Acidente com carreta bitrem interdita BR-376 e causa uma morte

26 agosto, 2016 às 08:01  |  por Redação Bem Paraná

A BR- 376,  no km 667, em Guaratuba, sofreu interdição total da pista sentido sul desde as 6h20 desta sexta (26) até as 9 horas. A fila chegou a 20 quilômetros. Houve um tombamento de uma carreta bitrem carregada com cimento. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, há uma morte confirmada. Pista interditada na Unidade Operacional Alto da Serra da PRF  (quilômetro 661).

Havia três ocupantes no caminhão: um morreu, outro teve lesões graves e um terceiro, lesões leves. Nos outros dois carros envolvidos ninguém se feriu.

Rn24h

Rn24h

Corpo é encontrado dentro de poço em Fazenda Rio Grande

25 agosto, 2016 às 18:24  |  por Redação Bem Paraná

Um homem pegava temperos em uma marginal da BR-116, no município de Fazenda Rio Grande (Região Metropolitana de Curitiba) quando se deparou com um corpo dentro de um poço.

O poço tinha aproximadamente 5 metros de profundidade. O homem que estava ali não foi identificado. Segundo policiais que atenderam à ocorrência, a hipótese mais provável é que seja uma vítima de homicídio, e que o corpo tenha sido “desovado” ali.

O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba.

 

Michael Martins 

Rede News 24h


Homem envolvido em homicídio é preso pela polícia

25 agosto, 2016 às 17:06  |  por Redação Bem Paraná

polaco

Carlos Soares/DPC

Um homem de 29 anos, mais conhecido como “Polaco”, suspeito da prática de um homicídio, foi preso pela Polícia Civil de Campina Grande do Sul, no final da manhã de quarta-feira (24), na cidade de Matinhos, no litoral do Estado. Investigações constataram que o homem é suspeito de participar do assassinato que vitimou Wesley de Freitas, 27 anos, morto a pancadas no dia 06/07 deste ano.

O crime aconteceu na região Lagoa Vermelha, as margens da BR – 116, em Campina Grande do Sul, quando “Polaco” e mais dois comparsas levaram a vítima até uma casa abandonada e o espancaram até a morte. O laudo de necropsia realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) comprovou que a morte da vítima foi causada pelas lesões do espancamento.

Durante o percurso das investigações, a Polícia Civil conseguiu identificar “Polaco” e descobrir que o suspeito possuía um mandado de prisão condenatória também por um outro crime de homicídio cometido na cidade de Toledo, sujeito a pena de 13 anos e seis meses de reclusão.

“Ao recebermos essa informação localizamos ‘Polaco’ e nos deslocamos até Matinhos para cumprir o mandado de prisão do suspeito que estava em aberto”, conta o delegado-titular da Delegacia de Campina Grande do Sul, Messias Antonio da Rosa.

Segundo informações levantadas pela polícia, a vítima era usuária de drogas. As investigações apuraram também que o homicídio teria sido motivado por um desentendimento após a vítima não ter devolvido aos suspeitos, o valor de R$ 15 em dinheiro que teria emprestado para comprar droga. Seu corpo foi encontrado após quatro dias do crime.

“Agora as investigações seguem para identificar e prender as outras pessoas envolvidas no crime”, enfatiza o delegado.

O suspeito responderá pelo homicídio praticado em Toledo, bem como homicídio cometido em Campina Grande do Sul. “Polaco” permanece preso à disposição do Poder Judiciário.

Duas pessoas ficam feridas na Rodoferroviaria de Curitiba 

25 agosto, 2016 às 15:24  |  por Redação Bem Paraná

​Na tarde dessa quinta-feira  (25) um homem se feriu ao cair do telhado de uma operadora de turismo na Rodoferroviaria de Curitiba. Ele fazia reparo no telhado quando caiu de aproximadamente 5 metros atingindo uma pessoa que estava passando no momento da queda. Os dois um de 34 anos e outro de 56 foram socorridos ao hospital do trabalhador sem risco de morte.

Michael Martins 
 

Carro bate contra muro de casa perto do Terminal do Pinheirinho

25 agosto, 2016 às 15:15  |  por Redação Bem Paraná

Um carro colidiu contra o muro de uma casa na no início da tarde desta quinta-feira (25) na  Rua Capitão Argemiro M. Wanderley, no bairro Pinheirinho em Curitiba. As informações são da Rede News 24hs.

