Motoristas e cobradores fazem paradas todos os dias nesta semana

No dia 20, eles realizam grande ato no Centro de Curitiba e decidem sobre greve no dia 21

11/09/17 às 23:00 - Atualizado às 09:21
Motoristas e cobradores fizeram uma hora de paralisação em dois momentos, uma de manhã e outra na tarde de ontem (foto: Franklin de Freitas)

O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) retomou, ontem, a série de ações para tentar chamar a atenção das autoridades para o grande número de assaltos e arrastões nos ônibus de Curitiba e dos municípios da região. A série de paralisações acontece na frente das empresas, no anel central de Curitiba e em terminais todos os dias desta semana até a sexta-feira.
Ontem, foram duas paralisações, a primeira às 9 horas e a segunda às 15 horas, as duas com uma hora de duração. Antes, às 4 horas, houve assembleia em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.
Para hoje, estava programada uma assembleia na empresa CCD, às 4h30. No meio da tarde estão previstas paralisações de uma hora nos terminais Pinheirinho, CIC, Sítio Cercado, Boqueirão, Carmo, Hauer, Capão Raso e Portão.
Amanhã, o movimento será com assembleia na empresa Glória de madrugada e paralisação de uma hora nos terminais Campo Comprido, Campina do Siqueira, Santa Felicidade, Caiuá e Fazendinha. Na quinta-feira, a assembleia é nes Mercês, com parada às 15 horas os terminais Campo Comprido, Campina do Siqueira, Santa Felicidade, Caiuá e Fazendinha.
Na sexta-feira, assembleia na Rua Teffé, e aralisação de uma hora nos terminais Pinheirinho, CIC, Sítio Cercado, Boqueirão, Carmo, Hauer, Capão Raso e Portão.
Na quarta-feira da semana que vem, os motoristas e cobradores fazem uma concentração na Praça Rui Barbosa, em Curitiba, seguida de caminhada pela região Central. No dia seguinte, o sindicato e os trabalhadores decidem sobre uma data para uma greve geral no sistema.
A categoria insiste para que os ônibus sejam equipados com câmeras de vigilância, o que, na opinião do sindicato, reduziria as ocorrências violentas dentro os veículos. Hoje eles contam com o botão depânico, acionado em emergências.

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