Arquivos da categoria: Estudos e Pesquisas

Robert Herjavec

Robert Herjavec, do programa Shark Tank, lança livro no Brasil

11 agosto, 2016 às 22:40  |  por Maximilian Santos

Robert Herjavec, um dos maiores líderes de negócios da América do Norte e está com seu livro em pré-venda no Brasil. Você não precisa ser um tubarão, é leitura indispensável para quem deseja aprender sobre técnicas de venda e marketing pessoal. O especialista é o comandante do programa Shark Tank, sucesso absoluto nos Estados Unidos, que conta com mais de 7 milhões de espectadores por episódio. A versão brasileira do reality estreia em outubro, e será transmitida pelo Canal Sony.

Robert é conhecido como “Bom Tubarão”, e na obra ele mostra que é possível visualizar que o sucesso está dentro de cada um e, para atingir os objetivos, é necessário ser capaz de se comunicar com os outros e se posicionar. Você não precisa ser um tubarão é um ótimo guia pra quem deseja se tornar um “predador” na arte de vender, desde sonhos e objetos, até a si mesmo.

Com uma linguagem simples e objetiva, Robert transmite ensinamentos mesclando-os com a sua forte história. O autor transcende técnicas de vendas puras ao ensinar “pessoas não comerciais” o que elas precisam saber para vender não apenas objetos, mas o seu próprio sucesso. O livro não trata de apostas altas, nem de nenhum outro tipo de jogada. É sobre a realidade das vendas como uma parte crítica e com frequência subvalorizada dos negócios. Em Você precisa ser um tubarão, é possível visualizar que o sucesso está dentro de cada um e, para atingir os objetivos, é necessário ser capaz de se comunicar com os outros e se posicionar.

 

Crédito da foto: Divulgação.
Edição: Rafaela Salomon.

 

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Competição seleciona 70 startups para um ano de incubação na França e financiamento de € 45,000

11 agosto, 2016 às 00:11  |  por Maximilian Santos

Mariana Bittencourt, brasileira integrante da equipe da Cophenol é a prova que a primeira temporada do French Tech Ticket foi um sucesso. Por isso mesmo, estão abertas as inscrições para a 2ª temporada desta competição global que selecionará 70 startups em fase de criação ou crescimento para passar um ano em uma das 40 incubadoras de renome na França a partir de janeiro de 2017. Os empreendedores receberão € 45,000 em financiamento, além de apoio, como aulas, eventos de networking e sessões de orientação para acelerar o crescimento das startups. A 1ª temporada do French Tech Ticket, realizada em 2015, elegeu 23 equipes de startups de 23 países, entre eles o Brasil, representado pela startup franco-brasileira Cophenol, que concorreu com mais de 700 projetos inscritos. A Cophenol desenvolve um projeto de alta tecnologia na área agrícola que consiste na reciclagem da polpa de café para transformação em carvão vegetal para ser utilizado como fertilizante.

 

Segundo Mariana, a experiência é desafiadora, mas muito gratificante. Ela explica que o programa oferece todo o suporte para que tudo ocorra bem e para que as equipes aproveitem ao máximo o período na França. “Estamos sempre participando de eventos relacionados ao ambiente de startups, privilégio proporcionado pelo programa, e nesses eventos temos sempre oportunidade de conhecer pessoas e aumentar a nossa rede de contatos. Os interessados em se inscrever na 2ª temporada do French Tech Ticket têm até o dia 24 de agosto para submeter a startup. Basta acessar o site www.frenchtechticket.com. Todo segmento é elegível ao prêmio e os times de startups devem ser compostos por grupos de 2 a 3 pessoas. Os membros devem possuir fluência em inglês, pois o programa será realizado inteiramente no idioma. Além desses requisitos, as equipes vencedoras devem estar preparadas para se mudar para a França em janeiro de 2017 e dedicar 100% de seu tempo ao desenvolvimento do projeto pelo período de um ano. As startups ganhadoras serão anunciadas ainda em dezembro deste ano.

