Arquivos da categoria: Cooperativismo

APP Vegano

Aplicativo curitibano permite que usuários comprem direto de produtores rurais

27 junho, 2017 às 13:20  |  por Maximilian Santos

No final de 2013 surgia em Curitiba o BeVeg, aplicativo que inovou ao permitir que os usuários pudessem encontrar estabelecimentos gastronômicos com boas opções vegetarianas e veganas. Agora, após o sucesso em todo o país, o BeVeg, idealizado por Vivian Schmitz e Tom Barros (foto), passou por uma importante atualização e oferece a função delivery.  O aplicativo, disponível gratuitamente no Google Play e na Apple Store, permite que, além de pedir comida fast food, os usuários façam a feira e o mercado sem sair de casa, tendo contato direto, por exemplo, com produtores de hortifrútis orgânicos. Outra facilidade é poder receber em casa quitutes de produtores locais, como salgadinhos e bolos.

“O BeVeg surgiu para unir consciência e tecnologia, facilitando e incentivando a escolha pelo vegetarianismo por meio de um aplicativo que localiza opções veg por ordem de proximidade do usuário. Além disso, a opção delivery possibilita que o usuário faça pedidos online para entregas em domicílio”, detalha Vivian Schmitz, que lembra que a ferramenta é ideal, também, para quem apenas simpatiza com o estilo de vida e gostaria de adotá-lo, mas não sabe onde encontrar boas opções.

O crescimento do BeVeg coincide com crescimento do número de vegetarianos no Brasil. Segundo dados publicados pelo IBOPE/2012, o país conta com mais de 15 milhões de vegetarianos. As maiores concentrações são encontradas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente com mais de 792 mil e 632 mil. Curitiba, cidade de origem do BeVeg, aparece com mais de 194 mil vegetarianos. De acordo com pesquisa do IPSOS Group, também de 2012, 28% da população brasileira quer consumir menos carne.

“Com o passar dos anos, vemos consumidores cada vez mais antenados, realmente preocupados com a alimentação e, logicamente, com os problemas gerados pelo mercado mundial de produção de carnes. Pesquisas recentes demonstram que o mercado vegetariano tem passado por uma expansão constante, e é cada vez maior o número de pessoas que optaram pelo vegetarianismo e estão sedentos por opções de consumo”, explica Tom Barros.

Feira em casa - Mais do que oferecer empreendimentos gastronômicos e refeições prontas, após sua última atualização o BeVeg sentiu que tinha chegado o momento de trabalhar novas opções e serviços. Na nova aba “Feira”, que acaba de ser adicionada na ferramenta, o usuário encontra empórios e produtores locais que comercializam, entre outros, frutas, orgânicos, hortifrútis, sucos, especiarias, sementes e grãos. Assim como os outros serviços, os resultados aparecem por ordem de proximidade.

“Muita gente reclamava da dificuldade de encontrar produtos especiais frescos, como por exemplo os orgânicos, que geralmente só eram encontrados em mercados e com valores elevados. Com essa parceria com pequenos empórios e produtores locais, conseguimos oferecer uma ferramenta que, acima de tudo, levará saúde para a casa dos brasileiros”, completa Tom.

 

 

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Reinaldo Scheibe

Planos de saúde se reúnem em Curitiba para discutir cenário do setor

23 maio, 2017 às 16:16  |  por Maximilian Santos

Na próximo quinta-feira (25), a partir das 14h, no Hotel Bourbon, em Curitiba, representantes do Sistema Abramge – Associação Brasileira de Planos de Saúde se reúnem para discutir a situação atual na área de saúde suplementar, além de aspectos econômicos, jurídicos e políticos que envolvem o setor.

O encontro contará com a presença do presidente nacional da Abramge, Reinaldo Scheibe(foto); do presidente da regional PR/SC da Abramge, dr. Cadri Massuda, além de diversos especialistas. Entre os temas que serão discutidos destacam-se o ressarcimento ao SUS, a terceirização nos setor e o impacto das Reformas Trabalhista e da Previdência.

