‘Kingsman’ está de volta às telonas com ‘O Círculo Dourado’

Uma tentativa de cópia, e não continuação, que fica bem longe do brilhantismo do antecessor

28/09/17 às 22:00 - Atualizado às 21:47 Augusto Tortato, Adalberto Juliatto e Lis Claudia Ferreira | contato@curitibacult.com.br | www.curitibacult.com.br
Eggsy (Taron Egerton) em ‘KIngsman: O Círculo Dourado’: de volta (foto: Divulgação)

Lá se vão três anos desde que o ano de 2014 nos trouxe o maravilhoso Kingsman: Serviço Secreto. Um filme que facilmente entrou na galeria das gratas surpresas nos últimos anos. A produção mescla diversas situações de gêneros como aventura, ação e comédia em um produto único. Kingsman é facilmente um dos melhores filmes que surgiram recentemente.
E cá estamos em 2017 e graças ao extremo sucesso de crítica, e boa bilheteria (nas devidas proporções), uma continuação apareceu com a chegada de Kingsman: O Círculo Dourado aos cinemas nesta quinta (28). Seria uma sequência para fazer jus ao nome ou apenas um trabalho para embarcar na fama do primeiro? Pode-se dizer que os dois, já que Kingsman: O Círculo Dourado está tão preso à fórmula que não consegue se desenvolver no mesmo nível.

A trama aqui mostra os agentes ingleses sendo atacados e perdendo tudo, sobrando apenas Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong). Eles então vão atrás da ajuda de uma organização parceira: a Statesman, localizada nos EUA. Lá encontram os agentes Tequila (Channing Tatum) e Whiskey (Pedro Pascal), e descobrem que Harry (Colin Firth) está vivo. E que a nova vilã, responsável pelos ataques, é Poppy (Julianne Moore); uma traficante de drogas megalomaníaca. O elenco ainda conta com Halle Berry, Jeff Bridges e Elton John

A sinopse básica já se apresenta confusa com tantas informações, o que é pouco se comparado ao tamanho da expansão presente no roteiro. Escrito novamente por Matthew Vaughn, que também é o diretor, e Jane Goldman, ‘O Círculo Dourado’ peca na falta de criatividade e excessos desnecessários. A opção de encher o tempo em tela com várias fragmentações da trama para ocupar as duas horas e vinte minutos de filme se mostra bastante falha. Existem muitos personagens em cena e todos querendo ter seu lugar ao sol, e não há espaço para tal. Esquecem de focar no arco principal e acabam investindo em desdobramentos desnecessários como relacionamento amoroso, personagens secundários e duelos de ambições.

Assim como na obra de 2014, recebemos uma película com excelente trilha sonora e magníficas cenas de ação. Se Firth já não ocupa mais tal papel, coube a Pascal a honra de se encarregar de protagonizar belíssimas lutas com seu laço. Apesar de se perder muitas vezes no caminho com propostas copiadas do antecessor (estando tudo muito aquém), o ritmo é acelerado e mantém o espectador ligado nos acontecimentos.
Kingsman: O Círculo Dourado é muito mais exagerado em tudo, chegando até o ponto de soar forçado em certas passagens. O humor não é tão natural, assim como as lutas em vários momentos se tornaram mecânicas pelo excesso de robôs e tecnologias. Os caminhos encontrados para “solucionar” são contestáveis e muito do que está ali vira descartável ou mal explorado. Entretanto, a qualidade presente na adaptação das HQs de Mark Millar é inegável e apesar de tantos furos, o longa é um entretenimento bem agradável.


Scalene: única da nova geração no Palco Mundo

Scalene lança CD em Curitiba

Após fazer sua estreia no Rock In Rio como a única banda brasileira da nova geração no line-up do Palco Mundo, o Scalene volta a Curitiba para lançar seu terceiro disco de estúdio, ‘Magnetite’. Os brasilienses tocam no John Bull no dia 30 de setembro, sábado, a partir das 18h. Os ingressos já estão à venda a partir de R$60. As bandas Médicos de Cuba, Suit & Bones, Cefa e Condiz também tocam na noite.

No novo disco, o Scalene mostra o resultado de suas mais recentes influências musicais – MPB, música eletrônica e R&B. Ao mesmo tempo em que experimenta, a banda faz uma volta às primeiras e principais referências. Riffs de guitarra e linhas de baixo são as inspirações do stoner rock e do post-hardcore a partir das quais o grupo se lança. “Sempre achei intrigante os pontos de intersecção entre o rock e algumas características da música nordestina”, exemplifica o vocalista Gustavo Bertoni, que também toca guitarra no Scalene.


Nando Reis, Gal Costa e Gilberto Gil

Gil, Nando e Gal Costa dividem palco na Capital

A moça, o rapaz maduro calejado pela idade e o menino impetuoso e viril. Gal Costa, Gilberto Gil e Nando Reis são apresentados assim em “Trinca de ases“, música inédita do baiano que batiza o show que o trio estreou em São Paulo e chega a Curitiba no dia 08 de dezembro, para única apresentação no palco da Ópera de Arame. “Três mosqueteiros, três patetas, três poetas da canção”, como descritos em outro verso da canção, juntos para celebrar a história de cada um, como elas se cruzam e o novo que brota do encontro. Os ingressos estão à venda a partir de R$235.

A reunião foi realizada pela primeira vez no ano passado, em Brasília, em homenagem ao centenário de Ulysses Guimarães – idealizada pelo jornalista Jorge Bastos Moreno. Naquela noite de caráter especial, realizada quase sem ensaio, mostrou-se a potência da união: o diálogo dos violões de Gil e Nando, a voz de Gal revendo as canções do amigo baiano e revelando outras cores da estranheza pop do paulistano e sua “música ruiva”, que ela nunca tinha cantado. Agora, esta potência aparece lapidada – e ampliada. Além de estarem os três o tempo inteiro no palco, em todas as formações vocais possíveis (trios, duetos e solos), eles têm o reforço de dois músicos: o baixista pernambucano Magno Brito, integrante da banda Sinara; e o percussionista baiano Kainan do Jêjê, que trabalha com Ivete Sangalo e também com a Sinara. Como os três mosqueteiros eram quatro, a Trinca de Ases tem cinco em sua composição.


Vinho

Evento vai servir vinho na rua por R$ 10 em Curitiba
A ação será realizada pela Prestinaria neste final de semana
O começo da Primavera deixa os dias mais agradáveis. Por isso, a Prestinaria – A Casa dos Pães promove neste sábado e domingo, das 11 às 20 horas, o “Vinho na Rua”. Oito rótulos serão servidos durante o evento e foram selecionados pela tricampeã de sommelière, Debora Breginski. Os vinhos poderão ser harmonizados com doces e salgados preparados pelo chef da Prestinaria, Rodrigo Machado. A primeira taça será vendida por R$ 12 (com o valor da taça) com refil a R$ 10. Serão oferecidos um espumante, dois vinhos tintos, dois roses e três brancos: Cava Don Roman (Espanha), Alma Pura Chardonnay (Chile), Los Haroldos Torrontes (Argentina), Cordilheira Andina – Branco (Chile), Alma Pura Carmenere (Chile), Cordilheira Andina – Rosé (Chile), Portas do Sol (Portugal) e Casa Viva Pinot Noir (Chile). A ideia é mostrar para as pessoas que o vinho é uma bebida que pode ser degustada em qualquer ocasião.

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