Dicas para comer em restaurante por quilo sem engordar – Parte 1

16 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
05:00

pratos1 – Primeiramente opte por trocar de prato. Experimente trocar o prato normal do almoço por um prato de sobremesa. Apesar de acomodar 40% menos comida, o fato de vê-lo cheio é um excelente motivador psicológico.Se você trocar o prato que você come por um menor, provavelmente você comerá 22% a menos. Foi feito um teste em um cinema no qual foi dado as pessoas que estavam no cinema pacotes grandes e gigantes de pipoca. As pessoas nem conseguiram comer toda a pipoca. Mas as que estavam com o pacote gigante, comeram 45% a mais. O fato é explicado pela dificuldade que as pessoas tem em parar de comer.

2 – Nunca coma cansado e com pressa. Caso esteja na correria pare, descanse e respire mais profundamente por 10 minutos antes de se servir no buffet;

3 – Procure alternativas. Faça uma lista dos alimentos que você mais gosta sem se preocupar com a quantidade de calorias. Procure achar alimentos mais saudáveis para cada item desta lista. Se você adora o pãozinho francês, troque por um pão integral. Os doces podem ser trocados por frutas como manga, mixirica, melão. Troque o chocolate por sobremesas com frutas;

 

Abacate: gordura do bem

14 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
07:00

Abacate. Alguns dizem que faz bem, outros que é muito gorduroso. Qual será a verdade sobre essa fruta?
O abacate é uma fonte rica de inúmeros nutrientes importantes ao organismo. Sua composição é extremamente interessante, porque contém quantidades altíssimas de vitaminas, fibras e ácido oléico (o mesmo encontrado no azeite, conhecido como gordura boa). Esse ácido é usado para prevenção de doenças crônicas, como cardiopatias, diabeste e dislipidemias, pois induz a redução do colesterol total (LDL e TAG) e favorece o colesterol bom, o HDL, além de ser anticoagulante. O abacate também é rico em cálcio, magnésio, fósforo, potássio e vitamina C.
No entanto, apesar de nutritivo, é preciso tomar cuidado com a fruta, que é extremamente calórica e pode gerar alguns quilinhos indesejados. A gordura, no entanto, não é problema para a saúde: o abacate não possui gordura saturada, e o ácido lipídico que ele contém é saudável e pode aumentar as taxas de HDL (colesterol bom) no organismo e, consequentemente, tem um papel importante na prevenção de doenças cardiovasculares. O ideal é comer três colheres de sopa por semana.
Além disso, ele é útil na prevenção de câncer de próstata e impotência e o caroço, moído, pode ser misturado ao leite e utilizado para resolver problemas renais, desinterias e doenças do aparelho reprodutor feminino, os corrimentos. O chá das folhas do abacate é altamente digestivo, estimulante e normaliza irregularidades da menstruação. Também serve para combater infecções na garganta, a rouquidão e a tosse. Mastigar as folhas frescas também tem bons resultados para curar afecções da boca, estomatites, ânsias, além de fortificar as gengivas e os dentes. Além de ser muito utilizado na cozinha do México e países da américa Latina, o avocado (abacate) é utilizado em molhos, saladas e até em sanduiches.

 

Cuidados com seu corpo para o verão

12 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
09:11

cintura

A maioria das pessoas passa o ano inteiro na academia só pensando no verão. Mas quando as temperaturas começam a aumentar, quem está realmente contente com o corpo? Sempre tem aquele detalhe mínimo pra acertar: uma estria aqui, uma celulite ali, aquela barriguinha que insiste em não ir embora. Mas, graças à tecnologia, existem atualmente métodos fáceis e rápidos de reparar esses probleminhas.
A massoterapeuta Alessandra Ferreira, da Clínica Asinelli, explica que em poucas sessões de massagem modeladora, por exemplo, é possível modelar a gordura, dando a impressão de redução de medidas. “Em aproximadamente seis sessões já dá pra ‘criar’ uma cinturinha e acabar com a gordurinha localizada”, diz. Outros tratamentos muito procurados são a drenagem linfática e a corrente russa. A primeira, por melhorar a circulação, diminuir a retenção de líquidos e eliminar toxinas, além de diminuir o inchaço, também faz bem para a saúde. A segunda tonifica os músculos e combate a flacidez, e tem efeitos ainda melhores quando acompanhada de musculação.
Além de emagrecimento e definição do corpo, Alessandra afirma que é importante cuidar da pele. “O sol é fundamental, mas maltrata, seca e mancha a pele, se exposta em excesso, nos horários errados e sem os devidos cuidados”, explica Alessandra. Por isso é importante também selecionar bem o profissional que vai realizar os tratamentos: o uso de produtos inadequados pode potencializar a ação danosa do sol.
Para o rosto, ela indica limpeza de pele, já que a estação propicia a formação de cravos e espinhas e o acúmulo de oleosidade e impurezas. A esfoliação no corpo todo, por retirar as células mortas, ajuda no bronzeamento. Já o peeling deve ser evitado: “mesmo o peeling mais superficial e menos agressivo, deixa a pele muito sensível, pois envolve muita química”, explica. E ela completa: “Química e sol são coisas que não combinam”.

