Coluna Falando com as Torcidas: Atlético, Coritiba e Paraná

28/11/17 às 00:00 - Atualizado às 15:58

Normal

Conversando com o pessoal que assistia ao jogo do Atlético junto comigo chegamos à seguinte conclusão. O time do Furacão é muito ruim. O pior der tudo é escutar a coletiva com o entregador de colete. Para ele, está tudo dentro da normalidade. Agora já imaginou se não tivéssemos feito um bom primeiro turno? Já estaríamos junto com o pessoal que está na degola do campeonato. Outro fator a ser discutido é a permanência de toda essa comissão técnica, junto com uma grande parte desses jogadores. Um jogador que já poderia ir embora direto de Florianópolis é Fabrício. A torcida que entra no estádio (não a organizada), já teve um problema com ele. E depois de ver ele bater o pênalti daquele jeito, não tem mais motivo para continuar no clube. Esse era um ano que o torcedor estava com muita expectativa, esperava algum título. Simplesmente estamos acabando um campeonato de forma melancólica.
Um Ultra abraço!
Gabriel Barbosa | barbosagabriel@ig.com.br


O 2018 só depende de nós
Infelizmente, aquilo que eu escrevera há tempos se concretizou, para tristeza, preocupação e irritação da nossa torcida: o Coritiba chega na última rodada do Campeonato Brasileiro lutando para não cair. Felizmente, como num roteiro cinematográfico de um filme de ação, depois de muitos altos e baixos, emoções positivas e negativas, ainda só dependemos de nós. O time do Coritiba pecou em casa, perante mais de 38 mil pares de olhos e perdeu por 2x1 para o São Paulo. Do jogo, nada a declarar além do desapontamento. Não adianta repetir o refrão de Bolero que foi o campeonato inteiro. Agora só resta uma única e definitiva saída: a de vencer fora de casa, a Chapecoense. É de se esperar uma atitude diretiva no sentido de incentivar a ida da fiel torcida Coxa-Branca para Santa Catarina. Os sócios merecem, o time precisa.
Coritiba, a Torcida que nunca abandona!
Luiz Betenheuser | blogluiz@gmail.com


Já virou história
O Paraná empatou com o Boa Esporte no sábado próximo passado em pleno Couto Pereira, colocando 37.714 torcedores noutro espetáculo da torcida tricolor. Além da despedida paranista da série B (após via crucis de dez anos) a partida também marcou a derradeira atuação de Sebastião Marcos (ídolo da torcida) dos gramados e a de Manoel Fernandes (o Maneco) das transmissões desportivas. A de se lamentar apanas, a invasão de alguns transvestidos de torcedores que até impediram a volta olímpica dos atletas, fato controlado pela própria torcida que identificou e apresentou os mesmos à políciam tendo após, a festa reiniciado. Assim, em tom festivo e com recorde após a reforma desse outro palco de futebol da Capital paranaense, os tricolores se despediram da segundona, com parte do elenco já devidamente renovada e um norte esportivo e financeiro para 2018. Resta-nos apenas destacar o ranço revanchista da diretoria do Coritiba que primeiro, sobre-reagiu ao fato de um torcedor, no calor do momento, colocar uma camisa tricolor numa estátua em no dia seguinte, ao confirmar que sua torcida foi em menor número que no dia anterior, anunciou de forma precária, sem detalhes ou renda, público de 38.059. A mentira era tão flagrante que todos os veículos de comunicação que estavam transmitindo, foram veementes na comparação. Aliás, momentos antes da divulgação “oficial”, sem renda, o jornalista e repórter da ESPN Brasil Eduardo Afonso da apresentou via twitter o público real de 32.059. Devem ter contado a estátua do Kruguer umas seis mil vezes! Fato lamentável que apenas demonstra o quilate e maturidade dos comandantes dessa instituição, que estão prestes a rebaixar nova mente sua equipe.
Força Tricolor.
David Formiga | davidformiga@gmail.com

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