Foto: (divulgação)Mariana Bittencourt com o presidente da França, François Hollande

Edição Rafaela Salomon

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Aplicativo melhora o dia a dia de crianças com autismo

10 agosto, 2016 às 16:37  |  por Maximilian Santos

Carol Felício, empresária e fundadora da Jujuba, pensando nas famílias que convivem com pessoas com desenvolvimento atípico, autismo e outras síndromes e o quanto é difícil inserir rotina no dia a dia dessas pessoas desenvolveu um novo produto. Com o objetivo de promover autonomia e independência destes pacientes, desde rotinas simples até as mais complexas, como escovar os dentes, tomar banho, desfraldar, tomar medicações, experimentar novos alimentos, entre outras situações, a Jujuba lançou há cerca de um mês um aplicativo para celulares e tabletes. A nova tecnologia da empresa, que oferece serviços e materiais pedagógicos para crianças e adolescentes com dificuldade de aprendizado, autismo (TEA), entre outros diagnósticos, auxilia na implantação desta rotina.

Em menos de 30 dias, foram mais de 500 downloads. De acordo com a empresária, a criança com autismo precisa de previsibilidade: quais são as atividades que irá fazer, se haverá algo diferente em determinado dia, e o aplicativo ajuda na antecipação destes acontecimentos, fazendo com que ela se sinta segura, além de trazer autonomia. “De forma lúdica e com diversos recursos em apenas um local, o App traz alarmes, agenda, vídeos personalizados, fotos, pontuação para recompensas, entre outas motivações para a pessoa com desenvolvimento atípico. Até as cores, animações e sons utilizados foram criados pensando nelas”, conta.

O App Jujuba está disponível pela plataforma IOS e em breve poderá ser acessado também por Android. As famílias que desejam conhecer o novo sistema podem experimentar o aplicativo por 30 dias com todos os benefícios e aplicações. A ideia é que a própria criança/adolescente/adulto utilize a tecnologia que é administrada pelos pais. Segundo o neurologista Dr. Carlos Gadia, um dos maiores especialistas em autismo no mundo, a rotina é fundamental no tratamento de crianças com o diagnóstico e a nova ferramenta pode ser uma mudança importante na vida tanto do paciente quanto de seus familiares. “O aplicativo alia tecnologia e criatividade e está à disposição de todas as famílias graças à Jujuba”, avalia.

Destaques do Aplicativo

· Motivador para as crianças e fácil de usar;

· Planeja e controla atividades diárias de forma prática;

· Visualização de tarefas para dar previsibilidade e independência;

· Avisos visuais e sonoros para atividades;

· Sistema de recompensas para metas alcançadas;

· Personalização de tarefas com fotos ou vídeos de familiares;

· Baseado em ABA (Análise do Comportamento Aplicado), referência mundial para organizar comportamentos;

· Criado por especialistas para ajudar crianças e adultos a superar os desafios das atividades de vida diária e inserção na sociedade, com independência e autonomia;

· Uma maneira poderosa de estabelecer e controlar uma rotina saudável;

· Relatório semanal do desempenho das tarefas.

foto: divulgação

 

Editado por Rafaela Salomon

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Setor moteleiro no Paraná fatura R$ 65 milhões por ano

10 agosto, 2016 às 09:00  |  por Maximilian Santos


Eusébio Ribeirinha, presidente da ABMOTÉIS, conta que para combater a crise, o mercado moteleiro vem se reinventando e investindo em melhorias como novas suítes, fachadas, cardápios e equipamentos.  Com isso, o setor atrai um público que antes não atingia, já que os custos do setor aumentaram em, pelo menos, 20% esse ano. Como entidade que representa o setor, a ABMOTÉIS está incrementando frequentemente sua agenda de treinamentos e palestras a fim de orientar o moteleiro na busca pela excelência técnica, padrão de qualidade e da constante evolução do segmento.

