há deslocamento para áreas com baixas concentrações de oxigênio, obstrução do fluxo sanguíneo ou até anemia”, ressalta o especialista.
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