Facebook declara guerra às notícias falsas na rede

06/07/17 às 00:00 - Atualizado às 20:58 Ana Ehlert | ana@bemparana.com.br

Todo mundo tem um contato hiperativo no Facebook, ou seja, aquele que não para de postar links. Mas para felicidade daqueles que se incomodam com esse comportamento, a rede social resolveu ajudar. A plataforma vai começar a reduzir o alcance desses usuários no Feed de Notícias para tentar mostrar histórias mais relevantes.

As decisão da empresa tem relação com uma pesquisa interna feita pela rede social. Segundo o levantamento, há um pequeno grupo de usuários que publica muito durante o dia. Essas pessoas tendem a compartilhar conteúdo de baixa qualidade, como informações erradas ou sensacionalismo.

“Como resultado disso (da pesquisa), nós queremos reduzir a influência desses ‘spammers’ e despriorizar os links que eles postam comparados com usuários convencionais”, informou o Facebook em post em seu blog oficial.

A rede ressalta que esta decisão vai ser aplicada prioritariamente em links, e não a domínios de sites, fotos, vídeos ou atualizações de status.

A medida tomada pela rede social vem após o Facebook ser alvo de críticas por contribuir na disseminação de notícias falsas. Desde então, a companhia tem anunciado ações para tentar coibir este tipo de conteúdo.


Mercado Livre justifica veto à Nintendo 

Depois de banir a venda do Nintendo Switch, seus acessóris e jogos na plataforma, o Mercado Livre emitiu uma nota onde explica a decisão. Citando a legislação brasileira, o comunicado justifica a suspensão, mas a mensagem emitida pelo suporte aos varejistas também menciona a pressão exercida pela detentora da marca Nintendo no Brasil.

“O Mercado Livre, companhia de tecnologia líder em e-commerce na América Latina, esclarece que a venda da Nintendo Switch por terceiros é proibida pela legislação brasileira, uma vez que o produti ainda não foi lançado no mercado nacional pela Nintendo ou distribuidor autorizado e também não possui os registros pelas agências reguladoras competentes. Desse modo, e conforme previsto em nossos termos e condições, o produto ainda não pode ser comercializado no site”, informa a íntegra do comunicado oficial.

A legislação determina que qualquer produto eletrônico ou de telecomunicações seja vendido ou distribuído no Brasil seja avaliado pela Anatel antes de chegar ao consumidor. É necessária uma homologação que garanta a segurança do dispositivo e sua compatibilidade com os padrões adotados localmente.


Biblioteca de Apps

App da Anatel para reclamações
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) desenvolveu um aplicativo para que os consumidores possam fazer as suas reclamações. O app pode ser baixado para Android, iOS ou Windows Phone no endereço http://www.anatel.gov.br/consumidor/


Bizarro na rede

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