No Brasil existem aproximadamente 5 mil motéis, que movimentam R$ 3,5 bilhões por ano. Somente na Grande São Paulo existe 300 motéis e no estado 1.200 estabelecimentos. Em Curitiba, são, ao total, 73 motéis, que empregam mais de oito mil pessoas, sendo 60% mulheres, e faturam anualmente R$ 65 milhões. A perspectiva para 2016 era de crescer 20% em faturamento, mas pelo cenário atual de crise a entidade observou que, em média, os motéis tiveram uma retração 10% a 15% e um aumento de custos em torno de 20%, principalmente com energia elétrica. De toda forma, os motéis acreditam na recuperação em longo prazo.

O setor emprega, em média, 50 funcionários por motel ou quase 230 mil funcionários diretos, sendo 80% mulheres. Indiretamente empregam mais de 300 mil pessoas, que prestam serviços terceirizados ou são empregados de empresas fornecedoras. Além disso, estima-se que os motéis hospedem cerca de 100 milhões de pessoas por ano. Os novos motéis, que investem em ambientes com qualidade e serviços de hotelaria vão crescer a uma taxa média anual de 10%.

foto: divulgação

Edição: Rafaela Salomon

 

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Netafim expande atividades e apresenta novidades

9 agosto, 2016 às 22:22  |  por Maximilian Santos

Carlos Sanches, gerente agronômico da israelense Netafim, empresa pioneira e líder mundial em soluções de irrigação por gotejamento, começou 2016 com muitas novidades. Depois dos investimentos na área de grãos, a companhia anuncia o primeiro projeto no pasto. A área foi plantada com Tifton e com a implantação dos sistemas de irrigação por gotejamento em 21 hectares. Os primeiros resultados já são expressivos: a fazenda está produzindo 420 fardos de 16 kg por hectare por corte, 33% a mais que o método antigo que tinha uma produção na faixa de 300 fardos.

Além do ganho de produtividade, o novo sistema possibilitou idade de corte menor de 45 para 35 dias. “Com a nova tecnologia o produtor ganhou eficiência no uso da água, não desperdiça e aplica de forma regular, bem como a possibilidade da técnica de fertirrigação já que o gotejador permite aplicação dos nutrientes direto na raiz, formando uma solução nutritiva para a planta. Dessa forma, ela se alimenta mais vezes e em menores quantidades, além de observar também que a qualidade do feno está melhor.”, destaca. Toda essa estratégica faz parte da expectativa de crescimento da empresa para 2016 que planeja crescer 30% nas vendas. 

foto: divulgação

Edição: Rafaela Salomon

Tiex

Empresários estão otimistas e apostam recuperação econômica neste 2º Semestre, diz sócio da Tiex

8 agosto, 2016 às 13:52  |  por Maximilian Santos

Fábio Yamamoto, sócio da Tiex, empresa de consultoria e gestão corporativa, anuncia que as empresas preveem retomada da economia e planejam novas metas para 2017.

De acordo com a pesquisa realizada pelo Datafolha em julho passado, o brasileiro está mais otimista com o governo interino e o grau de confiança do na economia chegou a 98 pontos, sendo considerado o melhor índice desde dezembro de 2014.

Para o executivo, algumas empresas estão considerando a possibilidade de retomar os investimentos e as atividades econômicas ainda em 2016 e, mesmo que timidamente, estão projetando uma recuperação no segundo semestre desse ano. “Pouca coisa mudou no cenário econômico, os índices de desemprego ainda estão altos, perdemos o grau de investimento e levará tempo para recuperá-lo, mas nota-se certo otimismo nas empresas e nos consumidores”, diz Fábio.

Ainda de acordo com o IDC (Índice Datafolha de Confiança), a probabilidade do avanço da economia brasileira em 2016 passou de 78 pontos em fevereiro, para 112 em julho, e a esperança de que a economia vai melhorar passou de 14% em abril de 2015 para 38% em julho de 2016. O IDC classifica índices acima de 100 pontos positivos.

