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Equipes engajadas são um diferencial das empresas de sucesso

5 junho, 2017 às 19:03  |  por Maximilian Santos

Uma equipe engajada traz inúmeros benefícios para um negócio. Isso porque funcionários motivados se esforçam mais para atingir os objetivos e metas da empresa melhorando, com isso, sua produtividade. Neste caso, o líder tem um papel fundamental, sendo assertivo em suas decisões e contribuindo para o engajamento da sua equipe. A assertividade nas relações é um dos temas que serão abordados na segunda edição do Intensive Leadership Academy (ILA), que acontece nos dias 9 e 10 de junho, em Curitiba. O seminário é organizado e ministrado por executivos da Dale Carnegie Training, referência mundial em desenvolvimento de competências e habilidades profissionais.

Segundo, Leandro Roth (foto), trainer dos programas Dale Carnegie Course, Advanced Dale Carnegie Course, Sales Advanced e responsável pelas franquias do Noroeste do Rio Grande do Sul e Campinas (SP), aumentar o nível de assertividade, que está relacionado à confiança e respeito, contribui para a melhoria do engajamento. “Há três estilos de comportamento: passivo, agressivo e assertivo. A grande sacada é saber qual a melhor maneira de ser assertivo na hora de tomar decisões”, diz.

Equipes motivadas e engajadas dão o máximo de si para alcançar os resultados. “Não há uma fórmula secreta para convencer as pessoas a colaborarem, mas descobrir e se importar com os objetivos da pessoa, e ter este alinhamento organizado, ajuda muito”, ressalta Roth.

 

 

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Banco do Brasil

Banco do Brasil vai liberar R$ 1 bilhão em crédito para projetos de agroenergia no Oeste Paranaense

18 maio, 2017 às 20:38  |  por Maximilian Santos

O Banco do Brasil deve investir nos próximos anos até R$ 1 bilhão na região do Oeste Paranaense, em linhas de financiamento voltadas à produção de energia a partir da biomassa. O Programa Agro Energia foi lançado nesta quinta-feira (18), em uma solenidade no Espaço Milton Santos, no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu. Voltado, na região, ao biogás, o programa conta com a parceria da Itaipu Binacional e do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás), entre outros.

“Já existe, aqui na região, um elo produtivo identificado e mapeado. O trabalho que a Itaipu e o CBIogás vêm fazendo facilita nosso acesso aos produtores de forma mais organizada”, resume o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa (foto). Em abril, o mesmo programa, mas voltado especificamente aos projetos fotovoltaicos, já havia sido lançado em Rio Verde (GO). “A Itaipu faz um trabalho de sustentabilidade na região e o Banco do Brasil só vem para apoiar esta iniciativa”, reforça.

Para o superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Paulo Schmidt, a empresa já tem atuado na preservação dos recursos hídricos e destinação correta dos resíduos. Agora, é um segundo momento. “Temos a possibilidade de gerar ganhos aos produtores rurais, especialmente nas cadeias de proteína animal. Mas se não tivermos incentivos, isso pode não acontecer”, afirma. Ele lembra a parceria entre Itaipu e Copel, por meio do Programa Mais Clique Rural, que tem o objetivo de modernizar a distribuição de energia e internet no meio rural.

As linhas de crédito serão usadas para a instalação dos biodigestores, compra dos geradores e integração da propriedade agrícola à rede elétrica. Os juros subsidiados variam de 2,5% a 8,5% ao ano, dependendo do tamanho da propriedade. Estima-se que o retorno do investimento aconteça em no máximo cinco anos. O valor investido na região vai depender dos projetos que chegarem ao Banco do Brasil.

Durante a solenidade, a Cooperativa LAR assinou um memorando de intenções para levar o financiamento do Banco do Brasil aos seus associados. O CBIogás e a Itaipu Binacional também assinaram o documento.

Pioneirismo regional - A criação da linha de crédito do Banco do Brasil tem origem em uma demanda levantada pela Câmara Técnica de Energias Renováveis do Programa Oeste em Desenvolvimento, do qual Itaipu e CBIogás fazem parte. “Vimos que o principal gargalo era a falta de um financiamento para tocar os projetos. Então, tivemos uma reunião com o Banco do Brasil sobre a possibilidade de ampliar o financiamento e encarar os projetos de biogás como um negócio”, explica o diretor-presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis.

