Fora do páreo

28/09/17 às 00:00
(foto: Franklin de Freitas)

Coordenador da força-tarefa da operação Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol, divulgou ontem nota negando ter feito qualquer contato com partidos para ser candidato às eleições de 2018. No texto publicado no facebook, ele afirmou que a única vez que conversou com o senador Alvaro Dias, do Podemos, foi para tratar do projeto sobre o fim do foro privilegiado. “Também não tive quaisquer tratativas com Marina Silva ou a Rede sobre candidatura. A especulação também é falsa. Jamais tive, aliás, qualquer contato direto com Marina Silva”, garantiu. “Além disso, nunca conversei com qualquer partido politico sobre minha filiação ou candidatura. Qualquer noticia nesse sentido é falsa”.

Lava Jato
Dallagnol também assegurou serem falsas as notícias de que a nova procuradora-geral da República (PGR), Raquel Dodge, está interferindo na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba ou que buscaria mudar seus integrantes. “Pelo contrário, a nova PGR expressou compromisso de firme apoio aos trabalhos desenvolvidos”, disse.

Frente
Outro que divulgou nota para rebater notícias divulgadas nos últimos dias foi o ex-senador e pré-candidato ao governo do Estado, Osmar Dias (PDT). Ele rechaçou informação publicada pelo repórter Ernesto Neves, da coluna Radar da Veja, segundo a qual estaria montando uma frente de esquerda com o PT e o PMDB para disputar o governo. “Não é verdade. Nunca houve qualquer conversa sobre isso”, afirma Dias, garantindo não term “nenhum interesse em conversar sobre isso”.

Pesquisas
Osmar diz não conversas com Gleisi Hoffmann desde 2014. E garante que nunca conversou com Requião sobre essa suposta frente. O ex-senador também rebateu informação segundo a qual o deputado estadual Ratinho Junior (PSD) estar liderar pesquisas de intenção de voto para o governo. “Mentira”, disse ele, apontando pesquisas em que está em primeiro lugar na disputa do governo desde o início da corrida eleitoral.

Pressa
O secretário municipal de Finanças de Curitiba, Vitor Puppi, aproveitou a prestação de contas da prefeitura, ontem, na Câmara, para pedir pressa aos vereadores na votação do projeto que parcela em 200 vezes a dívida do municípío com o fundo de previdência da Capital. “A cada mês que não é aprovada, a cidade perde R$ 4 milhões”, apelou Puppi. “É vital para Curitiba, pois esses R$ 4 milhões são a diferença entre o número dessas parcelas”, disse o secretário.

Prazo
Protocolado no dia 24 de agosto, o projeto tramita em regime de urgência e tem 45 dias para análise das comissões antes de ir para votação em plenário. Por ora, está na Comissão de Legislação, onde sofreu pedido de vista de Noemia Rocha (PMDB), e deverá passar por Economia e Serviço Público antes de ir a plenário.

Escarpa
Ponta Grossa será sede de três manifestações, hoje, contra contra a proposta de redução da Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana. Entre os atos previstos estão uma caminhada até a Câmara Municipal da cidade, onde acontecerá uma aula pública com a participação de profissionais que elaboraram o projeto atual da APA. A proposta em discussão na Assembleia Legislativa, de autoria do presidente da Casa, Ademar Traiano (PSDB) e outros parlamentares, prevê a redução de quase 70% da área que corta 12 municípios do Sul ao Norte Pioneiro do Estado, passando pelos Campos Gerais. Pelo projeto, a área de proteção cairia de 392 mil para 126 mil hectares.

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