Arquivos da categoria: Escritor da Semana

Um escritor de alta qualidade: Jerzy Kosinski

14 outubro, 2012 às 11:06  |  por Erol Anar

Ao começar a leitura de Jerzy Kosinski perceberá tratar-se de um escritor de alta qualidade e inédito. Li os seguintes livros dele: “O Pássaro Pintado”, “Being There” “Devil Tree”, “Steps”, “Blind Date” etc… cada página era um surpresa, era impossível já prever o que aconteceria no enredo na página seguinte. Ele construía as histórias como num jogo de xadrez, tão inteligente e genial!
Kosinski, nasceu na Polônia e anos depois consegui fugir para os Estados Unidos e residiu por lá.
Tem escritores que fazem a diferença, Kosinki é um deles.
Seu livro “Being There” foi adaptado ao cinema e ganhou o prêmio Academy Award. Sofreu acusações de falsificação em seus livros por alguns jornalistas, porém isso não o impediu de ser um escritor mundial.
Quando chegou ao sucesso, dinheiro e fama, foi encontrado no seu banheiro morto, suicidou colocando uma sacola na cabeça impedindo a circulação do ar e se afogou. Deixou um bilhete assim: “Vou me colocar para dormir agora, um pouco mais de tempo do que o habitual. Chame a eternidade.’

O Pai da literatura moderna russa: Gogol

23 agosto, 2012 às 08:05  |  por Erol Anar

Nikolai Gogol

Gogol é considerado o pai da literatura moderna russa, juntamente com Alexandre Puchkin; desde o escritor Dostoievski até Tolstoi, todos foram influenciados pelas obras dele. Ele é ucraniano porém escreveu em língua russa.
Dostoievski afirmou que todos os escritores da época saíram do capote de Gogol, cita Gogol nos seus romances. A obra de Gogol, “O Capote”, é uma das maiores obras da época, na qual o escritor refletiu sobre a pobreza das pessoas numa perspectiva realista e surreal. Foi através dessa obra que as pessoas comuns entraram na literatura russa, por que antes elas não tinham nem um valor como seres humanos, antes eram contadas histórias de pessoas nobres. Ele criticou o sistema corrupto e distorcido, por causa disso sofreu com os críticos e defensores do sistema.
Gogol admirava Alexandre Puchkin, ele sempre o protegia dos críticos.
Recordo de na infância ter assistido algumas peças dele no teatro, como “O Inspetor Geral” e “O Diário de Um Louco”. As suas mais famosas obras são “O Capote”, “Taras Bulba”, “Almas Mortas” e “O Nariz”.
Como todos os famosos escritores russos ele também visitou e passeou pela Europa. Apesar de sua critica a igreja e a religião, nos últimos anos de sua vida se interessou muito pelo tema religião. Nos últimos anos de vida ele perdeu um pouco da sua criatividade.
Através de suas obras Gogol abriu o caminho para outros romancistas russos, como o grande Dostoievski. Os críticos afirmam ter sido ele o maior escritor da sua era e além disso, deixou uma grande marca na literatura russa e universal.

Eu indico o livro dele “Almas Mortas”