De acordo com ele, a região Oeste do Paraná tem um enorme potencial na área de agroenergia. Só na suinocultura, há mais de dois mil produtores com potencial de criação de usinas geradoras de energia elétrica a partir da biomassa. O retorno do produtor, caso ele faça uma unidade geradora com recursos próprios, é da ordem de 18%. Se a criação do empreendimento for subsidiada por financiamentos como o do Banco do Brasil, o retorno sobe para 24%. O tempo de recuperação do investimento cai de cinco para três anos.

Além disso, completa Régis, há uma perspectiva do aumento de produtividade na já pujante região Oeste do Paraná. “Um produtor que quer aumentar o número de cabeças de gado, por exemplo, precisa resolver a questão dos dejetos para conseguir as licenças ambientais. Hoje, vai ter produtor que subirá de 500 para 2.000 cabeças porque poderá dar fim aos dejetos, obedecer às leis ambientais e criar renda”, conta.

“Nós temos que aproveitar este momento, sermos assertivos e agirmos rápido. Já foi feito um mapeamento na região, agora precisamos mostrar aos produtores que este é um negócio viável”, afirma Régis. E completa: “Investir nesta tecnologia não é só produzir energia, mas fazer o saneamento ambiental. Livrar-se de um passivo e gerar outra fonte de renda.”

Segundo um levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o agronegócio responde por 46% das exportações do Brasil e por 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. No Sul do País, o setor é responsável por 70% das exportações e 35% das riquezas. O agronegócio é um dos maiores demandantes de energia elétrica para sue funcionamento.

 

 

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Vianna

Itaipu Binacional completa 43 anos em cenário promissor no Brasil e Paraguai

16 maio, 2017 às 19:06  |  por Maximilian Santos

A usina de Itaipu completa 43 anos de criação nesta quarta-feira (17) em meio a um cenário de crescimento bastante promissor para os dois países sócios no empreendimento. O Brasil já dá sinais de que deixou a recessão e o Paraguai se consolida cada vez mais como um dos melhores países da América Latina para se investir.

Itaipu tem um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social das duas nações vizinhas. Mesmo com a expansão do parque gerador brasileiro, a usina responde, hoje, por 17% do consumo de energia elétrica de todo o mercado nacional e atende mais de 76% do paraguaio.

Quanto mais Itaipu gera, aproveitando com a melhor eficiência a matéria-prima do seu negócio, que é a água, menor é a dependência do Brasil de outras fontes de energia, como as termoelétricas, cujo custo de produção é muito mais elevado que o das hidrelétricas.

Para o diretor-geral brasileiro, Luiz Fernando Vianna (foto), o aniversário da empresa representa um marco histórico para o Brasil e o Paraguai e um exemplo para o mundo de cooperação entre dois países. “A criação de Itaipu é uma demonstração da capacidade de entendimento, com justiça e bom senso, dos nossos povos para erguer e gerir uma empresa vital para a sociedade brasileira e paraguaia”, diz Vianna.

Primeira usina hidrelétrica a romper a barreira anual dos 100 milhões de megawatts-hora (MWh), Itaipu produziu, em 2016, mais de 103 milhões de MWh. Na última década, a geração média anual da usina passa dos 93,2 milhões de MWh. Nenhuma outra hidrelétrica teve desempenho similar. Desde que entrou em operação, em maio de 1984, a geração acumulada da usina soma quase 2,5 bilhões de MWh. Essa energia toda seria suficiente para suprir a demanda elétrica do mundo inteiro por 42 dias.

Para se manter competitiva e sustentável, a usina vem se preparando para o futuro, em várias frentes.  Os principais desafios em andamento são o projeto de modernização das unidades geradoras e os estudos para a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu. A atualização das máquinas deve durar dez anos e prevê investimentos de US$ 500 milhões. Já o Tratado de Itaipu completa 50 anos em 2023, quando seu Anexo C será revisado, conforme foi acordado entre os dois países em 1973.

O Anexo C é o documento que define as bases financeiras e de prestação dos serviços de eletricidade da binacional, que precisará passar por uma revisão para atender, de forma igualitária, aos interesses de brasileiros e paraguaios. No documento está definido o pagamento de royalties pela utilização das águas do Rio Paraná, como compensação pelas áreas que foram alagadas para a formação do reservatório da usina. Desde sua entrada em operação, Itaipu já pagou em royalties, ao Brasil e ao Paraguai, mais de US$ 10 bilhões.

No Brasil, esses recursos beneficiam principalmente o Estado do Paraná e os 16 municípios lindeiros ao reservatório (15 deles em território paranaense), mas também Estados e municípios localizados a montante da usina, além de órgãos federais como o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério de Minas e Energia e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Para os municípios, especialmente, os royalties representam uma renda importante, proporcionando benefícios à população.

