Coluna Falando com as Torcidas: Atlético, Coritiba e Paraná

13/06/17 às 00:00 - Atualizado às 16:38

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Em seis jogos pelo Brasileirão, o Atlético até aqui conseguiu apenas dois pontos e está na lanterna. O pior de tudo é ver jogadores em campo sem o mínimo de comprometimento. Acredito que chegou o momento da diretoria acordar e dispensar Paulo Autuori, Eduardo Batista e reformular o departamento de futebol. Mandar jogadores embora e contratar outros sem critérios não irá adiantar nada. Temos, sim, que fazer uma revolução no departamento de futebol. Não podemos mais ver o time se arrastando em campo, sendo que o time foi poupado meio ano. Amanhã temos mais um jogo difícil em Belo Horizonte contra o xará mineiro. Como torcedor, sempre vou acreditar na vitória. Espero que os jogadores também tenham essa disposição não só em acreditar, mais sim em alcançar os três pontos!
Um Ultra abraço!

Gabriel Barbosa | barbosagabriel@ig.com.br


Vacilos fora de casa
Coritiba 2x2 Botafogo. Poderia ser melhor. A defesa teve desatenção contra um adversário competitivo — como fora antes, contra o Santos, naquele erro ofensivo de Alecsandro, na cobrança de pênalti.
Foram vacilos fora de casa contra times do eixo em dois jogos nos quais a pontuação poderia ser melhor. Mesmo assim, vale o registro que segue bem na tabela o nosso Coritiba.
O Brasileirão é muito difícil e os detalhes fazem a diferença. Mas esse ano, até aqui, o Alviverde vem mostrando um futebol prático e de bons resultados. Que siga assim e que se diminuam os vacilos.
Coritiba, a Torcida que nunca abandona!

Luiz Carlos Betenheuser Jr | blogluiz@gmail.com


Até parece que é pior se fizer certo...
Não bastasse a derrota em casa frente o limitadíssimo Guarani, o Paraná — que atua sem muitos dos atletas com quem conseguiu efetuar apresentações competitivas — amarga a proximidade com a famigerada Z4.
Com Léo fora, o goleiro Richard assumiu sem transmitir confiança. Rayan saiu da lateral e voltou à posição de origem, enquanto Vilela foi improvisado na direita e o limitado Assis compõe a esquerda. O time outrora com melhor defesa das séries A e B passou a ser vazado no mínimo uma vez por jogo. No meio, sem Alex Santana e com um volante ocupando o lugar de um lateral de ofício, Gabriel Dias e Johny protegem um setor desfigurado. Na armação, Biteco com dores não é capaz de sozinho armar uma equipe sem o auxílio de Renatinho (machucado) ou Pessali (desligado por indisciplina e falecido ontem em um acidente de carro), até porque Matheus Carvalho é inócuo. E, no comando do ataque, Róbson e o voluntarioso Alves não conseguem dar ânimo ao torcedor.
O fato é que Cristian de Souza perdeu peças importantes e, ao invés de trocar de peça por peça (a exemplo de seu antecessor), desconfigurou a equipe. Já surgem em off rumores de desavenças no elenco com comissão que explicariam a queda do rendimento.
Como pode o Paraná, num ano em que fez tudo certo, ser vítima do seu bom trabalho inicial? O elenco e comissão de Pastana deram a esperança de que o time voaria na segundona, fato que jamais se confirmou. Quando precisou ir a campo, o Paraná teve que contratar outro treinador, perdeu peças e o neófito não foi capaz de segurar a onda, fruto talvez da sua pouca bagagem.
A situação kafkiana é tal que já com seis partidas a equipe sensação da Copa do Brasil precisa forçosamente ser reinventada e resta ao paranista que o treinador não tem ainda a vivência necessária para tal.
Paga o Paraná por ter feito um ótimo trabalho no início da temporada, aparecendo no cenário nacional e tendo que trocar os pneus com o carro em movimento, mas sem Souza na direção. A aposta de Pastana foi a primeira a dar errado, tem o diretor crédito até o momento.
Força Tricolor

David Formiga | davidformiga@gmail.com

 

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