Um grande escritor da Ásia Central: Chinghiz Aitmatov

13 agosto, 2012 às 10:41  |  por Erol Anar

Também fez parte de minhas leituras quando era criança os livros do grande escritor Chinghiz Aitmatov, na minha casa era meu pai quem mais gostava. Ainda me lembro das capas dos livros: “O Navio Branco”, “Jamila”, “Minha Infância”, “A Terra Mãe” dentre outros livros dele. Lembro-me do escritor francês Louis Aragon afirmar que “Jamila” era a melhor história de amor de todos os tempos.
O esposo da Jamila participou da segunda guerra mundial, às vezes ele enviava cartas e só nas últimas linhas mandava lembranças para sua esposa. Passado um tempo, ela começa a gostar de outro homem que voltou da guerra machucado, assim surgiu um grande amor entre ela e este homem. Quando li esse livro, me impressionou a beleza e a nobreza do amor entre eles.
No livro “O Navio Branco” o escritor conta uma história através dos olhos de uma criança e critica o sistema, também descreveu as esperanças dos soviéticos.
O escritor nasceu no Quirguistão, em 1928, passou a juventude com dificuldades diversas, pois eram os anos de segunda guerra mundial. Ele escreveu para o famoso jornal soviético Pravda,foi membro da Academia de Letras dos Soviéticos, ganhou prêmios pelos seus escritos. Ele estudou mitologia, folclore e lendas de seu país e isso se reflete nas suas histórias que são sobre as pessoas da região do estepe.
As suas obras foram traduzidas para mais de 150 línguas, alguns de seus livros foram adaptados ao cinema.

Escritor dos perdedores: John Steinbeck

4 agosto, 2012 às 10:23  |  por Erol Anar

Na infância e na minha adolescência, tinha costume de ler os clássicos da literatura trocando livros com meus amigos. Certo dia meu amigo chegou com dois novos livros nas mãos, ganhava esses livros do irmão mais velho. Um dos livros “Tortilla Flat” e outro “Cannery Row”. Gostávamos desse tipo de histórias, as quais o escritor escrevera baseando-se nas aventuras das pessoas comuns, nos quais também a vida do escritor se parecia com a dos heróis do livro. Como Steinbeck, Jack London etc…
Já havíamos lido alguns livros dele antes, como “A Perola”. Um tempo depois li a obra prima, “As Vinhas do Ira” e fiquei impressionado.
John Steinbeck nasceu na Califórnia nos Estados Unidos, filho de uma família de trabalhadores rurais. Ganhou o Premio Nobel de Literatura no ano de 1962. Era um escritor realista, por isso depois iria contar as histórias desesperadas dos trabalhadores rurais.
A linguagem do texto é impressionante, de fácil compreensão, simples e profunda.
Durante a universidade o escritor precisava trabalhar ao mesmo tempo em que se dedicava aos estudos, trabalhou como pedreiro, porteiro e em outros trabalhos diversos. Por causa disso conheceu muitas pessoas e escreveu as histórias reais posteriormente. Nas obras dele criticou o sistema americano, através das histórias dos livros criticou os Estados Unidos tanto política como ideologicamente.
Muitos dos seus romances foram transportados ao cinema, como as “As Vinhas do Ira”, “Ratos e Homens”. Assisti também esses filmes.
Dedicar-se a ler seus livros será um prazer para quem o fizer, os livros de Steinbeck dão vontade de serem lidos todos, um em seguida do outro.

O poder da amizade pura: Panait Istrati

26 julho, 2012 às 07:56  |  por Erol Anar

Quando tinha 15-16 anos soube de um escritor impressionante e entre nosso grupo de amigos compartilhamos os livros dele, emprestando uns aos outros. Li por duas vezes cada um de seus livros , como “Codine”, “Mikhail”, “Presentation of the Haiduks, “Mediterranean”. Lembrando de Panait Israti, lembro também da minha infância, das amizades puras, dos assobios dos meus amigos, a era da inocência verdadeira. Minha infância foi numa cidadezinha próxima ao Mar Negro.
Dizem que Panait Istrati é o Maxim Gorki de Balcans. Ele nasceu numa cidade da Romênia em 1884. Foi filho de uma lavadeira e de um contrabandista grego que ele nunca conheceu. Visitou a União Soviética e depois a criticou, por causa disso foi isolado durante um tempo.
Ele aprendeu Francês sozinho, escreveu seus livros nessa língua. Gostava de passear conhecendo lugares diferentes, visitou Istambul, o Egito, a Síria entre outros. Durante uma de suas viagens tentou suicidio. Durante suas longas viagens conheceu muitas pessoas diferentes como marinheiros, trabalhadores de portos, comerciantes… depois utilizou essas experiências nos seus livros.
Sofreu com a pobreza também, como muitos grandes escritores mundiais. Os protagonistas dos seus livros são simples e os acontecimentos comuns.
Podemos achar valores humanitários nos livros dele além de um afeto puro e amizade nos romances do escritor. Dizem que a melhor obra dele é “MIkail”, esse livro li muitos anos antes e gostei. Tem uma história sobre a amizade entre Adrian e Mikhail, nas obras dele a amizade pura é mais valiosa do que o amor.
Ele morreu de tuberculose em Bucareste, no ano de 1935, foi testemunha de um século tempestuoso.
No Brasil não encontrei muitos livros dele. Achei o livro dele intitulado “Os Cardos do Baragan”, em português, (Editora Assirio&Alvim). Infelizmente, um pouco esquecido este grande escritor.
Na minha opinião ele parece com o grande escritor Americano Jack London, por que os livros e as histórias se parecem com a própria história dele, ainda a sua vida foi uma aventura, escreveu o que viveu. Espero um dia ver todos os livros dele serem publicados no Brasil.