História - O Tratado de Itaipu, assinado em 26 de abril de 1973, pelos presidentes Alfredo Stroessner e Emílio Garrastazu Médici, garantiria a implantação do projeto Itaipu. O tratado previa a criação da Itaipu Binacional, com sede em Brasília e Assunção. Seu capital seria de US$ 100 milhões. O Anexo C do Tratado definiu a divisão igualitária da energia a ser produzida e a formação de seu custo.

No dia 17 de maio de 1974, há exatos 43 anos, era constituída a empresa binacional Itaipu, para gerenciar a obra e, futuramente, administrar o empreendimento hidrelétrico. Dez anos depois, a partir de maio de 1984, a usina começava a gerar.

Sempre preocupado em garantir eletricidade suficiente para garantir a crescente industrialização, o Brasil tinha no setor elétrico uma das maiores preocupações. O crescimento da capacidade instalada no Brasil mostra que o esforço era grande para suprir o país com eletricidade. Em 1950, eram apenas 1.900 megawatts (MW); em 1960, 4.800; e em 1970, 11.460 MW. Isto é, a capacidade instalada mais que dobrava a cada década. E, em 1980, ainda sem Itaipu, atingiu 31.300 MW, quase o triplo de dez anos antes.

Quando as obras começaram, o projeto de Itaipu – 12 mil MW de capacidade instalada – representava 75% de toda a capacidade existente. Em 2007, a potência de Itaipu aumentou para 14 mil MW com a finalização do projeto e entrada em operação das últimas duas das 20 unidades geradoras.

A gestação de Itaipu foi articulada numa época de crescimento econômico vertiginoso do Brasil. No final dos anos 1960 e meados dos anos 1970, impulsionado por uma oferta de dólares no mercado internacional, que migrava para onde houvesse um projeto capaz de se viabilizar. E o País atraía esses dólares com extrema facilidade, o que alimentou grandes projetos de infraestrutura.

Economia - A economia paraguaia, que registrou um crescimento de 14% em 2013, fechou o ano passado com alta de mais de 3%. A inflação está controlada e a taxa de desemprego do país está em queda. Já no Brasil, a atividade econômica cresceu 1,12% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2016. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período). Em 2015, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), indicador oficial calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teve queda de 3,8%. No ano passado, o PIB encolheu 3,6%, segundo informações da Agência Brasil.

 

 

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OPINIÃO – Marisa não era capaz de ter cotas de investimento?

12 maio, 2017 às 21:04  |  por Maximilian Santos

Por Paula Batista

Além das piadas naturais sobre o Lula e a dona Marisa, mesmo que isso represente só 3% das 5 horas de depoimento desta semana, eu aqui parei para pensar o quanto a nossa sociedade é machista pra caramba.

Para um monte de gente, a dona Marisa não era capaz de ter cotas de investimento (como um consórcio, por exemplo) que possibilitasse a compra de um imóvel: simples, duplex, triplex. Mesmo que tenha um documento dizendo ser dela a propriedade das cotas (não do apartamento triplex).

A dona Marisa, por ser mulher do Lula (ou de qualquer homem), não poderia ter, por ela mesma, nenhum bem, muito menos cotas de investimento, porque ela não seria capaz disso. Só o Lula. Ela só seria capaz de comprar escondido: bolsas, sapatos, bijus.

Essa é a opinião também de uma porção de mulheres que defendem o feminismo ou direitos iguais das mulheres. Preciso generalizar, mesmo sabendo que várias pessoas jamais pensariam esse tipo de coisa se o caso não estivesse ligação com o Lula.

Ou seja: eu posso ter meu carro, meus investimentos, um consórcio, um financiamento, ser acionista na Bolsa, sem contar pra absolutamente ninguém, muito menos pra um marido, namorado ou qualquer nome que a relação leve, mas a dona Marisa? Impossível. O Lula, com certeza, está usando ela, coitada, era uma mulher, a mulher do Lula.

Estou usando esse exemplo só para dizer o quanto é ridículo – e nada empoderador – as pessoas usarem seus gostos políticos aproveitando-se de uma mulher e da imagem da mulher.

Se o Lula usou a falecida mulher, muita gente aqui não tá fazendo diferente. Está usando uma citação (que está nos autos, não sei porque tanto drama) para mostrar como a mulher ainda é vista na sociedade: como ser incapaz, incapaz de ter seus próprios recursos, de que precisa ser sustentada, que precisa pedir autorização do marido para fazer um negócio e que não passa de pau-mandado.