“Parece otimista demais e realmente é, contudo pode ser o momento ideal para aproveitarmos a fagulha de esperança e otimismo e iniciar esse circulo virtuoso, onde a confiança leva ao investimento, que leva ao aquecimento da economia e aumenta a oferta de novos empregos, que assim injetará mais capital na economia e resultará em estabilidade, reduzindo custos e aumentando mais a confiança do brasileiro”, comenta Fábio.

Se confirmado o novo governo, há um grande desafio pela frente. Além da missão de recuperar a situação econômica do país, o governo não poderá deixar passar a oportunidade de euforia, confiança e otimismo dos brasileiros. “Claro que ainda assim existem muitos setores do empresariado brasileiro e boa parte da população bastante pessimista e com medo, mas a criação de um cenário positivo e político poderá contagiar esta parcela do país e realmente nos levar a um novo ciclo de prosperidade.” finaliza Yamamoto.

Fábio Yamamoto – Sócio responsável pelos setores de Auditoria e Controladoria. Bacharel em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), habilitado no Cadastro Nacional dos Auditores Independentes do Conselho Federal de Contabilidade (CNAI/CFC), e com 18 anos de experiência nas áreas de controladoria, auditoria e finanças, traz em seu histórico profissional passagens por grandes empresas como Tivit, CNEC WorleyParsons e Grupo Serveng, além de ter atendido, através da PricewaterhouseCoopers, grandes grupos como Votorantim, Pirelli, Rhodia, Bradesco, entre outros.
Crédito da foto: Divulgação.

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Entender necessidades do cliente está acima da exposição da marca entre os desafios do marketing em 2016, aponta pesquisa da Experian

8 junho, 2016 às 14:14  |  por Maximilian Santos

A pesquisa Digital Marketer Survey 2016, feita pela Experian, mostra que o principal desafio das áreas de marketing das empresas neste ano é conhecer as necessidades, vontades e atitudes do consumidor, apontado por 38% dos entrevistados. A pesquisa foi realizada em novembro de 2015 com 1190 profissionais de 14 países, incluindo o Brasil.

“O conhecimento sobre cliente é o que orienta todas as interações, e esse conhecimento vem dos dados”, analisa Fernando Rosolem, gerente da Serasa Experian Marketing Services. Para ele, a pesquisa é um retrato da dificuldade que o mercado ainda tem em obter informações que forneçam uma visão única de seus consumidores.

Crescer a visibilidade da marca diante dos competidores é o segundo maior desafio, aparecendo nas respostas de 35% dos consultados. Em seguida, os entrevistados apontaram que estar à frente das tendências de marketing 33%. A integração de múltiplas plataformas e tecnologias de marketing aparece logo em seguida, apontada por 32% dos profissionais.

Conectar os dados dos clientes por meio de canais e devices vem em quarto lugar no ranking, com 27% das respostas. Tornar as mensagens relevantes para os clientes aparece também como maior desafio, com o mesmo percentual. Fechando a lista dos cinco maiores desafios, está a mensuração precisa dos resultados das campanhas de marketing.

A pesquisa mostrou, também, que mais da metade dos entrevistados (52%) apontou o aumento do conhecimento sobre o cliente como uma das três principais prioridades da área de marketing para este ano. Mas como atingir esse objetivo? As respostas estão na segunda e terceira prioridades mais apontadas: integrar tecnologia para automatizar, orquestrar e gerenciar interações cross-channel com os consumidores (43%) e coletar, associar e gerenciar dados (42%).

“A maioria das empresas já vê as informações como uma parte essencial da formação da estratégia de negócios. Apesar de os departamentos de marketing terem começado a utilizar ferramentas tecnológicas mais sofisticadas ao longo dos últimos anos, eles estão apenas começando a usufruir dos insights que os dados podem prover”, conclui Rosolem.

O estudo completo (em inglês), de 112 páginas, contém também dados segmentados por porte das empresas entrevistadas, entre outros, e está disponível gratuitamente para download no link abaixo:

https://marketing.serasaexperian.com.br/whitepapers/digitalmarketer2016

 

Crédito da foto: Divulgação.