Máfia das próteses - Durante o encontro, acontece também o lançamento do livro “A Máfia das próteses – Uma ameaça à saúde”, de autoria do diretor da Abramge, Pedro Ramos. A Abramge há algum tempo denuncia um dos maiores esquemas de desvios de recursos públicos e privados da área da saúde: as fraudes envolvendo Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs). Mesmo após a instauração de duas CPIs, uma no Senado e outra na Câmara dos Deputados, as informações que circulam nesta indústria são de que as máfias continuam a atuar.

Casos assim envolvem situações em que médicos prescrevem cirurgias desnecessárias a pacientes de planos de saúde com o objetivo de conseguir vantagens financeiras na comercialização de materiais médicos a serem usados nos procedimentos – na maioria das vezes superfaturados em conluio com a empresa fabricante. Tais experiências, algumas com consequências trágicas, são vividas diariamente por muitos pacientes que procuram o Sistema Único de Saúde (SUS) ou a Saúde Suplementar.

No livro, o autor mostra que o uso desses dispositivos vem acompanhado de alguns vícios inaceitáveis na conduta de empresas e pessoas que atuam no atendimento à saúde, visando induzir a demanda de maneira artificial, irresponsável e, muitas vezes, criminosa. As maiores vítimas dessas quadrilhas são pessoas que recorrem ao atendimento médico hospitalar, público ou privado.  “Elas estão em busca de um alívio para a dor, mal-estar ou disfunção causada por uma doença. Estão debilitadas física e emocionalmente e, portanto, são presas fáceis para as quadrilhas que atuam na saúde. Por essa razão, defendemos que os crimes contra a saúde não podem ser tratados como crimes comuns. São crimes qualificados que, por isso, merecem punição muito severa”, aponta Pedro Ramos.

Outro aspecto tratado neste livro diz respeito à amplitude dos danos econômicos. “Quando o golpe atinge a assistência à saúde pública, afeta o orçamento do governo e chega a prejudicar milhares de beneficiários do SUS. Quando é praticado contra os planos de saúde, a conta é paga pelo conjunto dos usuários dos planos e vai refletir nos índices de reajuste das mensalidades. Dessa forma, os crimes da máfia e outros de natureza semelhante são crimes contra a economia e contra o Estado.”

 

 

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Cooperativas oferecem a melhor opção de crédito do mercado

18 abril, 2017 às 14:11  |  por Maximilian Santos

O grande diferencial das cooperativas são as taxas cobradas de quem toma crédito no mercado, sempre inferiores às praticadas pelas demais instituições financeiras. Essa vantagem se mantém, mesmo depois do governo federal ter anunciado o fim da isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

“As cooperativas ainda são a melhor opção para quem precisa de crédito, por não visarem ao lucro trabalham com juros bem inferiores aos cobrados pelas demais instituições financeiras”, afirma o CEO da UNICRED do Brasil, Fernando Fagundes. (O fim da isenção de IOF – alíquota de 0,38% – entrou em vigor em 03 de abril.)

Na UNICRED, por exemplo, a taxa média de juros do cheque especial é de 10,8% ao mês, contra 12,5% mensais cobrados, também em média, pelos bancos.

A lógica do sistema cooperativo de crédito é distinta da de um banco comercial. “O objetivo final é o benefício ao cooperado por meio da expansão do crédito a custos acessíveis. Isso é possível porque o próprio participante aporta recursos ao sistema. Em um quadro de contração econômica e escassez de recursos, a alternativa do crédito cooperativo é ainda a mais atrativa”, finaliza o CEO da cooperativa.

 
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presidente Lide

Presidente do Lide Futuro anuncia segundo workshop para startups, em São Paulo

20 setembro, 2016 às 14:01  |  por Maximilian Santos

Rafael Cosentino, presidente do Lide Futuro, área de atuação voltada para jovens empreendedores do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, anuncia que hoje (20), ocorre uma mesa redonda com renomados empresários dos mais diversos setores, no Audi Lounge, em São Paulo. Trata-se da primeira fase de avaliação do Prêmio Lide Futuro Startups 2016. O encontro, que acontece pela segunda semana, terá a duração de duas horas. Nele, as 31 finalistas apresentarão seus cases para uma banca avaliadora e terão a oportunidade de trocar experiências e adquirir novos conhecimentos.