Se esse é o mundo de vocês, o meu, da minha irmã, da minha mãe, de várias primas, não é. No nosso mundo a gente dá conta do recado e não precisamos pedir autorização dos homens em nossas vidas para nada.

Para finalizar, eu não sei se vocês sabem, mas existem vários regimes de casamento, inclusive aquele que permite que as mulheres tenham seu próprio patrimônio e não precisem dividir com o marido. Faz um tempinho já.

 

* Paula Batista é jornalista, sócia-proprietária da Lide Multimidia, uma das principais agências de comunicação empresarial de Curitiba. É especialista em Ciência Política e Sociologia Política, graduanda em Direito.

 

 

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Mauricio Tadeu foto

IR 2017: Aprenda como declarar investimentos em ações

26 abril, 2017 às 19:08  |  por Maximilian Santos

O prazo para a declaração do Imposto de Renda está quase no fim, mas muitos contribuintes ainda encontram dificuldades em alguns aspectos importantes da declaração, como é o caso da compra e venda de ações.

De acordo com as regras da Receita Federal, aqueles que realizaram negócios na Bolsa de Valores, Mercadorias, de futuros ou outras semelhantes devem prestar conta dessas operações ao Fisco, ou correm sério risco de cair na malha fina.

Ações - As ações que o contribuinte tinha até o dia 31 de dezembro de 2016 devem ser informadas na área de ‘Bens e Direitos’, com o código 31. É aconselhável informar ação por ação, e o valor informado deve ser o custo total da aquisição, ou seja, o valor do preço da ação deve ser multiplicado pelo número de ações acrescido das taxas pagas para a corretora e bolsa de valores.

Vendas - Especialistas do ConferIR Online, ferramenta de gestão de declaração de imposto de renda, explicam que não precisa pagar o IR o investidor que obteve ganho de capital na Bolsa de Valores ou em outros ativos de renda variável com valor de venda menor ou igual a R$ 20 mil.

“Já nas vendas acima desse valor, a alíquota é de 15%”, diz Maurício Tadeu de Luca Gonçalves, empresário contábil e sócio do ConferIR Online, lembrando ainda que a exceção à essa regra está nas operações conhecidas como ‘day trade’, que tem incidência de Imposto de Renda de 20%.

Prejuízos - Caso o investidor tenha prejuízo em vez de ganho de capital, é necessário informar a quantia como resultado negativo, colocando um sinal de menos ( – ) antes do valor informado na aba de ‘Renda Variável’, ainda que a movimentação seja inferior a R$ 20 mil.

Dividendos isentos - Atenção: “desde 1996, os lucros ou dividendos pagos por empresas a acionistas com base nos resultados apurados são isentos de IR, de acordo com a lei 9.249/1995”, lembra Gonçalves. No entanto, mesmo que isentos de imposto, esses valores devem ser informados na ficha de ‘Rendimentos Isentos e Não Tributáveis’.

 

 

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Felipe-Zullino

Crédito com garantia facilita investimento em qualificação profissional

25 abril, 2017 às 18:04  |  por Maximilian Santos

O mercado de trabalho está cada vez mais exigente. Ter fluência em idiomas, conhecimento específico ou mesmo estar em sintonia com novas tendências por meio de cursos de atuação na própria área de atuação fazem toda a diferença na hora de pleitear uma vaga ou alçar degraus profissionais mais altos. É consenso a ideia de que investir na carreira é sempre um bom negócio, mas muitas vezes exige um estudo preliminar antes de ocupar um assento na sala de aula: checar se os custos dessa formação cabem no bolso.

Há opções de financiamento estudantil para cursos de graduação vantajosas, mas se a necessidade é fazer um curso de  idiomas, extensão ou pós-graduação, especialmente aqueles fora do país, raras são as opções que oferecem flexibilidade para o pagamento, restando quitar à vista ou em poucas parcelas.  Uma solução oportuna para quem busca investir em qualificação profissional sem pressionar o orçamento familiar é a do crédito com garantia. Esse tipo de empréstimo permite que quem tem uma casa ou carro possa usar esses bens ao seu favor para acessar taxas de juros mais baixas e prazos mais longos, tornando cursos como MBAs, especialização, de idiomas ou mesmo um intercâmbio mais acessíveis, com juros cerca de 5 vezes mais baixos que um empréstimo pessoal comum.

