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'Saindo da Nutrição'

MÉDICO GENÉRICO

8 April, 2011
16:32

Medico_generico_2_463- Olá D. Gertrudes! Sente-se, por favor.
- O Senhor viu, doutor? O Conselho Federal de Medicina disse que os médicos não podem mais determinar a marca das próteses que implantam, só as especificações.
- Vi, sim, D. Gertrudes. Devemos dizer o modelo, o material de que é feita, as características técnicas, mas não podemos sugerir uma marca.
- Até que enfim, não é, doutor… Ouvi dizer que havia médicos recebendo dinheiro, por fora, dos fabricantes, para indicar uma marca de prótese.
Que absurdo!
- É, D. Gertrudes, os médicos não devem fazer isso, não é?
- É, não devem. Ninguém deve fazer isso…
- Bem, aí é mais difícil afirmar, D. Gertrudes. Mecânicos de automóveis obtêm lucro nas peças que trocam, arquitetos têm percentagem sobre os acabamentos que indicam, gerentes de banco têm porcentagem sobre o seguro que vendem, maitres de restaurantes têm dez por cento sobre os vinhos que recomendam, vendedores de todos os ramos têm comissão sobre o que sugerem que compremos. Na verdade, a maioria das pessoas que lhe sugerem algo, neste mundo, está¡ ganhando alguma coisa. Mas os médicos, definitivamente não devem fazer isso.
- Por que será¡ que alguns fazem?
- Não sei… Mas posso imaginar. Talvez tenham se cansado de ver os planos de saúde pagando 20.000 reais por uma prótese, e só 400 para o médico que a implanta.
- Mas isso não justifica, doutor. Afinal, os fabricantes de prótese são empresários, e os médicos são profissionais dedicados exclusivamente à saúde de seus pacientes.
- É, não justifica, D. Gertrudes. De fato, não. Mas é preciso separar as coisas: uma coisa é indicar uma marca porque ela paga percentagem, outra é o médico indicar porque acha que aquela marca é a melhor para seu paciente, sem receber nada por isso.
- Sabe, doutor, eu sempre detestei esse negócio de marca. É pagar por uma etiqueta…
- Bem, D. Gertrudes, marcas existem desde os primórdios da humanidade.
Desde o primeiro ser humano que comprou ovos numa feira, existiu o fator confiança no vendedor. Marcas são, basicamente, uma relação de confiança. Escolhemos marcas em eletrodomésticos, em automóveis, em empresas de telefonia, em roupas, em quase tudo. Porque a marca pressupõe uma história, e serve como um indicio de que aquilo que estamos comprando foi feito por alguém, ou por uma empresa, que construiu seu nome ao longo de muito tempo, com bons serviços prestados. Claro que isso não é absoluto, pode-se comprar uma porcaria de uma marca conhecida, mas isso faz deteriorar a marca com o tempo. De qualquer forma, o conceito de marca está presente nas relações comerciais desde que a civilização começou.
- Pois eu não uso esse conceito. Quando vou à feira, escolho as bananas que me parecem melhores. Se não estiverem boas, na próxima vez compro de outro. Não me interessa a marca.
- Claro que sim. Mas a senhora compra bananas todas as semanas, e consegue distinguí -las pelo aspecto. Entretanto, só comprará¡ uma prótese implantável uma ou poucas vezes na vida. Como vai ter experiência para distinguí-las, ainda mais considerando que não entende nada disso?
- Vou confiar no meu médico. Ele deve implantar essas próteses com freuência, e deve saber qual é a melhor…
- Sim. Mas ele também usa a marca como guia para essa escolha. Afinal, ele trabalha com coisas que não podem falhar. Ninguém salta de paraquedas sem saber quem o fabricou, quem dobrou, não é? O paraquedas pode estar lindo e branquinho, mas é bom saber quantos, daquela mesma marca, já deixaram de abrir alguma vez.
- É, doutor. Mas, assim mesmo, acho que os médicos deveriam esquecer para sempre esse negócio de marcas. Deveriam se ater às características básicas do produto, dados técnicos apenas.
- Isso nunca vai ser possível, D. Gertrudes.
- Por quê?
- Porque o médico, em si, também é uma marca.
- Como assim?
- Quando a senhora precisa escolher um médico, se informa sobre ele.
Procura saber de pessoas que já tenham sido tratadas por ele, pergunta a outros médicos sobre a reputação profissional, investiga sobre a experiência pregressa que ele tem no assunto, etc. O próprio nome do médico é, em última análise, uma marca.
- Isso é verdade. Mas, doutor, nós sempre poderemos escolher os nossos médicos, não é?
- Não. Do jeito que as coisas vão, a senhora deverá¡, em breve, especificar apenas os dados técnicos do médico que quer. Por exemplo: oftalmologista, que tenha consultório na zona sul, que atenda no período da manhã, que não
atrase mais que 20 minutos e com mais de 5 anos de prática. O plano de saúde é quem dirá o nome do médico a quem a senhora deve confiar sua saúde. O nome não pode ser escolhido, porque é, em última instância, uma escolha de marca.
- Nossa, eu não gosto disso!
- Vá se acostumando. Será a época do médico genérico.