PROFESSOR  ANSELMO

Anselmo Rocha assume Coordenação de Exatas na Unicesumar em Curitiba

15 março, 2016 às 15:46  |  por Maximilian Santos

Anselmo Luiz da Rocha assume a coordenação de Ciências Exatas e Tecnológicas da Unicesumar, em Curitiba. Com três graduações – Administração, Análise e desenvolvimento de sistemas e Engenharia da Produção – e quatro pós-graduações – Logística, Desenvolvimento Tecnológico, Gestão de Negócios e Engenharia de Produção – Anselmo acumula 15 anos de experiência em indústrias nacionais e multinacionais, em cadeia de suprimentos, business intelligente (BI), logística, produção, auditoria, qualidade, processos, custos, comércio exterior e negócios.

Na área acadêmica há três anos, procura unir o estudo e pesquisa gerado nas salas de aula com o conhecimento empírico, além das demandas geradas pelo segmento produtivo em que atuam alunos e docentes. Segundo Anselmo Rocha, este é o papel da instituição de ensino. “O conhecimento só passa a ser transformador quando ele transcende os muros e passa a ser aplicado, gerando benefícios a processos e produtividade já existentes. A função do professor é conduzir o pensamento dos alunos a essa assimilação do teórico com o prático, afim de torná-lo um profissional de mercado que faça a diferença” diz.

O coordenador vai trabalhar em sintonia com a coordenação de exatas e tecnológicas de Maringá, cidade sede da Unicesumar. Projetos já existentes na instituição, que completou 25 anos, serão adaptados e inseridos no campus Curitiba, além de novas abordagens, trazidas pelo novo coordenador.

Fundada em Maringá há 25 anos, a Unicesumar está em expansão para cinco cidades paranaenses – Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Guarapuava e Arapongas. Com o IGC 4  (Índice Geral de Cursos) do Ministério da Educação (numa escala que vai de 1 a 5), conquistado nos últimos cinco anos, está entre as principais universidades públicas e privadas do Estado do Paraná.

 

Crédito da foto: Divulgação.

Madeleine Blankenstein

Número de mulheres em cargos de liderança tem ligeira alta no Brasil, diz sócia da Grant Thornton

9 março, 2016 às 14:39  |  por Maximilian Santos

Madeleine Blankenstein, sócia da Grant Thornton Brasil,  divulgou dados que apresentam que o número de mulheres em cargos de liderança no Brasil obteve um leve aumento em relação a 2016, de acordo com a pesquisa International Business Report (IBR) – Women in Business, realizada pela Grant Thornton, em 36 países. O estudo mostra que do ano passado para cá, houve queda de 4 pontos percentuais no volume de empresas no país sem mulheres em cargos de liderança: o índice saiu de 57% para 53% .  No entanto, se comparado com os últimos 3 anos avaliados pelo estudo o que se vê é um retrocesso significativo: em 2015 apenas 33% das companhias diziam não contar com mulheres em postos mais elevados e estratégicos.  Trata-se da mesma percentagem da média global de empresas sem executivas líderes hoje (33%), segundo o estudo da companhia.

Em 2016, no Brasil, a presença de mulheres em cargos de CEO também aumentou de acordo com a pesquisa. O salto foi de 5% para 11% em relação ao ano anterior. O número de empresas com mulheres no comando financeiro (CFO) também registrou o mesmo salto, de 5% para 11%.

América Latina ainda está distante da media global – Apesar da melhora, as empresas brasileiras ainda figuram com uma media geral de 19% de cargos de alto escalão ocupados por mulheres, índice abaixo da média global, de 24%. Na América Latina, apenas 18% das funções de gerenciamento sênior são ocupadas por executivas, dado que se manteve estável no último ano.