Na Creditas, plataforma digital de empréstimos, é possível acessar taxas a partir de 1,89% ao mês no caso do crédito com garantia de veículo e parcelar em até cinco anos. Os empréstimos vão de R$ 2 mil até 80% do valor do carro pela tabela FIPE. Se a necessidade de investimento for maior, o empréstimo com garantia de imóvel pode se uma boa alternativa, com tíquetes a partir de R$ 30 mil, de acordo com o limite de 50% do valor do imóvel. A taxa de juros começa em 1,15% ao mês e os prazos podem chegar a 20 anos.

“Acreditamos que todo profissional deveria ter o direito de investir na sua carreira sem ter que sacrificar a saúde financeira com o pagamento de juros altos em créditos de curto prazo. O empréstimo com garantia se mostra uma alternativa eficiente para esse tipo de demanda, oferecendo condições adequadas para financiar investimentos que darão suporte ao crescimento profissional sem criar uma pressão no orçamento”, afirma Felipe Zullino, sócio e diretor de Desenvolvimento de Negócios da Creditas.

Como funciona - Diferente do processo de análise de crédito dos bancos convencionais para liberar um crédito com garantia, onde apresentação da papelada acontece antes do interessado saber se está apto ou não a obter o empréstimo, no site da Creditas (www.creditas.com.br) em apenas três passos rápidos com informações básicas de identificação, valor e tipo de empréstimo já é possível saber se o interessado está pré-qualificado para tomar esse tipo de empréstimo. Passada essa etapa, a aprovação, apresentação de documentos e liberação acontece toda de forma digital, sempre com o suporte de consultores para esclarecer o passo a passo e eventuais dúvidas sobre o crédito com garantia. A vistoria do bem é toda providenciada pela Creditas, que envia até o local um auditor independente, para validar as informações  sobre o carro ou imóvel. Na plataforma, o cliente além de fugir da burocracia, aumenta as chances de ter o crédito aprovado, com solicitações feitas eletronicamente a mais de dez instituições financeiras parceiras e liberação do dinheiro na conta a partir de 48 horas em operações mais simples de crédito com garantia de veículo.

Sobre Creditas - A Creditas (ex-BankFacil) é uma plataforma digital de crédito focada em produtos com garantia, que tem como sua missão reduzir os elevados gastos com juros no Brasil. Baseada em São Paulo, a Creditas, conta com 140 colaboradores, usando tecnologia e inteligência de dados para gerar eficiência e reinventar a experiência do tomador de crédito. Seu modelo híbrido de financiamento permite originar empréstimos com garantia de imóvel ou de automóvel com recursos tanto de investidores institucionais quanto de instituições financeiras. Além de empréstimos com garantia, a empresa também atua no segmento de financiamento de automóveis no mercado C2C. Creditas tem o suporte dos fundos de venture capital Redpoint eVentures, Kaszek Ventures, Quona Capital, QED Investors, IFC (braço de investimentos do Banco Mundial) e Naspers Fintech.

 

 

Editado por Caroline Rissio.
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De gastronomia à tecnologia: 15 empresas paranaenses de alto crescimento são as apostas da Endeavor em 2017

25 abril, 2017 às 17:46  |  por Maximilian Santos

Para se obter sucesso ao empreender, sabemos que experiência conta. Por esse motivo, a Endeavor, organização global e sem fins lucrativos de fomento ao empreendedorismo, acaba de anunciar as empresas que irão participar do Programa Scale-up 2017. 15 empresas do Paraná foram selecionadas pelo alto crescimento e diferencial competitivo no mercado. Ao todo, foram 200 selecionadas no Brasil, que terão acesso a uma rede de mentores, formada pelos principais líderes empresariais do país, que há 17 anos doam tempo para a causa. O objetivo é que os selecionados aprendam com quem já fez e potencializem o impacto dos seus negócios para a geração de novos empregos.

“Essa é a terceira vez que o programa acontece no Paraná com muito sucesso. Este ano selecionamos diferentes perfis de empresas, variando de alimentação, beleza, educação e tecnologia da informação – o que há em comum entre essas empresas é o diferencial do modelo de negócios e as altas taxas de crescimento. No total tivemos mais de 750 inscritos no Brasil inteiro, foram 75 aqui no estado”, explica Marco Antonio Mazzonetto, coordenador da Endeavor no Paraná.

Durante os sete meses de duração, o programa de apoio por meio de mentoria irá oferecer um diagnóstico do principal desafio do negócio, e em seguida, conectar os empreendedores com a rede de mentores da Endeavor, que são grandes empreendedores e especialistas, apoiadores da causa da organização.