(texto recebido pela internet sem citação de autoria)

 

Maximo Asinelli responde questões sobre alimentação

7 April, 2011
15:09

o que falta e o que você deve incluirHoje (07) é o último dia para quem quer tirar dúvidas sobre alimentação com o nutrólogo Maximo Asinelli no Shape Responde. O canal faz parte do site Revista Shape e traz especialistas que sanam os questionamentos dos internautas.
Asinelli recebeu o convite para participar durante uma semana do Shape Responde e aprovou a experiência. “É muito bom ter contato direto com as pessoas e responder as suas perguntas. A internet ajuda a intensificar o contato com o público”, afirma.
Se você quer saber o que incluir nas refeições do dia a dia de acordo com a sua rotina individual aproveite a oportunidade e tire a sua dúvida com Asinelli. O nutrólogo é diretor da clínica Asinelli, membro da rede brasileira de estudos em nutrigenômica e da Associação Brasileira de Nutrologia  (ABRAN).

Acesse o site e faça a sua pergunta:
http://www.revistashape.com.br/component/shaperesponde/shaperesponde

 

Exercícios estão na base da nova pirâmide alimentar

7 September, 2010
05:10

_0ju3De acordo com o nutrólogo Maximo Asinelli, pesquisadores da Universidade de Harvard concluíram que alguns conceitos fixados pela antiga pirâmide alimentar estavam errados. “Antes acreditava-se que todos os carboidratos faziam bem a saúde, que todas as gorduras deviam ser consumidas de forma moderada, que era necessário consumir laticínios pelo menos duas  vezes ao dia e que as proteínas podiam ser obtidas igualmente nos peixes, ovos e carnes vermelhas. Mas não foi isso que mostrou novos estudos a respeito dos alimentos”, afirma Maximo. O médico acrescenta que a Pirâmide de Harvard, também conhecida como a dos Alimentos Funcionais traz novas premissas e tem como elementos primordiais os exercícios físicos e a manutenção do peso saudável.

 

