Arquivo mensais:fevereiro 2012

Juvevê Dog Village

29 fevereiro, 2012 às 13:41  |  por Fabiana Ferreira

Dizem por aí que o bairro Juvevê, em Curitiba, vai virar um tal de “Juvevê Village”. Eu, se pudesse, acrescentaria: Juvevê Dog Village. Afinal de contas, que bairro na cidade tem uma feira tradicional super frequentada por cães? Sábado cedinho já estão todos eles com seus donos percorrendo toda a extensão da feira. Incluindo, claro, uma paradinha na barraca do pastel. Ali é possível encontrar cachorros de diferentes raças.

Eu costumo dividir o pastel de carne com a minha poodle. Claro, a carne moída fica com ela.

Caso contrário, ela faz questão de se fazer lembrar. Com uivos. E eu não quero chamar tanta atenção assim na barraca do pastel. Nem feirante grita nesta feira. Comparada com as de São Paulo e Rio de Janeiro até parece que estamos em uma biblioteca.

Na mesma rua da feira, várias lojas ficam abertas. Algumas já se acostumaram com os visitantes ilustres. Na minha última visita, uma vendedora se ofereceu para segurar a minha cachorra para eu ficar mais livre para ver os produtos. Isso é que vontade de vender…

Ah, também tem a moça da panificadora. Antes de adquirir uma coleira retrátil, me atendia do lado de fora, pois eu me recusava a deixar a bicha sozinha na calçada presa naqueles ferros improvisados. Ainda mais se ao lado tivesse outro cachorro amarrado. Agora com os três metros de coleira, a Bebel já aprendeu a ficar do lado de fora enquanto eu me aproximo do balcão.

Por estas e outras que eu amo este bairro. E se for para mudar de nome, que os cães não sejam esquecidos!  

 

Me leve para casa!

28 fevereiro, 2012 às 14:18  |  por Fabiana Ferreira

O Pingo é um vira-lata, lindo, super simpático e cheio de amor para dar. Se o Roberto Carlos pode dizer na música que o cachorro sorriu latindo, dá para eu qualificá-lo deste jeito. Basta estacionar o carro no posto de gasolina da Anita Garibaldi que ele vem correndo fazer a maior festa. Na verdade, a felicidade não é por minha causa. Mas pela Bebel, minha poodle, que fica no banco de trás e faz o maior escândalo para descer do carro.

Quando vi o Pingo pela primeira vez já quis saber a sua história. Apareceu por ali e logo o pessoal do posto começou a cuidar dele. Para se apaixonarem foi rapidinho. O problema é que ele, ainda filhote, não para quieto um só instante. Adora passear entre os carros e dar umas voltas pela redondeza.

Apesar de ter um cantinho para dormir e se alimentar no posto, todos ficaram preocupados com a possibilidade de ele ser atropelado. E acharam melhor que o Pingo deixasse de ser um cão comunitário. Foram em busca de alguém para adotá-lo. Conseguiram. Mas uma semana depois, ele foi devolvido. Alegaram que chorava muito. E lá voltou o Pingo, todo feliz, para o posto.

Eis que pouco tempo depois do retorno, o que todos temiam aconteceu. O bichinho foi atropelado por uma Van. Por sorte foi socorrido. Após alguns dias de internação, o Pingo, ainda sob cuidados, mas sem nenhuma sequela, aguarda no próprio posto um novo lar.

Conhece alguém que queira muito adotar um cachorro? Repasse esta história. Mas precisa ter muita vontade e amor no coração. Esta amizade é para sempre, não dá para desistir e devolver assim do jeito que se faz com uma bolsa ou qualquer outro objeto comprado em uma loja.