Cada empresa será direcionada a um mentor para ajudá-los com as suas “dores de crescimento”. Este acompanhamento será realizado em encontros no decorrer do programa, onde o mentor se tornará um padrinho do negócio, o acompanhando em seu desenvolvimento. Durante este período, também serão realizadas mentorias coletivas, em eventos exclusivos para os selecionados, com o objetivo de abordar grandes desafios em comum e promover network.

 No Paraná, Scale-Ups Endeavor cresceram 85% –  ”Aqui no Paraná, as Scale-Ups selecionadas para o programa cresceram 85%, em média, se compararmos os anos de 2015 e 2016. Para este ano é esperado o mesmo índice de crescimento. Sabemos a dificuldade de manter taxas de crescimento tão elevadas, entretanto, entendemos que empresas que possuem mentoria têm duas vezes mais chances de obter sucesso, por este motivo o programa Scale-Up Endeavor é uma grande oportunidade”, completa Mazzonetto.

No Brasil, empresas de alto crescimento são responsáveis pela geração de 46% de empregos - A importância do sucesso destas empresas de alto crescimento vai além da questão empreendedora. Recentemente a Endeavor fechou uma parceria com o Instituto Insper de São Paulo, que trouxe a pesquisa acadêmica para estudar as Scale-ups. De acordo com o professor do Insper, Guilherme Fowler A. Monteiro, as Empresas de Alto Crescimento (crescimento de 20% ) hoje são responsáveis por quase metade dos empregos no país, mesmo representando 1,3% das empresas brasileiras. E isso se deve devido à alta produtividade destes modelos de negócios escaláveis, que possuem crescimento sem que os custos cresçam na mesma proporção. “O foco na produtividade é um fator que faz com que o crescimento seja mais sustentável no longo prazo”, diz o professor.

Veja quais são as paranaenses selecionadas para o Scale-up 2017

ALDEIA COWORKING – A aldeia é um negócio de educação e conteúdo extremamente conectado com a prática, no qual as pessoas aprendem e fazem ao mesmo tempo. Oferece um espaço híbrido de coworking e educação.

CONVISO – A Conviso une a utilização de seu software com o apoio de especialistas para fornecer soluções de MASP (Managed Application Security Process) voltado para implementação de serviços gerenciados especializados em segurança de aplicações.

DOCWAY – Com o intuito de resgatar valores da medicina humanizada e trazer mais conforto aos pacientes, a Docway é um aplicativo leva os médicos às residências dos pacientes. Oferece, além das consultas onde e quando o usuário desejar, serviços como coleta de exames e vacinas.

DRONEMAPP – A DroneMapp une a utilização de drones com sua plataforma para captura e tratamento de imagens aéreas para gerar análises e indicadores de auxilio a mineradoras, construtoras, gestoras de resíduos e empresas de telecomunicação a fazer o monitoramento e gestão de seus ativos.

FEITO BRASIL – Com cosméticos veganos, fabricação artesanal e valorização da cultura brasileira, a Feito Brasil é uma marca de cosméticos com grande preocupação ambiental. Carrega o forte diferencial da tradição do processo artesanal aos conceitos de arte, design, cultura e sustentabilidade.

INTELLTECH – Customização, mobilidade, algoritmos inteligentes, agilidade na obtenção da informação, conectividade e inovação são alguns dos atributos inerentes às soluções desenvolvidas pela Intelltech, que oferecem inspeção, monitoramento de estruturas e mitigação de riscos no contexto de Barragens Hidroelétricas, Barragens de Rejeitos e Minas.

LEADLOVERS – A Leadlovers é uma plataforma de automação de marketing digital ideal para atrair novos leads para o negócio, transformar leads em clientes recorrentes, criar sequências de email marketing, construir páginas personalizadas, dentre outros serviços.

MARIA DOLORES – A Maria Dolores é uma marca de acessórios assinados pela designer de mesmo nome, que desenha peças com pedras preciosas brasileiras e metais nobres. Foi a primeira marca brasileira convidada a expor na conceituada Henri Bendel, em NY, e participa anualmente da Bijorhca, uma das principais feiras do setor que acontece em Paris.

MONCLOA – A Moncloa comercializa chás preparados com ingredientes naturais e sem adições químicas, para consumidores que buscam bem-estar e qualidade de vida. A aposta é em um produto clássico, com inspiração contemporânea. Os blends são exclusivos e assinados por uma tea sommelier. Além dos chás, são vendidos acessórios de preparo que servem também como presente. A Moncloa desenvolve continuamente novos sabores de chás e a loja já teve sua marca premiada em concursos nacionais.