Em 2016, as inscrições ao Prêmio Lide Futuro Startups, homenagem que  já se consolidou entre as startups brasileiras se encerraram em 2 se setembro. No total, foram 141 empresas, divididas em três categorias - Startups em fase de Ideia (sem CNPJ), Startups em fase Inicial e Startups de Impacto Social. Destas, 31 foram selecionadas para participar dos eventos do grupo, sendo: Startups em fase de Ideia (sem CNPJ): AgroV, Poincle, Soft & Solutions, PcD em Foco, Universo de Possibilidades – UP; Startups em fase Inicial: WIER Tecnologia Plasma e Ozônio, Meetime, Zumpy, Apptite, Tracker Up, Coteaqui, Eco Vice-Versa, Nigma, Bauer Technology Solutions, UNA Primeira Infância, Alluagro, ProspectaOne – Conquistando com você, Beleza de Farmácia, Dr Cuco, Eu Entrego Sistemas Ltda., Fanupp, Kimeo Rede Social de Combate ao Câncer, indWise, Qaas Participação e Gestão Eireli e Alooga e Startups de Impacto Social: TNH Digital Health Ltda, ePHealth Primary Care Solution, Hippo Drs., Educacross e Vivalá.

Agora, membros do LIDE MASTER deverão avaliar as empresas, com nota de 1 a 5, nos seguintes quesitos: Objetividade na apresentação do seu negócio; Solução inovadora e disruptiva; Apresentação do potencial de mercado; Perfil do empreendedor e experiência e Potencial da empresa: Estágio da empresa versus tempo de existência.

 

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Filantrópicas podem ter isenções fiscais cortadas, mesmo dando uma contrapartida de 600% à sociedade

10 agosto, 2016 às 23:38  |  por Maximilian Santos

Custódio Pereira, presidente do FONIF, comenta as isenções fiscais concedidas ao setor filantrópico que estão em discussão devido à necessidade do Governo de aumentar a arrecadação. Em uma conta equivocada, quem é favorável ao corte está ignorando que nas áreas de Saúde, Educação e Assistência Social, a cada R$ 1,00 (um real) obtido por isenções fiscais, cada instituição filantrópica retorna R$ 5,92 em benefícios para a sociedade.

Os dados fazem parte da pesquisa FONIF – “A contrapartida do setor filantrópico para o Brasil”, realizada pela DOM Strategy Partners, primeira consultoria 100% nacional com foco em estratégia corporativa, e que acaba de ser lançada pelo Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (FONIF). Se as áreas de atuação forem analisadas separadamente, na Saúde, este coeficiente de contrapartida sobe para R$ 7,35. Ou seja, a cada R$ 100 que um hospital beneficente deixa de pagar de impostos, investe R$ 735 no atendimento à população. Na Assistência Social, a cada R$ 100, o retorno à sociedade é de R$ 573,00 e na educação, R$ 386,00 – por meio da concessão de bolsas de estudo, por exemplo.

“O objetivo dessas instituições, desde que foram fundadas, há séculos, é colaborar para o desenvolvimento social do País, e os números provam que elas cumprem esse compromisso que faz parte da sua missão” afirma.

Isenção tributária

Por lei, o setor filantrópico opera com imunidade tributária e, em contrapartida, garante que parte da sua capacidade operacional seja destinada gratuitamente à população em geral. Um hospital filantrópico, por exemplo, embora seja privado, deve destinar 60% do atendimento para usuários do SUS. Dessa maneira, atua para desafogar o sistema público.

O presidente do FONIF argumenta que, além de oferecer retorno, as instituições filantrópicas respondem por uma parcela pequena dos incentivos fiscais concedidos. Considerando dados do Ministério da Fazenda e da Receita Federal, o montante da renúncia para os filantrópicos, incluindo a cota patronal e outros impostos (IR, CSLL, etc) somou R$ 19 bilhões, que na comparação com um total de R$ 267 bilhões representa 7% do montante. “Há setores que visam lucro cuja isenção é muito maior do que para o setor filantrópico. E não existe mensuração e transparência sobre o retorno que eles dão à sociedade”, explica.

