Coluna Falando com as Torcidas: Atlético, Coritiba e Paraná

29/08/17 às 00:00 - Atualizado às 19:06

Preguiça

Jogando na ilha do Governador, no ninho do urubu, voltei a imaginar a Baixada antiga, um verdadeiro caldeirão vermelho e preto. Diferente das arenas construida por esse Brasil, e um estádio que tem a identidade do torcedor, sendo que o preço do ingresso para visitante era de oitenta reias a inteira e quarenta reais a meia entrada. Falando sobre o jogo, o time atleticano parecia que estava com preguiça de praticar futebol. Foi facilmente dominado pelo time do Flamengo, sendo que a derrota poderia ter sido por mais gols. Não consigo entender por que alguns jogadores estão sendo escalados, pois não demonstram nenhuma vontade em vestir o manto sagrado. O nome dos jogadores todos sabem que são!. Agora vem o clássico, e com ele a rivalidade. Se realmente queremos lutar por essa vaga para a Libertadores e obrigação ganhar "deles".
Um Ultra abraço!

Gabriel Barbosa | barbosagabriel@ig.com.br


Importância crescente 

Escrevi no domingo, antes do Coritiba entrar em campo na segunda à noite. Calendário assim, parece uma avacalhação. Escrevo no domingo porque a coluna sai na edição impressa de terça-feira. Na prática, Escrevo sobre um jogo que ainda não ocorreu.
A importância entra em campo. Uma enorme importância, que ganha ares mais dramáticos com a inesperada contusão de Kleber, no treino de sexta-feira. Que fase, hein?
Uma grande importância a de vencer um concorrente com.um orçamento menor do que o nosso. Vencer num momento em que a tabela apressa a necessidade de vitórias.

Coritiba, a torcida que nunca abandona!

Luiz Carlos Betenheuser Jr | blogluiz@gmail.com


Doido?! Que nada!
Luiz Carlos Cirne Lima de Lorenzi, o Lisca, é um treinador, um trabalhador do futebol nacional. Sua espontaneidade aliada pela entrega no que faz o tornam alguém ímpar, verdadeiro, fora dos padrões atuais onde todos ficam mais preocupados pelas câmeras. Tal situação é equivocadamente reduzida pela imprensa incauta e elevada pelos torcedores das equipes que comanda. Essa alegria lhe rendeu o apelido de "doido".
Lisca não é doido, nem um pouco. É daqueles profissionais estudiosos, preocupados não apenas com as questão táticas e técnicas do seu oponente e do seu elenco, mas também do lado.humano, dos homens em ambos lados.
O Lorenzi não é apenas um paizão, um agrupados, um "gestor de elenco" como diria Luxemburgo. Os que reduzem Lisca pela alegria, orgulho com que trabalha, esquecem do árduo trabalho aos seus contratantes.
Um doido não saberia explicar seus oponentes como Lisca faz nas conversas ou coletivas; não teria sempre referências e exemplos para justificar o que fala... Mais ainda, não teria seu invejável histórico: em toda sua história como treinador na segundona, teve apenas uma derrota como mandante, à época em que comandava o Joinville.
A verdade é que o competente e feliz Lisca contagia seu grupo é essa alegria está sendo o diferencial, o combustível para o Tricolor voltar à série A.

Força Tricolor   

David Formiga | davidformiga@gmail.com

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