A sorte da gata zimbreira

27 fevereiro, 2012 às 13:08  |  por Fabiana Ferreira

A gatinha Mimi circula feliz pelas ruas do bairro São Lourenço, em Curitiba. Quem cruza pelo seu caminho não imagina a sorte desta felina. Escapou de ir para o “céu dos gatinhos”, logo após o nascimento. Cria de uma gata zimbreira, da Praia de Zimbros, em Bombinha (SC), ela sobreviveu a um costume da região onde vivem, em sua maioria, pescadores.

Preocupados com a superpopulação de gatos nas praias e sem nenhuma ajuda do poder público para o controle populacional, o pessoal de lá dava fim às fêmeas de todas as ninhadas descobertas. Não escapava nenhuma. Até que, digamos, em um método rápido de extermínio. Ainda mais se comparado à Farra do Boi, tradição daquelas bandas.

A história desta catarina começou a mudar mesmo antes de ela nascer. Um casal de Curitiba, que costuma passar as férias e feriados na praia catarinense, ao saber que a gata Menina estava prenha logo avisou a vizinhança. Queremos um filhote. Uma fêmea. Pelo menos uma da ninhada iria se salvar.

E foi assim que a Mimi veio parar em Curitiba. Castrada, vacinada, cheia de cuidados e amor. A gata hoje divide os passeios em seu grande quintal, que é o Parque São Lourenço, com as belas paisagens das praias de Bombinhas. O lugar dela está sempre reservado no carro para as viagens.

Digamos que é uma vida assim de sorte, para gato nenhum botar defeito.

Chihuahuas motorizados

24 fevereiro, 2012 às 16:34  |  por Fabiana Ferreira

Vou contar hoje a história de dois chihuahuas. Aos dez anos de idade, eles vivem como a maioria dos cães amados por suas famílias, mas com uma pequena diferença. O Tito e o Xote têm seu próprio carro. Com motorista, é claro. Muito antes da revista de celebridades mostrar a apresentadora Xuxa passeando em um shopping com um modelo deste e seu york, a duplinha já desfilava pelas ruas de Curitiba.

Em 2010, a aquisição foi feita. O transporte foi a solução ideal para o Xote, com problemas no coração, manter os passeios diários. Porque esforço em excesso não faz bem à saúde. Mas o amigo Tito não perde uma carona. 

O carrinho específico para animais tem vários recursos. Além da tela, tem prendedor para coleiras, evita que o cachorro pule, tem cesta para carregar papel higiênico, lenço umedecido e o que mais for possível levar. Lembra um carrinho de bebê, mas sem a possibilidade de alterar as posições.

E quem pensa que o pessoal nas ruas do Cabral acha esquisito este passeio se engana. O povo adora. Afinal, é impossível passar por estes dois pequenos sem fazer um elogio. Todos acham interessante e perguntam onde compramos, conta a dona.

A dupla também adotou o transporte para ficar por todas as partes da casa. Quer ver os bichinhos felizes é só chamar para o carrinho. Nada melhor do que assistir tevê de camarote, não é mesmo?. A vista destes dois é sempre privilegiada. E na hora de dormir continuam na casinha sobre rodas.

Só sei de uma coisa. Com carrinho ou sem, onde ficar é que não falta para estes dois, que já têm lugar garantido no coração de cada integrante desta família.

E você levaria seu cachorro para passear em um carrinho? Um passeio pelo shopping quem sabe…

Aprenda a lidar melhor com seu animal de estimação

23 fevereiro, 2012 às 17:25  |  por Fabiana Ferreira

Cursos a distância sobre comportamento animal ganham a preferência de quem pretende melhorar a relação com seu bicho

Entender melhor o seu cão, seu gato ou outro animal de estimação pode contribuir para um relacionamento mais harmonioso entre bichos e gente. Não é preciso ser um expert na área, com cursos de graduação ou especialização, para ter noções básicas e conhecimento pontual de alguns casos para lidar melhor com seu animal. Cursos a distância de atualização e extensão de 10 a 20 horas semanais já estão disponíveis pelo Instituto de Saúde e Psicologia Animal e ganhando a adesão de interessados em todo o Brasil.

