A importância do nome de cada um

12/12/16 às 00:00 Adriane Werner

Como conquistar a simpatia de qualquer pessoa? O primeiro passo é chamá-la pelo nome!
O nome próprio é o primeiro presente que uma pessoa recebe ao nascer – aliás, muitos já são chamados pelo nome no ventre materno! Por isso, quase todas as pessoas na face da terra gostam e querem ser chamadas pelos seus nomes. A pequena exceção é daquelas pessoas que têm apelidos consagrados, que são mais conhecidas pelo apelido do que pelo próprio nome. É o caso do ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva, que chegou a incluir o apelido Lula em seus documentos.
O fato é que devemos nos esforçar para chamar sempre as pessoas pelo nome, ou pela maneira como elas gostam de ser chamadas. Na aproximação com os outros, aprendemos aos poucos a analisar caso a caso, mas há algumas dicas gerais que podem nos ajudar a despertar simpatia nos nossos interlocutores. Por exemplo:
1) Muitas vezes os homens preferem ser identificados pelo sobrenome, e não pelo prenome. Se a pessoa for mais velha ou aparentar ser mais formal, podemos iniciar a conversa chamando-a pelo sobrenome, até percebermos se há abertura para usarmos o primeiro nome.
2) Pessoas com nomes compostos têm várias opções de nomes a adotar: o primeiro, o segundo, a composição dos dois nomes ou mesmo o sobrenome. Lembro-me de uma senhora que se chamava Maria Antonieta e detestava quando lhe chamavam apenas de Maria. “Marias há muitas. Eu sou Maria Antonieta”, dizia. Nesses casos, a única forma de acertar é mesmo perguntando como a pessoa prefere ser chamada.
3) Apelidos, diminutivos e aumentativos só devem ser usados quando temos um mínimo de intimidade com o interlocutor. É comum chamarmos Paula de Paulinha, Sérgio de Sergião ou Serginho, Ana de Aninha. Mas isso só deve acontecer com o consentimento da pessoa, ou se a relação com ela se mostrar íntima e informal o suficiente.
E como fazer para memorizar o nome das pessoas e não cometer gafes quando as encontrar? Cada pessoa desenvolve truques e técnicas próprias de memorização, mas as mais comuns são as seguintes:
1) Tente relacionar o nome da pessoa com a fisionomia. Por vezes, algum som pode remeter a algo do semblante dela e isso pode ajudá-lo a guardar o nome.
2) Tente relacionar com o nome de alguém mais próximo a você: se Fulano tem o nome de seu tia, Beltrana tem o nome da sua mãe, fica mais fácil lembrar.
3) Ao ser apresentado a uma nova pessoa, procure repetir o nome dela o maior número possível de vezes (sem exagero, claro). Por exemplo: “Ana! Bonito nome, Ana...”
Acertando esse primeiro passo, fica bem mais fácil se aproximar das pessoas e manter bons relacionamentos. Experimente!
(Adaptado do Livro “Etiqueta Social e Empresarial”, de Adriane Werner (Editora InterSaberes)

Adriane Werner. Jornalista, especialista em Planejamento e Qualidade em Comunicação e Mestre em Administração. Ministra treinamentos em comunicação com temas ligados a Oratória, Media Training (Relacionamento com a Imprensa) e Etiqueta Corporativa.

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