A mágica da literatura: Ursula K. Le Guin

19 julho, 2012 às 07:43  |  por Erol Anar

Quando leio um livro dessa escritora não quero deixá-lo até chegar na última página. Por que a linguagem e a imaginação dela são muito especiais.
O nome dela sempre será lembrado quando falamos em ficção cientifica na literatura. O seu estilo é diferente, ela não escreveu como os outros escritores de ficção científica fazem, sobre robôs ou máquinas mas sim sobre o ser humano e a sociedade.
Ela é uma grande escritora nessa área. Os seus livros contém temas como o anarquismo, o feminismo, a sociologia e a psicologia. Na minha avaliação ela é a melhor escritora na área da ficção cientifica de todos os tempos. Quem quer saber mais sobre o feminismo terá que ler os livros dela.
Ela é uma escritora norte-americana, nasceu em Berkeley em 1929. Escreveu contos, ensaios, romances, poemas e literatura infantil também. A sua obra prima é “The Dispossessed (Os Despossuídos)”, 1974. Esse livro ganhou prêmios internacionais. A escritora ganhou mais ou menos 50 prêmios na área da literatura.
Ela tem obras em série como “Ciclo de Terramar”. Essa série de livros contém 5 romances. Assim que terminei de ler o primeiro dessa série quis ler todos os outros imediatamente e assim fiz.
Ela diz: “Adoro viver quase tão bem quanto amo escrever.”
(http://www.ursulakleguin.com)
Aqui no Brasil infelizmente só alguns livros da autoria dela foram publicados como “O Mago de Terramar – Trilogia de Terramar V.1”, “As Tumbas de Atuan – Trilogia de Terramar V.2”, “A Mão Esquerda da Escuridão”.
Ela é escritora de utopias. Atualmente tem 83 anos e esta morando em Portland, em Oregon, nos EUA.

Montaigne: Buscando o significado da vida

11 julho, 2012 às 08:40  |  por Erol Anar

Ele era uma pessoa interessante, aristocrata e amigo do rei da França que frequentava jantares no seu castelo.
Michel de Montaigne, nasceu em 1533 em Saint Michel de Montaigne, na França. A Família dele era rica e moravam no Château de Montaigne, próximo a Bordeaux. Foi educado falando duas línguas: o latim e o grego. Depois de estudar direito em Toulouse, tornou-se conselheiro do Parlamento de Bordeaux.
Ele foi prefeito de Bordoeux por duas vezes mas depois deixo tudo e se dedicou só atividades intelectuais. Foi fundador do estilo ensaio na literatura mundial.
Na vida dele aconteceram tragédias, por exemplo, teve 6 filhas e somente uma delas sobreviveu. Depois ele se isolou na biblioteca com milhares livros, lendo e escrevendo. Escreveu um único livro chamado “Os Ensaios”, trabalhou por 20 anos somente nesse livro.
Acredito que talvez faltasse algo na vida dele, por que tinha quase tudo, uma mulher, um castelo, a carreira como prefeito, nobreza, riqueza. Só faltava um significado maior para a vida, então ele se dedicou a pesquisar sobre ele mesmo e a vida.
Morreu aos 59 anos.
A linguagem do seu livro é simples, porém através delas há profundidade. As ideias são intensas e variadas.
500 anos antes ele apresentou ideias muito avançadas para sua era. Ele ensinava o livre pensamento para a Europa.