Médicos e Cabeleireiros

4 August, 2010
09:12

0,,33327834,00– Te vejo no mês que vem?
– Com certeza.
– Quer deixar marcado?
– Melhor não. Não quero prender seu horário. Depois eu ligo e marco.
Este foi meu último diálogo com um profissional que vejo quase todos os meses. Felizmente, não sofro de nenhuma doença crônica que precise de acompanhamento periódico. Nem tampouco sou hipocondríaco
ou faço exames regulares com receio de algum mal maior. Este foi apenas um fragmento de conversa com o profissional com quem corto o cabelo há mais de dez anos.
Saindo do salão, deixei um cheque no valor de R$ 44, referentes ao corte e mais 10% de gorjeta, como meu pai me ensinou: “Filho, esses profissionais ficam bem mais motivados a trabalhar se você demonstrar satisfação”.
Chegando ao consultório, me deparo com uma situação constrangedora, na qual uma paciente recusava-se a fornecer seu cartão do plano de saúde para ser feita a cobrança junto à seguradora, pois alegava que era retorno de consulta, que ela apenas tinha ido para mostrar os exames que eu pedira havia dois meses. Para contornar a situação, acabei orientando que não fosse feita a cobrança e que a atenderia assim mesmo. Afinal, poderia dar a impressão de que eu estava sendo mercenário ou que minha atitude não era digna de um médico com mais de 20 anos de formado.
Ao deitar para dormir à noite, algo me inquietava e afugentava o sono. Eu pagara R$ 44 ao cabeleireiro e, no mesmo dia, tivera recusada pela paciente uma cobrança de R$ 34 referentes a uma consulta médica
para avaliar alguns exames, que me orientariam na conduta frente a um diagnóstico de câncer e sua possibilidade de cura.
No mês seguinte, voltei ao salão para cortar o cabelo com um pouco menos de entusiasmo. Considerando o investimento em formação técnica e profissional, proporcionalmente, se eu recebo R$ 34 por uma consulta, deveria pagar não mais do que R$ 5 para cortar o cabelo. Conversando com o Lúcio, o meu cabeleireiro, ele me disse que fez um curso de um ano em escola de cabeleireiros, que vai anualmente a congressos para conhecer novas técnicas, novos produtos e se atualizar nos cortes da moda.
Realmente, fiquei orgulhoso em saber que meu profissional é um sujeito atualizado. Novamente a inquietude me tomou de assalto e não pude deixar de me comparar ao Lúcio. Certamente, ele não tem curso superior. Nem tampouco pós-graduação. No entanto, isso não o faz uma pessoa menor. Maneja muito bem a tesoura e a máquina e dá o que o cliente quer: satisfação. Valoriza seu trabalho e investe na profissão. Voltei a pensar em mim. Ele está certo. O que motiva então essa comparação entre um médico e um cabeleireiro?
Vejamos: ambos temos clientes. Os dele são mais fiéis do que os meus, pois os meus vieram até a mim por intermédio do livrinho do convênio. Os dele são 100% particulares. Nós dois cuidamos da saúde das pessoas – claro que ele cuida dos cabelos e eu do resto. Vestimo-nos de branco impecavelmente. Manejamos a tesoura com habilidade. Está certo que as estruturas que eu corto, normalmente sangram e doem, mas temos que ter certa habilidade para tanto. Em alguns momentos usamos luvas e máscaras, para nos proteger e até proteger o cliente. Trabalhamos bastante. Às vezes, temos que atender em 15 minutos, mas normalmente damos conta do recado nesse período. Precisamos de infra-estrutura como pias, cadeiras,telefone, secretária, agenda, café, revistas, sala de espera etc. Pagamos impostos sobre o serviço realizado. E quantos…
1amedicos-curitibaE nossas diferenças?
Bem, fiz a faculdade em seis anos, após muito estudo para enfrentar um dificílimo vestibular. Diploma em mãos, foi para a gaveta, pois nova prova era necessária para fazer uma especialidade, dessa vez com funil ainda mais apertado. Mais três anos se foram. Aos meus 27 anos de idade, eu havia passado 1/3 deles na Santa Casa de São Paulo. Daí, comecei a trabalhar como plantonista, diarista, funcionário e até professor, para finalmente montar meu próprio consultório. Clientes particulares não existem para médicos pobres mortais da minha geração. Devem estar sendo cuidados pelo Ibama, para ver se se reproduzem em cativeiro. O jeito é fazer alguns convênios, pois hoje ninguém que tenha algum recurso financeiro quer ser atendido pelo SUS. E, a julgar pelas moças bonitas e pelos homens de meia-idade esbanjando saúde que aparecem nas propagandas, o plano de saúde deve ser uma maravilha. Descobriram a fonte da juventude!
Na outra ponta estamos nós, médicos de meia-idade, recebendo valores que variam de R$ 18 a R$ 42 por consulta para decidir sobre a sua saúde, caro leitor. E não para por aí: se formos falar em cirurgias, então, a coisa fica pior. Você pode não saber, mas se o seu plano de saúde te dá direito a quarto coletivo (enfermaria), o médico que faz a sua cirurgia recebe metade do valor combinado. Você deve estar se perguntando por quê. E nós também.
Alguns exemplos: uma cirurgia comum, como a amigdalectomia, paga entre R$ 60 e R$ 85 se for plano enfermaria e – pasme! – o dobro disso se for plano apartamento. Isso você não sabia quando fez o plano, não é? E por aí vai: apendicectomias, partos, hérnias, histerectomias, tireoidectomias pagam em torno de R$ 300 a R$ 450 no melhor plano.
E você achava que seu médico ganhava bem, não é? E os pediatras, clínicos, reumatologistas, pneumologistas, cardiologistas que não fazem cirurgias? Ganham o quê? Consultas e apenas  consultas…
Detalhe importante: cada vez que eu vou ao Lúcio, eu pago. Se o paciente voltar em menos de 30 dias, o convênio não paga. Se vier uma ou dez vezes em um mês, o médico recebe apenas uma consulta. E aquela paciente não quis me deixar cobrar uma nova consulta após dois meses, para ver seus exames. Duas consultas por R$ 34 significam R$ 17 cada uma, fora os impostos.
No salão do Lúcio também tem manicure e pedicure. Mão e pé saem pela bagatela de R$ 30, mas eu não faço lá. As mulheres gastam bem mais em seus cabelos com tinturas, escovas, banhos de óleo, chapinhas etc. e nada disso sai por menos do que… uma consulta médica. Não que não devam fazer. Acho que devem se cuidar, se enfeitar e ser vaidosas, com moderação. Apenas quero alertar para o conflito de valores. Nem vou comentar sobre preço de depilação, sob pena de entrar em profunda depressão. Outros serviços, como “quick massage”, têm se popularizado nos shoppings. Meia hora por R$ 30. Sem impostos, recibos, notas fiscais, títulos de especialista, vigilância sanitária, conselho regional, associações de classe, sindicatos e convênios. E, se voltar no dia seguinte, paga de novo.
Enfim, existe o problema e muitos médicos têm vergonha de falar sobre isso. Alguns querem manter a pose de ricos e bem-sucedidos, quando na verdade estão mesmo é falidos. Eu deixei de atender convênios e parei de ter insônia por esse motivo. Agora o motivo é outro: como vou fazer para pagar minhas contas, se todos os pacientes querem passar com o “médico do convênio”?
Alexandre Hamam