Até o momento não se sabe se há vítimas do acidente.

Mais informações em breve.

Máquinas caça-níqueis são apreendidas em São José dos Pinhais

25 agosto, 2016 às 14:59  |  por Redação Bem Paraná

Uma denúncia sobre jogos de azar resultou na apreensão de máquinas caça-níqueis em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), nesta quinta-feira, 25. A apreensão foi na rua Tenente Djalma Dutra, centro de São José dos Pinhais.

As equipes do Serviço Reservado (SR1) da Polícia Militar, abordaram o atendente do balcão do local, que confirmou a presença de seis 6 máquinas caça níqueis na porta ao lado.  Os equipamentos foram encaminhados à Delegacia local.  O atendente foi detido. Nas semana passada, o mesmo já havia sido de detido pelo mesmo crime.

caca niqueis

Dois acidentes envolvendo operários são registrados em Curitiba e RMC nesta quinta-feira

25 agosto, 2016 às 13:50  |  por Redação Bem Paraná

No início da tarde desta quinta-feira (25), um trabalhador da Ecobow caiu de uma altura de 5 metros na ferroviária de Curitiba. A vítima foi encaminhada para o hospital do Trabalhador.

Em São José dos Pinhais, na rua Sofia Maria Moreski, um funcionário prendeu o braço em um maquinário médico. O siate foi acionado.

Atualizado às 15:09

Polícia apreende meia tonelada de maconha em carro roubado

25 agosto, 2016 às 11:59  |  por Redação Bem Paraná

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 592 quilos de maconha na madrugada desta quinta-feira (25) em Campo Mourão (PR). A droga era transportada em um automóvel Volkswagen Fox, que transitava pela BR 369.

Por volta de 4 horas da madrugada, os policiais rodoviários federais desconfiaram do veículo, que fez uma manobra de retorno perto da unidade operacional da PRF.

Alguns quilômetros à frente, após acompanhamento, a equipe da PRF localizou o veículo, já abandonado. Dentro do carro havia 645 tabletes de maconha. Ninguém foi preso.

Com placas clonadas, o automóvel tinha registro de roubo, ocorrido no último dia 18 de maio no bairro Boa Vista, em Curitiba.

A PRF encaminhou a droga apreendida e o veículo recuperado para a Delegacia da Polícia Civil em Campo Mourão.

maconha

Moradores de rua tentam roubar policial militar no Centro de Curitiba

25 agosto, 2016 às 11:36  |  por Redação Bem Paraná

Um policial militar foi atacado por moradores de rua na manhã desta quinta-feira, 25, no cruzamento da Avenida Marechal Floriano Peixoto com a Rua XV de Novembro, embaixo da marquise no banco HSBC.

Segundo algumas testemunhas, o homem foi cercado pelos moradores de rua queriam roubá-lo,  enquanto seguia para o trabalho. A PM foi chamada e abordou todos os moradores de rua que estavam no local.

Ações anfíbias no combate ao contrabando apreende R$ 13 milhões em cigarros

25 agosto, 2016 às 09:54  |  por Redação Bem Paraná

O Corpo de Operações de Busca e Repressão Anfíbio (COBRA), do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), grupo especializado na atuação em ambiente hídrico na área de fronteira, tem três anos de criação e já apreendeu 49 embarcações e 84 veículos (usados para o contrabando), além de retirar de circulação mais de 6 mil caixas de cigarros, que valem aproximadamente R$ 13 milhões. Os resultados prospectam o Pelotão Cobra no cenário nacional como um grupo capacitado para atuar em terra, água e até em operações aéreas (com apoio de aeronaves do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas – BPMOA), a fim de prevenir a ação de contrabandistas e garantir a segurança da fronteira, principalmente entre o Paraná e o Paraguai, além das divisas do Estado com Argentina e Mato Grosso do Sul.

O trabalho do Pelotão Cobra concentra-se na região do Lago Itaipu e seus afluentes, no Oeste paranaense. O grupo atua preventivamente na repressão dos crimes transfronteiriços como tráfico de armas, drogas, contrabando de pneus, cigarros, anabolizantes, medicamentos, agrotóxicos, tráfico de pessoas, evasão de criminosos e transporte de bens furtados pela fronteira. A ostensividade se faz presente em toda a região com o policiamento aquático e de barranca do lago.