George Orwell: Um dos escritores mais influentes do século XX

6 julho, 2012 às 10:00  |  por Erol Anar

George Orwell

Quando estava com uns 14 ou 15 anos li o livro “A Revolução dos Bichos”, do jornalista e escritor inglês George Orwell. Numa fazenda os animais tomam o poder e são os porcos os diretores de tudo. Tinha uma frase é impressionante: “Os animais são todos iguais, mas uns são mais iguais que outros.” Como próxima obra do mesmo autor escolhi para ler a sua obra prima, “1984” e tornei-me um admirador do escritor.
O nome verdadeiro dele é Eric Arthur Blair, nasceu em 1903 em Motihari, na Índia e tinha duas irmãs: Marjorie, cinco anos mais velha, e Avril, cinco anos mais jovem.
Juntou-se à luta no POUM (Partido Operário de Unificação Marxista), uma milícia de tendência contra Franco e seus aliados na Guerra Civil Espanhola. Foi ferido no pescoço.
Seus escritores favoritos são clássicos da literatura, como Shakespeare, Jonathan Swift, Émile Zola e Gustave Flaubert.
Ele foi jornalista do jornal Observer durante a segunda guerra mundial.
Nos seus livros ele relata sobre o totalitarismo na sociedade e o estado policial, além do ódio a respeito do imperialismo. Quando ele trabalhou em Burma, testemunhou como os imperialistas tratam mal os povos locais.
O estilo dele é impressionante, forte e poderoso.
George Orwell foi um dos escritores mais influentes do século XX e segundo algumas pessoas é o profeta daquele século. Segundo os críticos, a obra de Orwell é marcada por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais.
O escritor sofreu com pobreza e as doenças, passou por dificuldades por falta de dinheiro. Orwell morreu em Londres vítima de tuberculose, aos 46 anos de idade, em 1950.

O mundo de Franz Kafka: alienação e perseguição

29 junho, 2012 às 07:37  |  por Erol Anar

Quem já não escutou o nome de Kafka? Quem ainda não leu seus escritos, talvez tenha assistido os filmes adaptados dos seus livros, como “A Metamorfose”, “O Processo”, “O Castelo”, “America”. Muitos livros dele foram adaptados para o cinema.
Kafka nasceu numa família judia de classe média,em Praga, no ano de 1883, aprendeu alemão como sua primeira língua. Kafka cresceu sob as influências de três culturas: a judaica, a tcheca e a alemã. As irmãs dele morreram nos campos de concentrações nazistas.
Kafka participou de reuniões com grupos anarquistas.
Faleceu em 1924 no sanatório Kierling na Áustria, onde se internou com tuberculose.
Como alguns escritores famosos, dentre eles Dostoievski e Bukowski , ele também sofreu com seu pai. O pai o pressionava muito. Na sua obra “A Carta ao Pai” explicou como foi esse relacionamento horrível entre o pai e ele.
Ele amava uma mulher casada, o nome dela era Milena, a moça havia se casado quando tinha 16 anos. Milena e Kafka pessoalmente só se encontraram duas vezes. O relacionamento acabou, Milena não teve coragem de deixar Ernest. Cartas a Milena foi publicada originalmente em alemão em 1952.
Kafka foi um dos maiores escritores de ficção da língua alemã do século XX.
Antes de morrer deixou seus escritos para seu amigo Max Brod, para serem queimados.
Segundo o escritor Vladimir Nabokov, “Kafka é um dos melhores escritores do século XX”
Os personagens kafkianos sofrem de conflitos existenciais, como o homem de hoje em dia. No mundo kafkiano, os personagens desconhecem o rumo a tomar, não sabem os objetivos da sua vida, questionam seriamente a sua própria existência e acabam sós, diante de uma situação a qual não planejaram.
Os temas dos livros dele geralmente são a alienação e a perseguição.
Sua única obra publicada em vida foi A Metamorfose, onde o autor expõe sua resignação pela vida cotidiana com um toque de surrealismo.
Suas obras tiveram grande influência em movimentos artísticos como o surrealismo, o existencialismo e até hoje é considerado um dos grandes gênios da literatura universal.
Durante sua vida, Kafka nunca conseguiu atingir grande fama através dos seus livros.
O escritor causou grande impacto e revolucionou o mundo da literatura.