 

Infância saudável, vida saudável

9 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
17:17

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A perda da guarda de dois filhos de um casal escocês foi notícia no mundo todo em outubro. Acusados de negligência, os pais foram punidos porque seus filhos, de 3 e 4 anos, caminhavam para obesidade mórbida, a exemplo de seus outro quatro irmãos (o mais velho, de 12 anos, tem 100 quilos). O mais novo tinha 25 quilos. A mãe, de 40 anos, tem mais de 145 quilos. O pai, de 53, pesa quase 115.
A polêmica reascendeu uma discussão já bastante conhecida da atualidade: as crianças obesas e os maus hábitos alimentares durante a infância. Quanto disso é culpa dos pais, das próprias crianças, da genética e do modo de vida moderno? E quando disso a criança leva para o resto da vida?
Freud disse, há mais de 100 anos, que é durante a infância que se moldam os comportamentos dos futuros adultos. O que os cientistas estão descobrindo atualmente é que, fisicamente, os problemas de saúde dos adultos também têm relação direta com maus hábitos durante a infância.

Opinião de especialista
Segundo a pediatra Raquel Rego, especialista em nutrologia da Clínica Asinelli, do Dr. Máximo Asinelli, a obesidade na infância e adolescência é um importante fator de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares na vida futura. “A presença de pelo menos um fator de risco para doenças do coração e vasculares, como pressão alta, colesterol alto, hiperinsulinemia ou aumento do hormônio controlador do açúcar sanguíneo, tem sido observada em 60% das crianças e adolescentes com excesso de peso”, explica.
Além de fatores genéticos, hábitos alimentares saudáveis são fundamentais. A criança que consome muito sal ou que bebe leite de vaca (que tem mais sódio do que o materno) tem o paladar estimulado para gostar de alimentos salgados durante sua vida toda e levar a uma sobrecarga renal durante a infância mesmo ou à hipertensão.
O leite de vaca não modificado pode causar também alterações metabólicas e obesidade em crianças menores de seis meses. “A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de 2006 mostrou que a média de tempo que a mãe amamenta no Brasil é de 2,1 meses. Se o mínimo de seis meses de amamentação exclusiva fosse respeitado, certamente teríamos adultos com menos doenças crônicas como diabetes, obesidade e hipertensão”, analisa Raquel.

O papel da alimentação
“A obesidade é certamente a maior vilã”, afirma. No entanto, não é raro, segundo a pediatra, que os pais dêem até salgadinhos e frituras para seus filhos de menos de um ano de idade: quase 10% dos bebês já têm acesso a esse tipo de alimento.
Como pediatra, ela indica que durante os seis primeiros meses a criança se alimente exclusivamente de leite materno, sem nem mesmo chá ou água. Depois desse período outros alimentos – como legumes, tubérculos, cereais, frutas e carnes – devem ser inseridos na dieta aos poucos, mas sem abandonar a amamentação.
Açúcar, café, corantes e produtos industrializados devem ser evitados ao máximo. “Eu também percebo que muitos pais tendem a dar muita comida a seus filhos, quando na verdade cada criança tem seu ritmo e seu nível de saciedade”, defende Raquel.

Doença de adulto em corpo de criança
Mas não é apenas quando adulto que as conseqüências de uma má alimentação se manifestam. Muitas crianças, de acordo com a pediatra, têm desenvolvido doenças de “gente grande”. A culpa é do estilo de vida moderno e urbano, que leva ao sedentarismo e a maus hábitos alimentares, podendo até mesmo agravar tendências genéticas.
Dentro desse contexto, é cada vez mais comum crianças terem dislipidemia (colesterol e triglicérides altos), hipertensão, diabetes, ansiedade e até mesmo depressão.
Uma pesquisa da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e da Universidade São Marcos, com apoio do ILSI (International Life Sciences Institute) revelou que 16% dos estudantes de 10 a 15 anos estão na faixa de sobrepeso e 10% estão obesos. Paralelamente, 81% dos alunos de escolas particulares e 65% dos alunos de escolas públicas realizam menos de dez minutos de atividade física por dia e se encaixam em um quadro de sedentarismo. “Enquanto a criança ficar em casa, durante o contraturno, jogando vídeo game e comendo inadequadamente, ela será obesa. E mesmo que não esteja acima do peso, a probabilidade de apresentar disfunções como a dislipidemia é grande, exceto por uma genética muito favorável”, diz Raquel.

 

Alimentação saudável é fundamental para boa realização de provas

8 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
16:17

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Final de ano é época de vestibular e de concursos importantes. Para se dar bem nessas provas, você  provavelmente estudou bastante durante o ano todo. Mas sobrou um tempo pra pensar na sua alimentação? Ela pode ser decisiva para melhorar a memória, a concentração, a oxigenação do cérebro e reduzir a ansiedade.

