Chope e simpatia 2

09/01/13 às 00:00 Por Rodrigo Browne - naesquinadomundo@gmail.com

 

Chope e simpatia 2

Quem sai de carro de Curitiba e vai em direção ao Sul existem boas alternativas para almoço, jantar ou, se preferir fazer um lanche no caminho. Para quem está chegando em Joinville de carro, vindo pela BR-101 na direção Curitiba-Porto Alegre existem duas opções imperdíveis. A primeira fica no Km 20 – ao lado do pórtico da Estrada Bonita. É o restaurante Grün Wald (www.grunwald.com.br ), especializado em comida alemã, principalmente o Marreco ao Forno e o famoso Eisbein (joelho de porco) com Chucrute. Funcionando há 19 anos, com a administração da família Dumke, o local é extremamente agradável. A estátua de marreco com um caneco de chopp na mão dá boas vindas na entrada da construção rústica de madeira, com um salão enorme tocando as indefectíveis marchinhas alemãs e duas grandes varandas onde os beija-flores passeiam entre as mesas.

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A casa tem capacidade para 340 pessoas e, com a receptividade dos clientes os donos abriram uma pousada ao lado do restaurante. O gerente, Mathias Dumke, conta que apesar de estar na beira da estrada eles mantêm uma qualidade que acaba atraindo até os moradores de Joinville. “No fim de semana chegam famílias que andam cerca de 15 Km para almoçar aqui”. Para quem parou no Grün Wald ainda há a opção de um passeio pela Estrada Bonita – região de turismo rural – onde vários moradores comercializam produtos artesanais como geléias e biscoitos caseiros.

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Outra alternativa para quem está na estrada, é conhecer a surpreendente Lanchonete Rio da Prata. O local é simples, mas os pastéis... há quem diga que são os melhores do mundo. Exagero ou não, como explicar a venda de mais de quinze mil pastéis por semana numa estrada que liga a pequena cidade de Pirabeiraba a São Bento do Sul e, para chegar, é preciso se afastar seis quilômetros da BR376?.
A proprietária do local Márcia Merkle, que também é descendente de alemães, conta que nasceu na região e resolveu abrir seu negócio há mais de vinte anos. “Um vendedor me trouxe a máquina e passou a receita de uma massa para pastel-de-festa-de-igreja. Depois fui elaborar uma massa própria que pudesse congelar e levei mais de um mês para achar o ponto”, lembra. Hoje sua lanchonete oferece 150 tipos de pastéis diferentes – com recheios desenvolvidos no local. Os mais vendidos são os tradicionais (palmito, carne, camarão, frango e queijo). Mas o preferido da família é o de palmito, carne e azeitona. O segredo do sucesso da lanchonete é tão simples quanto a explicação de Márcia. “Primeiro é preciso achar o ponto da sova da massa e depois perceber que o importante é o sabor e a qualidade”.
Na próxima semana opções para comer e se hospedar em Joinville.

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Rodrigo Browne
naesquinadomundo@gmail.com

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