“O pelotão Cobra é essencial no policiamento do Lago Itaipu. A PM do Paraná é pioneira no Brasil em criar um grupo especializado em ambientes hídricos no Oeste paranaense e a aplicação desses militares estaduais tem resultado em mais segurança na área de fronteira e inibido a ação de contrabandistas. Temos feito um trabalho de inteligência simultâneo ao patrulhamento ostensivo em toda a faixa fronteiriça para inibir as atividades criminosas, principalmente de contrabando”, disse o Comandante do BPFron, Cezar Leory Cooper.

O Paraná é um dos estados brasileiros com o maior tráfego de pessoas e veículos na fronteira com o Paraguai e a movimentação intensa exige um reforço de segurança pública, com equipes policiais preparadas para atuarem especificamente na faixa fronteiriça. São mais de 1.350 km de margem do Lago Itaipu, entre Foz do Iguaçu e Guaíra, e 170 km de extensão (se considerado em linha reta) numa área em que estão situados 11 municípios. A distância mais curta entre as margens brasileira e paraguaia fica no distrito de Oliveira Castro, no Porto de Tigre, que mede em torno de 500 metros. Já em outros locais, como em Itaipulândia, a largura entre as margens é de aproximadamente 5 km.

A geografia da região, por ser essencialmente hídrica, propicia o tráfego de embarcações e, consequentemente, uma rota para o narcotráfico. Muitos contrabandistas, para comercializar produtos no lado brasileiro e ter alta lucratividade, utilizam a vastidão do Rio Paraná e do Lago Itaipu para transportar suas mercadorias, drogas, armas e até pessoas em embarcações do Paraguai para o lado brasileiro, onde deixam o material na mata ciliar para que pessoas do mesmo grupo criminoso façam o transbordo em veículos e caminhões. Um dos produtos com maior registro de contrabando é o cigarro.

“Isso ocorre porque os indivíduos flagrados com essa mercadoria recebem uma pena mais leve em comparação a outros delitos, como o tráfico de drogas. Por meio do contrabando, os criminosos conseguem um custo mais baixo para adquirir o produto e ao comercializá-lo, tem maior lucro. A logística de informação dos grupos envolvidos com essa atividade se ramifica na fronteira e agrega muitos olheiros para monitorarem as viaturas das forças de segurança para evitar que as cargas sejam descobertas e apreendidas pelas equipes policiais”, explica o Comandante do grupo Cobra, aspirante André Luiz Jaworski Fantin.

Nesse cenário, a Polícia Militar do Paraná possuí, há quatro anos, um Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), que atende toda a região (terra e rios), que agrega o Pelotão Cobra, criado em setembro de 2013, para operar em rios, lagos, afluentes, ilhas, matas ciliares e áreas rurais da fronteira, além de participar de operações pontuais em conjunto com o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).

A especialidade deste grupo é atuar em ambiente anfíbio, ou seja, policiamento no Lago Itaipu e seus afluentes, abordagens e fiscalizações, patrulhamento nas áreas rurais e de barranca, além dos locais ribeirinhos nos rios Paraná, Iguaçu, Xambrê, entre outras da região. As ações abrangem ainda a localização de portos clandestinos. “Trabalhamos mas o fator surpresa, ou seja, os contrabandistas nunca sabem quando estamos por perto, temos técnicas para surpreendê-los”, disse o aspirante Jaworski.

O 1º comandante do BPFron, tenente-coronel Erich Wagner Osternack, e que agora comanda o 16º Batalhão (Guarapuava), explicou que a criação do Pelotão Cobra foi diante da necessidade de coibir a entrada de produtos ilícitos por meio do Lago Itaipu. “Tínhamos casos de pessoas que saiam do Paraguai com contrabando e, ao acessarem áreas rurais, roubavam propriedades e retornavam a seu país, que vigia diuturnamente as margens do Lago Itaipu e seus afluentes. Isso foi reprimido graças à atuação do Pelotão Cobra”, disse.

Todas as operações do grupo são cuidadosamente planejadas a fim de garantir o maior rendimento possível. Com apoio do Serviço Reservado do BPFron, o grupo identifica os pontos onde há atividade de contrabando e prepara uma ação para flagrar o ato ilícito. “O terreno passa por um reconhecimento prévio para que os policiais militares saibam de que maneira devem agir e quais as táticas podem ser empregadas sem que eles sejam notados pelos suspeitos”, acrescentou o tenente Jaworski.