Além disso, especificamente em relação à Previdência, a renúncia da arrecadação do setor filantrópico, no que se refere à cota patronal – R$ 10 bilhões em 2014, representou apenas 3% do total da receita da previdência, de R$ 348 bilhões.

Retorno à sociedade

Segundo o FONIF, as instituições filantrópicas realizaram mais de 160 milhões de atendimentos em 2014 e geraram 1,3 milhão de empregos. A pesquisa foi realizada com dados oficiais do próprio governo e está restrita a instituições filantrópicas que possuem o CEBAS (Certificado de Entidades Beneficentes de Assistência Social), concedido pelo Governo Federal, por intermédio dos Ministérios da Educação, Desenvolvimento Social e Saúde para que as entidades privadas sem fins lucrativos possam usufruir de isenção das contribuições sobre a seguridade social (cota patronal), oferecendo como contrapartida: na Educação uma bolsa integral a cada cinco pagantes, na Assistência Social a manutenção da prestação de seus serviços, de forma integralmente gratuita; e na Saúde oferecer 60% dos seus serviços através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em 2014, 8.695 instituições possuíam o CEBAS e a pesquisa foi realizada entre novembro de 2015 e junho de 2016, utilizando como parâmetro a MetodologiaIntangible Assets Management (IAM®).

A pesquisa completa está disponível para consulta no site do FONIF.

http://www.fonif.org.br/publicacoes/pesquisa/

foto: divulgação

 

Edição Rafaela Salomon

05-08-16PosseADVBPR

Gilmar Piolla toma posse como vice-presidente regional da ADVB-PR

5 agosto, 2016 às 18:42  |  por Maximilian Santos

Gilmar Piola, superintendente de comunicação de Itaipu, assume também o comando da ADVB Regional Oeste-Sudoeste, braço na região de uma das mais tradicionais entidades do Paraná, com mais de 50 anos de atuação, instalada nesta sexta-feira (5) em Foz do Iguaçu.

Durante o ato, o presidente da ADVB-PR, Eduardo Jaime Martins, disse que, com a criação de regionais, a ideia é ampliar a atuação da entidade, atraindo “novos e bons parceiros” no interior do Estado. Além de Foz do Iguaçu, foram criadas outras três regionais, em Ponta Grossa, Londrina e Maringá.

Cenário

Piolla, que exerce atividades voluntárias em várias entidades de Foz do Iguaçu, como o Codefoz e o Fundo Iguaçu, disse que aceitou a vice-presidência regional por “acreditar no projeto, porque a ADVB-PR tem ambiente favorável para prosperar no Oeste e Sudoeste do Paraná”, que são berço do associativismo e do cooperativismo no Paraná. Ele acrescentou que as cooperativas da região “dobraram seu faturamento e cada vez mais partem para a industrialização de seus produtos”.

Piolla destacou atividades da região, como o turismo em Foz do Iguaçu, o agronegócio e a industrialização de vários municípios. Como Toledo, onde está a maior indústria farmacêutica do Brasil, e Cascavel, onde opera uma das maiores fabricantes de carrocerias do País. Lembrou ainda de Francisco Beltrão e de Dois Vizinhos, com unidades gigantescas da Sadia, e disse que esses e outros exemplos representam “um cenário propício para vendas, negócios e marketing”.

Já na posse, da qual participaram representantes do trade de Foz, emissoras de TV e empresas da região, Piolla convidou três pessoas para fazerem parte da ADVB-PR Regional Oeste-Sudoeste: Wanderley Graeff, diretor da editora Viver Toledo, de Toledo; Antônio Geraldo Topanotti, diretor da Radar Inteligência, de Francisco Beltrão; e a empresária de comunicação Márcia Hanzen, de Medianeira. Piolla anunciou, ainda, que pretende trazer para a região as iniciativas da ADVB-PR, como os cursos de mídias sociais e palestras do projeto Estrela da Manhã.

