Polêmica e atraso marcam início de reunião entre servidores e administração

14/06/17 às 11:18 - Atualizado às 16:20 Redação Bem Paraná com assessoria

A reunião entre servidores e a administração municipal, que estava agendada para acontecer às 14 horas no Salão Nobre da Prefeitura, começou além do previsto, por conta do atraso da mesa da câmara. Enquanto isso, o sindicato tentou protocolar um abaixo assinado que acabou sendo negado. A reunião será presidida pelo secretário de governo, Luiz Fernando Jamur. A participação do prefeito Rafael Greca não foi confirmada, segundo as informações da assessoria de Prefeitura de Curitiba.

De acordo com a assessoria da Prefeitura, estão participando da reunião o vereador Serginho do Posto, procurador Olimpio Sottomaior, Noemia Rocha, Professora Josete, Luiz Felipe Braga Côrtes, representantes dos sindicatos e integrantes da Comissão de Negociação da Prefeitura, e o Vereador Pier Petruzziello, líder na Câmara dos Vereadores.

Depois de conseguirem o adiamento da votação do pacote de ajuste fiscal na Câmara de Vereadores de Curitiba, os servidores municiapais seguem organizados para pressionar contra a votação do pacote. Pela manhã, os servidores, que estavam acampados desde às 8 horas em frente da Câmara, seguiram em marcha até a Prefeitura de Curitiba, no Centro Cívico, onde estão acampados desde às 12h desta quarta-feira (14), na espectativa de poder acompanhar a reunião com a adminisrtação municipal. 

A reunião ficou acertada na noite desta terça-feira, 13, após um grupo de manifestantes invadirem a Câmara Municipal de Curitiba e impedir a votação de quatro projetos do pacote de ajuste fiscal proposto pelo prefeito Rafael Greca (PMN). A tensão foi a tônica do dia e só se encerrou à noite, quando o prédio foi desocupado, e aprovada a reunião com a Prefeitura nesta tarde de quarta-feira,

Na manhã de terça, os servidores contrários às medidas cercaram a sede do Legislativo da Capital e barraram a entrada dos vereadores. A sessão, que chegou a ser aberta no final da manhã, foi suspensa logo depois na tentativa de negociar um acordo. Os servidordes só saíram à noite, após reallizarem uma assembleia entre eles. Ao todo, houve 112 votos pela desocupação e 100 contrários.

Na segunda-feira (12), a direção da Casa havia decidido restringir a entrada de servidores à sessão, alegando questões de segurança. Amparado em laudo do Corpo de Bombeiros, o presidente da Câmara, vereador Serginho do Posto (PSDB), disse que apenas 28 pessoas poderiam acompanhar a votação das galerias do plenário.

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