Entre as modalidades oferecidas está o curso de Ansiedade de Separação em Cães. Nestes casos, os cachorros têm uma dependência exagerada pelo dono. Deixam de comer sem a presença dele, ficam deprimidos com a sua ausência. “Costuma acontecer quando o filhote é retirado da ninhada antes dois meses. Além disto, cuidados em excesso com animal contribuem para este tipo de comportamento”, explica Paulo Parreira, zootecnista, especialista em comportamento animal e professor do INSPA e da PUCPR.

Para quem tem interesse em se aprofundar no assunto, o Instituto ainda oferece os cursos de Etologia Geral – fundamento do comportamento animal e Fundamentos Básicos da Fisiologia do Comportamento de Cães e Gatos. A modalidade já despertou o interesse de donos de pet shops como forma de treinamento para seus funcionários.

Os cursos também são uma excelente oportunidade de aprendizado para estudantes de Medicina Veterinária, Zootecnia, Psicologia, Biologia e outras áreas com interesse em compreender o comportamento habitual dos animais e a resposta destes ao ambiente e às interações com seres humanos e outros animais.  

Mais informações acesse www.psicologiaanimal.com.br

Limpar, brincar e amar

22 fevereiro, 2012 às 15:02  |  por Fabiana Ferreira

Achar uma diarista de confiança é tarefa árdua. Alguém para confiar as suas chaves, sair sem receio de casa com a certeza de que na volta tudo estará no lugar e limpo (ou quase) é uma tranquilidade. Se esta pessoa tratar seu cachorro como um “filho”, que inclui brincar e mimar, então é meio que acertar na loteria. Coisa rara.

A Maria é isso e muito mais. Ela gosta de cachorros. Da minha em especial. Nunca vi tanta felicidade em um bicho ao encontrar alguém. Nem as festinhas para mim, após dias de viagem, são tão eufóricas.

O melhor de tudo é encontrar um bilhete da Maria em cima da mesa com a seguinte mensagem. “Que bom ela estar aqui, estava com muitas saudades”. É, o que importa se ela não teve tempo de limpar o vidro da janela ….

Parte 2 – História real e triste

Este espaço nasceu com a proposta de contar histórias felizes e divertidas. Uma vez que existem vários canais de denúncias de maus-tratos de animais, que considero importantíssimos, afinal graças a eles a sociedade se mobiliza e começa dar a importância para o assunto e exigir mudanças na lei para penalizar com mais efetividade quem comete crimes contra os animais.

Não pude deixar de relacionar a história que contei acima com o caso que ouvi de um casal de amigos. O relato foi contado por alguém envolvido na história. Me deixou perplexa tamanha barbaridade. Não fiz questão de saber detalhes, pois a maldade humana ainda me deixa horrorizada. E me fez refletir ainda mais sobre a sorte que tenho em ter a Maria na minha casa.

Não siga em frente, caso não queira saber algo terrível. 

O dono da yorshire esqueceu algo em casa e resolveu voltar. Era o dia da faxineira, que foi trabalhar com o filho, uma criança. Ao chegar em casa, estranhou que a cachorrinha não o fosse receber.

Ele a encontrou embaixo da cama. Toda machucada, cheia de sangue. Não pensou duas vezes. Levou correndo a york para a clínica veterinária. Estava com várias fraturas.Ele soube depois que a cachorra foi jogada pela janela do segundo andar. A mãe, para encobertar a atitude do filho, recolheu a cachorra e a escondeu embaixo da cama.

Apesar da falta de socorro imediato, a cachorrinha sobreviveu. Um milagre. O rapaz ter voltado para casa naquele dia me faz crer que existe uma forte ligação entre nós e nossos cães. Após quatro meses de tratamento, dois deles imóvel em virtude das fraturas, a york ainda recebe cuidados médicos e mais amor ainda, se é que isto é possível.

