Porto de Paranaguá salta da 26a para 1o posição em sustentabilidade

22/11/17 às 00:00 - Atualizado às 20:18 Ceres Battistelli | cerestb@gmail.com

O Porto de Paranaguá é o primeiro do Brasil em desempenho ambiental. Entre 86 portos públicos e privados brasileiros avaliados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Paranaguá obteve a maior nota. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) foi contemplada com o Prêmio da Antaq 2017 na Categoria “Desempenho Ambiental”. Em 2012, Paranaguá estava na 26a colocação no ranking nacional de sustentabilidade portuária.

Entre os quesitos avaliados estão licenciamento ambiental, treinamento e capacitação ambiental, auditoria ambiental, banco de dados, prevenção de riscos, redução no consumo de energia, geração de energia limpa e renovável, monitoramento e controle dos diferentes tipos de poluição, monitoramento da qualidade da água, segurança no trabalho, agenda ambiental local e institucional, planos de gerenciamento de resíduos sólidos dos terminais, licenciamento ambiental das empresas, programas de educação ambiental nos terminais e a divulgação das informações ambientais do porto.

O trabalho ambiental da Appa, juntamente com a comunidade portuária, é de fundamental importância visto que Paranaguá é o segundo porto do país - com 24 berços de atracação e movimentação de cargas superior a 45 milhões de toneladas/ano – e de vocação graneleira.


Nova Lei beneficia meliponicultores

Está em vigor desde outubro a Lei 19.152/2017 que institui um marco regulatório à meliponicultura - produção de mel de abelhas sem ferrão . As regras vão da criação até o comércio final, passando pelo manejo e o transporte das abelhas sociais nativas.

A nova legislação, proposta pelo deputado estadual Rasca Rodrigues (PV), trata da criação, do transporte e comercialização dos seus produtos em território paranaense.


USO DE ENERGIA RENOVÁVEL DESTACA A REDE MABU

A Rede Mabu Hotéis & Resorts foi reconhecida, pelo Grupo Electra, como consumidor destaque de energia elétrica gerada por fonte de baixo impacto ambiental. Ao firmar um contrato, inicial, de três anos (de janeiro de 2017 a dezembro de 2019), com a Electra - comercializadora independente de Energia de Fonte Primária Incentivada (EFPI) - a Rede Mabu consumirá, durante esse período, 17.055.72 MWh de energia proveniente de fontes renováveis de geração, ou seja, de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) de biomassa, eólica ou solar.

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