Carona

01/09/17 às 00:00

O Ministério Público Federal em Brasília abriu inquérito para investigar a suposta prática de improbidade administrativa do ex-ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT), ao usar o jato da construtora Sanches Tripoloni, o que é proibido pelo Código de Conduta da Alta Administração Federal. A empreiteira é responsável por obras públicas bancadas pela União no Paraná, base eleitoral de Bernardo e sua esposa, a senadora e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

Iguais
Levantamento feito pela Paraná Pesquisas revela que para a maioria dos brasileiros, o PSDB tem a imagem tão comprometida quanto o PT, após as denúncias de envolvimento de líderes tucanos nos escândalos de corrupção investigados pela operação Lava Jato. De acordo com a pesquisa, para 66,3% dos ouvidos, “s disputas internas e as acusações contra alguns membros do PSDB na Operação Lava Jato, deixaram o PSDB igual ao PT”. Outros 28,9% responderam “não” à questão e 4,8% não souberam ou não quiseram responder.

Desembarque
O instituto também perguntou se “O PSDB deve continuar ou deve sair da base de apoio do Presidente Michel Temer?”. Para 55,6%, o partido deveria deixar o governo, enquanto que 32,2% defendem que os

Bloqueio
A 2ª Vara da Fazenda Pública de Campo Largo (região metropolitana de Curitiba), determinou o bloqueio de bens de três réus em ação civil pública por ato de improbidade administrativa, a pedido do Ministério Público em razão da contratação irregular de um advogado para o Instituto de Aposentadorias e Pensões de Campo Largo (Fapen), autarquia da prefeitura local responsável gestão do fundo de previdência dos servidores públicos da cidade. De acordo com o MP, houve indícios de fraude, com dispensa irregular de procedimento licitatório para favorecer um dos réus. Os nomes dos envolvidos não foi divulgado pelo Ministério Público.

Combinado
Segundo a investigação da promotoria, a fraude teria sido combinada entre o então diretor-geral e um ex-assessor jurídico da Fapen, que havia deixado o Instituto havia pouco, em favor do filho deste, contratado quatro vezes, entre setembro de 2015 e junho de 2016, recebendo R$ 33 mil. As dispensas de licitação foram instruídas com orçamentos falsos, e a contratação caracterizou terceirização ilegal de serviços advocatícios. Os réus tiverem os bens bloqueados no valor de R$ 83,4 mil.

Diárias
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) julgou irregular a concessão de diárias pela prefeitura de Guaraqueçaba (Litoral) em 2014. A ex-prefeita Lilian Ramos Narloch (gestão 2013-2016) terá que devolver os R$ 15.500,00. Além da devolução, ela foi multada em 10% sobre o valor a ser devolvido. O controlador interno do município em 2014, Paulo Godoi dos Santos, recebeu a multa de 40 vezes o valor da Unidade Padrão Fiscal do Estado do Paraná (UPF-PR) ou R$ 3.855,20.

Defesa
A ex-prefeita alegou que as leis municipais que regem a concessão de diárias não previram a necessidade de prestação de contas ou da apresentação de qualquer outro documento por parte do beneficiário; e afirmou que todas as diárias pagas a ela destinaram-se ao custeio de despesas relativas a deslocamentos que efetivamente ocorreram, apresentando tabela com a lista dos compromissos para os quais viajou. Os técnicos do tribunal afirmaram que a lei não prevê a concessão de diárias a agentes políticos; e que só admitem o pagamento do benefício integral, com a exigência de pernoite.

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