 

Cachorroterapia de amor

20 fevereiro, 2012 às 14:46  |  por Fabiana Ferreira

Muito já se falou da equoterapia, terapia com cavalos, e seus benefícios para quem tem paralisia cerebral e outras deficiências. Melhora a coordenação, equilíbrio, aumenta a consciência corporal e tantos outros fatores importantes para a saúde. Hoje eu resolvi abordar a cachorroterapia. Sem sessões marcadas. Mas sobre a convivência quase diária de uma poodle e uma menina PC.

Pela manhã, a interatividade começa com uma bela lambida. Aliás, várias. Nem adianta pedir. “Não deixa. Vira a cara para o lado!”, é em vão. Mas que nada, bom dia a gente tem que dar com muita intensidade. Algo para ser lembrado o dia todo. No café da manhã, lá estão as duas lado a lado. Caiu por acaso um pedacinho de pão aqui ou ali, já tem limpeza garantida. Hora da escola. Separação temporária. Melhor lugar para esperar a amiga chegar é na própria cama dela. De preferência desarrumada, em cima do edredon.

O resto do dia a companhia traz boas diversões. O agito dos latidos com qualquer barulho, principalmente quando o interfone toca e é dia de pizza. Os assaltos à lata de lixo com embalagens de carne, frango e outras coisas boas de lamber. Os olhos atentos veem tudo, mas nada de denunciar as artes da pequena. A única coisa que não pode mesmo nesta história é brigar com o bichinho. Mesmo quando ele apronta. Ouve-se uma sequência de sonoros nãos, que quer dizer não brigue, pois aqui ela reina.

A cachorrinha não passou por nenhum treinamento para ser companheira de alguém com paralisia. Ela convive desde filhote, obviamente, sem diferenciar se existe ou não qualquer tipo de deficiência. Faz parte da vida dela. Qualquer outro estranho com ou sem qualquer problema físico ou mental ela com certeza irá estranhar.

Eu não tenho nenhuma credencial para avaliar tecnicamente os benefícios terapêuticos da convivência entre cães e deficientes. Mas com certeza esta amizade traz uma imensa alegria, quebra a monotonia do dia e tenho plena consciência que estimula e, muito, o músculo do coração. Ele bate mais forte quando a poodle, apelidada de Cuca, chega. E lá se vão mais várias lambidas! O vermífugo está em dia e os anticorpos da Luca, a mais beijada de todas, em alta. Pode lamber a boca à vontade! Porque beijos de amor devem ser intensos e prolongados.

Dilma adote um vira-lata!

19 fevereiro, 2012 às 11:09  |  por Fabiana Ferreira

A história da eleitora da presidente Dilma Roussef que a presenteou com um filhote de labrador ganhou destaque nesta semana na imprensa nacional. Afinal é algo inédito. Um presente vivo deixado no protocolo do Palácio do Planalto. Eu espero que seja a primeira e a última vez que isso aconteça. A eleitora cearense teve boa intenção, mas sem dúvida não tem a menor consciência que “cachorro não é presente”.

Claro que a assessoria da presidente teria que aceitar a gentileza. Pegaria super mal recusar o presente. Mas a eleitora em nenhum momento teve a oportunidade de conversar com a Dilma e saber seus interesses. Eu amo cachorros, sei a diferença que eles fazem em nossas vidas, mas nem por isso vou sair distribuindo filhotes para os meus amigos.

Provavelmente, o labrador presidencial terá todos os cuidados necessários. Vai ter um monte de empregados para cuidar dele, a melhor assistência veterinária e uma área imensa de lazer para brincar. Mas duvido muito que a Dilma possa curti-lo, brincar e passear com ele. Se eu não tenho tempo de ficar o quanto eu gostaria com a minha cachorra, imagina a presidente…

Gostei de saber que a Dilma adotou uma dauchshund que perambulava pelas ruas. Mostra que ela tem coração. Não é qualquer um que pega um cachorro na rua e leva para a casa. O pior foi saber que o José Dirceu já deixou na residência oficial um labrador que era dele. Não tem acusação que supere isto! Mais um cachorro que a Dilma teve que adotar.