 

Aprender nunca é demais!

5 July, 2010
10:29

Aluno é transitório, filho é para sempre…

Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/09…

O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy, Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho “Via de Acesso”, Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.

Em pesquisa realizada em março de 2006, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração – o primeiro nacional.

·       1º- lugar: Sigmund Freud;

·       2º- lugar: Gustav Jung;

·       3º- Lugar: Içami Tiba

1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc..

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome. Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto Deve ‘abandoná-lo’.

13. A mãe é incompetente para ‘abandonar’ o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca!!!!

18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem ‘vidas’, e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

21. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. ‘Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador’. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

22. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

25. Dinheiro ‘a rodo’ para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.


26. A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia.

 

Evento cultural*

17 December, 2009
09:20

Baile_Cartaz_Final_02

A Casa de Dança Tatiana Asinelli promove neste domingo (20) o Baile de Final de Ano. O evento será realizado no  Clube Duque de Caxias, a partir das 19h, e contará com apresentações de dança. Três professores virão do Rio de Janeiro para a ocasião, devido a uma perceria entra a Casa de Dança Tatiana Asinelli e a Casa de Dança Carlinhos de Jesus, muito conhecida nacionalmente.
Os ingressos custam R$ 10,00 – adquiridos antecipadamente – e R$15,00 na hora.  Mais informações podem ser obtidas no site http://www.casadedancacuritiba.com.br/