Corbellini toma posse como diretor técnico de Itaipu na segunda

03/01/18 às 15:24 - Atualizado às 18:08
(foto: Adenésio Zanella/Itaipu Binacional)

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, e a vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, participam na próxima segunda-feira, 8, da solenidade de posse do novo diretor técnico executivo da usina de Itaipu, o engenheiro eletricista Mauro Corbellini, em Curitiba.

A cerimônia está marcada para as 15h, no gabinete do diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, no 11º andar do Edifício Parigot de Souza, com a participação de toda a Diretoria de Itaipu. O Edifício Parigot de Souza fica na rua Comendador Araújo, 551, Centro.

Mauro Corbellini foi nomeado pelo presidente da República, Michel Temer, no dia 27 de dezembro. O decreto também levou a assinatura de Fernando Coelho Filho. O mandato tem validade até 16 de maio de 2022. Há nove meses, o cargo estava vago na Diretoria Técnica Executiva. Antes de assumir a nova função, Corbellini estava à frente da Coordenadoria de Mudanças Climáticas da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema).

Bom momento da usina

O engenheiro eletricista assume o cargo num dos melhores momentos operacionais da Itaipu. Dezembro de 2017 foi o melhor mês de geração em 33 anos e sete meses, desde que a usina entrou em operação. Os primeiros dias de 2018 também têm sido bastante produtivos. Já são 757 mil megawatts-hora (MWh), ante 686 mil MWh gerados no mesmo período de 2017. A diferença é de quase 10% a mais.

No ano passado, quando o Brasil enfrentava um ano desfavorável hidrologicamente, Itaipu teve sua quarta melhor marca da história, com 96,4 milhões de MWh. Em 2016, Itaipu superou a barreira dos 100 milhões de MWh, cravando 103,1 milhões de MWh.

Quem é Mauro

Mauro José Corbelini, 73 anos, é engenheiro eletricista, formado em 1967 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Versátil, fez parte da equipe que trabalhou na implantação do sistema de telecomunicações da Telepar, no início da década de 1970; trabalhou em projetos de diversas grandes usinas do Paraná; e foi um dos pioneiros nos estudos para a interligação do sistema elétrico brasileiro, após ter se especializado em estudos de load flow nos Estados Unidos.

Trabalhou no Banco Mundial, desenvolvendo projetos em todas as regiões do Brasil; e com a Organização dos Estados Americanos, em um projeto de preservação de bacias hidrográficas. Aposentou-se em 1997, mas continuou trabalhando – acompanhou a construção da fábrica da Renault no Paraná e de diversas outras montadoras em outros estados do País.

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