Prêmios

Gilmar Piolla brincou que, agora, como vice-presidente, já não poderá mais concorrer aos prêmios da ADVB-PR. Em 2009, ele recebeu o prêmio de “Personalidade de Comunicação do Ano”. Em 2012, foi o maior responsável pelo Top de Marketing concedido à Itaipu Binacional, que venceu com a campanha Cataratas – Maravilha Mundial da Natureza.

Durante a instalação da Regional Oeste-Sudoeste, por sinal, Eduardo Jaime Martins, o vice-presidente Marcelo Romaniewicz e o diretor de Comunicação da ADVB-PR, Cláudio Stringari, falaram sobre mudanças no Top de Marketing e no prêmio Personalidade do Ano. O primeiro terá apenas seis categorias (Indústria, Varejo, Serviço, Comércio, Comunicação e Startup), enquanto o Personalidade

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Produtor paranaense é o vencedor regional do 25º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso

8 abril, 2016 às 13:25  |  por Maximilian Santos

Orlando von der Osten ao lado de sua esposa Marise Von Der Osten,  cafeicultor paranaense, é o vencedor do Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso entre os concorrentes da região Sul. Proprietário da Fazenda Pilar, de Cornélio Procópio (PR), o produtor fornece para a illycaffè há mais de três anos e volta a conquistar a honra, já que havia vencido o prêmio também em 2015.

Além de um diploma entregue pela diretoria da illycaffè, liderada pelo CEO Andrea Illy, Orlando recebeu a quantia de R$ 2 mil. A cerimônia de premiação foi realizada hoje, no Teatro Cetip, em São Paulo, consagrando a produtora Juliana Armelin, do Cerrado Mineiro, como a grande campeã nacional.

Também foram reconhecidos os campeões regionais de outras 8 categorias (conforme tabela abaixo), o fornecedor do ano, Décio Bruxel (Cerrado Mineiro), e o melhor classificador – Luiz Evandro Ribeiro, do Sul de Minas, vinculado à Cooxupé (Cooperativa Regional dos Cafeicultores em Guaxupé). Ao todo, a illycaffè ofereceu mais de R$ 220 mil em premiações.

tabela

 

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Presidente do Sicoob divulga resultado das cooperativas em R$ 2,3 bi

22 março, 2016 às 11:57  |  por Maximilian Santos

Henrique Castilhano Vilares, presidente do Sicoob, sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil e maior sistema financeiro cooperativo do país, apresentou para o mercado resultado de R$ 2,3 bilhões no exercício de 2015, que equivale a um crescimento de 14%, contra R$ 2,0 bilhões contabilizados em 2014. Os ativos totais alcançaram R$ 57,1 bilhões, evolução de 18,9% em relação à igual período do ano anterior.

A carteira de crédito somou R$ 32,2 bilhões, levando em conta as provisões para crédito de liquidação duvidosa, incremento de 16,1% (+5,5% descontada a inflação) em comparação aos R$ 27,7 bilhões registrados em 2014. As carteiras de crédito consignado e rural, destaques no período, tiveram crescimento de 24% e 23%, respectivamente.

Os depósitos das cooperativas do Sistema somaram R$ 31,6 bilhões no último exercício, aumento de 21,5% em relação ao período anterior, com destaque para os depósitos a prazo e de poupança, que evoluíram 25% e 7,7%, respectivamente. Já o patrimônio líquido registrou saldo de R$ 14,1 bilhões em 2015, com avanço de 16,3%.

“No Sicoob, diferente das instituições financeiras convencionais, os resultados das cooperativas retornam para o associado”, explica o executivo. “Em dezembro de 2015, por exemplo, parte das Cooperativas do Sistema creditaram R$ 562 milhões na conta capital dos associados (R$ 61 milhões direto na conta corrente)”, destaca Vilares.

Além deste pagamento, os associados recebem anualmente a distribuição dos lucros (sobras) do exercício da cooperativa, pago após deliberação em assembleia, que será realizada em abril de 2016. “Os resultados apresentados pelas cooperativas do Sicoob são reflexo da ampliação dos esforços para atender os associados e suas comunidades, aumentando a disponibilidade de crédito, mantendo taxas e tarifas competitivas”, enfatiza o presidente do Sicoob.

 

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