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Novidade A partir de 17 de junho o Jornal do Estado passará a se chamar Bem Paraná.
Violência volta a aumentar na Síria
Líbano — Rebeldes sírios dispararam contra tanques em distritos residenciais de Damasco, veículos blindados bloquearam as principais entradas de um bairro e manifestantes fizeram barricadas na principal via que leva à cidade com tijolos e pneus em chamas, impedindo o fluxo de automóveis. As cenas do segundo dia seguido de embates em Damasco, mostradas num vídeo amador colocado na internet, são as últimas evidências de que o conflito na Síria está rapidamente se transformando numa guerra civil e se aproximando cada vez mais do centro do poder do presidente Bashar Assad. Fumaça negra podia ser vista no horizonte e disparos podiam ser ouvidos em toda a capital, até mesmo nos café requintados do centro da cidade, frequentados pelos integrantes do regime de Assad. Os confrontos deixaram muitas ruas desertas em vários bairros do sudeste da cidade, onde se concentraram os combates. Muitas famílias fugiram.
Bloqueio
Estados Unidos — A Rússia bloqueou, ontem, uma proposta de declaração sobre o massacre na vila síria de Treimsa, informaram diplomatas. Enviados russos se opuseram à declaração alegando que os acontecimentos não estão claros, afirmaram as fontes, em condição de anonimato. O rascunho da declaração dizia que o ataque à vila, na quinta-feira, foi uma “violação” dos compromissos do governo sírio com o enviado especial da Liga Árabe e da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, de não usar armamentos pesados. Mas a Rússia não permitiu a divulgação do documento. Dezenas de pessoas foram mortas em Treimsa por tropas do presidente Bashar Assad, afirmam ativistas. O governo nega qualquer envolvimento. A Rússia convocou o major-general Robert Mood, chefe da Missão da ONU de Supervisão na Síria (UNSMIS) para falar ao conselho sobre os assassinatos.
Armas nucleares
Irã — O Irã deveria enriquecer urânio em níveis próximos aos necessários para produzir armas com o objetivo de abastecer petroleiros acionados a energia nuclear, afirmou um site conservador iraniano ontem. Atualmente, o Irã não tem esse tipo de navio. A afirmação, feita no Mashreghnews.ir, que reflete a visão de alguns linhas-duras iranianos, foi feita após um comitê parlamentar ter preparado um projeto de lei que pode fazer com que o país tenha navios mercantes movidos a energia nuclear e forneça o combustível para tal frota. A maioria dos navios movidos a energia nuclear são embarcações de guerra. O Irã disse que projetou um submarino nuclear, mas o país parece estar distante da capacidade de construir esse tipo de navio. Porém, uma hipotética frota de navios movidos a energia nuclear seria uma justificativa adicional - além da geração de eletricidade e pesquisas médicas - para as necessidades Irã de obter urânio mais enriquecido para fins pacíficos.
Disparo
Emirados Árabes Unidos — Uma embarcação norte-americana disparou ontem contra um barco na costa dos Emirados Árabes Unidos, matando uma pessoa e deixando três feridas, segundo um funcionário do consulado dos Estados Unidos em Dubai. A fonte não forneceu maiores detalhes, mas aparentemente o barco foi considerado, erroneamente, uma ameaça nas águas do Golfo Pérsico, não muito longe das fronteiras marítimas do Irã. Dezenas de policiais e outras autoridades árabes se juntaram ao redor do barco de casco branco, que após o incidente foi levado para um pequeno porto de Dubai usado por marinheiros e pescadores.
Impeachment
Ucrânia — O maior grupo de oposição da Ucrânia lançou uma campanha pelo impeachment do presidente Viktor Yanukovych ontem. Ele é suspeito de violar a Constituição e perseguir adversários, especialmente na prisão da ex-primeira-ministra Yulia Tymoshenko, principal líder oposicionista do país. Os chefes da União Europeia chegaram a boicotar os jogos da Eurocopa que aconteceram na Ucrânia, em decorrência da prisão de Tymoshenko.
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