DADOS – Desde 2013 até agora, os policiais militares do Pelotão Cobra apreenderam 84 veículos e 49 barcos, além de 335.400 pacotes de cigarros (6.708 caixas, cada uma com 50 pacotes do produto, totalizando cerca de R$ 13 milhões). As operações policiais resultaram ainda em 21 quilos de crack apreendidos e 17 pessoas presas.

Somente neste ano, de janeiro a 20 de agosto, os policiais militares apreenderam 28 veículos, além de 19 embarcações. Foram retirados de circulação 4 quilos de crack e 2 quilos de cocaína e presas 17 pessoas durante as ações do Pelotão Cobra. Nesses primeiros oito meses, 112.250 pacotes de cigarros foram apreendidos (a quantidade vale, aproximadamente, R$ 5 milhões).

Segundo o Chefe de Planejamento do BPFron, capitão Nilson Rodrigues, muitos contrabandistas constroem artesanalmente embarcações adaptadas para o transporte de mercadoria clandestina. “São barcos que não possuem registro junto à Marinha nem a numeração de identificação. Também não possuem os critérios mínimos de segurança para as pessoas que o utilizam, possibilitando até mesmo acidentes”, explicou.

A apreensão de barcos também retarda a ação dos criminosos e reflete na lucratividade. Um barco de 12 metros, quando retirado das mãos dos suspeitos, por exemplo, pode retardar a atividade em até uma semana, até que o contrabandista adquira outra embarcação. Com a escassez do produto estrangeiro no mercado, as pessoas passam a adquirir produtos nacionais, gerando contribuição ao Estado”, complementou o capitão Nilson.

PORTOS CLANDESTINOS – Segundo as informações repassadas pelo Pelotão Cobra, existem mais de 3 mil portos clandestinos em todo o Lago Itaipu e seus afluentes. Para encontrar esses locais e identificar os responsáveis, as equipes policiais passam dias na mata colhendo informações e mapeando os pontos usados pelo contrabando. O setor de inteligência recebe os dados e estabelece as estratégias para o desmantelamento do local.

O aspirante Jaworski explicou que os portos são locais de clareira na mata que possuem condições naturais para receber embarcações e permitem a aproximação de veículos para o transbordo das mercadorias. “Em alguns pontos os envolvidos chegam a colocar saibro nas estradas de chão que ligam o porto à área rural para que veículos como caminhões possam chegar até a margem e não atolem”, disse.

DOUTRINA E TREINAMENTOS ESPECIAIS

A unidade é altamente treinada e seus integrantes já participaram de capacitações como o Curso de Unidades Especializadas de Fronteira, Curso Especial para tripulação e pilotagem de embarcações do Estado no Serviço Público, ministrado pela Marinha do Brasil, Curso de Tiro pelo Exército Brasileiro, entre outros que gabaritam os profissionais na área específica.

O Pelotão possui uma doutrina própria baseada nos treinamentos e conhecimentos adquiridos junto a outros grupos de segurança pública de fronteira, como o Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPON) da Polícia Federal, o Grupo de Repressão ao Contrabando (PRECON) da Receita Federal, a Marinha do Brasil e o Exército Brasileiro.

Munidos com modernos equipamentos, incluindo velozes embarcações e uma farda capaz de suportar a carga de trabalho, os militares estaduais são aperfeiçoados com treinamentos constantes. “O grupo possui embarcações potentes e com grande autonomia de navegação, capazes de interceptar qualquer tipo de embarcação clandestina que navegue na área. Os policiais do COBRA atuam com equipamentos diferenciados e passam por constante treinamento, aptos a executar diversas operações em ambiente aquático e terrestre”, disse o Chefe de Planejamento do BPFron, capitão Nilson Rodrigues.

No caso do soldado Gleberson Graff, que está no Cobra desde sua criação, o que mais o instigou a fazer parte desse grupo foi trabalhar com embarcações. “Eu já atuava no BPFron e quando pediram voluntários para o Pelotão Cobra, me interessei em saber como seria fazer policiamento aquático. Certo tempo depois, após vencer o processo seletivo e frequentar cursos específicos, fui escolhido para iniciar o treinamento de novos integrantes nos barcos da unidade e hoje sou também instrutor deste tipo de policiamento”, disse.