A baixa presença de mulheres nestas posições se reflete nas principais economias da região.  Além do Brasil (19%), México e Argentina contam com apenas 18% de empresas com mulheres em cargos de chefia. O Japão continua sendo o país com menos lideranças femininas (73% de empresas sem mulheres no topo) e a Rússia surge à frente do ranking, com 100% de companhias com ao menos uma executiva líder trabalhando.

Na América Latina, as mulheres líderes estão mais presentes no setor de serviços. Segundo a pesquisa, a área de telecomunicações e mídia é a que concentra o maior volume de executivas no gerenciamento (35%), seguida pela área financeira (34%).  Globalmente, os setores de turismo e hotelaria, e de saúde se destacam, com 31% e 29% de mulheres na liderança, respectivamente. “Observamos que mesmo nessas áreas a presença das executivas líderes ainda não é tão significativa”, pontua a sócia da Grant Thornton Brasil.

Para ela, a responsabilidade pela reversão desse quadro é coletiva, passa tanto pela empresa quanto pela profissional, individualmente. “Por um lado, as mulheres que desejam ocupar cargos de liderança devem procurar novas experiências para obterem uma perspectiva mais interdisciplinar e com isto desenvolverem as competências que as empresas buscam e precisam; e por outro as empresas precisam redefinir o conceito de liderança, entender que a diversidade é necessária e benéfica para elas, e valorizar as competências das profissionais que tem o potencial para cargos estratégicos”, diz a executiva.

Atributos do bom líder – Um dos braços do estudo investigou também as opiniões de homens e mulheres sobre as principais competências do bom líder.  Saber delegar é a mais importante para os dois gêneros mas sobretudo para as mulheres: para 56,7% das consultadas essa é a principal competência, contra 42,2%,  no caso dos homens.  Confiar em si próprio vem na sequência, tanto para elas (53,3%) quanto para eles (37,8%). Em terceiro lugar vem a capacidade de resolver conflitos: para 33,3% das mulheres e para 35,6% dos homens.

“Não identifico uma mudança substancial de cultura, mas o que está acontecendo é que as mulheres, de alguns anos para cá, passaram a disputar com os homens em pé de igualdade. Ou seja, se preparam mais, academicamente, e atingem níveis de excelência que as permite assumir cargos de gerência e figurar na alta administração as empresas. Acredito que o importante é alçarmos a neutralidade de gênero no campo do trabalho, pois a pesquisa revela que homens e mulheres têm opiniões parecidas sobre o que é liderar bem”, finaliza.

 

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Estudo aponta Grupo Boticário como a companhia de maior destaque em 2015

26 fevereiro, 2016 às 17:33  |  por Maximilian Santos

Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário, comemora a colocação da companhia como a mais notável de 2015. Apesar do segmento de bancos ter tido o melhor desempenho no ano, a empresa paranaense foi a que mais se destacou, segundo mostra o ranking do estudo Empresas Notáveis, que avaliou o desempenho de 200 companhias brasileiras, dos mais variados setores, e desenvolvido pela CIP – Centro de Inteligência Padrão, em três áreas: branding, investimentos e valor. Entre alguns dos critérios estabelecidos pela pesquisa, estavam conhecimento de marca, serviços ao cliente, inovação e questões financeiras. Em segundo lugar ficou o Bradesco e, na terceira colocação, o Itaú Unibanco.

No último ano, o Grupo Boticário completou cinco anos de uma trajetória empreendedora que começou em 1977 com a criação de O Boticário. Nesses anos, a companhia inaugurou fábricas, centros de distribuição e um centro de pesquisa. Alcançou, com O Boticário, a liderança no mercado de perfumaria, além de ter lançado outras três unidades de negócio: Eudora, quem disse, berenice? e The Beauty Box. A beleza do Grupo Boticário também se multiplicou por meio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, instituição sem fins lucrativos que há 25 anos evidencia o respeito do Grupo pelo patrimônio natural.

Com unidades operacionais e administrativas no Paraná, em São Paulo e na Bahia, o grupo conta com cerca de 7.000 colaboradores diretos, além de diversos públicos de relacionamento.

 

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