Coluna Falando com as Torcidas: Atlético, Coritiba e Paraná

30/05/17 às 00:00 - Atualizado às 14:39

Melhor

Como tinha dito, a mudança aconteceu. Agora com Eduardo Batista, acredito que o time tenha uma boa melhora, e isso já ficou nítido no jogo de domingo, contra o Flamengo. Não ganhamos, mas o grupo demonstrou um novo jeito de jogar, com vontade. E isso e essencial para evoluir. Amanhã já temos uma nova batalha, agora dessa vez pela Copa do Brasil, contra o Santa Cruz. Acredito, sim, em nossa classificação para as quartas de final. E vejo com bons olhos esse novo Atlético, que sábado enfrenta "eles" pelo Campeonato Brasileiro. A primeira vitória pelo Brasileirão começa nesse final de semana. Mas nunca esquecendo: Libertadores estamos chegando!
Um Ultra abraço!

Gabriel Barbosa | barbosagabriel@ig.com.br


Foco total no AtleTiba
O Coritiba iniciou bem o Campeonato Brasileiro, precisa aproveitar a tabela e seguir pontuando, especialmente contra times que são de fora do eixo — no eixo, os orçamentos anuais são superiores ao do Coxa. A vitória fora de casa, contra o Vitória, num golaço de Rildo, coloca o Alviverde numa boa condição emocional para enfrentar o arquirrival.
Mas a vitória em Salvador já é coisa do passado. Agora, é foto total no AtleTiba. E AtleTiba costuma ser um jogo atípico dos demais jogos. É mais na raça e na vontade. A fiel torcida do Coritiba que puder ir ao Alto da Glória poderá ser um fator de força extra ao time. Contra o arquirrival, cabe ao Coritiba ditar o ritmo de jogo, ir para o ataque e buscar a vitória. No grito da galera e na raça do time!
Coritiba, a Torcida que nunca abandona!

Luiz Carlos Betenheuser Jr | blogluiz@gmail.com


O jogo mais importante (até agora)
Albert Einstein (reconhecido costumeiramente por ser talvez o ser humano de maior capacidade cognitiva) disse uma vez que era loucura tentar obter resultados diferentes com o mesmo procedimento. Essa lição o Paraná parece ter aprendido. Com a contratação de Rodrigo Pastana, a equipe, mesmo com folha salarial menor que a do ano anterior, passou a contar com um departamento de futebol criterioso que deu mais qualidade ao elenco.
No entanto, algumas coisas seguem iguais. O Tricolor classificou-se em primeiro no estadual (pela 3ª vez em quatro anos) e caiu logo na primeira disputa, em que pese a lambança de FPF, TJD e STJD. Na segundona, continua com dificuldades para marcar gols e agora passou também a sofrer.
O ponto fora da curva para o Tricolor nesta temporada é a Copa do Brasil. Nessa competição, o Paraná obteve uma épica virada sobre o Atlético-MG, no Couto. Não sem sangrar; afinal, sofreu dois gols em casa. Muito para quem até então era a melhor defesa dentre a primeira e segunda divisões no ano.
Ocorre que a Copa do Brasil é importante economicamente para dar sustentação financeira a este ano. A verdadeira necessidade do Paraná é retornar para a primeira divisão, obter melhores valores para o ano inteiro e brigar para não mais cair. E é na segundona que o Paraná volta a preocupar. Com um jogo a mais, sequer figura no G4. Pior, mesmo tendo feito um gol após passar duas partidas em claro, sofreu dois frente um modestíssimo Juventude, permitindo a virada aos 47 minutos do segundo tempo.
Talvez o foco seja o de seguir adiante e garantir orçamento até o final de 2017, permitindo ao elenco brigar pelo acesso. Nessa senda, deve o Paraná ir a Belo Horizonte com um espírito brigador e arrancar um empate frente o Galo ou quem sabe, outra bela surpresa. A questão é que o jogo mais importante do Paraná, pela fase em que se encontra, é sempre o próximo e se continuar entregando quando precisa, não obterá os resultados diferentes que pretende, como bem ensinou o físico alemão.
Força Tricolor

David Formiga | davidformiga@gmail.com

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