MYMOB – A MyMob oferece como principal serviço a assistência técnica para smartphones Apple, Samsung e Motorola, e também para Macbook. As lojas estão localizadas em shoppings de alto fluxo e os serviços são realizados, na maioria dos casos, em poucos minutos. Além da assistência técnica, a MyMob também comercializa acessórios para celulares e GoPro.

SAE DIGITAL – A SAE Digital é um sistema de ensino voltado que pretende revolucionar a educação básica no Brasil unindo a utilização de materiais impressos com tecnologias de realidade virtual e uma plataforma de ensino adaptativo.

SPONTE – A Sponte é uma empresa que oferece um software de gestão escolar e também gestão de franquias. Está há quase 20 anos no mercado e no portfólio conta com empresas como Pearson Education (Wizard, Yázigi, Skill), CNA, InFlux, Instituto Brasileiro de Linguas, Pet Cursos, etc.

TASTY – A proposta da Tasty Salad Shop é descomplicar a alimentação saudável por meio de um Fast Casual. Saladas são servidas como prato principal das refeições, além de sanduíches, tortas, sopas, sucos, snacks e sobremesas. Há opções prontas, delivery e um ambiente moderno e com design de qualidade, com atendimento rápido e informal, trazendo conveniência e ingredientes frescos ao dia a dia.

PHONE TRACK – O PhoneTrack é uma ferramenta para rastreamento de ligações recebidas voltadas para mensuração do ROI de campanhas de marketing, gerenciamento de leads e otimização de resultados de equipes de televendas.

WERT SOLUTIONS – A Wert Solutions é uma empresa criada com o propósito claro de proporcionar ao mercado soluções sistêmicas, inteligentes, inovadoras e de valor nas áreas industrial e de serviços. Desenvolveu o Manusis, um software especialista de Gestão de Manutenção e Ativos.

 

 

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Neodent expande negócios na América Latina com nova filial no Chile

18 abril, 2017 às 17:19  |  por Rafaela Salomon

Seguindo sua estratégia de expansão, a segunda maior empresa de implantes dentários do mundo, a brasileira Neodent, que faz parte do grupo suíço Straumann, abre filial, em Santiago, no Chile. A América Latina representa mais de 20% do mercado global de implantes dentários, com 3,2 milhões de unidades vendidas por ano. A nova filial irá reforçar a atuação estratégica da companhia no cone sul (Argentina, Chile e Uruguai) com a comercialização de implantes e outros componentes dentários produzidos pela fábrica em Curitiba.

“O objetivo da Neodent é se tornar, em cinco anos, a empresa número um em venda de implantes no mundo. O nosso plano é criar um centro de treinamento de implantodontistas no Chile com equipes de primeira linha, difundir cursos e realizar eventos aos profissionais da área para preparar uma geração de dentistas capacitados na mais alta tecnologia da indústria de implantodontia”, acrescenta presidente da Neodent, Matthias Schupp.

Polo de inovação - O Brasil é o segundo maior mercado de implantes do mundo e vai se tornar o maior nos próximos cinco anos. “Em 2016, a Neodent vendeu mais de 1 milhão deles no Brasil e tornou-se a única empresa do segmento em todo o mundo a vender este número em um único país por dois anos consecutivos”, informa Schupp. No Brasil, são vendidos cerca de 2,2 milhões de implantes e cerca de 400 mil na Argentina.

“Em 2017, devemos exportar 40% de nossa produção e, no próximo ano, mais de 50%. A empresa está passando por um processo de crescimento e, com as novas filiais, devemos ter outra ampliação da fábrica em 2020”, explica o CEO da Neodent, Matthias Schupp. Com os novos projetos, a Neodent irá duplicar o seu volume em 2017, crescendo ainda mais no Brasil.

Para dar conta da demanda, a Neodent está expandindo a sua fábrica com um investimento de mais de R$ 60 milhões. A empresa também está construindo um novo e moderno centro logístico em Curitiba que irá movimentar mais de 10 milhões de itens de implantes dentários e componentes protéticos por ano – representando um acréscimo de 50% a mais de máquinas na sua fábrica. As unidades comerciais em Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR) também foram expandidas. Com um sistema de distribuição único no segmento mundial, a Neodent possui 21 filiais e pontos de distribuição no mercado nacional uma rede única.