O lado escuro da alma: Fiódor Dostoiévski

20 junho, 2012 às 07:57  |  por Erol Anar

Quando era criança, nossa casa era cheia de clássicos da literatura mundial, especialmente os romances. Escritores americanos, Russos, Europeus e outros estavam a nossa disposição. Por esse motivo conheci muitos escritores e entre eles Dostoiévski. Desde cedo o achei diferente dos outros por mostrar o lado escuro de nossas almas. Conclui que escritores se dividiam entre duas classificações: Dostoiévski e os outros.
Ele nasceu em São Petersburgo, uma cidade conhecida por suas atividades culturais e prédios históricos, além de sua fama sobre a arte.
É aceito hoje por alguns biógrafos, porém sem provas concretas, que o doutor Mikhail Dostoiévski, pai do escritor, foi assassinado pelos próprios servos de sua propriedade rural na cidade de Daravói, indignados com os maus tratos sofridos. Por isso o escritor escreveu a famosa pergunta na sua obra prima “Os Irmãos Karamázov”: “Quem não quer matar seu pai?” Segundo alguns críticos e Freud, esse livro é a maior obra da história.
Em seus livros há inúmeras frases do poeta romântico alemão Friedrich Schiller e de Gogol, escritores que o influenciaram.
Dostoiévski logrou atingir sucesso com seu primeiro romance, Gente Pobre.
Outro livro dele “Crime e Castigo” é também um romance inesquecível.
Suas obras exercem grande influência nos romances modernos.
Dostoiévski foi preso em 23 de Abril de 1849 por participar de um grupo intelectual liberal chamado Círculo Petrashevski, sob a acusação de conspirar contra o Nicolau I da Rússia, cumpriu pena na Sibéria. Foi libertado em 1854. Depois dos anos na prisão suas ideias mudaram totalmente e essas experiências são contadas em seu livro “Memórias da Casa dos Mortos”.
De todos os seus livros, os meus prediletos são “ Os Irmão Karamázov” , “ Crime e Castigo” , “O Idiota” e “Memórias da Casa dos Mortos”.
Algumas frases dos seus livros são especiais, minhas prediletas são essas:
“Eu não me ajoelhei diante de ti, mas diante de toda a dor humana.” Crime e Castigo
“Se queres vencer o mundo inteiro, vence a ti mesmo’.“ Os Demônios ou Os Possessos
“É melhor ser infeliz, porém estar inteirado disso, do que ser feliz e viver sendo feito de idiota.“ O Idiota
“O inferno é não confiar.“ Os Irmãos Karamázov
O russo Alexey Rémizov, durante exílio em Paris, em 1927, escreveu: “A Rússia é Dostoiévski, ela não existe sem Dostoiévski”.
A influência desse escritor é imensa em Hemigway, Hermann Hesse, Marcel Proust, William Faulkner, Albert Camus, Franz Kafka, Yukio Mishima, Garcia Marquez etc.
A sua vida toda o escritor sofreu com a falta de dinheiro. Ele morreu em janeiro de 1881 e foi enterrado no Cemitério de Tikhvin, no Monastério Alejandro Nevsky, em San Petersburgo. Ainda é um dos grandes escritores da história e acredito que será assim por muito anos mais.
Se você quiser dar uma olhada no lado escuro da sua alma, sugiro ler as obras dele. Garanto que não haverá decepção!