Carboidratos, proteínas e fibras são muito bem vindos durante todo o período de estudos porque trazem energia, mas sempre prefira alimentos integrais e lights. Divida esses nutrientes em pelo menos cinco pequenas refeições durante o dia. Água é indispensável, então a dica é sempre estudar acompanhado de uma garrafinha.

Uma dica básica é evitar alimentos pesados e gordurosos até 48 horas antes da prova, pela dificuldade de assimilação das toxinas e de digestão. Além disso, o direcionamento do fluxo sanguíneo para o aparelho digestório pode causar sonolência, o que compromete a atenção na prova. Também não arrisque comer em algum lugar desconhecido ou alimentos de procedência duvidosa, que podem causar mal estar e impedir a realização do exame.

Por outro lado, está terminantemente proibido ficar em jejum. Algumas pessoas pensam que assim evitam um possível mal estar, mas, ao contrário, estão se sujeitando à hipoglicemia, o que compromete o bom raciocínio. O ideal é tomar um café da manhã reforçado com leite ou iogurte, pão integral, queijo e frios leves e frutas.

Durante a prova, se possível, leve uma barrinha de chocolate ou de cereais. Além da energia que eles oferecem, eles diminuem a ansiedade e a sensação de fome, que pode gerar desconcentração durante o exame.


 

Qualquer diabético pode desenvolver uma neuropatia? Ela pode trazer complicações se não for tratada?

6 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
12:55

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Sim. Estudos apontam que as lesões nos nervos surgem entre 10 e 20 anos após o diagnóstico do diabetes.
e ela pode trazer complicações, inclusive a doença pode afetar os ossos, podendo levar a amputação do membro atingido, e causar até a morte se não for tratada.

 

Como é realizado o diagnóstico da neuropatia diabética?

5 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
12:53

diabetes

O diagnóstico é realizado com base nos sintomas e no exame físico. Exames como o de blindagem, que analisa a sensibilidade na ponta dos pés, o estudo da condução do nervo, que verifica o fluxo da corrente elétrica no nervo, eletromiografia, que avalia a respostas dos músculos aos impulsos elétricos, ultra-som, para verificar como o sistema urinário está funcionando, e biopsia do nervo são utilizados para ajudar no diagnóstico da neuropatia diabética.

 

A neuropatia diabética apresenta sintomas?

4 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
12:51

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Sim. Os primeiros sintomas são formigamento ou dormência nos pés, mãos, braços ou pernas. Com o avanço da doença a comunicação entre os órgãos e músculos com o cérebro, causando dores que enfraquecem o corpo, podendo causar perda de sensibilidade na região. Além de causar novos problemas de saúde a neuropatia também agrava problemas já existentes. A neuropatia afeta a vida sexual, o sistema urinário, digestivo, cardiovasculares, de visão e causa outros sintomas de acordo com o tipo da doença, como segue abaixo.
Neuropatia periférica
O paciente sente adormecimento ou insensibilidade a temperatura; formigamento, queimação, dores agudas, câimbras, sensibilidade extrema para realizar toques, mesmo sendo leves, perda de equilíbrio, problemas de coordenação, fraqueza nos músculos, perda de sensaçõesNeuropatia local
Dores na parte frontal da coxa, dor severa na pélvis, dor no tórax, flanco, estômago, atrás dos olhos, visão em dobro, paralisia de um lado da face e problemas de audição.

 

Quais são as causas da neuropatia diabética

3 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
12:47

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Existem vários problemas de saúde, que podem ocorrer simultaneamente, que estão ligados a neuropatia diabética.
O principal fator é a alteração no nível da glicose. Níveis elevados de açúcar no sangue sobrecarregam os nervos, que não necessitam de insulina para a absorção da glicose. O excesso de glicose causa lesões na estrutura do nervo, tornando os sinais que passam pelos nervos confusos e lentos e algumas vezes os sinais podem ser completamente bloqueados.
Outras fatores que contribuem para o surgimento do problema são obstrução das artérias, glicosilação de substâncias, baixos níveis de crescimento do nervo e da produção de insulina e inflamações.

 

O que é neuropatia diabética e quais são os tipos?

2 setembro, 2011 por Maximo Asinelli
12:44

neuropatia

A neuropatia diabética é uma lesão dos nervos por causa da glicemia elevada. É a partir deste problema que surgem quase todas as complicações diabéticas, ou seja, quem é diabético corre grandes chances de ter algum tipo de neuropatia.
Existem dois tipos de neuropatia diabética, a difusa, que afeta várias partes do corpo, ou local, que afeta apenas uma parte do corpo e um nervo.
A neuropatia difusa é dividida em periférica, que afeta os pés e mãos, e autonômica, que compromete os órgãos internos.
A periférica causa danos principalmente nos nervos dos membros inferiores, atingindo especialmente os pés.
A autonômica, ou visceral, compromete os nervos do coração e órgãos internos, causando alterações em vários processos do organismo e sistemas.
A neuropatia local surge de repente e atinge nervos específicos, normalmente localizados na cabeça, perna ou dorso.

 

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