Mas acho que nesta matilha palaciana está faltando um típico cão sem raça definida. Já que estrutura não falta na Granja do Torto, tenho certeza que muitos eleitores gostariam desta ideia. Dilma adote um vira-lata!

Você chama seu bicho de filho?

17 fevereiro, 2012 às 16:03  |  por Fabiana Ferreira

É incrível, mas me peguei chamando a cachorra de filha no meio da rua. Saiu. Assim do nada. Naturalmente. O vem “filha” era para dizer que o passeio tinha chegado ao fim. Mas a sequência foi “a mãe vai dar um biscoito bem gostoso quando chegarmos em casa!”

Minha nossa, eu jurei que nunca faria uma dessa. Em casa pode, mas na rua… Eu sempre achei estranhíssimo ouvir isto dos donos de cães, assim sem a menor cerimônia na frente de todo o mundo. E agora, logo eu, neste mesmo papel. Mas tudo bem. Pude observar em um parque o dono de um pit bull dizer ao avistar a mulher. “Olha lá a mamãe”.

Muita gente por ai vai pensar, isto é falta de filho. Eu mesma já ouvi uma dessas. Geralmente, de quem não gosta de bicho ou não tem bicho. Só filhos. Especialistas em comportamento humano podem dizer que é a tal da transferência. Mas conheço matriarcas bem-resolvidas com suas grandes famílias, com muito mais de um filho, que chamam os bichos até de netos.

Para mim isto se chama amor. Um ser de quatro patas que amamos feito gente, um verdadeiro integrante da família.  E é claro que ao sair todos os dias de casa eu digo sem um pingo de vergonha. “Filha, a mãe vai trabalhar e já volta”.

E você conhece alguém que chama o bicho de filho ou filha?

A história de Beija

16 fevereiro, 2012 às 11:51  |  por Fabiana Ferreira

Sempre ouvi dizer que o cão escolhe o dono. Lendo um pouco sobre estas questões caninas, o cachorro na verdade elege um líder. Às vezes, ele é o próprio líder… O que pode ser um desastre. É comum ouvir: o cachorro é meu, mas ele gosta mesmo é do meu pai, da minha mãe ou qualquer outra pessoa da casa. A prova desta escolha para mim veio de uma história extraordinária que soube recentemente. Um amigo foi literalmente escolhido para ser um líder. Assim, de repente. Andando pela rua.

Lá por altas horas, pelas bandas do Centro Cívico, o cachorro, olhou para ele e decidiu. Taí este cara deve ser bacana. Vou atrás. E assim, sem encontrar um ônibus nem um taxi, meu amigo resolveu encarar a pé os quase quatro quilômetros até a sua casa. E não é que o bicho foi persistente. Acompanhou, parou nos sinais, esperou para atravessar a rua. E cansou da caminhada depois de encarar a subida da XV. Só que na metade do caminho, alguém já tinha sido fisgado. Leitor das crônicas deste blog e também amigo de uma protetora de cães da cidade, por anos influenciado por histórias de amor entre bichos e humanos, decidiu não ficar alheio. 

Sensibilizado e sem alternativa diante do cansaço do novo amigo, uma carona no colo foi a solução para apressar a chegada ao destino. Logo depois, em sua nova casa, o bicho ganhou comida, um cantinho aconchegante e no dia seguinte uma consulta veterinária. Lá constatou-se que na verdade se tratava de uma fêmea, com cerca de sete meses. Filhotes são mesmo irresistíveis. Ganhou o nome de Beija. É, faz sentido. Cadela sedutora, lhe caiu bem o nome da marquesa mais exuberante da história do Brasil. Realmente, uma cachorra encantadora igual a esta vale a pena carregar no colo, levar para casa e assumir compromisso.