 

Editado por Rafa Salomon.
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Cooperativas oferecem a melhor opção de crédito do mercado

18 abril, 2017 às 14:11  |  por Maximilian Santos

O grande diferencial das cooperativas são as taxas cobradas de quem toma crédito no mercado, sempre inferiores às praticadas pelas demais instituições financeiras. Essa vantagem se mantém, mesmo depois do governo federal ter anunciado o fim da isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

“As cooperativas ainda são a melhor opção para quem precisa de crédito, por não visarem ao lucro trabalham com juros bem inferiores aos cobrados pelas demais instituições financeiras”, afirma o CEO da UNICRED do Brasil, Fernando Fagundes. (O fim da isenção de IOF – alíquota de 0,38% – entrou em vigor em 03 de abril.)

Na UNICRED, por exemplo, a taxa média de juros do cheque especial é de 10,8% ao mês, contra 12,5% mensais cobrados, também em média, pelos bancos.

A lógica do sistema cooperativo de crédito é distinta da de um banco comercial. “O objetivo final é o benefício ao cooperado por meio da expansão do crédito a custos acessíveis. Isso é possível porque o próprio participante aporta recursos ao sistema. Em um quadro de contração econômica e escassez de recursos, a alternativa do crédito cooperativo é ainda a mais atrativa”, finaliza o CEO da cooperativa.

 
Editado por Maximilian Santos.
Crédito da foto: Divulgação.

 

 

 

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Os motivos que estão levando brasileiros a enfrentar a política de Trump

13 março, 2017 às 15:13  |  por Rafaela Salomon

Está todo mundo de olho no presidente norte-americano, principalmente quando o assunto é imigração. Porém os brasileiros que buscam segurança em investimento e qualidade de vida para sua família estão otimistas e permanecem buscando oportunidades para se mudar para os EUA.

Com uma história de 240 anos de democracia sólida e completamente constituída, estabilidade econômica e segurança – um dos fatores mais levados em conta quando se pergunta “por que os EUA?”-, o país permanece sendo o destino mais procurado para investimento e moradia.

Embora não exista um levantamento oficial, imobiliárias norte-americanas e escritórios que cuidam de imigração sentiram, nos últimos anos, um crescimento considerável de brasileiros que querem se mudar para o país.

Dados de abril/2015 a março/2016, mostram que o Brasil ocupa o sétimo lugar no ranking mundial entre os países que mais investem em propriedades residenciais nos EUA, antecedido por:

 

1º – China (US$ 27,3 bilhões)

2º – Canadá (US$ 8,9 bilhões)

3 – Índia (US$ 6,1 bilhões)

4º – Reino Unido (US$ 5,5 bilhões)

5º México (US$ 4,8 bilhões)

6º França (US$ 1,7 bilhões)

7º Brasil (US$1,7 bilhões)

Obs: 55% das compras de imóveis feitas por estrangeiros estão concentradas entre os primeiros cinco países listados.

Para Daniel Rosenthal, idealizador e organizador do Investir USA Expo, considerado o maior evento latino-americano de investimentos imobiliários nos EUA, que reúne imobiliárias e incorporadoras norte-americanas, além de diversos especialistas das áreas de Imigração, Legislativa e Tributária, a política do novo presidente não afetará o segmento.

“Vale lembrar que Donald Trump é um empresário do setor da construção e não tomaria nenhuma medida que prejudicasse seu próprio negócio. A lei é clara para o investidor estrangeiro. O problema é estar nos EUA de forma ilegal, tirando os direitos e oportunidades dos norte-americanos e ameaçando a segurança nacional, segundo a política protecionista do presidente Trump”, analisa.

Serviço

Investir USA Expo

Quando: 7 e 8 de abril

Onde: Centro de Convenções Frei Caneca - R. Frei Caneca, 569 – Consolação – SP

Horário: 10h às 20h

Inscrição: Gratuita, mediante cadastro prévio no site do evento

Mais informações: http://www.investirusaexpo.com/pt/registration/

Conheça melhor o Investir USA Expo: https://www.youtube.com/watch?v=v-vCYf3S6NI

 

Sobre o Investir USA Expo

O Investir USA Expo é o único evento que concentra diversas ofertas e informações para a compra e investimento de imóveis nos EUA, tendo como público-alvo investidores e compradores finais.

O evento também proporciona parcerias com os corretores de imóveis brasileiros para que estes indiquem seus clientes e façam a intermediação do negócio com as empresas norte-americanas.

A entrada é gratuita, mediante prévia inscrição pelo site, e os participantes têm acesso à área de exposição, que conta com diversas empresas imobiliárias e incorporadoras que atuam em diferentes regiões dos EUA, e palestras que objetivam esclarecer o processo de aquisição e investimento imobiliário para estrangeiros.

Facebook:

https://www.facebook.com/InvestirUSAexpo/?ref=ts&fref=ts

Postado Rafa Salomon